Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais

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Desenvolvemos atividades para profissionais e int

A Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais é filiada à Federação Brasileira de Psicanálise (FEBRAPSI) e componente da International Psychoanalytical Association (IPA), sendo a única instituição em Minas Gerais a oferecer formação psicanalítica nos padrões exigidos pela IPA. A IPA - International Psychoanalytical Association, com sede em Londres, foi fundada pelo criador da Psicanálise,

Sigmund Freud, em 1910, juntamente com o primeiro grupo de estudiosos interessados no conhecimento deste método de investigação dos processos mentais. Freud patrocinou a criação dessa associação internacional com o objetivo de integrar as sociedades psicanalíticas então existentes, normatizar a formação de futuros analistas e evitar distorções e descaminhos na psicanálise, com a expansão de sua prática. Esta associação - a IPA, é o organismo que coordena em todo o mundo, o movimento psicanalítico dos membros que são seus filiados, reunidos nas Sociedades componentes e Grupos de Estudo. Em julho de 2008, o antigo Núcleo Psicanalítico de Belo Horizonte - NPBH, fundado em 1993 e filiado à Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro - SPRJ, passou à condição de Study Group, se tornando Grupo de Estudos Psicanalíticos de Minas Gerais - GEPMG, filiado diretamente à IPA. Em 23 de julho de 2015, o grupo conquistou o status de sociedade provisória passando a ser chamada de Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais - SBPMG.

30/04/2026

Ao longo do mês, a SBPMG dedicou esse espaço a uma série de reflexões sobre os encontros entre a psicanálise e o autismo, e essa jornada nos trouxe um lembrete essencial: cada forma de existir pede uma escuta à sua altura.

Para a psicanálise, a clínica não se faz sobre diagnósticos fechados ou protocolos universais, mas no reconhecimento de que cada sujeito — seja ele autista ou não — habita o mundo de uma maneira absolutamente única. Não há clínica possível sem o reconhecimento dessa singularidade.

Se o mundo muitas vezes impõe o silenciamento ou a padronização, o espaço analítico deve ser o lugar da hospitalidade ao que é estranho, ao que é novo e ao que resiste às classificações.

Encerrar esta série é também reafirmar o nosso compromisso com a ética da escuta: uma escuta que sustenta a alteridade e que se deixa transformar pelo encontro com o outro.

As noções de feminino, feminilidade e sexualidade ocupam um lugar central na tradição psicanalítica, atravessando desde ...
29/04/2026

As noções de feminino, feminilidade e sexualidade ocupam um lugar central na tradição psicanalítica, atravessando desde os textos freudianos até importantes desdobramentos contemporâneos. Longe de se reduzirem a definições fixas, esses conceitos convocam uma reflexão permanente sobre as formas singulares pelas quais o sujeito se posiciona diante do desejo, do corpo e das identificações.

Essas questões serão o ponto de partida da primeira aula do Módulo 3 do Curso de Extensão em Psicanálise, conduzida pela psicanalista Rosa Sender Lang.

📅 A aula será no dia 06 de maio
🕢 19h30 às 21h
💻 Aula on-line

📌 Clique no link da bio e faça sua inscrição! Lembrando que você pode adquirir a aula avulsa, o Módulo, o semestre ou o curso completo.

🎬🎂 Em comemoração aos 10 anos do Cinema e Psicanálise, vem aí uma edição especial do evento! A 41ª edição do Cinema e Ps...
27/04/2026

🎬🎂 Em comemoração aos 10 anos do Cinema e Psicanálise, vem aí uma edição especial do evento!

A 41ª edição do Cinema e Psicanálise será no dia 16 de maio, às 10h. E, para celebrar uma década desse projeto especial, nosso encontro será presencial, no auditório do Edifício Spartacus: Rua Ceará, 1431 (sede da SBPMG).

Dessa vez, vamos analisar “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, um drama histórico dirigido por Chloé Zhao, baseado no romance de Maggie O'Farrell. O filme narra a história de Agnes, esposa de William Shakespeare, lidando com a morte de seu filho gêmeo de 11 anos, Hamnet. A trama foca no luto familiar, na ausência de Shakespeare e na criação da peça Hamlet como resposta simbólica à dor.

Para comentar sobre o longa, teremos a presença da psicóloga e psicanalista Marielle Kellermann.

⚠ Atenção: o filme não será exibido. Se você ainda não assistiu, ele está em cartaz no Belas Artes Cine e também disponível para para aluguel no Prime Video, Apple TV e Google Play.

📌 O encontro é gratuito e as vagas são limitadas. Se inscreva em nosso site e garanta o seu lugar!

