Dr. Bruno Jannotti Pádua

Dr. Bruno Jannotti Pádua Ortopedista e Traumatologista
Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM 68.008 RQE 44.369

Você saiu da rotina, caminhou muito, explorou a cidade, fez trilha, conheceu lugares novos…E agora o pé começou a reclam...
28/01/2026

Você saiu da rotina, caminhou muito, explorou a cidade, fez trilha, conheceu lugares novos…

E agora o pé começou a reclamar?

Isso é mais comum do que parece.
Quando você muda o tipo de calçado e anda muito mais do que está acostumado, o corpo precisa se adaptar, e os pés sentem primeiro.

Na maioria das vezes, um certo desconforto melhora com descanso.
O problema é quando a dor persiste, mesmo depois de alguns dias, ou começa a vir acompanhada de outros sinais.

Dor no calcanhar ao levantar, inchaço no tornozelo no fim do dia ou aquela sensação estranha ao pisar podem indicar que a sobrecarga foi maior do que o pé conseguiu absorver.

Em alguns casos, isso já é o início de uma inflamação ou de uma sobrecarga articular.
Descansar faz parte da recuperação, mas ignorar sinais persistentes não é o melhor caminho.

Se a dor não melhora após alguns dias, vale investigar a causa antes que algo simples se prolongue.

Se esse post descreveu exatamente alguém que você conhece depois de uma viagem ou passeio, compartilhe. Às vezes, entender o motivo da dor evita que ela vire rotina.

26/01/2026

Você está sentindo dor no pé, mas não lembra de nenhuma torção, queda ou impacto específico?

Essa dor “sem motivo” costuma ter uma explicação.

Em muitos casos, ela está relacionada a inflamações nos tendões do pé, como os extensores ou o tibial posterior.

São estruturas que trabalham o tempo todo para sustentar o arco, estabilizar a pisada e permitir um caminhar eficiente.

Essa condição geralmente surge por sobrecarga repetitiva.
Microtraumas acumulados pelo esforço contínuo, uso de calçados inadequados ou falta de preparo muscular acabam inflamando o tendão aos poucos, até que a dor começa a aparecer.

No dia a dia, isso costuma se manifestar como desconforto no fim do dia, incômodo ao subir escadas ou caminhar por longos períodos, além de sensação de peso ou queimação na parte interna ou superior do pé.

Ignorar esses sinais pode transformar uma inflamação simples em um problema crônico, com recuperação mais lenta e limitada.

Quando identif**ada cedo, o tratamento costuma ser mais simples e ef**az.

Se esse texto te lembrou alguém que vive reclamando de dor no pé “sem saber por quê”, compartilhe. Reconhecer o problema cedo faz toda a diferença.

O salto alto faz parte da rotina de muitas mulheres.O problema não é usá-lo pontualmente, e sim quando ele se torna o pa...
23/01/2026

O salto alto faz parte da rotina de muitas mulheres.
O problema não é usá-lo pontualmente, e sim quando ele se torna o padrão do dia a dia.

Ao elevar o calcanhar por longos períodos, o peso do corpo é projetado para a frente.
Isso muda toda a biomecânica da pisada, sobrecarrega os dedos e força articulações que não foram feitas para sustentar esse tipo de apoio de forma contínua.

Com o tempo, essas adaptações podem gerar encurtamento do tendão de Aquiles, inflamação na região dos metatarsos, joanetes, calosidades dolorosas e instabilidade no tornozelo.

Em muitos casos, essas alterações também influenciam a postura e acabam refletindo em dores mais acima, como joelhos, quadris e coluna.

Não é sobre abandonar completamente o salto, mas sobre usar com cautela.

Alternar calçados, escolher modelos com salto mais largo, altura moderada e boa sustentação no calcanhar faz muita diferença para a saúde dos pés.

Estilo e cuidado podem, e devem, caminhar juntos.

Se esse post te lembrou alguém que vive de salto e reclama de dor no pé, compartilhe. Pequenas escolhas no dia a dia mudam o futuro do movimento.

21/01/2026

Se você tem diabetes, seus pés merecem atenção constante, mesmo quando não doem.

A doença pode comprometer a circulação e a sensibilidade dos pés.
Isso faz com que pequenos machucados, que normalmente passariam despercebidos, tenham dificuldade de cicatrizar e evoluam para feridas mais profundas ou infecções sérias.

