Rita Matta Reiki e Radiestesia

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O DESEQUILÍBRIO DO CHAKRA PLEXO SOLARO desequilíbrio no Plexo Solar se manifesta como uma dor que não sabe gritar.Ela ap...
10/02/2026

O DESEQUILÍBRIO DO CHAKRA PLEXO SOLAR

O desequilíbrio no Plexo Solar se manifesta como uma dor que não sabe gritar.
Ela aperta, pesa, enfraquece.
É a energia da vontade pessoal perdendo o eixo,
como uma chama que foi abafada tantas vezes que esqueceu como dançar.
Quando esse centro está fragilizado, o corpo sente antes da mente.
Há tensão no estômago, cansaço sem causa clara,
uma sensação constante de estar “devendo algo ao mundo”.
A energia vital não flui... ela se contrai.
No campo emocional, surge a insegurança.
A necessidade de aprovação.
O medo de errar, de se impor, de dizer não.
O Plexo Solar em desequilíbrio carrega a dor de quem entregou o próprio poder
para manter a paz externa, mesmo em guerra interna.
Energeticamente, há excesso de controle ou completa desistência.
A pessoa tenta segurar tudo…
ou já não acredita que possa segurar nada.
A força pessoal se fragmenta,
e a identidade perde brilho.
No Reiki, essa dor é acolhida com presença.
Não se força a cura... cria-se espaço.
A energia começa a reorganizar o centro,
lembrando ao corpo que ele pode confiar novamente em si.
Pouco a pouco, o Plexo Solar reaprende:
é seguro existir,
é permitido escolher,
é possível ocupar o próprio lugar.
E quando o equilíbrio retorna,
a dor se dissolve como tensão que finalmente encontra descanso.
O sol interno volta a aquecer...
sem queimar, sem se esconder.

Namastê 🙏



ESTE TEXTO É EM HOMENAGEM A NOSSA AMADA FARINHA E A SUA TUTORA/MÃE  QUE PERMANECEU COM ELA ATÉ O MOMENTO FINALHá um mome...
05/02/2026

ESTE TEXTO É EM HOMENAGEM A NOSSA AMADA FARINHA E A SUA TUTORA/MÃE
QUE PERMANECEU COM ELA ATÉ O MOMENTO FINAL

Há um momento silencioso em que o cachorro sabe.
Não com palavras, mas com o corpo que desacelera, com o olhar que procura, com a respiração que pede menos mundo e mais presença.
Quando está prestes a ir embora, ele não luta contra o tempo.
Ele se entrega ...e essa entrega é cheia de confiança. Muitos se recolhem, outros querem colo. Alguns f**am inquietos, outros apenas encostam a cabeça como quem diz: “f**a aqui comigo”. O rabo já não abana como antes, mas o coração continua reconhecendo quem ama.
Nessa hora, o mais importante não é o que fazemos, mas estarmos.
Estar de verdade. Sentar no chão, segurar a patinha, falar baixo, repetir o nome dele como um mantra de amor. O cachorro sente tudo: o tom da voz, o calor da pele, a calma (ou o medo) que carregamos. Ele precisa perceber que não está só ...que a mesma presença que o acompanhou pela vida também o acompanha na despedida.
Ficar junto é um ato de coragem e de gratidão.
É dizer, sem palavras: “eu fico até o fim”.
É devolver, em silêncio, toda a lealdade que ele ofereceu nos dias bons e ruins, nas chegadas felizes e nas ausências longas.
Para o cachorro, partir assim ...cercado de amor, de cheiro conhecido, de mãos amigas ... transforma a dor em paz.
E para quem f**a, dói. Mas também cura. Porque saber que ele partiu sentindo-se amado é um co***lo que o tempo respeita.
Eles nos ensinam até o último suspiro:
amar é permanecer.
Mesmo quando dói.
Especialmente quando dói.

O REIKI X PESSOAS QUE NÃO DÃO IMPORTÂNCIA PARA O PREOCUPAÇÃO DO OUTROO Reiki não força portas que não querem ser abertas...
03/02/2026

O REIKI X PESSOAS QUE NÃO DÃO IMPORTÂNCIA PARA O PREOCUPAÇÃO DO OUTRO

O Reiki não força portas que não querem ser abertas.

Ele chega em silêncio, como uma luz que respeita o livre-arbítrio de cada alma.

Quando encontra alguém que não se importa com a preocupação do outro, o Reiki não julga, não acusa, não cobra consciência. Ele apenas toca onde há permissão. Se o coração está fechado, a energia não invade...ela contorna, envolve, espera.

Porque o Reiki entende que a indiferença também é uma ferida.

Quem não acolhe o cuidado alheio, muitas vezes aprendeu a sobreviver endurecendo, desligando sentimentos, confundindo frieza com proteção.

