rosangelafalconepsi

rosangelafalconepsi Psicologia; Neuropsicologia; EMDR e Brainspotting.

21/04/2026

Um sacrifício, muitas bênçãos!

Continua a nossa série especial do mês da Páscoa. Uma mensagem preparada com carinho para abençoar e fortalecer o seu coração.

17/04/2026

Continuamos nossa série

Um sacrifício, muitas bênçãos!

15/04/2026

Um sacrifício, muitas bênçãos!

08/04/2026

Todo mundo vê a cruz…
Mas poucos entendem o que ela realmente representa.

05/04/2026

24/03/2026

O salmo 91, um dos mais belos e que É a bíblia dessa

Quem já viu uma bíblia aberta neste salmo, em algum lugar importante da casa?
É claro que muitas pessoas podem deixá-lo exposto para lembrar que sua proteção depende do Deus Todo Poderoso, outros o tem como uma forma de oração ininterrupta, ou suporte psicológico, mas, umas poucas pessoas o deixam ali parecendo acreditar que, só pelo fato de estarem com este Salmo 91 aberto, em algum lugar da casa, já estão aptos para desfrutar de todas as promessas de proteção divina.
Mas a gente precisa observar que a condicional para ter acesso a todas estas declarações do próprio Altíssimo, o Onipotente, está no princípio do primeiro verso do Salmo: “aquele que habita no esconderijo do Altíssimo”. Há uma clareza aqui: os destinatários desta lista surpreendente de promessas não são “visitantes esporádicos ou ocasionais”. Mas, estão disponíveis para aqueles que convivem com Deus, dos que fazem de Deus o seu esconderijo, sua fortaleza, que têm com Deus um estilo de vida de intimidade. Então o meu convite é esse, pra você ter um relacionamento com Deus, um convite para você fazer uma aliança, um pacto de vida com o Altíssimo. Deus leva a sério essa atitude de fazer uma aliança com Ele.


13/03/2026

Por si só foi extraordinário o fato de uma mulher cananeia ter-se aproximado de Jesus. Primeiramente por ser mulher, gentia de nascimento. Também pelos cananeus serem considerados desprezados pelos judeus desde épocas remotas.
Mateus 15:22-23 assim descreve a cena: “E eis que uma mulher cananeia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os discípulos, chegando a ele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós”.
Pelo jeito a mulher saiu de onde morava para encontrar Jesus, que por lá passava. Ela clama por Jesus, usando o título “Filho de Davi”, que era indicativo da linhagem do Rei Davi e Messias legítimo. Ela sabia quem era Jesus e o que Ele podia fazer por sua filha, por isso gritava insistentemente, a ponto de os discípulos rogarem a Jesus para despedi-la, porque estava incomodando.
Jesus respondeu: “eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”. A questão é que ela era cananeia, não judia, estava a declarar o título pelo qual Jesus veio prioritariamente em sua missão: pelas “ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas, ao invés de desistir esta mulher “adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!”.
Contudo, Jesus disse: “Não é bom pegar no pão dos filhos ( prioridade da aliança) e deitá-los aos cachorrinhos” (os gentios). Mas, sua fé no que Jesus (o Messias) poderia fazer por sua filha e sua humildade, aceitando a diferença posicional em relação aos judeus, fizeram com que ela fosse elogiada pelo próprio Cristo: “Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã”.
A mulher cananeia nos ensina que uma fé persistente em Jesus e em seu poder trouxe resultado que desejava, a cura de sua filha, apesar das barreiras que venceu.

12/03/2026

Maria, chamada Madalena, da qual haviam saído sete demônios foi uma das seguidoras mais fiéis e proeminentes de Jesus. Jesus a liberta e a incluiu, vindo a participar de um discipulado presencial e cotidiano acompanhando-o juntamente com um pequeno grupo de mulheres que usavam suas próprias riquezas para sustentar o grupo de seguidores e o ministério de Jesus.
O ápice do protagonismo de Maria Madalena está no anúncio da ressurreição de Jesus Cristo. A Bíblia relata que ela e duas outras mulheres foram ao túmulo embalsamarem Jesus. Viram o túmulo vazio, as duas voltaram e Maria Madalena permaneceu lá procurando por Jesus, e foi a primeira a encontrar Jesus ressuscitado, que só o reconhece quando ele a chama pelo nome “Maria!”. Ser chamada pelo nome comunica pertença, dignidade. Nesse encontro Maria recebe a comissão: “vai aos meus irmãos e dize-lhes: subo a meu Pai e vosso Pai; a meu Deus e vosso Deus…” (João 20:17). Tornando-se destinatária de confiança da maior mensagem do cristianismo, a ressurreição de Jesus Cristo.
Jesus novamente mostra um tratamento diferenciado para com as mulheres daquela época, fazendo delas testemunhas em um mundo que não as valorizavam.
Ainda hoje Jesus tem um tratamento respeitoso e amoroso com as mulheres. Você já teve esta experiência com Jesus?

