Sindicato das Psicólogas e Psicólogos de Minas Gerais

Sindicato das Psicólogas e Psicólogos de Minas Gerais Perfil oficial do Sindicato das Psicólogas e Psicólogos de Minas Gerais.
- Na luta pela defesa e g

01/04/2026

No Brasil, a cor da pele e a classe social, infelizmente, ainda determinam quem é visibilizado e quem é descartado.

A sociedade, muitas vezes, ignora o sofrimento de quem vive à margem, como se a pobreza extrema fosse um “destino” e não uma construção política e social.

Diante desse cenário, a 1a Secretária do Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG), Sidnelly Almeida, nos convida a refletir sobre alguns pontos importantes:

• Solidariedade além do mercado: Nossa ética deve abraçar não apenas o/a trabalhador/a, mas , também aquele que foi excluído pelo sistema e pela tecnologia.

• O mito da meritocracia: Ela ignora que os afetos e os privilégios criam pesos e medidas diferentes para os mesmos erros.
• O papel da Psicologia: Como ciência humana, nosso dever é denunciar a desumanização e lutar pelo mínimo de dignidade para todos.

A neutralidade diante da injustiça é, por si só, uma escolha política. Vamos romper o silêncio sobre as contradições raciais e sociais do nosso país.

Precisamos dialogar sobre as estratégias para desenvolver autorregulação mediante as pressões do mundo do trabalho na at...
27/03/2026

Precisamos dialogar sobre as estratégias para desenvolver autorregulação mediante as pressões do mundo do trabalho na atualidade. O Sindicato dos Psicólogos do Estado de Minas Gerais (PSIND-MG) reconhece a importância de dialogarmos sobre estratégias para desenvolver inteligência emocional no ambiente de trabalho. Um desafio para a categoria que atua em saúde mental, efetivar o autocuidado frente as crescentes exigências da vida moderna, como aumento do custo de vida, sobrecarga de tarefas e jornadas exaustivas. Esse cenário impacta diretamente o bem-estar das trabalhadoras e trabalhadores, o que exige novas estratégias para lidar com a pressão cotidiana de forma mais equilibrada.

Reconhecemos a urgência de mudanças estruturais no mundo do trabalho, tais como, o fim da escala 6 x 1, a adequada implementação das mudanças propostas pela NR1 e o enfrentamento as condições precárias de trabalho. Mas nesse contexto, a promoção da inteligência emocional se torna ainda mais relevante, pois passos para o autocuidado em saúde mental, podem fazer diferença na qualidade de vida como trabalhadoras e trabalhadores. Desenvolver autoconhecimento, consciência de classe e informações seguras sobre a nossa realidade laboral e social, nos ajuda no controle das emoções e da capacidade de reagir conscientemente às situações de estresse.

O PSIND-MG recomenda práticas simples, como a participação em movimentos de luta por direitos da categoria, união para não enfrentarmos sozinhos os desafios, otimização das demandas e prioridades, respeitando sempre os próprios limites, as pausas necessárias e o desenvolvimento de comunicação empática, que contribuam para um ambiente de trabalho saudável e acolhedor. Muito importante fortalecer relações interpessoais, que nos auxilia na redução de conflitos e para nos mobilizarmos coletivamente em busca de direitos, como também, para transformação da nossa realidade enquanto classe trabalhadora.

Assim, a inteligência emocional não elimina os desafios do nosso cotidiano, mas permite enfrentá-los com mais equilíbrio, promovendo qualidade de vida, melhores relações de trabalho.

A  aprovação do Projeto de Lei nº 896/2023 pelo Senado Federal representa um avanço significativo no enfrentamento à vio...
25/03/2026

A aprovação do Projeto de Lei nº 896/2023 pelo Senado Federal representa um avanço significativo no enfrentamento à violência de gênero no país. Ao equiparar a misoginia ao crime de racismo, incluindo-a na Lei nº 7.716/1989, o texto reconhece a gravidade do ódio e da discriminação contra as mulheres como uma questão estrutural, que precisa ser combatida com rigor. A medida também torna esse tipo de crime inafiançável e imprescritível, reforçando o compromisso do Estado com a proteção dos direitos das mulheres.

