CEIVA - BH Espaço de formação e desenvolvimento pessoal de terapeutas e atendimento em terapias alternativas e complementares de suporte à saúde.

O CEIVA BH, Centro Integral Vida em Abundância, é um espaço de formação e desenvolvimento pessoal de terapeutas e atendimento em terapias alternativas e complementares de suporte à saúde. Conta, atualmente, com dois terapeutas associados que coordenam suas atividades e diversos colaboradores. Foi fertilizado e plantado em 2014 pela sua guardiã Nara Shakira Surya, como caminho de cura pessoal e exp

ressão de autenticidade do seu ser. Um corajoso movimento de entrega e confiança na mãe natureza apontou os caminhos da criação do CEIVA BH, de seu crescimento e também das práticas terapêuticas que ele ancora. Um espaço sagrado, regido pelo conhecimento divino. O CEIVA BH ensina a confiar no chamado do coração, pois é quem traz o que nos conecta ao propósito da nossa alma. Aqui, usamos as dificuldades e dores como matéria-prima de aprimoramento do ser maior. Acreditamos que não estamos sozinhos neste mundo e que é preciso se abrir para que o amor se apresente a nós em suas inúmeras formas e identidades. Somos almas livres capazes de vencer as barreiras do medo e nos transformarmos. Ao fazê-lo, transformamos a própria vida em um caminho de amor para todos os que queiram se aventurar também. Nos nutrimos da ceiva desta grande árvore frondosa e partilhamos dos seus frutos sadios para comemorar a graça de trilhar o caminho do auto crescimento com tudo o que ele envolve.

05/05/2026

Imaginar não é escapar da realidade, mas expandi-la. É uma força silenciosa que antecede toda criação: antes de existir no mundo, algo precisa existir na mente. A imaginação é o território onde o possível começa a ganhar forma, onde o invisível ensaia sua aparição.
É ela que nos impulsiona para além do que já está dado. Sem imaginar, permaneceríamos confinados ao imediato, ao já conhecido, ao que se repete. Imaginar, por outro lado, é romper com a inércia do presente — é permitir-se conceber outros caminhos, outras versões de si, outras formas de viver e de compreender.
Há também, na imaginação, um diálogo profundo com o desejo. Aquilo que se imagina revela, ainda que de modo simbólico, aquilo que se busca, que se carece ou que se intui como possível. Por isso, imaginar não é apenas um ato criativo, mas também um gesto de escuta interna.
E, no entanto, imaginar exige coragem. Porque ao vislumbrar novos horizontes, somos também convocados a nos mover em direção a eles. A imaginação, quando levada a sério, não nos deixa intactos — ela nos inquieta, nos chama, nos transforma.
Assim, imaginar é mais do que sonhar: é preparar o terreno do real. É a força sutil que antecede o gesto, que inspira a ação e que, pouco a pouco, redesenha o mundo a partir de dentro.

05/05/2026

Há uma dimensão em nós que pulsa sem linguagem, anterior a qualquer elaboração — instintiva, visceral, imediata. Essa é a animalidade: não no sentido pejorativo, mas como a força vital que nos move, que deseja, que reage, que protege e ataca sem mediação. Ela não argumenta, não justifica, não explica. Apenas é.
A consciência, por sua vez, é o espaço onde essa força pode ser vista, escutada e, sobretudo, simbolizada. Sem consciência, a animalidade se expressa de modo bruto, repetitivo, às vezes destrutivo. Mas quando iluminada pela presença consciente, ela deixa de ser impulso cego e passa a ser energia compreendida — não reprimida, mas traduzida.
Dizer que somente a consciência é capaz de dialogar com a animalidade é reconhecer que não se trata de dominá-la, tampouco de negá-la. Trata-se de escutá-la sem se confundir com ela. A consciência não elimina o instinto; ela o dignifica, ao permitir que ele encontre forma, direção e sentido.
É nesse encontro que o humano se constitui: não pela negação do animal, mas pela capacidade de sustentar uma conversa silenciosa com ele. Uma conversa em que o rugido se transforma em palavra, e o impulso em escolha.

