Oficina Vivencial Construindo Um Relacionamento Feliz

Oficina Vivencial Construindo Um Relacionamento Feliz Este projeto visa elucidar os aspectos psíquicos envolvidos na relação de casal e propor soluções para as dificuldades que este possa apresentar.

Construindo Um Relacionamento Feliz

OBJETIVOS: Existem muitas variáveis presentes na união de um casal. Porém, algumas delas podem passar despercebidas, acarretando embaraços futuros. Dessa forma, este projeto visa elucidar os aspectos psíquicos envolvidos na relação de casal e propor soluções para as dificuldades que este possa apresentar. PÚBLICO ALVO: Destinado a todos os casais (namorados, noivos, recém-casados ou unidos há tempos) que desejem aprimorar sua relação. PERIODICIDADE: 1 sessão mensal. PROGRAMA:

1 ªSESSÃO:
- Entrevista com o casal;
– Dinâmica: O que desejo do nosso relacionamento? O que você deseja do nosso relacionamento?;
– Discussão e conclusão.

2ªSESSÃO:
– Conversando sobre minha família de origem / conversando sobre sua família de origem : O meu e o seu sistema familiar;
– Dinâmica: Árvore genealógica;
– Discussão e conclusão.

3ª SESSÃO:
– Conversando sobre minha biografia / conversando sobre sua biografia;
– Dinâmica: O Fio da Vida;
– Discussão e conclusão.

4ª SESSÃO
– Conversando sobre nosso (futuro) sistema familiar
– Dinâmica: Nosso relacionamento (futuro) – traçando estratégias de convivência saudável;
– Fechamento. FACILITADORA: Ivana Rocha (Psicóloga com especialização em Teoria Psicanalítica e Psicoterapia Sistêmica Breve; responsável pelo site www.escritaquecura.com.br e tutora em cursos EAD)

INFORMAÇÕES: http://escritaquecura.com.br/oficinas/

contato@escritaquecura.com.br

Imagine a seguinte cena: o homem chega em casa, joga roupa, carteira e celular na cama e vai para o banho. Após um tempo...
23/03/2018

Imagine a seguinte cena: o homem chega em casa, joga roupa, carteira e celular na cama e vai para o banho. Após um tempo, ouve o barulho da esposa no quarto. De repente…tóim!!! Paralisa! Gela! O coração dispara e a boca seca! Enxerga a mão da mulher se aproximando lentamente do celular. Então, ela desliza os dedos pelo whatsapp e lê suas mensagens. Tóim!!! Desespero total! Ainda ensaboado, ele apronta a maior correria e apanha a toalha. Enrolado, abre a porta de supetão e descobre a mulher estirada na cama, janelas fechadas, mãos sobre os olhos:

– Nossa, a enxaqueca me pegou feio, hoje. Tive duas reuniões que valeram para o resto do mês. Tomei um analgésico e tudo o que quero é dormir.

Ele volta a sentir o ar entrando nos pulmões e o coração desacelerando. A testa desenruga e ele não pode deixar de se sentir grato pelos olhos cobertos da esposa, que não enxergaram o seu pânico. Já controlado, veste o pijama e enfia o celular no bolso. Dá um beijo na mulher e diz:

– Descansa! Vou ver um filme.

Liga a TV e zapeia, lembrando-se do pânico de alguns minutos atrás. Sorri e, agora, tudo lhe parece sem sentido. Pega o celular e relê as conversas. Nada demais. Apenas extensos diálogos com uma ex-colega de faculdade, por quem tinha sido muito apaixonado. Encontraram-se, por acaso, na semana passada e, desde então, o papo corria solto. Nada demais, conversas corriqueiras, diz para si mesmo. Mas, então, por que o coração na garganta quando pensou na possibilidade da esposa mexer no celular? As peças do quebra-cabeças não estavam se encaixando.

Vamos, agora, cortar para a seguinte cena:

Sete amigos de longa data se reúnem para um jantar. Em uma brincadeira, uma das esposas propõe compartilhar um com o outro, na mesa, o conteúdo de cada mensagem de texto, e-mail e ligações que recebem. No jogo, muitos segredos começam a se revelar, provando que nem todos se conhecem de verdade.

Esse é o tema do filme italiano “Perfeitos Desconhecidos”, que expõe a ampla influência do celular, na vida atual. Mas, muito além disso, o aparelho serve como pano de fundo para revelar de que modo a pessoa com quem dormimos pode ser um completo mistério na nossa vida. E vice-versa. Pense um pouquinho: sua vida é um livro aberto ou algumas páginas estão vedadas à leitura? E, em contrapartida, seu cônjuge, filhos, amigos…você os conhece REALMENTE? Como diz a própria sinopse do filme, f**a evidente que todos temos três vidas: uma pública, uma privada e uma em segredo.

Cultivamos segredos desde a mais tenra infância. A título de sobrevivência, aprendemos a contar boas mentiras, aquelas que, teoricamente, não fazem mal a ninguém e, além, salvam o sujeito de se meter em enrascadas. Desenvolvemos funções e papéis e nos adaptamos a eles e, nessa adaptação, podemos pecar – como diz a Bíblia – por pensamentos e palavras, atos e omissões.