Para o Sindicato dos Psicólogos do Estado de Minas Gerais (PSINDMG), a proposta tem um papel fundamental na construção de ambientes mais seguros e respeitosos, especialmente no âmbito profissional, onde ainda persistem práticas discriminatórias e violências simbólicas. Ao prever punições que variam de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa, o projeto amplia o alcance da legislação ao incluir também condutas no ambiente digital, cada vez mais presentes no cotidiano das trabalhadoras. A iniciativa fortalece o combate à cultura de violência e contribui para a promoção da igualdade de gênero.

“A aprovação desse projeto é um marco importante na luta por respeito e dignidade para todas as mulheres. Reconhecer a misoginia como crime equiparado ao racismo é um passo essencial para enfrentarmos uma realidade de violência que ainda atinge milhares de brasileiras. Seguiremos mobilizadas para que essa conquista avance também na Câmara e se torne uma ferramenta efetiva de proteção e justiça”, afirma a presidenta do PSIND-MG, Jennifer Souza.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) salienta a atuação da Psicologia em Direitos Humanos e Diversidade...
24/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) salienta a atuação da Psicologia em Direitos Humanos e Diversidade, reafirmando assim um compromisso ético-político fundamental com a dignidade, a equidade e a justiça social. No Brasil, profissionais da área têm papel ativo na desconstrução de preconceitos e no enfrentamento às diversas formas de violência, promovendo o respeito às diferenças e a garantia de direitos de populações historicamente vulnerabilizadas.

Nesse contexto, o trabalho psicológico vai além da clínica tradicional, incorporando uma perspectiva social que dialoga com políticas públicas e com a realidade concreta dos sujeitos. Em consonância com diretrizes do Conselho Federal de Psicologia, destaca-se a defesa da diversidade sexual e de gênero, o combate ao racismo, ao sexismo e à LGBTfobia, além da atuação em espaços como o SUS e o SUAS, por meio de acolhimento, escuta qualificada e intervenções coletivas.

O PSIND-MG reforça a importância de uma Psicologia comprometida com a transformação social, que valorize os saberes plurais, reconheça as desigualdades e atue na promoção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática para todas e todos.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG) convida todas(os) as(os) profissionais da Psicologia do estado a pa...
20/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG) convida todas(os) as(os) profissionais da Psicologia do estado a participarem de uma importante pesquisa sobre as condições de trabalho da categoria. A iniciativa busca compreender a realidade vivida pelas(os) psicólogas(os) em diferentes espaços de atuação, reunindo informações essenciais para fortalecer a luta por melhores condições, valorização profissional e garantia de direitos.

O levantamento inclui um questionário com dados sociodemográficos e a aplicação do ITRA (Inventário do Trabalho e Risco de Adoecimento), instrumento fundamental para identificar fatores relacionados à saúde mental e às condições laborais.

O PSINDMG lembra que a participação é voluntária, sigilosa e de grande relevância para subsidiar ações do sindicato em defesa da categoria.

Participe e contribua com esse movimento coletivo! Sua voz é fundamental para construirmos avanços concretos na realidade do trabalho em Psicologia em Minas Gerais.

A Depressão é uma doença séria, mas tratável, com altas taxas de sucesso quando acompanhada de forma adequada. Baseado n...
18/03/2026

A Depressão é uma doença séria, mas tratável, com altas taxas de sucesso quando acompanhada de forma adequada. Baseado no tripé formado por psicoterapia, uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida, o tratamento pode promover melhora significativa na qualidade de vida e no bem-estar emocional.

O reconhecimento precoce dos sintomas é essencial para o início do cuidado. Entre os principais sinais estão a tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, cansaço excessivo e alterações no sono. No aspecto emocional, podem surgir irritabilidade, angústia, baixa autoestima e sentimento de culpa ou desamparo. Já no campo cognitivo, é comum a dificuldade de concentração e raciocínio mais lento. Esses sintomas, quando persistem por duas semanas ou mais e passam a interferir na rotina, merecem atenção e avaliação profissional.

O tratamento envolve diferentes abordagens complementares. A Psicoterapia com profissional habilitado é essencial. Em muitos casos, o acompanhamento médico com uso de antidepressivos pode ser necessário para auxiliar no equilíbrio químico do cérebro, sendo importante lembrar que os efeitos podem levar algumas semanas para aparecer. Além disso, a adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividades físicas, alimentação equilibrada e uma boa rotina de sono, contribui diretamente para a recuperação.

