Psicóloga Danielle Souto Bizzotto

Psicóloga Danielle Souto Bizzotto Atendimentos psicoterápicos individuais, casal, familiar e em grupo.

Especialista em Neuropsicologia
Avaliação Neuropsicologica
Reabilitaçao Neuropsicologica

Especialista em atendimento publico neurodivergente

O Carnaval acabou.As serpentinas se recolhem, os confetes se escondem nos cantos da casa,e o corpo ainda dança sozinho, ...
19/02/2026

O Carnaval acabou.
As serpentinas se recolhem, os confetes se escondem nos cantos da casa,
e o corpo ainda dança sozinho, como se o batuque estivesse tatuado na pele.

Mas é agora que o Brasil desperta do transe colorido:
o calendário finalmente ganha vida,
as metas voltam a bater na porta,
e o “depois do Carnaval” deixa de ser desculpa para virar realidade.

Há quem diga que o ano só começa agora —
e talvez seja verdade.
Porque o cérebro humano também precisa de rituais,
de pausas que marcam o tempo,
de explosões de alegria que funcionam como reset emocional.

Para algumas pessoas neurodivergentes,
essa transição pode ser ainda mais intensa:
o excesso de estímulos, o ritmo frenético,
seguido de um silêncio quase brutal.
É como sair de um samba elétrico direto para uma sala de espera.

E nesse contraste, há poesia.
O fim do Carnaval é um convite para reorganizar os pensamentos,
para recolher os brilhos que ainda grudam na alma,
e decidir quais deles merecem virar projetos, sonhos, ou simplesmente lembranças.

Então, sim: o ano começa agora.
Com menos purpurina, mas com mais intenção.
Com menos fantasia, mas com mais autenticidade.
E se o Carnaval foi fogo, que o resto do ano seja brasas bem cuidadas,
aquecendo os dias sem queimar demais.

Segundo o chat gpt a partir de tudo que a gente conversou .. é assim que eu trabalho.. e as coisas que eu gosto…Será que...
09/02/2026

Segundo o chat gpt a partir de tudo que a gente conversou .. é assim que eu trabalho.. e as coisas que eu gosto…
Será que acertou?!

A Neuroquímica do Descarte Palavras são gatilhos baratos. Elas viajam pelo ar, atingem seus ouvidos e fazem o cérebro di...
04/02/2026

A Neuroquímica do Descarte

Palavras são gatilhos baratos. Elas viajam pelo ar, atingem seus ouvidos e fazem o cérebro disparar dopamina e ocitocina. Uma promessa bem feita tem o poder de criar uma simulação de futuro, uma falsa sensação de importância que nos faz acreditar que somos a peça insubstituível do quebra-cabeça.

Spoilers da realidade:
A ciência da sobrevivência é pragmática e o capitalismo é cruel. No trabalho, você é um recurso; nas relações rasas, você é um entretenimento ou um suporte. No momento em que a sua engrenagem trava ou o seu brilho para de servir ao propósito do outro, o sistema busca o próximo componente. Você é substituível em todos os CNPJs e em muitos CPFs por aí.

O custo do “hiperfoco ” no lugar errado
Para mentes neurodivergentes, o custo de “tentar caber” ou de acreditar em palavras jogadas ao vento é altíssimo. É o esgotamento das nossas reservas de energia vital em troca de promessas que têm a validade de um post nos Stories: somem em 24 horas.

A conta é simples, mas a execução é visceral:

Se o mundo te trata como uma peça de reposição, por que você está oferecendo sua energia mais rara e preciosa?

Aonde você quer gastar sua energia hoje?
Tentando provar seu valor para quem já decidiu te substituir? Ou construindo o seu próprio ecossistema, onde a sua existência não depende da validação de quem só sabe falar e nada cumprir?

Decida onde colocar sua intensidade. Porque o tempo é o único recurso que, uma vez jogado ao vento, não volta nem com reza, nem com medicação.

♥️

03/02/2026

Sobre ansiedade!
Atualizações

31/01/2026

Vendo essa fala da minha mineira favorita… Parei para refletir sobre certas coisas

Eu sei que, para muitos, eu pareço complicada demais. Intensa demais. Emocional demais.
Mas o que poucos entendem é que essa intensidade não é defeito: é radar.

Meu jeito emocional, por vezes justiceiro demais expõe verdades que muita gente tenta esconder os sentimentos não ditos, intenções camufladas, silêncios que dizem mais do que palavras.

Vivemos em um mundo de relações líquidas, onde tudo escorre pelos dedos: vínculos frágeis, promessas descartáveis, afetos que evaporam na primeira dificuldade.

E talvez por isso minha lealdade pareça estranha. Fora de moda.

Mas eu sou assim: mesmo quando percebo o que vocês escondem, mesmo quando sinto o que ninguém admite, eu não traio. Não abandono. Não trato pessoas como objetos substituíveis.

Ser neurodivergente me faz sentir tudo em alta definição (inclusive muito mais do que eu gostaria e isso é exaustivo) inclusive a falta de profundidade dos outros.

