23/11/2025
As novas diretrizes internacionais sobre Esofagite Eosinofílica (EoE) reforçam o que a prática clínica já mostrava: a alimentação é um eixo central no manejo da doença.
Diagnóstico mais preciso → intervenção mais assertiva
A atualização dos critérios histológicos e o uso padronizado do score EREFS permitem compreender melhor a atividade inflamatória e planejar intervenções alimentares individualizadas.
Dietas de eliminação mantêm papel terapêutico
Protocolos de eliminação, desde abordagens reduzidas até estratégias mais amplas, continuam sendo eficazes, desde que acompanhados para evitar deficiências nutricionais e preservar a qualidade de vida.
Reintrodução como etapa estruturada
A condução técnica da reintrodução é fundamental para identificar alimentos gatilho, reduzir recaídas e manter a diversidade alimentar com segurança.
Acompanhamento interdisciplinar melhora desfechos
O trabalho conjunto com gastroenterologia e imunologia favorece adesão, reduz inflamação e apoia uma evolução clínica consistente.
Alimentação como cuidado contínuo
Mais do que retirar alimentos, o objetivo é reduzir inflamação, aliviar sintomas e reconstruir um padrão alimentar sustentável, alinhado à vida real do paciente.
As novas diretrizes apenas reforçam: a intervenção alimentar é parte estruturante do cuidado na EoE, com base científica, precisão e responsabilidade clínica.
Ref.: Aché Laboratórios. Esofagite Eosinofílica; Atualização das Diretrizes Internacionais. Profissionais Cuidado pela Vida; 2025. Disponível em: https://profissionais.cuidadospelavida.com.br/conteudos/esofagite-eosinofilica-atualizacao-das-diretrizes-internacionais. Acesso em: nov. 2025.