27/04/2026

A diversidade não é apenas um encontro com o outro — é um encontro ampliado consigo mesmo. Quando nos deparamos com diferentes formas de pensar, sentir e existir, somos retirados da ilusão confortável de que o nosso modo de ver o mundo é o único possível. Essa ruptura, ainda que sutil, é profundamente formadora: ela exige flexibilidade, escuta e, sobretudo, humildade.
Amadurecer, nesse sentido, não é acumular certezas, mas refinar a capacidade de conviver com contrastes sem a necessidade de anulá-los. A diversidade nos convida a sustentar tensões: entre o familiar e o estranho, o semelhante e o divergente. E é justamente nesse espaço de tensão que a consciência se expande.

26/04/2026

Tem 2 minutos para ouvir a palavra?? Rsrs

o discurso não é o princípio da criação nem o centro da comunicação, mas um de seus desdobramentos — uma tentativa, sempre incompleta, de dar forma ao indizível. O verdadeiro ato criador, como sugerem os arcanos, acontece no intervalo entre o visível e o invisível, onde nenhuma estratégia alcança plenamente.
E é justamente por isso que o tarô continua necessário: ele nos lembra que nem tudo o que comunica precisa ser dito — e nem tudo o que é dito, de fato, comunica.

25/04/2026

A palavra, quando verdadeiramente governada, torna-se força organizadora do mundo. Não se trata apenas de falar com correção, mas de falar a partir de um centro interior alinhado, onde intenção, consciência e expressão caminham juntas. Nesse estado, a palavra deixa de ser reação e passa a ser criação.
Governar a palavra é, antes de tudo, governar a si mesmo. É reconhecer que cada som emitido carrega direção, que cada frase é um gesto que toca o invisível e repercute no visível. A palavra indisciplinada dispersa, fere, confunde; a palavra governada, ao contrário, orienta, edifica, clareia. Ela não nasce do impulso, mas da presença.

CURSO  DE TAROT COMPLETO PRESENCIALEM BELO HORIZONTEEste curso foi cuidadosamente estruturado para conduzir você a uma v...
25/04/2026

CURSO DE TAROT COMPLETO

PRESENCIAL
EM BELO HORIZONTE

Este curso foi cuidadosamente estruturado para conduzir você a uma verdadeira imersão no universo das 78 cartas, indo muito além de uma simples aprendizagem técnica. Aqui, o Tarô é apresentado como um oráculo vivo — um instrumento poderoso de expansão da consciência, capaz de revelar a sua identidade psíquica e iluminar aspectos ocultos de si mesmo.

Ao longo da jornada, você aprenderá a interpretar os símbolos e imagens arquetípicas como espelhos da alma, acessando tanto suas potencialidades quanto seus desafios mais profundos.

Mais do que “prever”, você aprenderá a ler a si mesmo com clareza, desenvolvendo consciência sobre seus diálogos internos e ampliando sua capacidade de fazer escolhas mais alinhadas com sua verdade.

É um convite para viver sua própria história com mais presença, significado e amor — por si e pelo outro.

O curso não apenas forma novos tarólogos, mas também guia cada participante em um processo de integração pessoal, permitindo reconhecer e harmonizar suas forças e fragilidades nos níveis psíquico, mental, emocional, social e espiritual.

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24/04/2026

A ideia de que a palavra tem espírito vem de um conceito profundamente enraizado na cultura japonesa chamado Kotodama.
“Kotodama” pode ser traduzido como “alma da palavra” ou “espírito da linguagem”. Segundo essa visão, as palavras não são apenas sons ou símbolos neutros — elas carregam uma força viva, capaz de influenciar a realidade, os acontecimentos e até o estado interior de quem fala e de quem escuta.
Isso significa que falar não é um ato banal. Quando alguém pronuncia palavras, estaria emitindo uma vibração que molda o mundo sutil ao redor. Linguagem e realidade estão entrelaçadas.
Essa ideia aparece também na tradição espiritual do Japão, como no Xintoísmo, onde tudo — objetos, natureza, gestos — pode conter uma presença viva. A palavra, nesse contexto, não poderia ser diferente: ela participa dessa dimensão animada do mundo.
No fundo, o que essa visão propõe é uma ética da fala. Falar com cuidado, intenção e verdade não é apenas uma questão moral, mas uma forma de participar conscientemente da criação da realidade. A linguagem deixa de ser só comunicação e passa a ser um ato criador.

