Equipe Gerânio

Equipe Gerânio Realizamos manipulação da placenta.

Somos uma Equipe de Doulas que orienta as mulheres sobre gestação, parto, amamentação e puerpério para que elas possam vivenciar o parto e a maternidade de forma plena e segura.

Por uma visão mais positiva sobre o corpo feminino e suas versõesMachismo, racismo, preconceitos e capitalismo. Juntos s...
26/06/2020

Por uma visão mais positiva sobre o corpo feminino e suas versões
Machismo, racismo, preconceitos e capitalismo. Juntos são responsáveis pela maioria das mulheres se sentirem constantemente insatisfeitas com o corpo.
Somos treinadas para identificar imperfeições no corpo feminino (no próprio e no de outras mulheres) e buscar um padrão de beleza inatingível, gerando vergonha, insegurança, desvalorização e sofrimento.
Autoestima vai muito além da aparência. Ela está relacionada com o autoconhecimento, aceitação, autocuidado e confiança. Reconheça a potência que habita em você e faça as pazes consigo mesma.
🌺 Você está a acolher suas transformações físicas, emocionais, sociais e espirituais?
🌼 Comente se a sua relação com seu corpo mudou após a maternidade.
🌸 Conte para nós quais as práticas contribuem para valorização e admiração de si mesma.

Foto: .life

Só de ouvir a palavra te dá um frio na espinha ou trás lembranças que preferia esquecer? O polêmico e temido fórceps é l...
23/06/2020

Só de ouvir a palavra te dá um frio na espinha ou trás lembranças que preferia esquecer? O polêmico e temido fórceps é lido por muitos como instrumento de tortura, mas pode ser utilizado para abreviar o parto e salvar a vida de bebês.
Ninguém deseja que o fórceps seja usado na assistência, mas os principais motivos para usá-lo são: batimento cardíaco fetal alterado dando sinais de sofrimento; o bebê para de descer pela pelve ou canal vaginal, sinalizando mal posicionamento do bebê; trabalho de parto prolongado tornando a exaustão materna um fator de risco para alguma condição existente (cardiopatia por exemplo).
Há diferentes tipos de fórceps usados para a movimentação e extração do bebê de maneira rápida e cuidadosa quando a cabeça já está visível, devendo ser feita por um(a) obstetra treinado e experiente.
Converse com sua equipe de assistência para conhecer os riscos (complicações para a mãe e para o bebê), benefícios (assistência viável durante uma emergência fetal para evitar uma cesárea de urgência), alternativas (spinning babies utilizado precocemente) e tomar uma decisão informada diante do imprevisto.
Foto:

   Fazer s**o na gravidez é uma prática normal e não traz problema nenhum, desde que não haja contraindicações, como ame...
12/06/2020


Fazer s**o na gravidez é uma prática normal e não traz problema nenhum, desde que não haja contraindicações, como ameaça de parto prematuro ou abortamento. No entanto, muitas mulheres ficam em dúvida, com receio de que seja ruim para o bebê. A seguir você confere o que o bebê sente durante o s**o na gravidez:

Bem-estar hormonal

Durante o s**o o organismo da mulher libera uma série de hormônios que trazem bem-estar. "A intimidade e o prazer vividos no s**o fazem com que a mulher libere endorfinas, que podem atravessar a placenta e chegar ao bebê, causando a sensação de relaxamento e tranquilidade", explica o ginecologista Antônio Braga, membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de janeiro (SGORJ), professor de obstetrícia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF). Texto Escrito por Nathalie Ayres
Redação Minha Vida
Em 5/9/2017
**ogestacao

A OMS define morte materna como a morte de uma mulher durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o térmi...
28/05/2020

A OMS define morte materna como a morte de uma mulher durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término da gestação, independente da duração ou da localização da gravidez, devido a qualquer causa relacionada com ou
agravada pela gravidez ou por medidas em relação a ela, porém
não devida a causas acidentais ou incidentais.
As principais causas de morte materna são hipertensão arterial, hemorragias graves, infecções pós parto e abortos.
Os óbitos são mais frequentes entre as mulheres vulnerabilizadas com gestação de baixo risco, por falhas na assistência em todo o ciclo gravídico puerperal.
Hoje também é o DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA SAÚDE DA MULHER para lembrar que essa tragédia é EVITÁVEL com a qualificação das políticas públicas, garantia dos direitos se***is e reprodutivos, vigilância dos óbitos maternos nos municípios e controle social.