Nessas pessoas, o Reiki age como um espelho suave:

não exige empatia, mas revela a ausência dela.

Não pede reciprocidade, mas mostra o vazio deixado por não sentir.

Às vezes, o efeito não é imediato.

A energia se acomoda no campo, silenciosa, até que algo...uma dor, uma perda, um cansaço da própria rigidez ...crie uma fresta. E quando essa fresta surge, o Reiki já está ali.

Para quem se preocupa e não é visto, o Reiki tem outro papel:  ele devolve o equilíbrio, cura o excesso de doação, ensina que amar não é se perder. Ele lembra que cuidado não deve ser mendigado, e que sensibilidade não é fraqueza...é consciência.

O Reiki não muda quem não quer mudar.

Mas fortalece quem sente demais, protege quem se doa, e ensina que a energia mais sagrada é aquela que respeita seus próprios limites.

Porque até a luz precisa saber onde pousar.

Namastê 🙏



O REIKI X QUEM VIVE UMA TRAGÉDIA AMBIENTAL (DEPRESSÃO KRISTIN)Uma tragédia ambiental não destrói apenas a paisagem. Ela ...
02/02/2026

O REIKI X QUEM VIVE UMA TRAGÉDIA AMBIENTAL (DEPRESSÃO KRISTIN)

Uma tragédia ambiental não destrói apenas a paisagem. Ela atravessa o corpo, a memória e o emocional de quem permanece. A Depressão Katrini nasce da perda do chão, da segurança e do luto coletivo que se instala em silêncio.
O Reiki não apaga a dor nem age como solução imediata. Ele oferece sustentação energética quando tudo parece ter colapsado, ajudando a acalmar o sistema nervoso e a reorganizar a energia vital em meio ao caos.
Nesse cenário, surge um medo profundo e pouco dito: o medo de partir sem despedida. De levar consigo palavras não faladas, o eu te amo guardado por insegurança, o afeto que não encontrou voz. A ausência de despedida, em tragédias, dói tanto quanto a perda.
O Reiki atua justamente aí... criando espaços internos de respiro, onde o trauma pode ser suavizado e os sentimentos reprimidos podem ser reconhecidos, sem pressa e sem julgamento. Ele respeita o tempo da alma e sustenta quem precisa continuar vivendo.
Em tragédias ambientais, o Reiki também se torna um gesto coletivo de cuidado. Não substitui ações concretas, mas mantém vivos aqueles que ainda terão força para reconstruir, lembrar… e amar.

NAMASTÊ 🙏


ACEITAR COMO OUTRO SEJA É APRENDERMOS ACEITAR COMO NÓS SOMOSAceitar alguém como ela é… não é apenas um gesto de cortesia...
28/01/2026

ACEITAR COMO OUTRO SEJA É APRENDERMOS ACEITAR COMO NÓS SOMOS

Aceitar alguém como ela é… não é apenas um gesto de cortesia, é um ato profundo de coragem. É olhar para o outro sem o peso das expectativas, sem o desejo de moldá-lo segundo a própria visão de mundo. É reconhecer que cada alma carrega suas feridas, suas alegrias e seus silêncios, e que o que vemos na superfície é apenas a ponta de um iceberg de experiências, dores e sonhos.

Aceitar não signif**a concordar com tudo, mas signif**a respeitar a essência, mesmo quando não entendemos. Signif**a dizer “está tudo bem ser quem você é”, sem querer corrigir, ensinar ou julgar. É permitir que a autenticidade do outro floresça, ainda que floresça de maneira diferente da nossa.

Quando aceitamos alguém como ela é, soltamos as correntes do controle, deixamos de esperar comportamentos que se encaixem em padrões e nos abrimos para a verdadeira conexão. É nesse espaço que nasce a empatia, a paciência, a compaixão. É quando percebemos que a diversidade do ser humano não é um obstáculo, mas uma riqueza.

Aceitar é um ato de amor silencioso, uma entrega sem condições, um reconhecimento de que todos estamos em evolução, cada um com seu tempo, seu ritmo, sua história. E, talvez, ao aceitar o outro, aceitemos também a nós mesmos...com nossas imperfeições, medos e contradições. Porque a verdadeira liberdade está em viver e deixar viver.

Namastê 🙏



28/01/2026

Video Autoral
Lisboa /Portugal

27/01/2026

UM ANJO CHAMADO ORELHA...