A tecnologia potencializa essa situação. Tratamos o celular como nosso amigo mais íntimo, o detentor de todos os nossos disfarces e segredos mais profundos. No aparelho estão contidas nossa vida pessoal, profissional, financeira, social. E o protegemos com senha, para diminuir o perigo dessa caixa preta revelar o não-dito, nosso verdadeiro “eu”.

Vida dupla em maior grau – aquela que esconde os mistérios mais escabrosos -proporciona um jorro de adrenalina muito agradável mas traz, também, desconforto e culpa. Além de propiciar uma dispersão maciça de energia, que poderia ser focada na direção de algo mais saudável. Não é à toa que muita gente em conflito tem enxaquecas, insônia, dores de estômago, amigdalites etc.

Na medida em que confere anonimato ao sujeito, a tecnologia, ainda, permite o disfarce da realidade, mascarada por gente jovem, bonita e feliz, em suas férias na praia. Sem problemas, desde que se saiba que se está mentindo para si mesmo. Com problemas, quando a mentira vira realidade fantasiosa, na qual o próprio mentiroso acredita. Aí, já dá pra começar uma psicoterapia porque – me escute! – vai complicar!

A Minha, a Sua, a Nossa Criança InteriorEu trato de crianças. Crianças de 28, 34, 39, 45, 50 anos. As outras, de 8,9 10 ...
21/02/2018

A Minha, a Sua, a Nossa Criança Interior

Eu trato de crianças. Crianças de 28, 34, 39, 45, 50 anos. As outras, de 8,9 10 ou 12, encaminho a colegas, bem mais competentes do que eu nesse quesito. As “crianças” que eu atendo têm sempre uma marca, deixada pelos adultos na mais tenra idade. Feridas não cicatrizadas que ainda doem. Dias atrás, fiz uma Constelação* de uma senhora de quase 70 anos, que ainda clamava pelo amor de sua mãe, uma idosa de quase 90. E a gente tinha a ilusão de que, quando atingisse a maturidade, estaria completamente preparado para o que desse e viesse.

Sim, existem pais tóxicos. São aqueles que criticam, nunca elogiam, que sempre exigem a perfeição, criando no filho a impressão de que ele nunca é e nunca faz o suficiente. São pais que não olham no olho, que menosprezam o menor sentimento exposto, que deixam os pequenos se virarem, quando ainda estão em formação da personalidade. Falta chão, parede e teto a esses filhos. Não têm um adulto responsável, amoroso e disponível, no qual se apoiar.

O que muita gente não sabe é que a vida f**a estagnada porque a criança interna está descuidada. Esses adultos infantis não prosperam, não passam no vestibular, não conseguem manter relacionamentos amorosos satisfatórios, não ganham dinheiro, não têm boa autoestima e aceitam migalhas de todos, para não morrer de fome; em suma, não deslancham em uma ou mais áreas da vida, sob a tutela de uma nuvem negra que lhes acompanha diuturnamente. Não cabe juízo de valor sobre os motivos desse comportamento paterno, pois não sabemos as circunstâncias em que os fatos se deram. Talvez – é uma hipótese – os pais não tenham recebido de seus próprios pais. Ou, talvez, não tenham crescido também. Então, não poderão dar o que não têm. Logo, o que aparece é a ferida exposta e sangrante.

​No filme Duas Vidas, lançado em 2000, o personagem de Bruce Willis, Russ Duritz, tem a chance de se encontrar com seu pequeno “eu”, aos 8 anos de idade. Uma criança que foi marcada pelo medo intenso do pai, ao perceber que sua esposa estava morrendo e que teria que criar sozinho os filhos pequenos. Russ adquire um tique facial, no momento em que o pai, apavorado, lhe expõe a doença da mãe. Além dessa aquisição física, Russ torna-se um homem arrogante e hipócrita, armaduras contra a sua natureza afetiva. O filme é emocionante e demonstra, claramente, que podemos revisitar o passado – senão literal, pelo menos simbolicamente – e colocar no colo aquela criança, doente emocionalmente.

Uma ferida dói. Todos já nos ferimos. A maioria dos profissionais de saúde sabe que, para haver cicatrização, é necessário limpar bem a chaga e extirpar toda secreção ou sujeira. Enquanto se limpa a lesão, sentimos dor. Mas, só assim, haverá reparação completa dos tecidos.

Limpar a ferida emocional requer falar sobre ela, dar nome aos bois, nomear os sentimentos, metabolizá-los e drená-los de forma ef**az; Requer pesquisar o passado de seus próprios pais e reconhecer que eles, provavelmente, também têm chagas não tratadas; Requer sair da posição de vítima e deixar de execrar o suposto vilão. E requer assumir a responsabilidade pela autoconhecimento, de modo a passar da infantilidade para a “adultice”. Todos esses aspectos são levantados, tratados e elaborados através da psicoterapia. Que obedece a um tempo interno, não ao tempo cronológico. Portanto, esse processo pode durar alguns meses ou alguns anos, dependendo da profundidade da lesão. O primeiro passo é começar!

*Constelação: http://psicologia.escritaquecura.com.br/constelacoes/

Endereço

Avenida Álvares Cabral, 344/907
Belo Horizonte, MG

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