Balance Unidade Sion
Rua República Argentina 665, Sion. contato: 3225-9097 Fisioterapia - Pilates - Musculação - Exercício Aeróbico

O exercício pode ser o remédio para suas dores: ⚠️O exercício físico traz benefícios ao organismo como melhoria na quali...
30/01/2020

O exercício pode ser o remédio para suas dores: ⚠️O exercício físico traz benefícios ao organismo como melhoria na qualidade
de vida, na função física, modificação de risco de doença, etc., e assim, tem sua
indicação de prática para a população em geral, além de ser um método não-
farmacológico indicado para o tratamento de várias doenças, incluindo as dores
crônicas (AMBROSE; GOLIGHTLY, 2015). 📚 Estudos clínicos demonstram que pacientes com dores crônicas, possuem modulação condicionada de dor
reduzida (LEWIS; RICE; MCNAIR, 2012; YARNITSKY, 2015). 📌Este mecanismo de
modulação da dor no sistema nervoso central 🧠, pode comportar-se como um fator de
risco para o desenvolvimento ou para a manutenção das dores crônicas (LEWIS;
RICE; MCNAIR, 2012; YARNITSKY, 2015) e recebe influência de vários aspectos do
indivíduo: idade, s**o, etnia, fatores psicológicos, entre outros (LEWIS; RICE;
MCNAIR, 2012; NIR; YARNITSKY, 2015). 💊O exercício físico agudo, seja ele aeróbico, isométrico ou de resistência
dinâmica é capaz de reduzir a sensibilidade dolorosa por um processo denominado,
hipoalgesia induzida por exercício físico (NAUGLE; FILLINGIM; RILEY, 2012). 📕Uma
recente revisão de literatura abordou os mecanismos por de trás desse processo. Os
autores sugerem que tanto a modulação de dor quanto o exercício físico possuem
mecanismos semelhantes, localizados na medula rostral ventromedial (RVM, sigla em
inglês), núcleo magno da rafe, núcleo obscuro da rafe e núcleo pálido da rafe, onde
ocorrem a modulação de mecanismos dolorosos e de respostas motoras (LIMA;
ABNER; SLUKA, 2017). O exercício físico reduz a expressão do transportador de
serotonina, eleva os níveis de serotonina e de opióides nas vias inibitórias centrais,
inclusive na substância cinzenta periaquedutal e RVM, sugerindo que o exercício
utilize as vias de modulação inibitória para reduzir a dor (LIMA; ABNER; SLUKA,
2017).
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Correr é previnir: Em recente estudo publicado por Pedisic et al 2019 (BJSM), analisou 14 estudos com total de 230.000 p...
27/11/2019

Correr é previnir: Em recente estudo publicado por Pedisic et al 2019 (BJSM), analisou 14 estudos com total de 230.000 participantes e foi indentificado durante um período follow-ups de 5.5- 35 anos que corredores tiveram taxas entre 30, 27 e 23% menos mortalidade por todas as causas, cardiovasculares e câncer comparados com não corredores. Foram observados benefícios na corridas mesmo com menor frequência e parece que aumentar a frequência ou intensidade parece não alterar os benefícios. Correr a 9.6 km/ ou a 12.9 foi associado a benefícios significativos de mortalidade.

04/09/2019

Entorse de tornozelo é a lesão ortopédica mais frequente entre os fisicamente ativos. O fator de risco número 1 para sofrer uma entorse de tornozelo é o histórico de uma entorse anterior. Aqueles com histórico de entorse de tornozelo geralmente relatam crises recorrentes de instabilidade do tornozelo e diminuição da capacidade funcional. Foram identificados vários déficits mecânicos e funcionais que podem contribuir para sintomas residuais, sequelas e perda funcional. Um deles é a diminuição da amplitude de movimento de dorsiflexão. Esse déficit poderia predispor o paciente a alterações no eixo de rotação do tornozelo, alterações no alinhamento e rastreamento das superfícies ósseas e interrupção da entrada proprioceptiva no sistema sensório-motor, resultando em futuras entorses ou osteoartrite do tornozelo. Portanto, melhorar o movimento acessório e fisiológico na articulação talocrural é uma consideração clínica. Mobilizações conjuntas podem ser uma intervenção eficaz para abordar essas alterações durante a reabilitação. Uma técnica de mobilização articular conhecida como mobilização com movimento (MWM) é de particular interesse, porque esse método é a aplicação simultânea de uma mobilização acessória com movimento fisiológico ativo ou passivo.
Hoch MC, et al. J Sport Rehabil. 2010.