E ainda assim, escolho ser leal num mundo que normalizou o descartável.

Porque, no fim, eu acho que a minha “complicação” é só a incapacidade de ser rasa.
… Por mais que as vezes me machuque pelo caminho!

30/01/2026

Dicas para o atendimento online prestencaoooooo 📱📲

Você já parou pra pensar que tem pessoas que acham que sofrer dá passe livre pra ferir os outros? Que o trauma é um escu...
28/01/2026

Você já parou pra pensar que tem pessoas que acham que sofrer dá passe livre pra ferir os outros?

Que o trauma é um escudo pra manipular, controlar, punir?

Mas não é. Dor não é licença poética pra crueldade.

Cada um está tentando entender a sua própria dor e provavelmente ainda tropeça nela. Mas uma coisa temos que entender: ela não nos autoriza a machucar ninguém. Não nos dá o direito de virar o que nos feriu.

Ser neurodivergente não é sinônimo de ser tóxico. E empatia não é submissão.

Chega de romantizar quem usa o próprio sofrimento como justificativa pra ser abusivo. Isso não é cura. É repetição.

Autoconhecimento dói. Mas machucar os outros porque você se recusa a olhar pra si dói mais ainda nos outros.

Mudanças que doem, mas libertamMudanças físicas a gente até aprende a aceitar. O corpo muda, a pele muda, o cabelo muda....
27/01/2026

Mudanças que doem, mas libertam

Mudanças físicas a gente até aprende a aceitar. O corpo muda, a pele muda, o cabelo muda.

Mas e as mudanças internas? Aquelas que não cabem em antes e depois do Instagram?
Mudar de ideia.
Mudar de caminho.
Mudar de sonho.
Mudar de identidade.
Mudar de ritmo.
Mudar de lugar inclusive dentro de si.

É curioso como o mundo aplaude a mudança estética, mas torce o nariz para o amadurecimento que desafia expectativas.
Principalmente quando você é mulher. Ou neurodivergente. Ou ambos.

Como diz Naomi Wolf, em O Mito da Beleza

“A cultura da beleza é o último, o melhor e mais brilhante bastião da dominação patriarcal.”

Você pode ter feito mil cursos, mudado de cidade, trocado de carreira, cortado laços, se reinventado mil vezes.

Mas se não performa “sucesso” com um sorriso no rosto e um corpo dentro da régua, vão dizer que você está perdida.

Não está.
Você está em processo.
E processo não é bagunça é construção.

Nem toda mudança agrega.
Algumas só pesam.
E amadurecer é aprender a deixar o que pesa no caminho. Mesmo que tenha custado caro. Mesmo que tenha sido bonito por um tempo.

Você não precisa caber.
Você precisa pertencer.
E isso começa quando você para de se moldar e começa a se escutar.

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Você não é difícil de amar. Só aprendeu a se proteger demais.A mulher selvagem dentro de você sabe disso.Ela se lembra d...
26/01/2026

Você não é difícil de amar. Só aprendeu a se proteger demais.

A mulher selvagem dentro de você sabe disso.
Ela se lembra do tempo em que o amor era abrigo não ameaça.

Mas depois vieram os silêncios, os abandonos, os afetos condicionais. E então você aprendeu a esconder o coração em armaduras de razão.

Você virou especialista em não precisar.
Em não pedir. Em não mostrar.

Mas a alma não esquece.
Ela sussurra nos sonhos, nos arrepios, nos encontros que te desarmam.

Ela quer voltar a correr com os lobos livres, instintivas, inteiras.

Não, você não é fria.
Você é ancestral.
E está apenas esperando um território seguro para tirar a pele de proteção e vestir a da verdade.

A cura não é se tornar outra.
É lembrar quem você era antes de te ensinarem a ter medo.

Nem todo mundo percebe o mundo da mesma forma e isso é maravilhoso.A neurodiversidade nos convida a enxergar além dos pa...
24/01/2026

Nem todo mundo percebe o mundo da mesma forma e isso é maravilhoso.

A neurodiversidade nos convida a enxergar além dos padrões, a reconhecer que cérebros diferentes processam, sentem e se expressam de maneiras únicas. Autismo, TDAH, dislexia, entre outras condições, não são falhas a serem corrigidas, mas formas legítimas de existir e experienciar a vida.

Neste sábado, que tal desacelerar e refletir: como podemos tornar nossos espaços mais inclusivos? Como podemos ouvir mais, julgar menos e aprender com a riqueza da diferença?

Acolher a neurodiversidade é um passo essencial para uma sociedade mais empática, justa e humana.

Dias de chuvas reflexões da minha outra queridinha a psicanálise e sobre assuntos que por aqui durante um tempo viraram ...
23/01/2026

Dias de chuvas reflexões da minha outra queridinha a psicanálise e sobre assuntos que por aqui durante um tempo viraram rotina..

O luto!

19/01/2026

Retrato da sociedade patriarcal com cultura do estupro acentuado com discurso machista Red pill e legendário

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