23/12/2025
O Natal está aí e, com ele, vem também toda a empolgação da criançada pela visita do querido Papai Noel.
Nessa época, nas escolas, lojas e nas ruas, tudo remete à figura do bom velhinho de roupa vermelha, que recebe cartinhas e distribui presentes.
Muitos pais se perguntam se a crença no personagem fictício é algo bom. E a resposta é sim.
O papai noel, o coelhinho da Páscoa, as fadas, os super heróis e tantas outras figuras da fantasia são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo. Para a criança pequena o real e o irreal ainda não tem uma fronteira definida. Viver um mundo de mil possibilidades enriquece o raciocínio, a capacidade de criar e de pensar em possibilidades para soluções de problemas.
Outra dúvida frequente é se devemos revelar que os personagens não existem. Não é necessário contar, a descoberta é uma consequência natural do amadurecimento e enquanto a criança conseguir levar essa crença com tranquilidade e em sintonia com os amigos, está tudo bem. Atualmente, o fato de terem acesso à internet cada vez mais cedo colabora com a descoberta.
Aos 10 anos, espera-se que uma criança não acredite mais no Coelhinho ou no Papai Noel. Caso a criança persista na crença, a dica é que você vá desfazendo o mito aos poucos, mostre que algumas coisas são irreais, como um trenó que voa. Pergunte se a criança já viu um trenó voador, por exemplo. Ela chegará sozinha à conclusão de que é um personagem fictício.
Enquanto isso, aproveite esses momentos gostosos para criar memórias especiais na infância da sua criança.