DALCIRA FERRÃO PSICÓLOGA

DALCIRA FERRÃO PSICÓLOGA DALCIRA FERRÃO PSICÓLOGA

* Atendimentos psicoterápicos individuais, com adolescentes, adultos, famílias, bem como para mulheres em situação de violência de gênero e público LGBTI+, especialmente travestis, mulheres transenxuais e homens trans.

* Coordenação e desenvolvimento de oficinas psicossociais tendo como público: mulheres em situação de violência de gênero, adolescentes e jovens nas áreas de afetividade, sexualida

de e diversidade sexual.

* Palestras e atividades com as temáticas de gênero, diversidade sexual, sexualidades, educação, Direitos Humanos.

Registros do 1o. Seminário Nacional Psicologia e Mulheridades, da Oficina que participei sobre Atuação junto às Mulherid...
14/05/2026

Registros do 1o. Seminário Nacional Psicologia e Mulheridades, da Oficina que participei sobre Atuação junto às Mulheridades LBT - Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em Cuiabá no dia 09 de maio de 2026, junto com as amigas, .cmartins.psi e , representando a Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia ❤️🌈

14/05/2026

Na luta pelas 30h de jornada para categoria de psicólogas(os/es)! Conseguimos!✊🏽

11/05/2026

Sobre o 1o. Seminário Nacional Psicologia e Mulheridades, promovido pelo , por meio da Comissão de Direitos Humanos.

11/05/2026

30 horas para a Psicologia é sobre dignidade. É sobre proteger quem sustenta diariamente o cuidado em hospitais, escolas, CRAS, CREAS, territórios, ruas e políticas públicas.

A aprovação do PL 1214/2019, na terça-feira, 12 de maio, é urgente.

Cuidar de quem cuida também é compromisso com a sociedade.

/2019

Entrevista que dei para o Jornal Estado de Minas sobre "a falta de homens no mercado amoroso"
03/04/2026

Entrevista que dei para o Jornal Estado de Minas sobre "a falta de homens no mercado amoroso"

Noção de que mulheres heterossexuais estão no ‘mapa da fome’ esconde uma série de problemas e tende a simplificar relacionamentos afetivos. Entenda:

Entrevista que concedi sobre   para o Jornal Estado em Minas em 2026
01/04/2026

Entrevista que concedi sobre para o Jornal Estado em Minas em 2026

Com base em diferentes áreas do conhecimento, profissionais analisam os principais fatores que afetam o bem-estar psíquico da população

Rumo a mais um 8M ✊🏽
05/03/2026

Rumo a mais um 8M ✊🏽

Manifestação também é contra as políticas do governo Zema e pauta a defesa da soberania…

30/12/2025

Existe uma pressão invisível que nos obriga a encerrar ciclos com euforia, como se o calendário tivesse o poder mágico de apagar as marcas que o ano deixou na pele e na mente. Mas, como psicóloga, o que vejo é o oposto: o fim de dezembro é, muitas vezes, o momento em que o corpo finalmente se permite sentir o peso de tudo o que sustentou em silêncio.

Reconhecer que o ano foi difícil não é pessimismo; é saúde. 2025 não nos poupou, e fingir que "está tudo bem" apenas para caber na estética das festas é uma forma de nos desumanizar. As cicatrizes coletivas que acumulamos nos últimos meses exigem mais do que celebração — exigem reconhecimento e pausa.

Se você sente que está chegando ao final deste ciclo exausta ou com o peito apertado por questionamentos que ainda não têm resposta, saiba que esse lugar também é legítimo. A vida não é uma linha reta de sucessos, e o amanhã não depende de um otimismo forçado, mas da nossa capacidade de olhar para o que vivemos sem desviar o olhar.

Que possamos atravessar essa fronteira temporal com a sobriedade de quem sabe o valor do próprio caminhar. Sem romantismo, mas com a dignidade de quem escolheu permanecer atenta a si mesma.

Hoje, 10 de Dezembro, encerramos os 16 Dias de Ativismo no dia em que celebramos a Declaração Universal dos Direitos Hum...
10/12/2025

Hoje, 10 de Dezembro, encerramos os 16 Dias de Ativismo no dia em que celebramos a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Mas a pergunta que permanece é a mais urgente de todas: Para as mulheres, especialmente as mulheres negras, indígenas, trans, idosas e com deficiência, esses direitos são universais ou condicionais?

A misoginia estrutural nos dá a resposta: a violência é a negação sistemática do direito humano fundamental à vida.

Ao longo desta jornada, vimos a crueldade dos dados: quase 70% das vítimas de feminicídio no Brasil são mulheres negras. Vimos a violência política silenciar representantes como Marielle Franco, a violência online tentar destruir a dignidade de figuras públicas, e o estigma violento negar a plena autonomia de mulheres como Ádria Santos e Preta Gil.

A violência que combatemos é o extermínio sistemático. Ela se manifesta no corpo, na morte; mas também na violência psicológica que destrói a identidade (Neusa Santos Souza), na culpa imposta à mãe solo (Negra Li) e no etarismo que tenta apagar a história da mulher idosa (Diva Moreira).

Nossa luta não é por tolerância ou aceitação branda; é pela garantia inegociável de que a vida, a integridade e a autonomia sejam plenos. O ativismo de 16 dias é apenas um lembrete. A responsabilidade é de todos nós, todos os dias, em todos os espaços.

O fim da violência é a nossa exigência mínima para que a Declaração Universal dos Direitos Humanos se torne, de fato, universal. A luta pela nossa vida é a nossa maior demanda política.

A vida de Marielle Franco foi um manifesto político. Seu assassinato, a mais brutal e cristalina forma de violência polí...
09/12/2025

A vida de Marielle Franco foi um manifesto político. Seu assassinato, a mais brutal e cristalina forma de violência política que uma mulher pode sofrer.

Essa violência não é aleatória. É um crime estrutural e planejado para eliminar a legitimidade da voz da favela, da mulher negra, feminista e LGBTQIA+ no espaço de poder. A violência política busca silenciar a representação e garantir que a estrutura de dominação permaneça intocável. O corpo de Marielle, por ser quem ela era e por falar por quem ela falava, era a maior ameaça ao status quo.

A luta por justiça para Marielle Franco é, portanto, a luta de todas as mulheres que ousam disputar o poder e desafiar a norma. Exigimos que o Estado garanta a segurança e a integridade das nossas líderes, ativistas e representantes.

A plena participação política das mulheres é inegociável, e a impunidade do seu assassinato é um incentivo à violência contra a nossa democracia. Sua voz não será calada, porque ecoa em nós.

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