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30/05/2025
Há quem ache estranho alguém sofrer tanto pela morte de um pet, mas a dor e o processo de luto por causa de um animal de...
10/02/2022

Há quem ache estranho alguém sofrer tanto pela morte de um pet, mas a dor e o processo de luto por causa de um animal de estimação podem ser exatamente iguais ao quando uma pessoa querida morrer.
Apesar de na literatura médica o luto estar relacionado à morte de um humano, um processo semelhante também ocorre quando perdemos algo muito próximo e querido, como um animal, um relacionamento, um trabalho ou um objeto.
No momento da perda de um animal de estimação, as pessoas próximas precisam respeitar o que o tutor do pet está passando e tomar cuidado para não serem indelicadas. É preciso respeitar a dor, não julgar a pessoa e, principalmente, não minimizar o sofrimento com frases tipo: 'Era só um cachorro, não tem motivo para tudo isso'".
Respeitar essa dor é muito importante para que a pessoa possa passar por todas as fases do luto até chegar na aceitação, que é quando consegue lidar com a perda com menos sofrimento, vai retomando a normalidade da sua vida, se adaptando à nova realidade até o luto acabar.
Geralmente, um processo de luto dura de três meses a um ano, podendo chegar até muito mais tempo. Se a tristeza não diminuir e a pessoa não conseguir retomar a vida, ficando a maior parte do tempo se sentindo culpada e infeliz, o problema se torna um luto patológico. Nesse caso, a depressão pode entrar em jogo e é importante procurar ajuda profissional, como tratamento psiquiátrico ou psicoterapêutico.

Em uma realidade cada vez mais veloz, em que o tempo é percebido como um bem valioso demais para ser desperdiçado (embor...
05/12/2021

Em uma realidade cada vez mais veloz, em que o tempo é percebido como um bem valioso demais para ser desperdiçado (embora, contraditoriamente, as “horas mortas” em redes sociais seja crescente), a oportunidade de acelerar um áudio é vista como preciosa. No entanto, ela alimenta um autoengano recorrente nos tempos de hoje: o de não perder nada, fenômeno que ganhou até nome, FOMO (“fear of missing out” ou, em português, “medo de ficar de fora” ou “medo de perder algo”).Recursos aparentemente inofensivos, como o acelerador de voz do WhatsApp, podem estimular gatilhos de ansiedade, transtorno mental já bastante presente entre nós. Segundo a OMS, desde 2017, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo: 19 milhões de brasileiros – número que só tende a crescer com a pandemia.O mundo contemporâneo tem se esforçado para nos reduzir ao essencial. E verdade seja dita: tem conseguido.Como se não bastasse a exaustão mental a que nossa sociedade está submetida, qual é o espaço que o aplicativo e seus recursos deixam para o ócio, para o respiro, para a pausa necessária na elaboração de um raciocínio?A pressa, quando é constante, causa impacto no comportamento e altera o humor. A irritação, a impaciência e a ansiedade tornam-se emoções comuns e as consequências nunca são favoráveis. E nessa pressa constante, não encontramos tempo para nos conectarmos com a emoção do outro, o que nos priva do grande sentido da vida: os relacionamentosl.O respeito às pausas, o encadeamento da lógica da fala do emissor, tudo isso é relegado ao segundo plano, sob a alegação de estarmos “otimizando o tempo”. Talvez este recurso do WhatsApp fale mais sobre o nosso tempo do que podemos enxergar a princípio. Como você está lidando com as suas relações e relacionamentos? O que você está priorizando no seu momento de vida? Você está cuidando da sua saúde mental?
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É comum a romantização do amor e dos relacionamentos afetivos na sociedade, é possível percebê-la em filmes, novelas, mú...
12/10/2021

É comum a romantização do amor e dos relacionamentos afetivos na sociedade, é possível percebê-la em filmes, novelas, músicas e na expressão artística. As emoções que eclodem na psique de quem está sofrendo são os sentimentos ambivalentes do tipo “amo e odeio”, “quero e não quero”, “sinto carinho e raiva”. Sentimentos estes que são difíceis de decifrar, o que torna o término ainda mais confuso.
A pessoa atingida pelo fim do relacionamento entra em um estado emocional semelhante de quem está perdido; há uma baixa autoestima, pois coloca-se o outro em um pedestal distante daquilo que ele é realmente, insiste em dedicar-se ao outro, o que leva a falidas tentativas e que apenas favorecem a redução do seu próprio ser. Sabe-se que a dor de amor existe desde que o mundo é mundo, entretanto, ela ainda é pouco permitida pela sociedade. Também não é percebida como um processo de luto. Muitas vezes para o indivíduo que está em estado de sofrimento, não o dão o tempo de sofrer, como se este tivesse a obrigação de ser feliz a qualquer custo. E esse custo, frequentemente, é um preço alto a se pagar.Não é de se estranhar que a tristeza seja a emoção mais indesejada de sentir-se atualmente, é difícil aceitar que se está triste, contudo, ela é necessária, como todas as outras emoções. É nessa ânsia de esconder ou conter a dor que ela é negligenciada, negada e massacrada em comportamentos que podemos chamar de falsa felicidade.
Compreender que ao longo da vida perdemos muitas coisas que amamos nos ajuda a entender a condição humana, que é composta por perder, abandonar e desistir. Lamentar é um processo de adaptação às perdas da vida. O desenvolvimento do luto pode ser vivenciado na psicoterapia junto a um psicólogo, neste momento de dor é necessário expressar as emoções, colocar para fora o que está guardado.

