Psicóloga Thaísa Madeira

Psicóloga Thaísa Madeira Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Thaísa Madeira, Psicoterapeuta, Praça da Liberdade, 10, Funcionários, Belo Horizonte.

Facilitando o reconhecimento de suas potências e construindo pontes saudáveis nas relações. 🌻
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🎓 Universidade de São Paulo

Sou psicóloga clínica, com orientação fenomenológica-existencial.Meu trabalho parte da compreensão de que a clínica é, a...
12/01/2026

Sou psicóloga clínica, com orientação fenomenológica-existencial.
Meu trabalho parte da compreensão de que a clínica é, antes de tudo, um encontro com a experiência vivida, com o tempo de cada história e com as possibilidades que ainda podem se abrir.

Na prática clínica, sustento uma escuta atenta ao modo singular de cada pessoa existir no mundo, sem apressar processos ou reduzir o sofrimento a explicações prontas. Acredito em uma clínica construída com presença, cuidado e responsabilidade ética.

Atendo pessoas que buscam um espaço para falar de si com honestidade, no seu próprio tempo, e com respeito àquilo que se mostra ao longo do processo.

📍 Atendimentos online e presenciais
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Fui nessa exposição da Stela Barbieri na Casa Fiat Cultura, em Belo Horizonte, e a experiência é muito interessante. Com...
08/01/2026

Fui nessa exposição da Stela Barbieri na Casa Fiat Cultura, em Belo Horizonte, e a experiência é muito interessante. Como psicóloga fenomenológica-existencial, gostei muito da forma como as perguntas atravessam o percurso expositivo: elas não pedem respostas prontas, mas convocam um retorno à experiência, ao modo como cada um se afeta, sente e se percebe ali.

São perguntas que suspendem o automático, abrem frestas de sentido e nos colocam diante de nós mesmos, muito mais como presença do que como explicação. Saí com a sensação de que algumas questões não querem ser resolvidas, mas habitadas. E talvez seja exatamente isso que tanto a arte quanto a clínica, em seus encontros mais vivos, nos oferecem.

Deixo, então, uma pergunta que também atravessa o trabalho clínico:
o que em mim pede tempo, em um mundo que insiste em pressa?

Na clínica, muitas vezes, o cuidado começa justamente aí, quando existe espaço para sustentar a pergunta, sem a pressa de respondê-la.

Thaísa Madeira
Psicóloga clínica • CRP 06/149888

Se você sente que algumas perguntas pedem um espaço de escuta e cuidado, estou à disposição.




Fui nessa exposição da Stela Barbieri na Casa Fiat Cultura, em Belo Horizonte, e a experiência é muito interessante. Com...
08/01/2026

Fui nessa exposição da Stela Barbieri na Casa Fiat Cultura, em Belo Horizonte, e a experiência é muito interessante. Como psicóloga fenomenológica-existencial, gostei muito da forma como as perguntas atravessam o percurso expositivo: elas não pedem respostas prontas, mas convocam um retorno à experiência, ao modo como cada um se afeta, sente e se percebe ali.

São perguntas que suspendem o automático, abrem frestas de sentido e nos colocam diante de nós mesmos, muito mais como presença do que como explicação. Saí com a sensação de que algumas questões não querem ser resolvidas, mas habitadas. E talvez seja exatamente isso que tanto a arte quanto a clínica, em seus encontros mais vivos, nos oferecem.

Deixo, então, uma pergunta que também atravessa o trabalho clínico:
o que em mim pede tempo, em um mundo que insiste em pressa?

Na clínica, muitas vezes, o cuidado começa justamente aí, quando existe espaço para sustentar a pergunta, sem a pressa de respondê-la.

Thaísa Madeira
Psicóloga clínica · CRP 06/149888

Se você sente que algumas perguntas pedem um espaço de escuta e cuidado,
estou à disposição.





Talvez o Natal não seja difícil por causa da data.Mas porque ele evidencia o que falta.Quem não está.O que não se repete...
24/12/2025

Talvez o Natal não seja difícil por causa da data.
Mas porque ele evidencia o que falta.

Quem não está.
O que não se repete.
O lugar que ficou vazio e segue fazendo sentido.

E aí surge um incômodo que muita gente tenta calar:
“por que isso ainda me afeta?”

A fenomenologia nos lembra:
não existe afeto fora de história.
Se dói, é porque houve vínculo.
Se entristece, é porque algo foi vivido de verdade.