O apoio social também desempenha um papel essencial. Familiares, amigos e colegas de trabalho podem ser aliados importantes no processo de cuidado, oferecendo acolhimento e suporte emocional.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) reforça que a depressão não é “frescura”, mas sim uma condição de saúde real, que exige atenção, respeito e tratamento adequado. Buscar ajuda profissional ao identificar os primeiros sinais é um passo fundamental para a recuperação e para a promoção da saúde mental.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) alerta para o estresse crônico e a Síndrome de Burnout que têm se ...
16/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) alerta para o estresse crônico e a Síndrome de Burnout que têm se consolidado como um dos principais desafios da saúde mental no mundo do trabalho.

Reconhecido em 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional, o burnout é caracterizado por exaustão extrema, distanciamento mental das atividades profissionais e sensação de ineficácia no trabalho.

O cenário se agravou no período pós-pandemia, quando mudanças nas rotinas, sobrecarga de tarefas e inseguranças ampliaram os impactos sobre a saúde dos trabalhadores.

No Brasil, os números chamam a atenção. Somente em 2024, mais de 470 mil brasileiros foram afastados do trabalho por transtornos mentais, evidenciando o crescimento preocupante de problemas relacionados ao estresse e à sobrecarga laboral.

Diferente do estresse cotidiano, o burnout está diretamente ligado ao ambiente de trabalho e surge quando o estresse crônico não é gerenciado adequadamente. Entre os principais sinais estão exaustão física e emocional intensa, dificuldade de concentração, sentimentos de fracasso e distanciamento das atividades profissionais. Quando não tratado, o quadro pode evoluir para problemas mais graves, como depressão, insônia, hipertensão e outras doenças físicas.

Diante desse cenário, o PSIND-MG reforça a importância de políticas públicas e institucionais voltadas à promoção da saúde mental no trabalho. Medidas como jornadas equilibradas, ambientes laborais mais saudáveis, reconhecimento profissional e acesso a acompanhamento psicológico são fundamentais para prevenir o burnout e garantir melhores condições de vida e trabalho para os profissionais. Cuidar da saúde mental é também defender a dignidade e a qualidade de vida no trabalho.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) apresenta um estudo divulgado com base em pesquisa apresentada pel...
13/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) apresenta um estudo divulgado com base em pesquisa apresentada pela American Psychological Association, que chama atenção para os efeitos de longo prazo de comportamentos agressivos na adolescência.

O levantamento acompanhou jovens desde os 13 até os 30 anos e identificou que aqueles que apresentavam padrões frequentes de agressividade tendem a chegar à vida adulta com sinais de envelhecimento biológico mais acelerado e índice de massa corporal (IMC) mais elevado.

A pesquisa sugere que o impacto não está apenas em episódios isolados de agressividade, mas principalmente na manutenção de relações marcadas por conflitos ao longo da vida, seja com familiares, amigos ou parceiros. Esses padrões podem gerar estresse crônico, que acaba sendo registrado pelo organismo por meio de alterações em biomarcadores relacionados à inflamação, pressão arterial, glicemia e colesterol.

Embora os autores ressaltem que o estudo não comprova uma relação direta de causa e efeito, os resultados reforçam a importância de atenção à saúde emocional e à qualidade das relações desde a adolescência.

Para o PSIND-MG, o investimento em diálogo, apoio familiar e desenvolvimento de habilidades socioemocionais pode ser um fator importante não apenas para o bem-estar psicológico, mas também para a saúde física ao longo da vida.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) faz um importante alerta: a atenção à saúde mental dos motoristas ...
12/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSIND-MG) faz um importante alerta: a atenção à saúde mental dos motoristas é fundamental para um trânsito mais seguro. Fatores como pressão financeira, condições precárias de trabalho, trânsito agressivo e o alto número de acidentes impactam diretamente o bem-estar emocional, mental e cognitivo de quem está ao volante.