Na prática, o risco não está apenas no machucado em si, mas no fato de que muitas pessoas não sentem dor quando algo começa errado.

Cortes pequenos, bolhas ou mudanças na cor da pele podem surgir sem chamar atenção, e é aí que mora o perigo.

Por isso, o cuidado com os pés precisa fazer parte da rotina de quem convive com o diabetes.

Observar diariamente, usar calçados adequados, evitar andar descalço e manter a pele bem cuidada são atitudes simples que protegem a mobilidade e a autonomia ao longo do tempo.

Não esperar a dor aparecer é uma forma de prevenção.
Quando a sensibilidade diminui, o acompanhamento certo faz toda a diferença.

Se você conhece alguém que tem diabetes, compartilhe esse post. Esse tipo de informação pode evitar complicações sérias no futuro.

Seu pé vira fácil?Aquela sensação de que o tornozelo “falha” ao pisar, mesmo sem grandes esforços, não deve ser ignorada...
19/01/2026

Seu pé vira fácil?
Aquela sensação de que o tornozelo “falha” ao pisar, mesmo sem grandes esforços, não deve ser ignorada.

Na maioria das vezes, isso acontece porque os ligamentos do tornozelo foram alongados demais após entorses repetidas.

Com o tempo, eles deixam de cumprir sua principal função: proteger a articulação.

O resultado é insegurança ao caminhar, medo de novos movimentos e um risco maior de novas lesões.

O tratamento começa, na maioria dos casos, com fortalecimento específico, exercícios de equilíbrio e correções na pisada e no calçado.

Quando a instabilidade se torna crônica e não responde ao tratamento conservador, a cirurgia pode ser necessária para devolver estabilidade e segurança ao tornozelo.

Torcer o tornozelo repetidamente não é normal. Quase sempre existe uma causa por trás disso.

Se esse post te lembrou alguém que vive torcendo o pé, compartilhe. Informação certa pode evitar a próxima lesão.

Escolher o tênis certo vai muito além da estética ou do preço.O calçado ideal precisa respeitar o seu tipo de pisada, o ...
16/01/2026

Escolher o tênis certo vai muito além da estética ou do preço.

O calçado ideal precisa respeitar o seu tipo de pisada, o peso do seu corpo, a sua rotina e até o tipo de solo onde você caminha ou treina.

Quando isso não acontece, o pé começa a compensar.
E essa compensação pode se manifestar como dor no calcanhar, desconforto no peito do pé, sobrecarga nos joelhos e quadris, além de alterações na postura e no equilíbrio.

O mais comum é ouvir: “mas meu tênis é bom, é caro”.
Nem sempre isso signif**a que ele é adequado para você.

Um bom calçado oferece suporte ao arco do pé, absorve o impacto de forma proporcional e transmite estabilidade ao caminhar, sem sensação de desequilíbrio ou insegurança.

O pé não foi feito para se adaptar ao calçado.
É o calçado que precisa respeitar o pé.

Se você conhece alguém que vive reclamando de dor mesmo usando “um tênis bom”, compartilhe esse post. Às vezes, o problema está justamente no que sustenta cada passo.

Os pés costumam ser os primeiros a mostrar quando algo não vai bem.E nem sempre isso aparece como uma dor intensa.Mudanç...
14/01/2026

Os pés costumam ser os primeiros a mostrar quando algo não vai bem.
E nem sempre isso aparece como uma dor intensa.

Mudanças discretas, como dormência, sensação de frio constante, vermelhidão ou sensibilidade ao toque, muitas vezes são ignoradas no início, mas merecem atenção.

Na prática, esses sinais podem estar relacionados a alterações na sensibilidade dos nervos, problemas de circulação ou processos inflamatórios locais.
Quando são deixados de lado, o problema não desaparece, ele apenas evolui até começar a interferir no movimento e na qualidade de vida.

Uma avaliação ortopédica ajuda a identif**ar a causa real dessas mudanças e permite agir no momento certo, antes que algo simples se torne mais complexo.

Se você conhece alguém que vive reclamando de dormência, frio ou desconforto nos pés, compartilhe esse post. Informação no tempo certo pode evitar complicações no futuro.