A maternidade tem muitos momentos mágicos, mas também tem incontáveis momentos de desconforto e sentimentos contraditóri...
22/05/2020

A maternidade tem muitos momentos mágicos, mas também tem incontáveis momentos de desconforto e sentimentos contraditórios.
A maternidade real nos faz sentir imperfeitas e ainda assim satisfeitas com cada decisão tomada e orgulhosas dos pequeninos que nos rodeiam.
É tanta coisa para fazer que não sobra tempo para reconhecer a mulher que nasceu com a maternidade. A mulher de antes demora a perceber que a mulher de agora, essa que cuida de tudo e de todos, também precisa de cuidados.
Somos muitas! Seguimos juntas! 🌸

Créditos da imagem:

Lua de leite é  o tempo ideal de entrega às descobertas e cuidados com seu recém nascido. É quando a mãe se dedica ao al...
07/05/2020

Lua de leite é o tempo ideal de entrega às descobertas e cuidados com seu recém nascido.
É quando a mãe se dedica ao aleitamento em livre demanda, ao contato pele a pele, ao descanso (quando possível), ao restabelecimento do seu corpo e a construção do seu maternar.
É quando o pai protege o ninho, garante as necessidades da família que formou, se conecta com o bebê e se reinventa como casal.
A imersão nesse processo se torna viável com a redução do convívio social (visitas e passeios), flexibilização das rotinas da casa, diminuição das interferências e construção das memórias mais especiais da nova família.
O foco é estabelecer o vínculo com o bebê, fortalecer o amor do casal, direcionar a rede afetiva para o apoio necessário, sentir e acolher as transformações desse momento, adaptar à nova realidade e oportunizar um puerpério mais leve e feliz.

    Conheça as características da Síndrome HELLP: ⚠️📌Normalmente, a Síndrome HELLP ocorre com o agravamento no quadro de...
11/04/2020


Conheça as características da Síndrome HELLP: ⚠️
📌Normalmente, a Síndrome HELLP ocorre com o agravamento no quadro de mulheres que sofrem ou sofreram de pré-eclâmpsia, ou seja, gerada pela gravidez.
⚠Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclampsia desenvolvam a síndrome.
Ela coloca em perigo a vida da mãe e do bebê durante a , provocando na mulher insuficiência renal, problemas no fígado ou edema agudo do pulmão.
Seu nome vem da abreviação de três termos em inglês: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL,elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count), que são as suas principais características.
Em geral, é confundida com a pré-eclâmpsia grave, porque tem sintomas semelhantes.
☡No entanto, um sinal característico da Síndrome HELLP é a dor na região do estômago. Outros sintomas são: dor de cabeça, alterações na visão, pressão arterial alta, mal-estar geral, náuseas e vômitos.
Existe cura se for tratada o mais rápido possível por um , porém, pode ser necessário interromper a gravidez. Surge normalmente durante a gestação, mas também pode acontecer no pós-parto.
A gestante que apresentar sinais e sintomas da Síndrome HELLP deve consultar imediatamente o obstetra ou ir ao pronto-socorro, principalmente se sofrer de pré-eclâmpsia, diabetes, lúpus ou problemas no coração ou nos rins.
Para trata-la, é necessário que a grávida fique internada no hospital, para que o obstetra possa avaliar constantemente a evolução da gravidez.
👉O tratamento para a Síndrome HELLP irá depender do tempo gestacional, sendo que é frequente o parto precoce para evitar complicações graves, até a morte da gestante e o sofrimento do feto. Por isso, se estiver grávida, faça o acompanhamento pré-natal.