Nesse cenário, a Psicologia do Tráfego tem papel essencial, atuando na avaliação psicológica durante a obtenção e renovação da CNH, especialmente de motoristas que exercem atividade remunerada (EAR). Esse trabalho preventivo contribui para identificar condições emocionais que podem afetar a condução e ajuda a reduzir riscos no trânsito.

Para o PSIND-MG, cuidar da saúde mental de quem dirige é também cuidar da vida. Motoristas mais conscientes e equilibrados são agentes de transformação para um trânsito mais humano e seguro.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG) levanta uma importante questão diante do mapeamento da saúde mental...
05/03/2026

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG) levanta uma importante questão diante do mapeamento da saúde mental nas escolas brasileiras. Os dados revelam um cenário preocupante: entre 10% e 20% dos adolescentes enfrentam algum transtorno mental, com crescimento significativo dos casos de ansiedade e depressão na última década. Dados do SUS apontam aumento expressivo nos atendimentos de jovens de 10 a 19 anos entre 2013 e 2023. Além disso, 57% dos estudantes afirmam não se sentir amparados no ambiente escolar, evidenciando a urgência de ações estruturadas e permanentes.

O impacto vai além do sofrimento individual. Bullying, racismo, sobrecarga emocional e dificuldade no manejo das emoções — relatada por 34% dos pais — comprometem o aprendizado, fragilizam vínculos e contribuem para a evasão escolar. Apenas 20% dos alunos se sentem verdadeiramente acolhidos, o que demonstra que o cuidado com o bem-estar precisa ocupar lugar central nas políticas educacionais.

O PSINDMG sabe que a instituição da Lei 14.819/2024 representa um avanço importante ao fortalecer a Política Nacional de Atenção Psicossocial e ampliar o olhar sobre a saúde mental no ambiente educacional. Experiências bem-sucedidas mostram que práticas como escuta ativa, rodas de conversa, atividades lúdicas e a construção de ambientes seguros fazem diferença concreta no cotidiano escolar, especialmente quando articuladas entre educação, saúde e assistência social.

Para o Sindicato, é fundamental defender a institucionalização dessas práticas, com monitoramento contínuo, formação permanente dos educadores e valorização dos profissionais da educação. Cuidar da saúde mental nas escolas também significa cuidar de quem educa.

Garantir suporte psicológico e condições dignas de trabalho aos professores é um passo essencial para construir um ambiente escolar mais humano, inclusivo e promotor de bem-estar.

02/03/2026

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é uma conquista do povo brasileiro. É o Sistema Único de Saúde (SUS) de portas abertas, territorializado e humano. Mas hoje, ela corre perigo.
Estamos assistindo ao ressurgimento de modelos de atendimento que nos remetem aos períodos mais sombrios da nossa história: o modelo asilar.

O Retrocesso das “Instituições Totais” ronda a nossa realidade. Como já denunciava Erving Goffman na década de 60, as instituições totais são terrenos férteis para a violação sistemática de direitos humanos. Sem participação popular, sem controle social e sem transparência, esses espaços isolam o sujeito em vez de libertá-lo.

O Sindicato dos Psicólogos de Minas Gerais (PSINDMG), por intermédio da 1a Secretária, Sidnelly Almeida, chama atenção para o adoecimento de quem cuida. “Não é apenas o usuário que sofre. O modelo asilar e a precarização do trabalho adoecem quem cuida.”

*Violação de Direitos*

Instituições fechadas impedem a psicologia ética, segundo ela e afeta a saúde mental do/psicólogo/a. “O aumento de assédios morais e a precarização das condições de trabalho foram gritos de alerta no Corepsi 2025 e no CNP”, alerta .

Outra questão preocupante é a qualidade técnica. “Que tipo de Psicologia estamos ofertando à população brasileira quando o próprio profissional está vulnerabilizado?”, indaga.

*Nosso repúdio é nosso chamado*

Repudiamos o atual posicionamento do Conselho Regional de Minas Gerais (CRP/MG). Exigimos a ampliação imediata do diálogo. A autarquia precisa ouvir:
📌A Categoria: Que sofre com a precarização e o assédio.
📌Os Movimentos Sociais: Nossos parceiros históricos na construção de uma sociedade justa e igualitária.
📌A Psicologia brasileira não aceita o silenciamento nem o retorno às grades.
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