24/11/2025
A resposta não é simples, mas é importante entendê-la.
Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), INCA, American Cancer Society e outras entidades de referência mundial, o aumento dos casos não significa que a doença está mais agressiva. Na verdade, reflete o estilo de vida contemporâneo e a maior capacidade de detectar a doença.
São considerados os principais fatores:
Envelhecimento da população: a idade é um dos maiores fatores de risco para o câncer de mama, com a maioria dos casos ocorrendo após os 50 anos. Quanto maior a expectativa de vida, maior o número de diagnósticos.
Estilo de vida: obesidade, sedentarismo, alimentação ultraprocessada, consumo de álcool, estresse e privação de sono alteram nosso metabolismo e hormônios, aumentando o risco de câncer.
Desreguladores endócrinos, menarca precoce, gravidez tardia (ou nenhuma gravidez), menos tempo de amamentação e uso prolongado de terapia hormonal sem acompanhamento médico, significam maior tempo de exposição ao estrogênio, hormônio que influencia alguns tipos de câncer de mama.
Rastreamento mais eficaz: mais acesso a mamografias, ultrassons e ressonâncias magnéticas. Isso significa que tumores agora são detectados, o que é excelente para o tratamento, mas aumenta os números das estatísticas.
✅A boa notícia é que até 30% dos casos podem ser prevenidos com hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, controle do peso, redução do álcool, sono de qualidade e manejo do estresse.
👉E mais: o diagnóstico precoce continua sendo nossa maior arma. Quanto antes detectamos, maiores as chances de cura e melhores os resultados do tratamento.
Se você tem fatores de risco ou está na idade de rastreamento, não adie sua mamografia.
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