Nos primórdios da vida psíquica, a constituição do vínculo com o outro não é um dado garantido, mas um processo que se i...
27/04/2026

Nos primórdios da vida psíquica, a constituição do vínculo com o outro não é um dado garantido, mas um processo que se inscreve nos modos de endereçamento do bebê: no olhar que busca, na voz que convoca, nos gestos que se oferecem à resposta.

O trabalho de Marie-Christine Laznik destaca que, em alguns casos, os sinais de risco para o autismo podem ser apreendidos justamente nessa dimensão precoce da relação. Não se trata de ausência pura e simples, mas de um modo particular de não se dirigir — ou de se dirigir de forma rarefeita — ao outro, como se o circuito pulsional que supõe convocação e resposta encontrasse obstáculos em sua instalação.

A ausência de troca de olhares, a dificuldade em sustentar uma atenção compartilhada, a não resposta ao chamado pelo nome ou a fragilidade das iniciativas de interação não devem ser lidas isoladamente, nem de forma normativa. É na articulação desses elementos, ao longo do tempo, que se pode situar a consistência de um risco para o desenvolvimento autístico em bebês, antes de um (1) ano de idade. Laznick destaca a não convocação do outro pelo bebê para trocas jubilatórias, como algo que necessitará de intervenção precoce.

A contribuição de Laznik introduz uma inflexão importante: ao invés de esperar a consolidação de quadros mais estruturados, trata-se de afinar a escuta para esses sinais precoces, que dizem respeito menos a comportamentos em si e mais à possibilidade de o bebê se inscrever em um vínculo. O quanto antes o tratamento é iniciado, maiores são as possibilidades de prognóstico positivo.

Considerar esses sinais é abrir espaço para intervenções igualmente precoces, nas quais o trabalho com os pais e com o ambiente ganha centralidade, sustentando condições para que algo do endereçamento ao outro possa advir.

Em certos quadros do autismo, o que se evidencia não é apenas a dificuldade de simbolização, mas um empobrecimento do in...
24/04/2026

Em certos quadros do autismo, o que se evidencia não é apenas a dificuldade de simbolização, mas um empobrecimento do investimento relacional: a cena clínica pode se apresentar marcada por uma diminuição da vitalidade psíquica, na qual o outro não é facilmente convocado como parceiro de troca.

A partir de sua experiência, Anne Alvarez propõe pensar a clínica da vitalização como um eixo fundamental do trabalho analítico com crianças autistas. Trata-se de intervenções que não se orientam prioritariamente pela interpretação, mas pela possibilidade de reanimar a presença psíquica do sujeito, favorecendo a emergência de um interesse pelo mundo e pelo outro.

Isso implica uma modulação fina da posição do analista, que pode, em determinados momentos, intensificar sua presença, marcar ritmos, sustentar iniciativas ou dar relevo a pequenos sinais de engajamento. Não se trata de uma direção ativa no sentido diretivo, mas de um manejo que visa tornar o encontro possível ali onde ele ainda não se estabelece de forma consistente.

A noção de vitalização desloca o foco clínico: antes de significar, é preciso, por vezes, contribuir para que algo da ordem do vivo se instale. Pequenos gestos, variações de tom, a sustentação de um jogo incipiente — são esses elementos que podem, gradualmente, favorecer a construção de uma relação em que o outro deixe de ser apenas presença indiferenciada para se tornar interlocutor.

A contribuição de Alvarez aponta, assim, para uma dimensão essencial da clínica: a de reconhecer que, em determinados momentos, o trabalho analítico consiste em sustentar as condições mínimas para que a vida psíquica possa, novamente, encontrar vias de circulação.

Entre os primeiros colaboradores de Sigmund Freud, destaca-se a trajetória singular de Otto Rank (1884–1939), cuja obra ...
22/04/2026

Entre os primeiros colaboradores de Sigmund Freud, destaca-se a trajetória singular de Otto Rank (1884–1939), cuja obra abriu caminhos originais para pensar o trauma, a criatividade e a constituição do eu.

Inicialmente muito próximo do círculo freudiano, Rank contribuiu de maneira decisiva para os primeiros desenvolvimentos da psicanálise, especialmente com seu estudo O trauma do nascimento, no qual propôs refletir sobre a experiência inaugural de separação como um momento estruturante da vida psíquica. Ao longo de sua trajetória, também dedicou grande atenção às relações entre criação artística, vontade e desenvolvimento da personalidade, explorando os vínculos entre vida psíquica, cultura e processos criativos.

