Rívia Lamaita Ginecologia Reprodutiva

Rívia Lamaita Ginecologia Reprodutiva Dra. Rívia Lamaita é médica ginecologista, obstetra e coordenadora do Centro de Reprodução Humana da Rede Mater Dei de Saúde, em Belo Horizonte.

QUANDO PROCURAR UM ESPECIALISTA EM REPRODUÇÃO HUMANA?Está cada vez mais comum, casais passarem por dificuldades para eng...
15/03/2019

QUANDO PROCURAR UM ESPECIALISTA EM REPRODUÇÃO HUMANA?

Está cada vez mais comum, casais passarem por dificuldades para engravidar. Mas, será que todos precisam passar por uma avaliação com um especialista em reprodução humana?

Para esclarecer de vez a questão, preparamos este conteúdo, para explicar quando é indicado procurar um especialista em reprodução humana para avaliar se há algo de errado com o casal?

1- Tempo e idade

A chance de um casal jovem (mulher com menos de 35 anos) engravidar é em torno de 20%. Após um ano, a possibilidade de este casal alcançar a gravidez chega a 85%. Portanto, o período de até um ano é considerado normal. Caso não ocorra a gravidez em 1 ano, é hora de procurar um especialista em reprodução humana para a realização de exames investigativos.

Para mulheres acima dos 35 anos, esse tempo de espera deve ser menor. Indicam-se 6 meses de tentativa antes de recorrer a um especialista. Quanto maior a idade da mulher, menores as chances de engravidar.

2- Irregularidade menstrual

A irregularidade menstrual relaciona-se a distúrbios na ovulação: síndrome dos ovários polimicrocísticos, alterações hormonais da tireoide e da prolactina, podem causar infertilidade.
Se o ciclo menstrual é muito irregular – atrasos significativos, com longos períodos sem menstruar ou um intervalo muito curto entre as menstruações muito curto é hora de procurar um especialista em reprodução humana.

3- Endometriose

A endometriose é uma doença que pode estar associada à infertilidade. Quando existe suspeita de endometriose – cólicas menstruais muito fortes, que pioram com o tempo, dor nas relações se***is, dor na evacuação durante a menstruação – deve-se consultar um ginecologista.

Saiba mais em www.rivialamaita.com.br/quando-procurar-um-especialista-em-reproducao-humana/

Sou Rívia Lamaita, médica especialista em ginecologia reprodutiva, com doutorado em ginecologia, obstetrícia e mastologia. Também atuo como professora da UFMG e chefe do Departamento de Reprodução Humana da Rede de Saúde Mater Dei.

Caso precise de ajuda profissional, entre em contato e agende sua consulta: (31) 3274-0165.

EXISTE INFERTILIDADE MASCULINA?Apesar de alguns homens não aceitarem bem a verdade, a infertilidade masculina existe sim...
15/03/2019

EXISTE INFERTILIDADE MASCULINA?

Apesar de alguns homens não aceitarem bem a verdade, a infertilidade masculina existe sim. Tem, inclusive, a mesma taxa que a infertilidade feminina: 35%. E, em 20% das vezes, as causas estão associadas.

A infertilidade é caracterizada quando um casal tenta engravidar, por 12 meses, sem sucesso. Neste caso, um médico especialista em reprodução humana deve ser consultado e a investigação das causas deve sempre envolver o casal, e não apenas um parceiro isolado.

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS?

A varicocele – dilatação nas veias sanguíneas que abastecem os testículos – é responsável por quase 40% dos casos de infertilidade masculina.

A obstrução de ductos ejaculatórios – responsável por aproximadamente 20% dos casos de infertilidade masculina – é uma anomalia que pode ser definida como congênita ou adquirida e causa uma baixa na quantidade de espermatozoides, levando, em alguns casos, até a ausência destes

A insuficiência testicular – caracterizada pela baixa produção dos espermatozoides, ou ainda, uma deficiência na maturação espermática – é outra causa importante que pode estar presente em quase 16% dos homens inférteis.

A infertilidade masculina ainda pode ter como causa outros distúrbios se***is: anejaculação, disfunção erétil e a ejaculação retrógrada ou a precoce – além de apresentar causas de origem imunológica ou endócrina. Dos homens com alterações no espermograma, quase 23% não apresentarão nenhuma causa aparente para a infertilidade.

Existem também as causas ambientais: grande exposição a pesticidas, calor (sauna frequente), radiação, metais pesados (chumbo ou mercúrio) e, inclusive, dieta pobre em vitaminas (falta de selênio, folato, zinco e vitamina E).

O uso prolongado de certos medicamentos também pode afetar a produção de espermatozoides: inibidores de canal de cálcio, antidepressivos, finasterida, quimioterápicos, hormônios e anabolizantes.

Saiba mais sobre infertilidade masculina em http://www.rivialamaita.com.br/infertilidade-masculina/

Sou Rívia Lamaita, médica especialista em ginecologia reprodutiva, com doutorado em ginecologia, obstetrícia e mastologia. Também atuo como professora da UFMG e chefe do Departamento de Reprodução Humana da Rede de Saúde Mater Dei.

Caso precise de ajuda profissional, entre em contato e agende sua consulta: (31) 3274-0165.

SERÁ VERDADE? MITOS DA REPRODUÇÃO HUMANAPor se tratar de sexualidade, não são poucos os mitos da reprodução humana. O as...
15/03/2019

SERÁ VERDADE? MITOS DA REPRODUÇÃO HUMANA

Por se tratar de sexualidade, não são poucos os mitos da reprodução humana. O assunto é recorrente em rodas de casais, o que pode levar a incertezas e crendices.

Por isso, preparamos este interessante conteúdo, esclarecendo, de vez, os mitos da reprodução humana. Confira abaixo.

1- Todo casal que tem relação sexual no período fértil engravida?

Não. 20% é a chance de um casal saudável, que tenha relações se***is, engravidar em um ciclo menstrual. Após 1 ano de tentativas, a taxa aumenta para 85%. Essas taxas valem para mulheres com menos de 35 anos. Após essa idade, a chance de gravidez diminui progressivamente, podendo chegar a menos que 5% ao mês para mulheres acima dos 42 anos.

2- Para engravidar, preciso ter relação sexual todos os dias?

Não. Ter relações se***is em dias alternados, durante o período fértil, é o suficiente para engravidar, uma vez que os espermatozoides sobrevivem no organismo da mulher por cerca de 36 a 72 h.

3- O uso prolongado da pílula contraceptiva causa infertilidade?

Não. Quando suspenso o uso da pílula, no próximo ciclo menstrual, a mulher já poderá engravidar.

Veja outros mitos em nosso site www.rivialamaita.com.br

Sou Rívia Lamaita, médica especialista em ginecologia reprodutiva, com doutorado em ginecologia, obstetrícia e mastologia. Também atuo como professora da UFMG e chefe do Departamento de Reprodução Humana da Rede de Saúde Mater Dei.

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