Michelle Rocha - Psicóloga

Michelle Rocha - Psicóloga Psicóloga clínica, com atuação nas aéreas de psicoterapia de crianças, adolescentes, adultos e casais. Atua também como coach pessoal e profissional.

Consultórios:
- Prado
- Buritis

26/05/2026

Sabe aquela sensação gostosa de dar um check ✅ em algo que você se entregou, se dedicou, investiu tempo, energia e dinheiro?!

Pois é… a foi isso tudo e mais um pouco!

E sim, vou começar esse texto com um clichezão: tá difícil colocar em palavras o que foi essa experiência!

Pra início de conversa, a Serra da Canastra é realmente deslumbrante! Cada paisagem de tirar o fôlego, clima agradável e… é Minas né - precisa falar mais nada! Rs

A pousada é um cantinho muito especial, com uma estrutura super acolhedora, aconchegante e um staff incrível que cuidou de cada detalhe.

A comida estava maravilhosa e farta, como manda a tradição mineira - o que gerou um pequeno problema: vontade de comer tudo!
Mas… comer coisas diferentes antes de prova pode ser perigosíssimo 💩.

A dona ansiedade não faz a gente viver só a realidade.Ela faz a gente viver versões imaginadas dela. Num preciso nem diz...
21/05/2026

A dona ansiedade não faz a gente viver só a realidade.
Ela faz a gente viver versões imaginadas dela.

Num preciso nem dizer o tanto que isso é sério, né?!

E aí, se identificou com isso?
Bora conversar nos comentários.

20/05/2026

Raramente a gente para pra se perguntar o que existe por trás do que sentimos, né?

Ainda mais quando “o bicho está pegando”.

Na maioria das vezes, a gente só reage.
Explode.
Se fecha.
Culpa o outro.

Mas talvez nossas emoções estejam tentando mostrar alguma coisa sobre nossas necessidades que estão, ou não, sendo atendidas.

E é justamente sobre isso que fala o terceiro passo da Comunicação Não Violenta.

Me conta:
essa ideia fez sentido procê?

Pensa aqui comigo:Nossas lindas cabecinhas estão o tempo inteiro tentando dar significado pro que acontece à nossa volta...
18/05/2026

Pensa aqui comigo:

Nossas lindas cabecinhas estão o tempo inteiro tentando dar significado pro que acontece à nossa volta.

O problema é que esses significados nem sempre tem relação só com os fatos em si.
Na maioria das vezes, eles vêm carregados de expectativas, medos, inseguranças, experiências passadas, julgamentos…

E é justamente aí que as coisas podem começar a se embolar nas relações.

Porque, muitas vezes, a gente passa a reagir mais às histórias que criou sobre o outro…
do que ao que realmente aconteceu.

Em outras palavras:
a forma como interpretamos as situações influencia diretamente o que sentimos e, consequentemente, a maneira como reagimos a elas.

E talvez seja por isso que algumas conversas poderiam tomar rumos tão diferentes…
se, antes de concluir, a gente tivesse curiosidade de perguntar.

De checar.
De entender.
De ouvir o que o outro quis dizer, e não só o que a nossa cabeça traduziu daquilo.

Porque nem toda interpretação é realidade. 🫠

Faz sentido procê?

Quando invalidamos nossas emoções (ou alguém faz isso por nós), aos poucos vamos nos desconectando da gente mesmo.  E, i...
14/05/2026

Quando invalidamos nossas emoções (ou alguém faz isso por nós), aos poucos vamos nos desconectando da gente mesmo.

E, inevitavelmente, isso acaba atravessando também a forma como nos relacionamos com os outros.

Me fala se essa reflexão fez sentido procê?

12/05/2026

Desde muito cedo aprendemos a “engolir” nossas emoções.

A colocá-las num lugar bem escondidinho, porque dar voz a elas parece quase um crime.

“Não machucou… Foi só um susto.”
“Não chora, já passou.”

E, depois de uma vida inteira ouvindo isso,
ainda esperam que a gente se torne um adulto capaz de lidar com as próprias emoções com maturidade e clareza.

Alguém me explica como, por favorzinho? 🫠

Porque o que eu vejo acontecendo, na maioria das vezes,
é uma desconexão profunda da gente com a gente mesmo.

Crescemos aprendendo a minimizar o que sentimos.
A duvidar da própria dor.
A esconder vulnerabilidades.
A fingir que está tudo bem.

E talvez seja justamente aí
que muitas das nossas dificuldades emocionais e relacionais começam.

Vamos conversar?
Você ouviu muito isso quando era criança?

