10/04/2026
Lembrete: o plano ideal vem do seu oncologista; abaixo estão orientações gerais frequentemente adotadas.
O que e com que frequência
 Exame físico e história clínica: a cada 3–6 meses nos 2–3 primeiros anos, a cada 6–12 meses até 5 anos, depois anualmente.
 Mamografia (ou mamografia + ultrassom se mama densa): anual na mama contralateral e na mama tratada quando indicado (geralmente 6–12 meses após radioterapia, depois anual).
 Ressonância magnética mamária: nos casos de alto risco genético, achados inconclusivos ou avaliação pré-cirúrgica; seguir recomendação especializada.
 Ultrassom axilar/linfática: quando houver queixa, alterações ao exame físico ou imagem mamária suspeita.
 Exames laboratoriais e marcadores tumorais: não são rotineiramente indicados para detecção de recidiva em pacientes assintomáticos; realizados conforme suspeita clínica.
 Imagem de corpo (tomografia, PET-CT, cintilografia óssea): reservada para investigação de sintomas sugestivos de metástase ou suspeita por exames; não usada rotineiramente em assintomáticos.
 Avaliação óssea (DEXA): antes e durante terapia hormonal com inibidor de aromatase ou se risco de osteoporose.
 Avaliação cardíaca (ecocardiograma/FE): se recebeu antraciclinas ou trastuzumabe — realizar baseline e monitoramento conforme protocolo oncológico.
 Exames ginecológicos e controle de efeitos de terapia hormonal: conforme orientação do ginecologista/oncologista (ex.: tamoxifeno).
Sinais que merecem contato imediato com o time de saúde
 Nódulo ou aumento local, dor persistente, inchaço de braço (linfedema), perda de peso inexplicada, falta de ar, dor óssea ou qualquer sintoma novo.
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