30/03/2026
Recentemente, o cenário legislativo brasileiro aprovou a ampliação gradual da licença-paternidade, que deve chegar a 20 dias até 2029.
Mais do que uma mudança na contagem de dias, essa decisão toca em uma ferida aberta na nossa organização social: a ideia silenciosa de que o cuidado é um território exclusivamente feminino e que a presença do pai é um "auxílio luxuoso".
Como psicóloga e estudiosa da saúde mental masculina, afirmo categoricamente: presença paterna não é favor; é um direito fundamental do bebê e o alicerce para uma sociedade psiquicamente mais saudável.
O Jornal Panorama publicou meu artigo que trata sobre esse assunto. Para acessá-lo na íntegra, veja o link na Bio.