12/01/2026

Janeiro chegou, a energia tá lá no alto e você decidiu virar atleta da noite para o dia?

Querer recomeçar é ótimo. O problema é quando o corpo não acompanha o ritmo da empolgação.

Corrida sem preparo, academia intensa de uma hora para outra, caminhada na areia quente, tênis inadequado…
Tudo isso parece inofensivo, mas pode gerar sobrecarga nos pés, tornozelos e pernas.

Alguns sinais merecem atenção:
👉 dor após o treino que dura mais de 48 horas,
👉 sensação de que o pé “não amortece mais”,
👉 inchaço ou fisgadas ao caminhar.

Antes de forçar ou desistir, vale entender o que está acontecendo.
Ajustar o treino e prevenir lesões costuma ser muito mais eficiente do que começar com tudo e parar em uma semana.

Se esse post te lembrou alguém que começou o ano se empolgando nos treinos, compartilhe. Informação certa no começo evita lesão lá na frente.

Você anda tropeçando com frequência, mesmo em lugares planos?Muita gente coloca a culpa na distração, mas nem sempre é i...
09/01/2026

Você anda tropeçando com frequência, mesmo em lugares planos?
Muita gente coloca a culpa na distração, mas nem sempre é isso.

Na prática, tropeços repetidos costumam estar ligados a alterações no equilíbrio e na forma como o corpo percebe o chão.

Instabilidade no tornozelo, fraqueza muscular ou perda de sensibilidade fazem o cérebro receber informações atrasadas, e o pé não reage a tempo.

O resultado é simples: o passo f**a inseguro.

Esse tipo de alteração não aparece de repente, nem melhora sozinho.
Ela vai se instalando aos poucos, até que tropeços e quedas se tornam mais frequentes.

A boa notícia é que, com avaliação adequada, é possível corrigir isso.
Exercícios específicos de fortalecimento, reeducação do movimento e ajustes na pisada ajudam a devolver estabilidade e segurança ao caminhar.

Se você percebe que está tropeçando mais do que o normal, vale investigar.
Prevenir uma queda começa identif**ando a causa da instabilidade.
Tropeçar repetidamente não é normal.
Se isso te lembrou alguém, envie esse post.

07/01/2026

Quem corre aprende rápido que o corpo fala.
O problema é quando a gente finge que não escuta.

A tendinite não aparece do nada.
Ela é resultado de pequenas sobrecargas repetidas: treino intenso sem progressão adequada, calçado que não respeita sua pisada ou desequilíbrios musculares que passam despercebidos.

No começo, os sinais são sutis:
👉 uma dor que melhora durante o aquecimento, um incômodo no tendão de Aquiles, um leve inchaço depois do exercício.

Muita gente continua treinando mesmo assim.
E é exatamente aí que uma lesão simples pode virar um problema que interrompe completamente o ritmo.

Avaliar cedo a biomecânica, ajustar o treino e respeitar os sinais do corpo faz toda a diferença para continuar correndo com segurança e prazer.

O corpo avisa antes de parar.
A escolha está em ouvir ou insistir.

Você já percebeu seu tornozelo estalando ao caminhar?Aquele “clic” que aparece nos passos costuma ser ignorado, mas nem ...
05/01/2026

Você já percebeu seu tornozelo estalando ao caminhar?
Aquele “clic” que aparece nos passos costuma ser ignorado, mas nem sempre deveria.

Em muitos casos, o estalo é apenas o movimento de tendões e articulações.
Mas quando ele se torna frequente, vem acompanhado de dor, inchaço ou sensação de instabilidade, o corpo está dando um aviso.

Na prática, isso pode estar relacionado a:
👉 entorses antigas que não cicatrizaram bem,
👉 instabilidade ligamentar,
👉 sobrecarga repetitiva em tendões ou cartilagem,
👉 ou até pequenos fragmentos dentro da articulação.

O tornozelo é uma articulação que sustenta o impacto o tempo todo.
Quando algo não está funcionando bem ali, todo o movimento acaba sendo compensado.

Avaliar cedo faz diferença.
Na maioria das vezes, identif**ar a causa no início evita limitações maiores no futuro.
Se o seu tornozelo está “falando”, vale a pena escutar.

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Belo Horizonte, MG
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