Repost .ouriques A doença hipertensiva da gestação é a principal causa de morbidade e mortalidade materna e perinatal em...
09/04/2020

Repost .ouriques
A doença hipertensiva da gestação é a principal causa de morbidade e mortalidade materna e perinatal em todo o mundo.
A sua classificação inclui:
✅hipertensão crônica- quando a gestante já é hipertensa previamente ou o diagnóstico feito antes de 20semanas de gestação. ✅hipertensão gestacional - pressão arterial maior que 140/90mmHg diagnosticado após a 20semana de gestação. Nesse caso não há proteinúria ou lesão de órgãos alvos.
✅pré-eclâmpsia superposta a hipertensão- quando a gestante hipertensa desenvolve proteinúria após a 20semana.
✅ Pré-eclâmpsia - PA maior que 140/90mmHg com proteinúria e/ou lesão de órgãos alvos. (Farei post detalhados sobre isso)
✅ eclampsia - presença de convulsão nas gestantes com pré-eclâmpsia ou hipertensão.
A hipertensão na gravidez pode induzir alterações metabólicas e vasculares a longo prazo, associadas ao aumento do risco cardiovascular. Mulheres com PE têm 4 vezes mais chances de desenvolver HA crônica e quase duas vezes maior risco de doença arterial coronariana, AVC e tromboembolismo venoso num intervalo de tempo de até 14 anos após a gestação considerada. As pacientes que fazem PE precoce são as de maior risco. .
Portanto, mulheres que desenvolvem PE devem ter seu perfil de risco cardiovascular avaliado depois de 6 meses do parto e iniciar com medidas preventivas eficazes com a maior precocidade possível.

São muitas as incertezas impostas pelo coronavírus e pela quarentena. Provocada em como atravessar esse momento junto co...
01/04/2020

São muitas as incertezas impostas pelo coronavírus e pela quarentena. Provocada em como atravessar esse momento junto com as gestantes e famílias e torná-lo mais leve compartilho minhas contribuições.

O isolamento social nos convida a olhar para dentro de nós mesmos.
Para fazer isso é preciso silenciar, refletir, conectar com nossos medos, angústias, mas sobretudo com nossos desejos.

Medite! Desacelere e pergunte a si mesmo o que é importante. Repense o que valoriza e decida o que é necessário no momento.

Fortaleça-se! Busque uma alimentação saudável e rica em nutrientes. Movimente seu corpo com atividade física leve, dance e sinta prazer. Leia, estude e informe-se em fontes seguras.

Perdoe! Aceite seu erros e tenha coragem para prosseguir. Se for possível resolva as questões relacionais e emocionais pendentes. Busque apoio profissional se precisar.

Cuide-se! Afaste-se do que não te faz bem. Conecte-se com sua rede de apoio, se ainda não tem foque em construí-la. Priorize você mesma e tire um tempo para fazer algo para si.

Invista! Aposte em você e construa o caminho para realização dos seus sonhos. Aprenda como fazer, dedique esforços e se necessário recomece até alcançar a satisfação.

Conte aí o que você tem feito para sua quarentena ser mais leve?

Crédito foto: Dina Studio Photography

26/03/2020

A Minas de Doulas - Associação de Doulas de Minas Gerais, após debate entre as associadas, vem, por meio desta nota, expor algumas questões que surgiram mediante o cenário da pandemia Coronavírus/COVID-19. Sem dúvida, a epidemia mundial impactou, diretamente, em nosso ofício no que tange a assistência prestada às mulheres gestantes, e de forma indireta às suas famílias. Fomos afetadas na nossa condição de doulas e, portanto, trabalhadoras, mas também na posição de mulheres, que, cada dia mais, vislumbravam o seu direito, de serem assistidas por uma profissional da doulagem em seu trabalho de parto, ser garantido em vários municípios mineiros. Enquanto doulas estamos atuando diretamente em postos de trabalho visando a assistência das usuárias em matéria de saúde. Cenários como o atual evidenciam a precarização das nossas condições de trabalho, quando elas são vistas como parte acessória ou separada da política de humanização, ou através dos serviços mal remunerados, e, da própria rotina doméstica que muitas vezes se soma às nossas demandas profissionais.