11/03/2026

Numa noite comum Jesus estava à mesa na casa de Simão, o fariseu. O discípulo Lucas não poupa as palavras: ela era conhecida na cidade como pecadora. Ou seja, ela não carregava apenas uma história difícil; carregava um rótulo. Ela aproxima-se de Jesus, se ajoelha aos seus pés. O choro é um pranto copioso, de quem segurou dor e vergonha por tempo demais.
As lágrimas caem sobre os pés dele, e ela não tenta “controlar a cena” para parecer adequada. Ela enxuga os pés de Jesus com os próprios cabelos. Depois, beija seus pés repetida e reverentemente.
Então ela abre o vaso de alabastro e derrama o perfume precioso, que se mistura às suas lágrimas e deixa no ar um aroma intenso. A entrega dela não é silenciosa; é pública.
Na casa o centro emocional não é só o pranto dela; é o modo como Jesus a recebe. Ele não recua o pé, como quem evita contaminação. Ele não a expõe nem a humilha com superioridade. Seu corpo se inclina na direção dela com atenção real, como quem diz sem palavras: “Eu vejo você.”
O rosto de Jesus traz uma compaixão que não tem pressa, que não teme ser mal interpretado. E, ao permitir que ela se aproxime, Jesus devolve a ela algo que o mundo já tinha tomado: dignidade para existir diante de Deus sem máscara. Porque a vergonha dela sempre foi pública, e agora, publicamente, ela está sendo tratada com misericórdia e honra.
Jesus se inclina em compaixão, como quem a chama de volta à vida. Ela oferece o que tem: lágrimas, perfume, cabelo, coragem, e ele oferece o que só ele pode oferecer: presença que não acusa, olhos que não expulsam, acolhimento que cura, e a trata como pessoa. E isso, por si só, já é um milagre naquela época e naquela cultura.
Jesus não romantiza o pecado dela; ele exalta a graça que a alcança. O centro deste episódio é a afirmação que ecoa: “teus pecados estão perdoados” e “tua fé te salvou; vai-te em paz”, o perdão que restaura dignidade e dá paz.
Jesus continua a agir assim hoje, com qualquer mulher! Você já experimentou este cuidado?

10/03/2026
09/03/2026

A Lei Mosaica (Torá), previa que, se um homem adulterar com a mulher de outro, ambos (o homem e a mulher) “serão mortos”. Mas, o texto do evangelho João 8:1-11 diz: “ Os mestres da lei e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher surpreendida em adultério. Fizeram-na ficar em pé diante de todos e disseram a Jesus;” Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante ato de adultério. Na Lei, Moises nos ordena apedrejar tais mulheres. E o Senhor, que diz? Eles estavam usando essa pergunta como armadilha, a fim de terem uma base para acusá-lo. Mas, Jesus, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo. Visto que continuavam a interrogá-lo, ele se levantou e lhes disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. Inclinou-se novamente e continuou a escrever no chão.
Jesus foi colocado diante de um dilema. Eles queriam que Jesus se comprometesse com uma decisão, que poderia ser usada contra Ele, diante das autoridades romanas e diante da Torá.
Pelo pano de fundo da Lei Mosaica, a pena capital (quando aplicada) não era “linchamento espontâneo”, mas algo que pressupunha procedimento, testemunhas e responsabilidade. Dois pontos-chave se revelam: quem inicia a execução? E onde está o homem? A ausência dele sugere seletividade e reforça a hipótese de instrumentalização da mulher.
Jesus, ao dizer “quem não tiver pecado…”, faz um chamado à autoavaliação diante de Deus antes de exercer juízo mortal sobre o outro. Força-os a encarar a legitimidade moral (e a integridade) de atuarem como “testemunhas-executoras”. O resultado é uma dissolução do ato coletivo: sem um primeiro executor “legítimo”, a lei não pode ser aplicada e a multidão perde coesão.
O desfecho é impactante!
“Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” (Jo 8:10). Aqui Jesus restaura a pessoa: ela não é um “caso”, é um sujeito.
“Nem eu te condeno; ”. Ele interrompe a lógica do linchamento e a condenação.
“Vai e não peques mais.” (Jo 8:11) — não há validação do adultério; há um chamado à transformação.
Ainda hoje Jesus continua a ver a pessoa. Aberto para acolher e apoiar na mudança de vida para DAR UMA SEGUNDA CHANCE!

08/03/2026

Jesus viveu num período de muita pressão religiosa e cultural. A religião estava muito ligada à identidade nacional do povo judeu, especialmente neste período de dominação romana, quando revoltas eram frequentes. Não era uma ocupação simples, havia soldados romanos nas ruas, cobradores de impostos odiados pelo povo, e um rei fantoche (Herodes e seus herdeiros) tentando agradar a Roma e os judeus ao mesmo tempo.
Jesus de Nazaré se destacou nesse cenário. Ele não era apenas mais um rabino; ele tinha uma abordagem única. A atuação de Jesus envolvia contato direto com indivíduos marginalizados, incluindo mulheres consideradas “impuras” ou socialmente estigmatizadas.
Suas interações com as mulheres eram revolucionárias para a época. Ele conversava com elas em público, e isso era algo incomum. Mulheres judias acompanhavam Jesus desde o início de seu ministério, proporcionando suporte logístico e econômico que viabilizava a continuidade do movimento. Formou um grupo de seguidores misto – homens e mulheres viajavam juntos, o que contrariava as expectativas sociais da época.
Além disso, as mulheres foram as primeiras a testemunhar a ressurreição de Jesus, o que lhes conferiu uma importância significativa na comunidade cristã primitiva, outorgando autoridade testemunhal em uma sociedade que frequentemente desvalorizava sua voz e testemunho público e legal.
As ações de Jesus tiveram um impacto libertador para as mulheres da época. Isso ajudou a criar um espaço onde as mulheres podiam ter voz e participação independentemente de sua condição social.
A partir de amanhã faremos uma série de vídeos para conhecermos a história de algumas mulheres da época, que tiveram suas vidas transformadas por Jesus Cristo.

Endereço

Belo Horizonte, MG
30494-170

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando rosangelafalconepsi posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria