DtmBH Dr Franklin Salles,Professor e clínico: DTM/Bruxismo/Odontologia do Sono 🧠 - BH/MG
Mestre Patologia ; Doutor Neurociências/UFMG 🎓

14/04/2026

Mulheres entre 25 e 50 anos com bruxismo: nem todo caso é igual.

A placa que funcionou para outra pessoa pode não funcionar para você — e isso tem uma explicação clínica.

O bruxismo não é uma condição única.
Ele pode ocorrer durante o sono, relacionado a microdespertares e respiração, ou em vigília, como um hábito de tensão ao longo do dia.

Quando esses perfis são tratados da mesma forma, o resultado tende a ser limitado.

O diagnóstico diferencial é o que permite entender se o seu caso está ligado a um comportamento motor, a fatores do sono ou a uma resposta adaptativa do organismo.
Sem essa definição, qualquer intervenção se torna paliativa.

Se você é mulher, tem entre 25 e 50 anos e já tentou tratar o bruxismo sem entender a causa, vale aprofundar o diagnóstico.

Em bruxismo, resultado consistente depende de individualização.

07/04/2026

Mulheres entre 25 e 50 anos: nem todo zumbido tem origem no ouvido.

Em alguns casos, a fonte do sintoma pode estar na musculatura da face.

Pontos de gatilho miofasciais, especialmente nos músculos da mastigação, podem gerar modulação somatossensorial e influenciar a percepção do zumbido.

Por isso, muitas pacientes passam por avaliações otorrinolaringológicas sem alterações auditivas relevantes — enquanto a verdadeira origem permanece sem investigação.

Quando a relação com a musculatura mastigatória e com a DTM é identif**ada, o tratamento ganha direção.
E, em muitos casos, o zumbido reduz porque o estímulo que o mantém ativo é controlado.

Se você é mulher, tem entre 25 e 50 anos e convive com zumbido persistente mesmo com exames auditivos normais, vale investigar a relação com a musculatura da face e a ATM.

O diagnóstico correto muda a condução clínica.

02/04/2026

Mulheres entre 25 e 50 anos: zumbido que muda com a mandíbula merece investigação.

Se o zumbido aumenta ou diminui quando você aperta os dentes, mastiga ou movimenta a mandíbula, isso não deve ser tratado como coincidência.

Esse quadro pode estar relacionado ao zumbido somatossensorial, em que estímulos da musculatura mastigatória e da articulação temporomandibular influenciam as vias auditivas.

Nesses casos, focar apenas no ouvido pode ser uma abordagem incompleta.
A origem do sintoma pode estar na desregulação funcional do sistema mastigatório.

Se você é mulher, tem entre 25 e 50 anos e percebe que o zumbido oscila com movimentos da face ou da mandíbula, vale investigar a relação com DTM de forma criteriosa.

Em muitos casos, o alívio começa quando a causa correta é identif**ada.

Hoje é dia da mentira… mas na DTM algumas continuam sendo repetidas como verdade.❌ “Placa resolve tudo”Placa pode ser um...
01/04/2026

Hoje é dia da mentira… mas na DTM algumas continuam sendo repetidas como verdade.
❌ “Placa resolve tudo”
Placa pode ser uma ferramenta útil mas não substitui diagnóstico. Sem entender o mecanismo da dor, você só está tentando controlar um sintoma.
❌ “Ajuste oclusal cura DTM”
Reduzir DTM a oclusão é simplif**ar um problema que, na maioria das vezes, é multifatorial. Intervenções irreversíveis sem critério podem mais atrapalhar do que ajudar.
❌ “Sono não influencia na dor”
Sono ruim altera modulação da dor, aumenta sensibilização e piora prognóstico. Ignorar isso é tratar pela metade.
DTM não é achismo.
É raciocínio clínico, diagnóstico estruturado e decisão baseada em evidência.

30/03/2026

Para profissionais que buscam aprofundamento em DTM e Dor Orofacial.

Estou organizando uma imersão com foco em raciocínio clínico, diagnóstico diferencial e tomada de decisão baseada em evidência.

O objetivo é sair do modelo de tentativa e erro e estruturar condutas com mais previsibilidade.

Se você tem interesse em aprofundar seu conhecimento de forma técnica e organizada, comente “imersão” neste post para receber as informações.

Você não precisa de mais tratamento.Você precisa de diagnóstico.Mais importante que tratar é saber quando não tratar.Na ...
24/03/2026

Você não precisa de mais tratamento.
Você precisa de diagnóstico.
Mais importante que tratar é saber quando não tratar.
Na dor orofacial, intervenções sem critério são uma das principais causas de falha terapêutica.
A conduta deve partir de avaliação clínica estruturada, exame adequado e interpretação baseada em evidência.
Tratar sintoma pode aliviar.
Entender a causa é o que direciona o tratamento.

Vídeo novo no canal.Se você é profissional de saúde, provavelmente já se deparou com pacientes que não evoluem como espe...
20/03/2026

Vídeo novo no canal.
Se você é profissional de saúde, provavelmente já se deparou com pacientes que não evoluem como esperado mesmo com condutas aparentemente corretas.
Na maioria das vezes, o problema não está na técnica. Está no raciocínio clínico.
Neste novo vídeo, eu discuto como diferenciar mecanismos de dor e integrar fatores como sono, comportamento e função na tomada de decisão clínica.
Isso muda completamente a forma como você conduz casos complexos.
No canal, você vai encontrar:
_ Discussões clínicas baseadas em evidência
– Integração entre diferentes áreas da saúde
– Aplicação prática no dia a dia clínico
– Conteúdo direto, sem simplif**ação excessiva
Se você quer sair do tratamento protocolar e evoluir como clínico, esse conteúdo é para você.
Assista agora:
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17/03/2026

Homens: queda de energia e desempenho pode estar relacionada ao sono.

A apneia do sono interfere diretamente na produção de testosterona, que ocorre principalmente durante o sono profundo.

Quando a respiração é interrompida várias vezes à noite, esse ciclo é prejudicado.

O resultado pode ir além do cansaço:
queda de libido, redução do desempenho e alterações na circulação.

Muitas vezes, o foco f**a no sintoma, enquanto a causa — a qualidade do sono — não é investigada.

Se você acorda cansado e percebe redução na sua vitalidade, vale avaliar seu sono com critério clínico.

Tratar a apneia não é apenas parar de roncar.
É restaurar o funcionamento adequado do organismo.

13/03/2026

Mulheres entre 25 e 50 anos com dor na face: alívio rápido ou melhora duradoura?

Intervenções rápidas e medicamentos podem trazer melhora momentânea, mas muitas vezes tratam apenas o sintoma, mantendo a causa ativa.

Na DTM e na dor orofacial, resultados consistentes dependem de diagnóstico adequado, educação em dor, ajuste de hábitos e um plano terapêutico que respeite a fisiologia muscular e articular.

Quando entendemos os fatores que mantêm a dor, o tratamento deixa de ser tentativa e passa a ter direção.

Se você tem entre 25 e 50 anos e está cansada de melhoras passageiras, o primeiro passo é investigar a causa com critério clínico.

Tratamento sério não oferece mágica.

Oferece método.

Hoje é o Dia Mundial do Sono — uma data para lembrar que dormir bem não é luxo, é necessidade biológica.O sono de qualid...
13/03/2026

Hoje é o Dia Mundial do Sono — uma data para lembrar que dormir bem não é luxo, é necessidade biológica.
O sono de qualidade influencia diretamente: memória
metabolismo
saúde cardiovascular
controle da dor
saúde mental
desempenho físico e cognitivo
Mesmo assim, milhões de pessoas convivem diariamente com ronco, apneia do sono, insônia e bruxismo, muitas vezes sem diagnóstico.
Dormir mal não é normal.
Cansaço constante, dores de cabeça ao acordar, sono não reparador ou sonolência durante o dia são sinais de alerta.
Cuidar do sono é cuidar da sua qualidade de vida.
Se o seu sono não está restaurador, vale investigar.

12/03/2026

Mulheres entre 25 e 50 anos com dor na face: o problema pode não ser o tratamento — pode ser o diagnóstico.

Muitas pacientes passam por diferentes terapias, como placas, medicamentos ou laser, sem melhora consistente.

A dor orofacial é multifatorial. Pode ter origem muscular, articular ou envolver mecanismos de sensibilização do sistema nervoso.

Quando essa diferenciação não é feita, qualquer tratamento se torna tentativa.

Se você tem entre 25 e 50 anos e já tentou vários tratamentos sem entender a causa da dor, o primeiro passo é organizar o diagnóstico.

Não busque apenas uma técnica.

Busque uma explicação clínica para o que você sente.

Alguns relatos marcam profundamente.A paciente convivia com dores de cabeça há muitos anos e já havia passado por divers...
11/03/2026

Alguns relatos marcam profundamente.
A paciente convivia com dores de cabeça há muitos anos e já havia passado por diversos profissionais sem melhora signif**ativa.
Após a avaliação e início do manejo, a mudança foi imediata.
Segundo a mãe, naquela noite ela conseguiu dormir bem pela primeira vez em muito tempo.

Relatos assim nos lembram que dor crônica precisa ser investigada com cuidado e muitas vezes tem tratamento.
Avaliação real publicada no Google.
Dr. Franklin Teixeira de Salles Neto
DTM e Dor Orofacial CROMG 28007

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Belo Horizonte, MG
30130131

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