23/04/2026

A vida se organiza, mas não se fixa. Há nela uma espécie de ordem silenciosa, um encadeamento de causas e efeitos, ritmos que se repetem — o nascer e o morrer, o fluxo das estações, a cadência do corpo e das emoções. Essa ordem, porém, não deve ser confundida com garantia. Ela não promete permanência, apenas coerência. Há uma lógica no movimento, mas não há abrigo contra a mudança.
É justamente essa ausência de segurança que revela a natureza mais íntima da existência: tudo o que é, está em trânsito. O que hoje se apresenta como forma, amanhã se dissolve ou se transforma em outra coisa. Relações se reconfiguram, certezas se desfazem, o próprio corpo se altera sem cessar. A impermanência não é um acidente da vida — é a sua estrutura.
Paradoxalmente, é essa instabilidade que sustenta a ordem. Se tudo fosse fixo, não haveria fluxo; se nada mudasse, não haveria tempo. A vida depende da transformação para continuar sendo vida. Assim, a ordem que percebemos não é a de algo estático, mas a de um movimento contínuo que, mesmo imprevisível em seus detalhes, mantém uma coerência profunda em seu todo.
Viver, então, é habitar esse paradoxo: confiar na ordem sem se iludir com a segurança. É caminhar sabendo que o chão se move, mas ainda assim caminhar. A maturidade talvez consista em aceitar que não há garantias — e, ainda assim, não recuar da experiência. Porque é justamente na impermanência que reside a possibilidade de renovação, de criação e de sentido.

22/04/2026

Impulsiona o cliente a um trabalho constante de discernimento, que implica diferenciar o que é desejo autêntico daquilo que foi simplesmente incorporado como expectativa alheia — da família, da cultura, das relações.
Viver segundo essa ética não significa ignorar o outro. Pelo contrário, implica reconhecer que o desejo nunca se constitui no isolamento; ele se enlaça com o mundo e com as pessoas. A responsabilidade, então, não é apenas consigo, mas também com os efeitos que se produz. A fidelidade ao próprio desejo não autoriza a violência nem a indiferença: ela exige uma escuta que inclua o outro sem apagar a si mesmo.
No fundo, trata-se de uma ética da coragem e da lucidez. Coragem para sustentar o que não é garantido por nenhuma autoridade externa, e lucidez para não se enganar com substitutos fáceis. É uma via que não promete felicidade constante, mas oferece algo mais raro: a possibilidade de uma vida que, com todas as suas contradições, não seja vivida em traição a si mesma.

22/04/2026

Prisões conscienciais são estruturas invisíveis que se formam no interior da mente e passam a delimitar, de maneira silenciosa, a forma como o indivíduo percebe a si mesmo, aos outros e à própria realidade. Não se tratam de barreiras externas, impostas pelo mundo, mas de condicionamentos internos — tecidos por crenças, experiências passadas, emoções recorrentes e narrativas íntimas — que, pouco a pouco, se consolidam como verdades inquestionadas. Assim, a consciência, que em essência é aberta e fluida, acaba por se identificar com padrões rígidos, repetindo pensamentos e reações como se estivesse presa a um roteiro previamente estabelecido.
Essas prisões manifestam-se, por exemplo, na dificuldade de agir diante de novas possibilidades, na tendência a reviver os mesmos conflitos emocionais ou na sensação persistente de limitação, mesmo quando não há impedimentos concretos. É como se a pessoa habitasse um espaço vasto, mas enxergasse apenas um estreito corredor, guiada por interpretações automatizadas da experiência. O que aprisiona, portanto, não é a realidade em si, mas a forma como ela é filtrada e significada.
No entanto, por serem construções da própria consciência, tais prisões também carregam em si a possibilidade de dissolução. À medida que o indivíduo passa a observar seus próprios pensamentos, questionar suas certezas e reconhecer a natureza transitória de suas emoções, abre-se uma fenda nesse sistema de condicionamentos. E é justamente nesse intervalo — entre o impulso automático e a presença lúcida — que a liberdade começa a emergir, não como algo a ser conquistado externamente, mas como um estado que se revela quando as amarras internas deixam de ser confundidas com a própria identidade.

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