Suas formulações, por vezes controversas em seu tempo, ampliaram o campo de reflexão psicanalítica ao colocar em evidência temas como autonomia, individuação e a dimensão criativa do sujeito.

Revisitar a obra de Rank é reconhecer um pensamento que, ao dialogar com Freud e também ao se distanciar dele em certos momentos, contribuiu para enriquecer o debate teórico e clínico no interior da tradição psicanalítica.

A constituição do corpo como unidade não é um dado de partida, mas um processo. Na clínica com o autismo, essa construçã...
20/04/2026

A constituição do corpo como unidade não é um dado de partida, mas um processo. Na clínica com o autismo, essa construção pode se apresentar de modo particularmente delicado, exigindo um trabalho psíquico que envolve a inscrição progressiva de limites, contornos e zonas diferenciadas.

Em Geneviève Haag, a noção de ego corporal ganha relevo como uma conquista que se dá a partir das primeiras experiências sensoriais e relacionais. O corpo, inicialmente vivido de maneira fragmentada ou pouco integrada, vai, pouco a pouco, sendo investido e organizado, permitindo à criança constituir uma experiência de si que não se reduz a sensações dispersas.

Esse processo não se realiza de forma espontânea ou homogênea. Ele depende de condições específicas de sustentação, nas quais o outro exerce uma função fundamental ao oferecer ritmos, contenção e possibilidades de ligação entre as experiências sensoriais. É nesse entrelaçamento que o corpo pode deixar de ser apenas um campo de intensidades para tornar-se suporte de uma presença.

Certos comportamentos observados no autismo (como a busca insistente por pressões, apoios ou delimitações corporais) podem ser compreendidos, à luz dessa perspectiva, como tentativas de construção desses contornos ainda frágeis.

A contribuição de Haag orienta, assim, uma escuta que leva em conta a dimensão processual da constituição do corpo, reconhecendo que, para algumas crianças, habitar o próprio corpo é, antes de tudo, uma tarefa a ser construída.

17/04/2026

A inteligência artificial está atravessando nossa clínica, nossa linguagem e nossa subjetividade. Ela cria questões psíquicas inéditas que a psicanálise não pode ignorar.

Que impactos a IA já causa no sujeito?
Quais os limites entre humano e máquina na experiência psíquica?
A psicanálise tem algo a dizer sobre isso?

Convidamos você para mais uma edição do projeto “Precisamos falar sobre...”, uma reflexão com o psicanalista Júlio Sperb sobre Inteligência Artificial x Psicanálise.

📅 29/04 (quarta-feira) às 19h30
📍 Evento Online e Gratuito
🔗 Inscrições: www.sbpmg.org.br
Participe!

No campo do autismo, a clínica frequentemente se confronta com experiências que não se organizam segundo uma unidade psí...
16/04/2026

No campo do autismo, a clínica frequentemente se confronta com experiências que não se organizam segundo uma unidade psíquica estável. Em vez de integração, o que se observa, em certos momentos, é uma dispersão dos registros sensoriais e perceptivos, como se a experiência não pudesse ser sustentada em sua continuidade.

É nesse contexto que Donald Meltzer propõe o conceito de desmantelamento. Trata-se de um modo de funcionamento em que os diferentes canais sensoriais se dissociam, impedindo a convergência das percepções em uma experiência integrada. Olhar, escuta, tato e propriocepção deixam de operar em conjunto, produzindo uma espécie de fragmentação da vivência.

Longe de ser um déficit a ser compreendido apenas em termos negativos, o desmantelamento pode ser situado como uma operação defensiva diante de intensidades psíquicas que excedem a capacidade de elaboração do sujeito. Ao fragmentar a experiência, evita-se que o impacto do vivido se imponha de forma maciça e desorganizadora.

Essa formulação permite à clínica um deslocamento importante: em vez de buscar imediatamente a integração, trata-se de reconhecer as condições em que ela ainda não é possível. Sustentar essa compreensão implica respeitar o tempo e os modos singulares pelos quais o sujeito pode, progressivamente, construir articulações entre seus registros sensoriais e afetivos.

A noção de desmantelamento, assim, não apenas descreve um fenômeno, mas orienta uma ética da escuta: aquela que considera a fragmentação não como falha, mas como uma forma de lidar com o que, naquele momento, se apresenta como intenso demais.

Frances Tustin (1913-1994) destacou-se em sua trajetória ao enfatizar e entender a importância das experiências sensoria...
14/04/2026

Frances Tustin (1913-1994) destacou-se em sua trajetória ao enfatizar e entender a importância das experiências sensoriais nos pacientes autistas.