Talvez o cuidado, neste Natal,
não seja tentar substituir a ausência por distração,
mas reconhecer o que ela revela sobre você.

O que essa falta diz do que foi importante?
O que ela pede hoje: silêncio, recolhimento, companhia?

Nem sempre é sobre melhorar.
Às vezes é só sobre não se abandonar enquanto sente.







Compilado aleatório de fotos e vídeos de novembro.  A vida acontece entre o que a gente registra e o que escapa da câmer...
30/11/2025

Compilado aleatório de fotos e vídeos de novembro.
A vida acontece entre o que a gente registra e o que escapa da câmera, mas ainda assim faz morada na gente.

Tenho pensado muito sobre como, na correria, a gente vai passando por lugares, pessoas, pequenos detalhes… e nem sempre percebe na hora o quanto tudo isso nos atravessa.
E é nas pausas — mesmo as pequenas — que a gente finalmente sente: o que tocou, o que cansou, o que moveu.
No consultório e na vida, vejo o quanto esses intervalos contam histórias que não aparecem nas fotos, mas dizem tanto sobre nós.

Que dezembro venha com mais dessas pausas que acolhem, dos silêncios que acalmam e dos momentos que não precisam ser perfeitos para serem preciosos.

A gente cresce e, aos poucos, vai esquecendo de sonhar.Na infância, os sonhos são cheios de cores e possibilidades. A ge...
10/11/2025

A gente cresce e, aos poucos, vai esquecendo de sonhar.
Na infância, os sonhos são cheios de cores e possibilidades. A gente escuta as histórias das crianças e se encanta com o que nasce da imaginação delas. Mas, na vida adulta, o sonho parece perder espaço. As obrigações tomam o tempo, o trabalho se mistura aos dias, e até o descanso precisa ser programado.

Emprestei um livro para o meu namorado e, dentro dele, encontrei um post-it que escrevi há algum tempo:
“Trabalhar é importante.
Mas descansar, brincar e não precisar ser produtivo também são.
Meu valor não está ligado à minha produtividade, e sim à minha existência.”

Na clínica, vejo com frequência esse movimento de busca, uma tentativa de entender o sentido da própria vida, como se existisse uma resposta universal capaz de nos sustentar. Mas o olhar para dentro é o que dá forma àquilo que realmente somos.

A poesia é, pra mim, um lembrete disso.
Cora Coralina sempre me lembra que a simplicidade não está em ter, mas em ser.
Em reconhecer o que é genuíno, em permitir-se sentir, sonhar e existir sem pressa.

Que a gente se lembre mais vezes daquilo que nos faz felizes. 🌿

A terapia é desconfortável porque não oferece atalhos.E talvez a vida também não.Outubro foi um pouco disso, atravessame...
31/10/2025

A terapia é desconfortável porque não oferece atalhos.
E talvez a vida também não.

Outubro foi um pouco disso, atravessamentos, silêncios, tentativas.
E no meio disso tudo, um vídeo aleatório de uma batata
que parecia perfeita por fora, mas estava toda podre por dentro.

Talvez a gente também seja um pouco assim às vezes,
aparentemente bem, mas com partes que ainda precisam de cuidado.

Hoje é Dia do Psicólogo.São 7 anos desde a minha formação, e celebrar essa data sempre me faz pensar no compromisso com ...
27/08/2025

Hoje é Dia do Psicólogo.
São 7 anos desde a minha formação, e celebrar essa data sempre me faz pensar no compromisso com a escuta que essa profissão exige. Tenho vivido cada vez mais a experiência de que ser psicóloga é, também, ocupar um lugar de luta.

Uma luta por uma psicologia ética, que não estigmatize, mas que acolha, considerando as diferentes formas de expressão e de ser no mundo. Ser psicóloga é uma escolha diária. E não é uma escolha simples. Muitas vezes, quando alguém descobre minha profissão, ouço perguntas como: “mas como você consegue ouvir tantas histórias sem se afetar?” A resposta é que eu me afeto, sim. Porque ouvir o sofrimento do outro me atravessa. Mas é justamente nesse atravessamento que encontro sentido: na possibilidade de criar um espaço de cuidado e reflexão, onde também há lugar para o abraço que se dá através do acolhimento.

