Psicóloga Danielle Souto Bizzotto

Psicóloga Danielle Souto Bizzotto Atendimentos psicoterápicos individuais, casal, familiar e em grupo.

Especialista em Neuropsicologia
Avaliação Neuropsicologica
Reabilitaçao Neuropsicologica

Especialista em atendimento publico neurodivergente

Vocês acharam que eu não ia rebolar minha raaaa .. ops minhas palavras hoje?! Retrospectiva de um ano que não pediu lice...
31/12/2025

Vocês acharam que eu não ia rebolar minha raaaa .. ops minhas palavras hoje?!

Retrospectiva de um ano que não pediu licença para entrar…

2025 chegou como quem não quer nada e saiu como quem levou tudo. Teve de tudo um pouco: altos que me fizeram flutuar e baixos que me ensinaram a cavar o túnel quando o fundo do poço parecia o fim e eu encontrei a própria Samara!.. Perdas que doeram mais que boleto vencido, recomeços que vieram sem aviso prévio (tipo mudança de emprego no susto), e decepções que me lembraram que expectativa é só frustração com glitter.

E no meio desse caos coreografado, lá estava eu: uma pessoa com TEA, tentando decifrar o mundo enquanto o mundo mal se entende. Spoiler: sobrevivi. Com olheiras, mas com dignidade (ou quase).

Aprendi que dar a volta por cima não é sobre sair ilesa, é sobre sair com estilo — mesmo que seja de pantufa e com a cara amassada.

E se em 2025 eu já incomodava com minha sinceridade, segura esse spoiler: 2026 vai ser o ano em que meus limites vão estar mais nítidos que filtro de Instagram. E minhas opiniões? Ah, essas vão continuar aparecendo sem pedir permissão.

Se você achava que eu já falava demais… aguarde. O melhor (ou o mais caótico) ainda está por vir.

Feliz ano novo, ou como eu gosto de chamar: mais uma temporada dessa série chamada “Minha Vida”…. Spoiler: o roteiro continua imprevisível, mas a protagonista segue firme e cada vez mais afiada!


19/12/2025
Nos últimos dias de novembro e início de dezembro de 2025, o Brasil foi novamente atravessado por uma série de casos bru...
02/12/2025

Nos últimos dias de novembro e início de dezembro de 2025, o Brasil foi novamente atravessado por uma série de casos brutais de violência contra mulheres mais uma vez, o feminicídio como realidade cotidiana.

Esses números não são apenas estatísticas. São vidas interrompidas, histórias silenciadas, famílias devastadas. E o mais grave: a violência contra mulheres está sendo normalizada. Ela acontece dentro de casa, nas ruas, nos espaços públicos e muitas vezes é justif**ada, minimizada ou ignorada.

Como psicóloga, já fui criticada por me posicionar sobre temas considerados “polêmicos” ou “políticos”.

Mas é preciso dizer: a psicologia não deve ser neutra. A neutralidade diante da injustiça é cumplicidade. E quando se trata de violência de gênero, o silêncio é perigoso. Ser mulher e profissional da saúde mental exige coragem para falar, para denunciar, para acolher.

A ascensão de discursos red pill que promovem ideias misóginas, desumanizam mulheres e incentivam comportamentos abusivos é um alerta gravíssimo. Esses discursos não são apenas tóxicos: são criminosos. Eles reforçam estereótipos violentos, alimentam o ódio e colocam vidas em risco.

A psicologia ética precisa combatê-los com firmeza, responsabilidade e compromisso com os direitos humanos.

Termino com um trecho do livro Mulheres que Correm com os Lobos

“ Ser forte não signif**a exercer poder sobre os outros, mas sim carregar luz dentro de si”

Que essa luz nos guie como profissionais, como mulheres, como seres humanos que não aceitam a violência como norma.

O mês que carrega cheirinho de festa, retrospectiva e planos para o futuro. Mas calma lá: ainda temos 31 dias inteiros p...
01/12/2025

O mês que carrega cheirinho de festa, retrospectiva e planos para o futuro. Mas calma lá: ainda temos 31 dias inteiros pela frente.

