03/01/2026
Começo de ano costuma vender a ideia de “vida nova” como se a história anterior fosse um rascunho que precisa ser apagado.
Mas uma história não se apaga.
Ela se acolhe, se entende e se integra.
Em 2026, talvez o movimento mais corajoso não seja se reinventar, e sim se reencontrar: manter o que funciona, fazer o básico com presença, repetir o que faz bem até virar chão.
Sem espetáculo.
Sem culpa.
Sem prometer virar outra pessoa para merecer paz.
Recomeço também é isso:
seguir em frente com mais consciência do que com pressa;
trocar autocobrança por direção.
Nos comentários, escolhe um compromisso pequeno para este ano, com no máximo 10 palavras.
Curto, possível, verdadeiro.
Luciene Rochael