29/09/2021
Na Idade Média os filósofos medievais se baseavam no que Aristóteles, certa vez disse que: “o sentimento vivia não no cérebro, mas no coração”.
A revista Superinteressante indica que a simbologia ganhou o mundo há cerca de 3 mil anos, acompanhando a cultura judaica. Isso porque os hebreus associam os sentimentos ao coração há muito tempo, talvez pelo aperto no peito que sentimos ao levar um susto, ou quando estamos ansiosos, angustiados ou passamos por um momento de euforia. Esta sensação é causada pela descarga de adrenalina, que faz a pressão arterial subir e acelera o batimento cardíaco.
Para os cristãos, o coração sempre abrigou a essência do ser, permitindo a aproximação entre Deus e os homens. Em uma relação direta entre o amor e a espiritualidade.
Os indianos acham que o lugar do divino está no peito, mas não no coração, e sim nas cavidades pulmonares. Não acreditam que o amor esteja subordinado à espiritualidade.
Outros povos, como os ianomâmis da Amazônia, não relacionam o amor com qualquer um dos órgãos do corpo. Para eles, o lugar do sentimento é abstrato, em alguma parte da alma.
No ocidente, o coração simboliza tradicionalmente os sentimentos, a paixão e o amor.
Sueli Costa