Dessa forma, gostaríamos, primeiramente, de contemplar e acolher todas as Doulas de Minas Gerais. Ressaltamos que, mesmo diante da instabilidade e privação do acesso às maternidades, nos manteremos unidas fortalecendo nossa profissão, repensando possibilidades de atendimento, geração de renda e fonte do nosso sustento. Solicitamos que as profissionais de Minas Gerais afetadas pela crise, que se delineia, entrem em contato conosco para que tenhamos dimensão do problema e possamos pensar juntas em alternativas a ele.

Nos EUA, em 11 de março de 2020, a Associação de Saúde da Mulher, Obstétrica e Neonatal (AWHONN) [1] emitiu uma declaração pública em apoio a presença das doulas no trabalho de parto durante a pandemia do COVID-19. A declaração diz: “À medida que as informações em torno da pandemia do COVID-19 continuam a surgir, também surgem preocupações entre as doulas. Doulas não são visitantes e não devem ser impedidas de cuidar de pacientes no período pré-parto, intraparto e pós-parto. A maioria das doulas foi contratada por pacientes semanas a meses antes e estabeleceu relações com os prestadores. Eles são reconhecidos pela AWHONN e pelo ACOG (Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas) como pessoal essencial e parte da equipe de assistência à maternidade.”

Mesmo diante de evidências científicas sobre os benefícios da atuação da doula na qualidade da experiência do trabalho de parto, a restrição do nosso acesso foi uma das primeiras decisões tomadas por algumas maternidades do estado de Minas Gerais. Nos preocupa, especialmente naqueles municípios em que o acesso da doula é previsto em lei, que tal iniciativa tenha sido feita sem construir algum diálogo no sentido de avaliar as alternativas para que o direito das mulheres à melhor assistência em saúde fosse preservado. Entretanto, temos ciência que tais medidas foram tomadas e justificadas por um caráter de urgência. Entendemos que a diminuição do número de pessoas em ambiente hospitalar é uma providência razoável para evitar a disseminação do vírus. Inclusive, nesse sentido, reiteramos a necessidade de pensarmos a alternativa do parto domiciliar, bem como a criação e a abertura das casas de parto em nosso estado, uma vez que a maioria das instituições não têm exclusividade no atendimento à gestantes, puérperas e recém- nascidos. Adicionalmente, relembramos a importância de discutirmos o papel da enfermagem obstétrica na condução independente dos partos de risco habitual, para que as e os profissionais da medicina possam se concentrar nos atendimentos de maior complexidade, diminuindo, dessa forma, o número de pessoas desnecessárias ou mal alocadas circulando nos corredores das maternidades e aumentando a eficiência e a qualidade dos atendimentos prestados.

Gostaríamos de ressaltar nossa preocupação com: as doulas que pertencem aos grupos de risco e fazem parte do quadro de trabalhadores das instituições pelo estado, solicitamos que elas sejam afastadas e continuem a receber seu salário e tenham suas garantias trabalhistas resguardadas; as doulas voluntárias que atuam nas maternidades do estado e fazem parte do grupo de risco, pedimos que sejam também afastadas e que tenham garantia de retorno assim que a pandemia se normalize; as doulas autônomas que desejam seguir com seus atendimentos, instamos que o façam pautadas nas atualizações que disponibilizamos aqui, na página da Minas de Doulas, respeitando sempre as normas e protocolos das instituições, como a maioria de nós já tem feito.

Pedimos às famílias que contrataram doulas que busquem, via diálogo com a profissional ou a equipe contratada, uma maneira de adaptar o contrato de maneira que ele seja honrado beneficiando ambas as partes. Solicitamos isso tendo em vista os benefícios do acompanhamento por doula comprovados pela ciência e considerando que muitas profissionais tiram todo o seu sustento da prática da doulagem, assim como as diaristas e outras profissionais liberais.

Adicionalmente, nos dispomos a dialogar com outros órgãos da nossa categoria, com as instituições de saúde e com os governos do estado e municípios de modo a construir o avanço da presença das Doulas como parte integrante da equipe multidisciplinar que presta assistência à mulher no ciclo gravídico-puerperal, garantindo, dessa forma, o cumprimento do direito humano de acesso a melhor assistência em saúde e também das leis municipais vigentes em Minas Gerais.