Segundo sua principal obra, “Barreiras autistas em pacientes neuróticos”, todos nós somos portadores de barreiras autistas constituídas por produções sensoriais do próprio corpo, que são organizadas como formas de apaziguamento diante do trauma. Tais manifestações, sejam por meio de elementos “duros” (objetos autistas) ou “moles” (formas autistas), estão armazenadas de modo filogenético na amígdala cerebral e podem ser reativadas em qualquer momento da vida diante de novas experiências traumáticas.

A ultrassonografia fetal confirma as observações de Tustin, já na vida intrauterina. O feto coça a orelha, a pele e os órgãos se***is, que certamente não estão a serviço do princípio do prazer e sim do autoapaziguamento. Caso haja acidentes de percurso, e aqui estamos considerando o trauma fetal, do parto ou perinatal, como um trauma físico, infeccioso, tóxico ou de outra natureza, haverá ativação das respostas citadas.

Nessa perspectiva, o autismo não se configura como falha de representação psíquica, mas como fenômeno que se apresenta como “coisa em si”, articulado à concomitantes biológicos e a registros sensoriais profundamente enraizados, inclusive desde a vida intrauterina. O papel dos sentidos, já ativos desde a embriogênese, surge como eixo organizador das primeiras formas de relação com o mundo.

Assim, considerar a dimensão sensorial no autismo é, portanto, condição para uma escuta que conduza ao diagnóstico do autismo. A terapia psicanalítica, com seu setting reservado e acolhedor, se apresenta como via possível para a redução da insegurança e para a retomada do desenvolvimento, permitindo que a cognição venha, progressivamente, ocupar o lugar antes dominado pelas barreiras autistas.

*Jornada Interna da SBPMG: psicanálise viva em clima de afeto e profundidade*A Jornada Interna da SBPMG, realizada no sá...
12/04/2026

*Jornada Interna da SBPMG: psicanálise viva em clima de afeto e profundidade*

A Jornada Interna da SBPMG, realizada no sábado, 11 de abril, foi marcada por um clima afetivo e intimista.

A organização foi ponto de destaque: o cuidado na montagem das mesas, a homenagem emocionante à Rosália, a abertura singela e o lanche mineiro à moda antiga remeteram aos encontros de antigamente, resgatando a memória afetiva do grupo. Lembrou-se, inclusive, dos pastéis que Rosália fazia questão de incluir.

Os trabalhos apresentados foram unânimes em qualidade. Ditos de forma magistral, cada apresentação, em seu estilo próprio, traçou um caminho nos dizeres, nos atendimentos e na teoria, mostrando que a psicanálise da SBPMG está entranhada no ser e não somente no saber.

A memória da história esteve presente com a lembrança do trabalho hercúleo da primeira turma da SBPMG nos anos 90, marco do começo e do nascimento do Núcleo Psicanalítico de BH.

Ao final, o agradecimento pelo rico momento de trocas afetivas e intelectuais. A Comissão Científica foi parabenizada pelo trabalho de muita qualidade que sustentou uma jornada onde a psicanálise pulsou! 💐

*Jornada Interna da SBPMG: psicanálise viva em clima de afeto e profundidade*A Jornada Interna da SBPMG, realizada no sá...
12/04/2026

*Jornada Interna da SBPMG: psicanálise viva em clima de afeto e profundidade*

A Jornada Interna da SBPMG, realizada no sábado, 11 de abril, foi marcada por um clima afetivo e intimista.

A organização foi ponto de destaque: o cuidado na montagem das mesas, a homenagem emocionante à Rosália, a abertura singela e o lanche mineiro à moda antiga remeteram aos encontros de antigamente, resgatando a memória afetiva do grupo. Lembrou-se, inclusive, dos pastéis que Rosália fazia questão de incluir.

Os trabalhos apresentados foram unânimes em qualidade. Ditos de forma magistral, cada apresentação, em seu estilo próprio, traçou um caminho nos dizeres, nos atendimentos e na teoria, mostrando que a psicanálise da SBPMG está entranhada no ser e não somente no saber.

A memória da história esteve presente com a lembrança do trabalho hercúleo da primeira turma da SBPMG nos anos 90, marco do começo e do nascimento do Núcleo Psicanalítico de BH.

Ao final, prevaleceu o agradecimento pelo rico momento de trocas afetivas e intelectuais. A Comissão Científica foi parabenizada pelo trabalho de muita qualidade que sustentou uma jornada onde a psicanálise pulsou. 💐

Endereço

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Belo Horizonte, MG
30150-310

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