Não é só sobre fechar ciclos, é também sobre aproveitar o que ainda pode nascer antes do ano virar.

Dezembro é aquele lembrete de que a vida não funciona como calendário escolar: não é porque o ano está acabando que você precisa se sentir “atrasado”.

Cada pessoa tem seu ritmo, e na neurodiversidade isso f**a ainda mais claro nossos ciclos não seguem a régua dos outros.

👉 Que tal usar esses dias para:

• Celebrar pequenas conquistas que passaram despercebidas.
• Se permitir descansar sem culpa.
• Plantar uma ideia que pode florescer em 2026.
• Ou simplesmente rir das coisas boas e estranhas que aconteceram ao longo do ano.

🎉 O fim de ano não é uma linha de chegada, é só mais uma curva na estrada. E dezembro, com seus 31 dias, é um convite para viver com leveza, autenticidade e até um pouco de bagunça criativa.

Autismo e Autenticidade!Como construir uma vida alinhada ao próprio jeito de ser?!Viver com autenticidade signif**a resp...
27/11/2025

Autismo e Autenticidade!

Como construir uma vida alinhada ao próprio jeito de ser?!

Viver com autenticidade signif**a respeitar quem se é, sem tentar se encaixar em padrões que não correspondem à própria forma de existir.

Para pessoas autistas, essa busca é fundamental, já que muitas vezes enfrentam pressões externas para camuflar comportamentos, adaptar-se a normas sociais rígidas ou esconder características que fazem parte de sua identidade.

Essa tentativa de “masking” pode gerar desgaste emocional, ansiedade e sensação de desconexão consigo mesmo.

Construir uma vida autêntica no autismo envolve, em primeiro lugar, autoconhecimento. Reconhecer forças, sensibilidades, interesses e necessidades ajuda a compreender que cada pessoa tem um modo único de se relacionar com o mundo.

A partir disso, é possível desenvolver aceitação, entendendo que o jeito de ser não é errado, apenas diferente.

Na prática, viver com autenticidade signif**a poder dizer o que incomoda, pedir espaço quando necessário, valorizar interesses pessoais e encontrar formas próprias de comunicação.

É permitir que hobbies, rotinas e preferências façam parte da vida sem julgamento.

Quando a autenticidade é respeitada, pessoas autistas desenvolvem maior autoestima, constroem relações mais genuínas e encontram segurança para exercer autonomia.

O resultado é uma vida mais equilibrada, em que o indivíduo não apenas se adapta ao mundo, mas também transforma o ambiente ao seu redor para que ele reflita sua singularidade.

26/11/2025

É sobre ser Fênix até quando não está preparada!

O autismo não é uma experiência única. Cada pessoa autista carrega múltiplas dimensões de identidade que se entrelaçam e...
26/11/2025

O autismo não é uma experiência única. Cada pessoa autista carrega múltiplas dimensões de identidade que se entrelaçam e moldam sua forma de existir.

É nesse ponto que a interseccionalidade se torna essencial: compreender como gênero, sexualidade e cultura atravessam o autismo é reconhecer que não existe uma narrativa universal, mas sim uma diversidade de vivências.

No campo do gênero, muitas pessoas autistas relatam maior fluidez ou não conformidade com padrões tradicionais. A presença dessas identidades se cruzam e desafiam normas estabelecidas, trazendo à tona reflexões sobre autenticidade e liberdade de ser.

A sexualidade também se manifesta de forma singular. Algumas pessoas autistas relatam menor interesse sexual, outras descrevem conexões afetivas intensas. Aspectos como comunicação direta, sensibilidade sensorial e necessidade de clareza nos vínculos influenciam a forma como a sexualidade é vivida. Essa diversidade reforça que não há um padrão fixo, mas múltiplas formas legítimas de expressão.

Já a cultura exerce papel decisivo na forma como o autismo é percebido. Em alguns contextos, há acolhimento e valorização da neurodiversidade; em outros, prevalece o estigma e a invisibilidade. Expectativas culturais sobre gênero e sexualidade podem intensif**ar a exclusão, mas também abrir espaço para movimentos de resistência e afirmação identitária.