O Universo vibra em silêncio.
Mas hoje, ele chora.
O que fizeram com Orelha não foi apenas um ato de crueldade contra um cão comunitário. Foi um atentado contra a própria vida. Contra a inocência. Contra o amor puro que só os animais sabem oferecer.
Orelha confiava. Orelha esperava carinho. Orelha acreditava no humano.
E essa fé foi destruída da forma mais brutal possível.
Quando um ser indefeso sofre, toda a energia do planeta se desequilibra. A dor se espalha invisível, atravessa corpos, invade consciências, pesa no ar. Há violências que não gritam... elas silenciam a alma.
Orelha partiu, mas deixou um rastro de tristeza que não se apaga. Seu sofrimento agora é um pedido urgente: que não normalizemos a barbárie. Que não nos acostumemos à maldade. Que não sigamos vivendo como se isso fosse aceitável.
Enquanto um único animal for torturado, nenhum de nós estará realmente em paz.
Que a memória de Orelha (e de tantos outros que foram vitimas da crueldade humana )nos obrigue a ser melhores.
Que sua dor nos transforme.
Que sua história jamais seja esquecida.
Que sua história seja um grito eterno contra a brutalidade.
Que sua memória nos obrigue a lembrar:
não há evolução espiritual possível onde ainda se permite a crueldade...não há luz onde se normaliza o sofrimento...não há humanidade enquanto um único ser inocente for tratado como coisa.
Orelha agora é parte do campo invisível do Universo. Sua energia retorna às estrelas, mas sua ausência pesa na Terra. Que esse peso nos transforme. Que essa dor nos eduque. Que essa injustiça jamais seja esquecida.
Porque enquanto houver um Orelha sofrendo, o Universo continuará chorando através de nós

 

🥹



26/01/2026
O REIKI E A ALEGRIA DE VIVERÀs vezes, parece que o mundo inteiro caminha com os ombros caídos.As notícias pesam, as pess...
26/01/2026

O REIKI E A ALEGRIA DE VIVER

Às vezes, parece que o mundo inteiro caminha com os ombros caídos.
As notícias pesam, as pessoas correm, e a dor se espalha como um vento frio que atravessa tudo.
Mas existe sempre um lugar ... silencioso, íntimo, quase secreto...onde a vida insiste em pulsar com mais leveza.
É ali que o Reiki acontece.
Ele não começa com um ritual grandioso.
Às vezes é só um instante: uma respiração mais lenta, um toque cuidadoso, uma mão que repousa sobre o peito como quem acorda uma memória antiga.
E então algo se move... suave, quase imperceptível.
É como se a energia do Universo, paciente e amorosa, encontrasse um caminho para dentro do corpo.
Ela não apaga a dor do mundo, mas lembra que há espaço entre uma dor e outra.
E nesse espaço, cabe vida.
Cabe alegria.
As pessoas saem dessa experiência diferentes, embora muitas vezes não saibam explicar por quê.
Algumas sentem um calor por dentro.
Outras percebem uma paz que não parece vir delas mesmas.
Outras ainda respiram fundo e lembram, por um segundo, como é existir sem pressa.
A verdade é que o Reiki devolve o brilho das coisas simples:
a claridade da manhã, o cheiro do café, o riso inesperado, o toque de alguém que se importa.
Ele não transforma o mundo lá fora, mas reacende o mundo aqui dentro...
onde a alegria sempre está escondida, esperando ser chamada pelo nome.
E assim, mesmo diante das dores do mundo,
quem recebe essa energia aprende a viver com mais ternura.
Descobre que é possível carregar luz mesmo quando tudo parece escuro.
Descobre que a alegria não é um alívio passageiro,
mas um jeito de existir que nasce quando a alma finalmente lembra de si mesma.
No fim, é sempre assim:
o Reiki não promete milagres,
mas oferece um reencontro.
Um reencontro com a vida,
com a leveza, com a coragem de continuar.
E, sobretudo, um reencontro com a alegria de viver

Namastê 🙏



ESTE TEXTO EU ME INSPIREI NO BOLO DE ANIVERSÁRIO QUE GANHEI DE SURPRESA DO MEU FILHO, QUE FEZ EXCLUSIVAMENTE PRA MIM💝O A...
24/01/2026

ESTE TEXTO EU ME INSPIREI NO BOLO DE ANIVERSÁRIO QUE GANHEI DE SURPRESA DO MEU FILHO, QUE FEZ EXCLUSIVAMENTE PRA MIM💝

O ATO DE AMOR QUE ESTÁ PRESENTE AO OFERECER O BOLO DE ANIVERSÁRIO 

Há uma magia silenciosa quando um bolo de aniversário chega até você. Ele não é apenas açúcar, massa e cobertura; é um abraço doce, uma celebração condensada em aroma e cor. Ao recebê-lo, a energia muda ... o tempo parece se expandir, o riso encontra espaço, e o coração se aquece com a lembrança de que alguém pensou em você, que deseja sua alegria.