29/07/2021
Descrita por sensações de angústia, falta de ar, pressão sobre o corpo e até alucinações, a paralisia do sono é um fenôm...
07/07/2021

Descrita por sensações de angústia, falta de ar, pressão sobre o corpo e até alucinações, a paralisia do sono é um fenômeno psíquico de origem ainda desconhecida. Ela é classificada como uma parassonia, um distúrbio durante o repouso do paciente que provoca alterações no sono. Além disso, no caso da paralisia do sono, pessoas que já vivenciaram o problema relatam a dificuldade em moverem-se mesmo estando acordados, um peso sobre o peito que dificulta a respiração, a sensação de queda ou afogamento, medo e angústia.
Durante o sono REM, o mais profundo, o cérebro acorda, mas o corpo permanece imóvel. Assim, o cérebro acredita que ainda estamos dormindo, mas conscientes, tentamos nos mover e o comando é negado. No entanto, a duração não é muito longa, se resumindo a poucos minutos. Também não há sequelas físicas. Ainda ainda não encontraram uma causa em específico. Como o próprio nome já diz ocorre uma paralisia. O seu cérebro
desperta, mas o seu corpo não consegue se mexer, é ai que muitas pessoas ficam assustadas. Mas quem não ficaria? Quem já passou por isso sabe que a experiência não é nada agradável. É só você se imaginar com consciência, mas sem conseguir mexer nenhuma parte do seu corpo. Não seria ruim?A sensação causa muita aflição, mas a parte boa é que esse problema não deixa nenhuma sequela e não causa nenhum problema no seu corpo, apenas um estado momentâneo que, infelizmente, não é agradável. Para se ter ideia da complexidade desse “problema”, muitas pessoas não conseguem diferencia-lo da realidade.Ela pode durar até 5 minutos ou apenas alguns segundos, tudo vai depender da resposta da musculatura do corpo. Mas qualquer tempo que demorar é suficiente para deixar qualquer pessoa em desespero. O recomendado é que a pessoa procure manter a calma, assim as respostas do cérebro e o corpo ficam mais rápidas.O problema pode ocorrer com pessoas, de qualquer idade e em qualquer momento, mas ele é muito mais comum em estudantes e pessoas que possuem um dia a dia mais agitado, onde o cérebro processa muitas informações e o próprio corpo sente essa pressão. Pessoas que sonham muito tem probabilidades maiores.

28/12/2020

DEPRESSÃO NATALINA

“Então, é natal! O que você fez?”. O final de ano é um período de alegria e prazer para muitos. Reencontro de famílias, cidade iluminada, decoração, presentes... Enquanto uns adoram passar esse momento com entes queridos, outros sentem uma melancolia sem igual, apresentando choro frequente, isolamento, irritabilidade, tristeza sem motivo aparente, sentimento de culpa, sonolência exagerada, ou insônia, ansiedade, dentre outros. Esses sinais podem ser indícios de ‘depressão natalina’. Se a pessoa apresentar alguns desses sintomas, é importante fazer um autoquestionamento: Isso ocorre com frequência? Traz transtornos para minha vida? Quanto tempo dura? A depender das respostas, pode ser apenas tristeza, mas, caso contrário, pode ser “christmas blues”, a chamada ‘depressão natalina’.
A mídia, bem como algumas religiões, apresentam uma formatação padrão de Natal que, geralmente, difere da realidade da maioria das famílias. Isso, muitas vezes, gera frustração para adultos e crianças, que também podem apresentar transtornos depressivos, ou, mesmo, tornarem-se adultos que trarão a certeza de que o Natal não passa de um momento de frustração, mentira, etc.
Em casos desse tipo de depressão, a família tem importante papel, pois o sujeito que se isola pode nem perceber os sintomas ou justificá-los para que seja aceitável seu comportamento. É importante lembrar que as causas podem ser diversas: solidão; ausência de membros da família ( isolamento devido a pandemia, filhos que não irão passar o Natal com a família , pais que se separaram ou se foram, etc.); culpa pelo consumo compulsivo; incompatibilidade entre a vida real e a idealizada com base nas propagandas, que, geralmente, apresentam famílias felizes em torno de mesa farta e suntuosos presentes; insatisfação com resultados do balanço anual, já que muitos planos são feitos no início do ano, mas as ações não viabilizam sua concretização; entre outros.
Esta depressão de fim de ano pode ser canalizada de forma positiva e utilizada para que se reveja o que esta pessoa está fazendo de sua vida. Será que ela não passou o ano todo desperdiçando oportunidades para criar laços de amizade que valerão a pena ser comemorados no natal? Não será este o grande momento para aprender a lidar de forma diferente com a própria vida?
Não há receita que possa ser aplicada em todas as pessoas, mas talvez identificar os gatilhos que desencadeam tristeza e rancor possa ser uma forma para lidar com sentimentos negativos. O melhor caminho é o autoconhecimento e saber que não é a única pessoa que está passando pela depressão do Natal.

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