Fazer clínica é também um ato político. Porque aquilo que chega até nós carrega marcas de preconceitos sociais, desigualdades e dores coletivas. Ainda hoje, a psicologia é vista, por muitos, com estigma: “psicólogo é coisa de louco.” Essa visão, infelizmente, faz com que muitas pessoas prolonguem seu sofrimento antes de buscar ajuda.

Mas a psicologia é, sobretudo, um convite: olhar para si, para a própria subjetividade e individualidade, encontrando novas formas de pensar e se relacionar. É quando o paciente consegue se mover além das descrições dadas pelo mundo e amplia a narrativa sobre a própria vida.

Lembro aqui de Kierkegaard:
“Aventurar-se causa ansiedade, mas não se arriscar é perder a si mesmo. E aventurar-se, no sentido mais elevado, é precisamente tomar consciência de si próprio.”

Hoje, posso dizer que sou muito feliz pela escolha que fiz e que refaço todos os dias. Feliz pelos encontros, pelas trocas e pelos aprendizados que essa profissão me oferece e por tudo aquilo que ela me possibilita ser junto com o outro.

Participei do grupo de estudos hoje e fiquei aqui ainda pensando sobre uma das questões que discutimos, que por sinal va...
20/08/2025

Participei do grupo de estudos hoje e fiquei aqui ainda pensando sobre uma das questões que discutimos, que por sinal vai de encontro com algo que trouxe também em uma supervisão clínica: a cura.

Muitos pacientes chegam à terapia com a expectativa de uma cura que funcione como remediação para o sofrimento. Como se o processo fosse capaz de apagar ou blindar a existência das dores. Mas a terapia não é um remédio.

Na clínica, percebo que iniciar um processo terapêutico não blinda o sentido. O sofrimento não desaparece por completo, mas pode ganhar novos contornos. Nem sempre o nosso sentido, que é próprio, se articula de forma imediata com o do mundo. Muitas vezes há ruídos, desencontros, estranhamentos.

Talvez o que chamamos de cura não esteja em “não sofrer mais”, mas em encontrar modos de estar no mundo apesar do sofrimento. Em poder se reconciliar com a própria história e, a partir dela, criar novas possibilidades de viver.


O caminho já percorrido não resolve o futuro.Mas ele carrega marcas, escolhas, silêncios,e partes suas que talvez ainda ...
23/06/2025

O caminho já percorrido não resolve o futuro.
Mas ele carrega marcas, escolhas, silêncios,
e partes suas que talvez ainda estejam vivas mesmo que esquecidas.

Esse post é sobre isso.
Sobre o que te formou. Sobre o que ainda pulsa.
Sobre o que pode estar pedindo pra ser olhado, sem pressa.

Se alguma parte sua se reconheceu aqui,
que esse espaço te acolha também. ♥️










O início do ano é sempre um convite para olhar para dentro. Seja você alguém que deu uma pausa ou que seguiu numa rotina...
06/01/2025

O início do ano é sempre um convite para olhar para dentro. Seja você alguém que deu uma pausa ou que seguiu numa rotina intensa, esse momento nos convida a refletir e ressignificar.

Essas frases podem trazer algo que você já sabe, mas que talvez precise relembrar. Nem sempre é sobre buscar o novo, mas também sobre honrar os aprendizados que já carregamos e resgatá-los quando necessário.

Que 2025 seja um ano de escolhas conscientes, de deixar o que não faz mais sentido e de carregar consigo apenas o que realmente importa.

Com carinho,
Thaísa ♥️

CRP 06/149888

Se precisar de mais ajustes, estou à disposição!

A gente enverga, mas não quebra. Essa é a última semana do ano, e 2024 também me ensinou a ser flexível diante de tantos...
23/12/2024

A gente enverga, mas não quebra. Essa é a última semana do ano, e 2024 também me ensinou a ser flexível diante de tantos desafios. Entre erros e acertos, fui quem consegui ser, aprendendo e me transformando ao longo do caminho.

Sou grata por ter acompanhado tantas histórias este ano, por testemunhar mudanças, mesmo na repetição a sempre uma forma diferente de contar a mesma história e a mim me foram confidenciadas muitas vivências.

A mudança no calendário nos lembra o fluxo inevitável da vida. O tempo sempre pede passagem. Que 2025 nos traga a coragem de nos libertarmos das expectativas alheias, porque cada um só pode oferecer aquilo que carrega dentro de si.

Que possamos nos despir do peso de “ser para o outro” e escolher ser inteiras, acima de tudo, para nós mesmas. 🍀🌻

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30140-000

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