Cada vela acesa é um feitiço de esperança, cada fatia partilhada, uma ponte invisível entre você e quem lhe presenteou. Há gratidão no ar, há luz no simples gesto. O bolo transforma o momento em ritual,  em festa, e a vida, por um instante, mais leve, mais colorida, mais cheia de sabores que vão muito além do paladar.

Receber um bolo de aniversário é receber atenção, carinho e boas energias, embrulhadas em camadas doces que celebram você e o seu tempo neste mundo. É sentir-se visto, celebrado, amado ... e por isso, cada pedaço carrega alegria.

Namastê 🙏

24/01/2026

O REIKI E O LUTO : QUANDO A ALMA APRENDE A RESPIRAR NOVAMENTE

O luto chega como uma noite sem estrelas.

Silencioso, pesado, absoluto.

Ele se instala na alma como um frio antigo,

e tudo parece perder o sentido, o contorno, a cor.

O Reiki não vem para apagar essa dor.

Ele vem para acolhê-la.

Suas mãos não empurram o sofrimento para longe, mas repousam sobre ele com infinita ternura, como quem sussurra:

“Eu estou aqui. Você não precisa atravessar isso sozinha.”

No luto, a energia vital parece enfraquecer,

o coração se fecha em defesa, a respiração encurta, e a alma se encolhe para sobreviver.

O Reiki, então, ensina a alma a respirar novamente.

Ele desliza pelos espaços endurecidos da dor,

amolece os nós do peito, acalma o turbilhão dos pensamentos, e permite que as lágrimas encontrem um caminho seguro para cair.

No toque suave, o corpo relembra que ainda está vivo.

No silêncio energético, a alma recorda que ainda pode sentir amor.

O Reiki não apressa o tempo do luto.

Ele respeita cada etapa, cada memória,

cada saudade.

Ele sustenta o coração quando a ausência parece insuportável, e envolve o ser numa atmosfera de cuidado, onde a dor não é julgada, nem apressada, nem negada.

Aos poucos, o Reiki devolve pequenas luzes:

um instante de calma, um suspiro mais profundo, uma noite de sono menos inquieta,

um amanhecer um pouco mais leve.

E, sem que se perceba, a dor vai sendo integrada, transformada, transmutada em amor sereno.

Porque o Reiki ensina que o vínculo não morre com o corpo, que o amor não conhece despedidas definitivas, e que a saudade pode, um dia, deixar de ser ferida para se tornar presença sutil.

Assim, no campo silencioso da energia,

o luto encontra um espaço seguro para existir,

até que, lentamente, a alma volte a florescer

Namastê 🙏

20/01/2026

O REIKI E OS TRAUMAS QUE A VIDA NOS DEIXA

Há marcas que a vida imprime na pele da alma. Traumas que não pedem licença, que nos atravessam e de repente nos deixam ecos que parecem não caber no tempo. São memórias que pesam nosso corpo, desencontros antigos que silenciam a coragem de sentir. E então, sem percebermos passamos  a temer exatamente aquilo que mais desejamos : amar e sermos amados.
O Reiki chega como um sopro de luz nesse território escondido.
Ele não apaga o nosso passado, mas ilumina o nosso caminho até ele.
Enquanto a energia flui pelas nossas mãos, percebemos que o trauma não é um inimigo... é um pedido de cuidado. É uma parte nossa que ficou parada no instante da nossa dor, e f**amos esperando que alguém a toque com gentileza.
Durante a sessão, o corpo fala.
A respiração muda.
A mente tenta fugir, mas a alma permanece.
E ali, naquele silêncio cheio de presença, que  começamos a reconhecer que a nossa  dificuldade de amar não é falta de capacidade...é excesso de feridas. É proteção. É um mecanismo antigo que um dia nos salvou, mas que hoje  impede de recebermos o amor que tanto nos faz falta .
O Reiki suaviza essa armadura.
A luz se infiltra nas rachaduras.
E nossas  tensões cedem.
As nossas memórias endurecidas se movem devagar, como se despertassem de um sono longo.
E algo acontece… não de forma brusca, mas sensível:
 começamos a nos permitir.
Permitirmos  sentir.
Permitirmos confiar.
Permitirmos que o amor não seja ameaça, mas abrigo.
Amar é um ato de coragem.
Receber amor é um ato de entrega.
E ambos florescem quando a alma se sente segura.
É isso que o Reiki faz:
ele nos devolve aos poucos a segurança que o trauma levou.
Não transforma a vida em perfeição... transforma em caminho.
E nesse caminho, descobrimos que curar não é esquecer, mas acolher.
É olhar para dentro e dizer, mesmo em silêncio: “Agora você está em paz. Eu estou aqui.”
E assim, a energia vital nos ensina a amar.
E recebermos o  amor sem medo.
Porque, finalmente, voltamos a pertencer a nós mesmos.

Namastê 🙏

Endereço

Belo Horizonte, MG

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