Às vezes o que a gente tenta pedir é conexão… mas o outro escuta como ataque. Isso soa familiar?Me conta como esse papo ...
07/05/2026

Às vezes o que a gente tenta pedir é conexão…
mas o outro escuta como ataque.

Isso soa familiar?

Me conta como esse papo te toca aí.

06/05/2026

Falar sobre sentimentos pode ser mais difícil do que parece.

Existe o time dos que acreditam que se mostrar vulnerável numa relação é dar ao outro munição pra machucar você.

E existe o time que acredita que expor o que sente é justamente o que possibilita conexão, intimidade e profundidade nas relações.

Talvez a forma como aprendemos a lidar com nossas emoções diga muito sobre isso.

Vem pensar comigo e me conta de qual time você é nos comentários. 😉

Outro dia ouvi uma cliente falando isso e achei a frase sensacional!Ela estava aliviada, compartilhando que, depois de u...
04/05/2026

Outro dia ouvi uma cliente falando isso e achei a frase sensacional!

Ela estava aliviada, compartilhando que, depois de um período de muita turbulência, as coisas na vida dela estavam, finalmente, começando a se encaixar. A fazer sentido.

E o jeito que ela falou, quase num desabafo, meio rindo, meio cansada… dizia muito.
Porque passar por um processo raramente é bonito.

Quando a gente está no meio do “furacão”, é comum
criar mil cenários catastróficos,
sentir que não vai dar conta,
achar que nunca vai acabar.

E, nesse lugar, a gente quer resolver tudo rápido.
Dar um jeito. Sair dali o quanto antes.

Só que nem sempre dá.

E talvez essa seja uma das partes mais difíceis de sustentar.

Porque, com o tempo, e só com o tempo… algumas coisas começam a se reorganizar.
Não de um jeito perfeito, nem linear.
Mas de um jeito possível.

E quando a gente olha pra trás, com um pouco mais de distância,
às vezes consegue perceber que algo ali mudou.

Na forma de se posicionar.
Na forma de sentir.
Na forma de seguir.

Não quero com essa reflexão romantizar o processo.
Porque, muitas vezes, ele é duro mesmo.

Mas talvez a gente possa entender e reconhecer que tem coisas que só fazem sentido… depois que a gente atravessa.

E, no meio disso tudo, seguir tentando, mesmo sem ter muita certeza,
também já é parte do processo.

Me conta, como tá a paciência pra passar pelos processos da vida aí?

Respostas 👀As frases que contêm observação “pura” são: 1, 7 e 10.E aí, me conta:quantas você acertou?quais foram as mais...
30/04/2026

Respostas 👀

As frases que contêm observação “pura” são: 1, 7 e 10.

E aí, me conta:
quantas você acertou?
quais foram as mais difíceis?

Percebe como, em alguns casos, a gente quase não nota que já está interpretando?

Aproveita e salva esse post pra treinar depois.

Quando a gente ama alguém, sejam nossos pais, filhos, um parceiro ou até um amigo, é muito comum querer poupar essa pess...
22/04/2026

Quando a gente ama alguém, sejam nossos pais, filhos, um parceiro ou até um amigo, é muito comum querer poupar essa pessoa de experiências difíceis.

De alguma forma, a gente tenta evitar que ela entre em contato com o que é desconfortável.
E, muitas vezes, isso inclui tentar livrá-la das consequências das próprias escolhas.

A gente justifica.
Passa pano.
Assume a culpa.
Tenta resolver.
Às vezes até responde pelo outro.

A gente faz isso achando que está ajudando… mas será que está mesmo?

Me arrisco a dizer que, em algum momento, todos nós já estivemos nesse lugar.

Só que esse tipo de “cuidado” pode ter um custo e, muitas vezes, não é pequeno.
Principalmente para quem está sendo poupado.

Porque quando alguém não precisa lidar com as próprias consequências, existe uma chance grande de continuar repetindo os mesmos padrões.
De não perceber o impacto das próprias escolhas.
De não se responsabilizar.
E, em alguns casos, até de se acostumar a ter alguém ali para “resolver” o que ficou.

E, talvez, seja justamente aí que mora uma parte importante do amadurecimento.

Aprender sobre a vida também passa por atravessar o que acontece quando as coisas não saem como a gente gostaria.
Sentir. Entender.
Recalcular a rota e, quem sabe, fazer diferente da próxima vez.

Porque quando alguém “conserta” por nós… essa etapa simplesmente não acontece.

E aí eu fico pensando:
até que ponto ajudar é, de fato, cuidar?
E a partir de onde isso começa a impedir o outro de aprender?

Endereço

Belo Horizonte, MG

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