Por fim, deixamos aqui o nosso abraço virtual a todas as Doulas mineiras, no mais profundo desejo de que essa situação se solucione o mais rápido possível para que possamos juntas solidificar a importância da doula por todos os cantos de Minas e do Brasil.

[1] Link da nota da AWHONN: https://web.facebook.com/AWHONN/photos/a.440709733800/10157817317008801/?type=3&theater

Mulher informada não vai ao posto/maternidade/hospital sem necessidade. Somos Doulas e nosso papel é promover informação...
25/03/2020

Mulher informada não vai ao posto/maternidade/hospital sem necessidade. Somos Doulas e nosso papel é promover informação de qualidade.
É questão de saúde pública que o maior número possível de mulheres entendam o processo do parto e amamentação e se sintam seguras. Marque suas amigas grávidas ou que amamentam. Amanhã às 18h mais de 50 doulas de todo Brasil farão lives!

Leiam e cuidemos umas das outras!
22/03/2020

Leiam e cuidemos umas das outras!

Como ficam as doulas em tempo de Pandemias?

Estamos compartilhando aqui na nossa página uma material produzido pela DONA International, e adaptado, pela Fenadoulas Brasil, que explica a COVID-19 e dá orientações para as profissionais da doulagem.

A Minas de Doulas concorda com a cartilha e, em breve, soltará uma mensagem às suas associadas e à sociedade em geral voltada ao nosso contexto mineiro. Fiquem atentas!

🧐 Busque informações em fontes confiáveis.💦🤲 🤳Siga as recomendações para prevenção do contágio e conforte as pessoas à d...
19/03/2020

🧐 Busque informações em fontes confiáveis.
💦🤲 🤳Siga as recomendações para prevenção do contágio e conforte as pessoas à distância durante o isolamento.
👵🧓🤰🤱🤒🤕A adesão ao isolamento social é uma estratégia acima de tudo de preservação da vida de pessoas com a saúde mais vulnerável. Não visite idosos, recém nascidos e pessoas com doenças crônicas.
🤧 Adote medidas de higiene das mãos/rosto e etiqueta respiratória ao tossir/espirrar.
🌬🏠 Realize a limpeza e desinfecção de objetos/ambientes e mantenha o local bem ventilado.
🧘‍♀️👨‍💻👩‍🏫👨‍🎨💃🏋️‍♂️🎮 Mantenha a atitude positiva e uma rotina saudável. Converse pelas mídias sociais e realize atividades que lhe dão prazer sem sair de casa.
🤳🚑😷 Em caso de sintomas siga as instruções da vigilância sanitária.
Imagens:

A cirurgia cesariana é um procedimento que deve ser realizado por indicação médica para preservar a vida da mãe e do beb...
02/03/2020

A cirurgia cesariana é um procedimento que deve ser realizado por indicação médica para preservar a vida da mãe e do bebê.
Ela deve ser agendada após 39 semanas de gestação, salvo em situações de emergência obstétrica.
Há indicação absoluta de cesárea quando: 1) a placenta está prévia, parcial ou total sob o colo do útero, 2) o bebê está posicionado transversalmente durante o trabalho de parto, 3) o cordão umbilical sai do útero antes do feto, com dilatação incompleta, 4) os vasos sanguíneos do cordão rompem causando sangramento intenso, antes ou durante o trabalho de parto, 5) a placenta desprende do útero fora do período expulsivo, 6) herpes ge***al com lesão ativa durante o trabalho de parto.
Há outras situações em que a indicação da cesárea é relativa, diagnosticáveis ao longo do trabalho de parto com dilatação e contrações adequadas, conforme a experiência da equipe, viabilidade de outras manobras e intervenções, relacionadas às condições de saúde da mãe e do bebê antes ou durante o trabalho de parto.
O Brasil apresenta alta taxa de cesariana, muito acima do recomendado pela OMS. Obstetrizes e doulas contribuem para a redução de cesárea criando condições mais favoráveis para o parto em uma atuação que une técnica e prática.
Já passou pelo procedimento? Conte como foi antes, durante e depois da cirurgia.
Quer evitar uma cesárea desnecessária? Veja nas imagens as dicas da Parto do Princípio e contrate uma doula.

