07/02/2026
Quando alguém parte pro outro plano, sempre me vem a cabeça de como a vida é sensível e que de uma hora pra outra podemos não mais estar aqui. E sempre me perfunto; quando chegar a minha vez, será que eu vivi realmente o extraordinário? Será que consegui deixar algum legado? Alguma coisa boa nas pessoas que me conheceram e que conviveram comigo?
Não importa quem! Conhecido, amigo do amigo, familiar, amigo, ou uma pessoa famosa. Sempre me pergunto a mesma coisa.
Obviamente, quando se vai uma pessoa influenciadora, famosa, e que, acima de tudo, um ser humano como qualquer outro, pai, marido, irmão e filho de alguém. Temos a sensação de perda, de tristeza. Que seja pensando na família que deixou, na pouca idade, e em tudo que aquela pessoa teria pra viver.
Mesmo não seguindo, nunca visto pessoalmente e muito menos intimidade alguma, o ,com seus bordões, fez parte da minha vida e de mais de 3 milhões de pessoas que o seguiam nas redes. Os icônicos "sextou" "mei dia papai" e "quem fez, fez, que. não fez não faz mais" nos acompanhou por anos. Nos trazendo alegria com um humor sarcástico, de quem tinha alguma coisa mais séria pra nos dizer. Afinal, os bordões sempre vinham acompanhandos de reflexões da realidade brasileira, que as vezes eram difíceis até de ouvir, mas faziam total sentido.
Hoje, em uma ironia da vida, em um "SEXTOU" ele se foi, deixando todo mundo CHOCADO! E a reflexão veio novamente na minha mente; como a vida é frágil e sensível!
Hoje o Brasil, "sextou" diferente, eu tenho certeza! Chocados? Ainda estamos! Com tamanha sensibilidade da vida, mas com uma certeza que sempre é esplanada nas nossas caras; viva o hoje como se não ouvesse o amanhã, porque no final é sempre como aquela frase;
"quem fez, fez, quem não fez, não faz mais não!
F**a em paz Maderite, e meus sentimentos à toda família e amigos.