04/09/2019

Entorse de tornozelo é a lesão ortopédica mais frequente entre os fisicamente ativos. O fator de risco número 1 para sofrer uma entorse de tornozelo é o histórico de uma entorse anterior. Aqueles com histórico de entorse de tornozelo geralmente relatam crises recorrentes de instabilidade do tornozelo e diminuição da capacidade funcional. Foram identificados vários déficits mecânicos e funcionais que podem contribuir para sintomas residuais, sequelas e perda funcional. Um deles é a diminuição da amplitude de movimento de dorsiflexão. Esse déficit poderia predispor o paciente a alterações no eixo de rotação do tornozelo, alterações no alinhamento e rastreamento das superfícies ósseas e interrupção da entrada proprioceptiva no sistema sensório-motor, resultando em futuras entorses ou osteoartrite do tornozelo. Portanto, melhorar o movimento acessório e fisiológico na articulação talocrural é uma consideração clínica. Mobilizações conjuntas podem ser uma intervenção eficaz para abordar essas alterações durante a reabilitação. Uma técnica de mobilização articular conhecida como mobilização com movimento (MWM) é de particular interesse, porque esse método é a aplicação simultânea de uma mobilização acessória com movimento fisiológico ativo ou passivo. w article

Hoch MC, et al. J Sport Rehabil. 2010

Fatores de riscos clínicos na Tendinopatia de Calcâneo: A tendinopatia de Calcâneo é um problema comum, mas sua causa ex...
22/07/2019

Fatores de riscos clínicos na Tendinopatia de Calcâneo: A tendinopatia de Calcâneo é um problema comum, mas sua causa exata ainda não está clara.
Estudos de coorte investigando fatores de risco para tendinopatia de Calcâneo em humanos foram incluídos, resgistrando assim 9 fatores de riscos, porém com evidências limitadas.
1- Tendinopatia ou fratura prévia do membro inferior.
2- Uso de antibióticos ofloxacino (quinolona).
3- Aumento do tempo entre o transplante cardíaco e o início do tratamento com quinolona para doenças infecciosas.
4- Treinamento durante o tempo frio.
5- Uso moderado de álcool.
6- diminuição da força flexora plantar isocinética.
7- Padrão anormal de marcha com progressão diminuída da propulsão.
8- Mais rotação lateral do pé na fase plana do antepé.
9- Clearance de creatinina

Automedicação e sedentarismo são dois grandes vilões no combate à dor lombar, que atinge sete por cento da população. Es...
25/03/2018

Automedicação e sedentarismo são dois grandes vilões no combate à dor lombar, que atinge sete por cento da população. Estudos científicos realizados durante 26 anos mostram que muitos pacientes estão recebendo tratamento errado para a chamada lombalgia. Médicos receitam remédios e cirurgias quando deveriam indicar exercícios e fisioterapia. A Balance pode lhe ajudar a entender melhor sua condição e prescrever de forma individualizada o melhor tratamento.

Fonte: http://www.thelancet.com/series/low-back-pain

08/09/2017
15/04/2017
31/03/2017

A pronação subtalar consiste em um mecanismo de absorção de impacto, que age de forma combinada com outros mecanismos do corpo, diminuindo as tensões sobre algumas estruturas articulares, com um nível de impacto adequado, sem provocar micro traumatismos. Porém a pronação passa a ser patológica quando ultrapassa sua amplitude de movimento articular fisiológico, no qual esse estado é conhecido como hiperpronação, considerada como sendo um valor máximo de pronação subtalar acima de 14 graus, aproximadamente. Está bem difundido na literatura que a pronação da articulação subtalar é resultado de uma associação de movimentos, sendo estes a eversão, a dorsoflexão e a abdução do pé, que ocorrem nos planos frontal, sagital e transversal. Está relacionada com lesões como: Fasceíte plantar, canelite, fratura por stresse, Síndrome do Túnel do tarso, joanete. . Agende uma consulta. (31) 3225-9097.

03/02/2017

Atualmente, há uma grande preocupação em prevenir doenças e lesões que envolvem a articulação do ombro decorrentes de alterações posturais que levam a compensações do sistema em detrimento da funcionalidade.
A prevalência de dor no ombro, acompanhada de incapacidade, está presente em cerca de 20% na população em geral. As causas de sobrecarga nesse complexo articular são multifatoriais, tais como: grande repetitividade dos movimentos, posicionamento do membro superior, principalmente em abdução do ombro, fadiga muscular, fatores de organização do trabalho e anulação do mecanismo de regulação do trabalho, como sobrecarga (diminuição ou falta de intervalo), e fatores psicossociais, que acarretam tensão e estresse mecânico indesejada.

É necessário sempre termos em mente que a grande maioria das lesões crônicas, e porque não as traumáticas, apresentadas a nós fisioterapeutas são causadas por uma alteração da estabilidade e movimentação escápulo-torácica. Mc Clure (2001) cita que o movimento adequado da escápula é considerado crucial para a função normal do ombro. Ela serve como uma base estável para a função do membro superior, através da articulação glenoumeral, mas, em contrapartida, deve permitir uma grande amplitude de movimento do ombro.

Apenas 13% dos alunos de academias que são acompanhados por fisioterapeutas apresentam lesão, enquanto 43% daqueles que ...
23/08/2016

Apenas 13% dos alunos de academias que são acompanhados por fisioterapeutas apresentam lesão, enquanto 43% daqueles que não tem acompanhamento se lesionam. É mais do que o triplo. (Martin et al, 2015*)

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