   O diagnóstico de hipotireoidismo gestacional consiste no aumento da liberação do hormônio TSH, sem história prévia, c...
28/02/2020


O diagnóstico de hipotireoidismo gestacional consiste no aumento da liberação do hormônio TSH, sem história prévia, com valores acima de 2,5 (no 1º trim) e 3,0 (2º e 3º trim), de maneira assintomática. Ou seja, só se descobre via exames laboratoriais e, em grande parte dos casos, pode ser observado já no 1º trim da gestação.

Nesse caso, a gestante é orientada a procurar também o endocrinologista, que irá examiná-la, solicitar outros exames lab (se necessário) e acompanhá-la adequadamente. O endócrino irá avaliar mensalmente no 1º trim, a fim de checar se a dose da reposição está adequada e, posteriormente, uma vez a cada trimestre. A equipe multidisciplinar é recomendável e ideal para tratamento de hipotireoidismo gestacional, porém o próprio GO ou o médico de família estão aptos a conduzir os casos.

Ainda que seja classificada como de alto risco, o tratamento e acompanhamento são relativamente simples e não pressupõem condutas diferentes com relação ao parto. Ou seja, não há indicação de interrupção da gestação por indução e menos ainda indica cesariana. É recomendado aguardar o TP espontâneo, a ser conduzido de maneira habitual.

O cuidado que se deve ter é justamente o de manter a doença sob controle, do contrário, existe o risco de abortamento, prematuridade, pré eclampsia, baixo peso no bebê, prejuízo no desenvolvimento intelectual e psicomotor no feto, hipotireoidismo congênito, hemorragia pós-parto etc. A mulher também tem maior risco de se manter hipotireoidea após a gestação ou ainda desenvolver novamente o quadro em uma próxima. Há, ainda, risco aumentado de desenvolvimento de diabetes tipo 2 no futuro.

Após o parto, suspende-se a medicação e reavalia-se a função hormonal entre 6 semanas a 3 meses após o nascimento. Caso permaneça hipotireoidea, deverá ser feita nova avaliação e ajuste de medicação.

Pra isso (e mais um monte de coisa!) que serve um bom pré-natal. 😉

Texto

  A resposta é: .SIM!🎉 Grávidas também podem curtir o carnaval! Mas sugiro tomar alguns cuidados para prezar sua saúde e...
21/02/2020



A resposta é: .
SIM!
🎉 Grávidas também podem curtir o carnaval! Mas sugiro tomar alguns cuidados para prezar sua saúde e a do bebê!.
🤰 ⚠️Aprenda a respeitar o limite do seu corpo: observe os sinais de cansaço;
👗Opte por roupas e sapatos confortáveis;
☀️Cuidado com os horários de exposição solar e lembre-se do protetor solar;
🚻Verifique se o local terá banheiro de fácil acesso: lembrando que no primeiro e terceiro trimestre a visita ao banheiro será mais frequente;
💦 Levar água e manter-se hidratada;
🍟🍔Atenção redobrada ao consumir alimentos fora de casa: melhor solução é levar ou retornar para consumo seguro🍇🍉🍏;
🎭Escolher lugar mais tranquilo e com pouco tumulto, principalmente quando a barriga já estiver visível;
💃🏻Se estiver com 37 semanas ou mais: aproveite para “ativar seu corpo” e informe-se sobre a maternidade mais próxima e rotas alternativas, caso precise;
📦 Evitar locais fechados e aglomerados: pode ocorrer mal estar e até queda de pressão devido calor excessivo!
😷Cuidados com sprays, fumaça, tinta e outros produtos químicos;
❌NÃO INGERIR BEBIDA ALCOÓLICA!
💕
Aproveite o carnaval com segurança! .
Com carinho: Doula Grazi! 💕

Foto:
Gestante:

Marca aí a gestante que merece esse cuidado. 🧡
07/02/2020

Marca aí a gestante que merece esse cuidado. 🧡

Endereço

Belo Horizonte, MG
31550-300

Telefone

31998531880

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