Pensar o autismo a partir da interseccionalidade é reconhecer que ser autista não é apenas uma condição neurológica, mas uma experiência atravessada por múltiplas camadas de identidade. É nesse cruzamento que surgem tanto os desafios quanto as potências.

Valorizar essa complexidade é essencial para construir práticas psicológicas inclusivas e para fortalecer o protagonismo das próprias pessoas autistas em suas narrativas.

A semana… a vida em frames! 💥
15/11/2025

A semana… a vida em frames! 💥

11/11/2025

Ontem segunda e o primeiro dia na nova rotina!
Vem comigo…
Novas demandas, novos desafios

Agora na .clinica

Carta ao Psicólogo que Sente DemaisQuerido psicólogo, eu sei que você sente.Sente com o corpo, com o olhar, com o silênc...
07/11/2025

Carta ao Psicólogo que Sente Demais

Querido psicólogo, eu sei que você sente.
Sente com o corpo, com o olhar, com o silêncio entre uma palavra e outra. Você não escuta apenas com os ouvidos você escuta com a alma. E isso, por mais que às vezes doa, não é um defeito.

É parte do que te torna tão humano, tão necessário. Mas eu também sei que sentir demais pode pesar. Pode transbordar, pode confundir o que é seu e o que é do outro.
Pode fazer com que você carregue dores que não te pertencem, como se fosse possível curar alguém se você se ferir junto.

Então, por favor, cuide de si. Cuide do seu espaço interno com o mesmo carinho que oferece ao outro. Permita-se descansar, respirar, se proteger. Porque empatia não é absorção.

E sensibilidade não precisa ser sacrifício.
Você é precioso. E o mundo precisa de você inteiro não em pedaços.

Com admiração e afeto,
De alguém que também sente.

🧠💭 “Eu sou autista de verdade? Ou só uma fraude ambulante que inventou um rótulo para justif**ar o cansaço e fraqueza?”I...
05/11/2025

🧠💭 “Eu sou autista de verdade? Ou só uma fraude ambulante que inventou um rótulo para justif**ar o cansaço e fraqueza?”

Insônia....pensamentos intrusivos e projetos na gaveta... e ainda questionando o diagnóstico que recebi na vida adulta.

Sabia que essa dúvida cruel tem nome: “Síndrome do Impostor.”
No autista adulto diagnosticado tardiamente, ela se disfarça de “eu não sou autista o suficiente”.

Mas aqui vai a realidade na pele:
✅ Síndrome do Impostor = sentir-se fraude ambulante
Você conquista provas concretas (projetos entregues, prêmios, feedbacks), mas o cérebro rejeita tudo: “Foi sorte. Foi masking. Foi engano. Logo vão descobrir que eu não presto.”
No autista tardio, essa fraude se mistura ao próprio diagnóstico: “Se eu consigo trabalhar/relação/amigos, não posso ser autista. Sou uma fraude até no rótulo.”

🔴 Por que o impostor se alimenta do diagnóstico tardio?

1️⃣ O autismo adulto é fluido, não molde fixo
Tem dia que a sobrecarga me derruba por 12h.
Tem dia que apresento sem gaguejar.
O impostor usa a fluidez contra mim: “Autista de verdade não tem dias bons. Você tá inventando.”

2️⃣ Masking não é fingir, é sobreviver... Passei anos inteiros mascarando contato visual, sorrisos, não surtar com barulho.
E Quando dá certo? “Foi o masking. Não eu. Logo descobrem a farsa.”

3️⃣ questionar o diagnóstico = impostor em ação
“Se eu fosse mesmo autista, não teria carreira.” “Autista de verdade não mascara tão bem.” “Talvez eu só queira atenção.”

4️⃣ sentir-se fraude é reflexo do esgotamento. Não “ganhamos” por parecer neurotípicos na verdade pagamos: burnout, crises de identidade, autocobranças infinitas.

✨ “Eu consegui apesar do mundo não ser feito pra mim. Não porque finjo ser outra pessoa.” ✨
👉🏼 Se você é autista adulto nessa montanha-russa. Sua experiência é válida. Seu jeito de ser é legítimo. Você não precisa provar nada nem pra si mesmo.

E se você precisa de ajuda com esses comportamentos me chama!

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