Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia-Regional Minas Gerais

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16/02/2026

🎉 Folia, mudança de rotina e metabolismo: seu corpo percebe tudo.

Durante o Carnaval, é comum dormir menos, se alimentar em horários diferentes e consumir mais álcool. Essas mudanças, embora pareçam pontuais, já são suficientes para alterar temporariamente a dinâmica hormonal do organismo.

O aumento do estresse físico, a variação da glicose, a sobrecarga hepática e a desidratação fazem parte dessa resposta adaptativa do corpo. Em pessoas com doenças metabólicas, esses efeitos podem ser ainda mais relevantes.

A questão não é deixar de aproveitar, mas compreender que o organismo responde aos excessos e que pequenas atitudes de cuidado reduzem riscos.

Informação também é prevenção. Cuide-se! 😉

O Carnaval é um período de mudança de rotina, calor intenso e, para muitos, maior consumo de álcool e privação de sono. ...
14/02/2026

O Carnaval é um período de mudança de rotina, calor intenso e, para muitos, maior consumo de álcool e privação de sono. Esses fatores podem impactar diretamente a saúde metabólica e cardiovascular.

Manter hidratação adequada, não interromper medicamentos de uso contínuo, evitar excessos e respeitar os próprios limites são medidas simples que reduzem riscos e preservam o equilíbrio do organismo.

A endocrinologia reforça: aproveitar é importante, mas cuidar da saúde também. 😉

O atraso no diagnóstico é uma realidade para muitas pessoas com doenças raras. Isso acontece porque, na maioria das veze...
09/02/2026

O atraso no diagnóstico é uma realidade para muitas pessoas com doenças raras. Isso acontece porque, na maioria das vezes, os sintomas são inespecíficos, evoluem de forma lenta e se confundem com doenças mais comuns, o que dificulta a suspeita inicial.

➡️ Além disso, muitas doenças raras exigem investigação especializada, exames específicos e acompanhamento multidisciplinar, nem sempre disponíveis de forma imediata. A falta de familiaridade com essas condições também contribui para que sinais importantes passem despercebidos.

Ampliar o conhecimento, fortalecer a suspeita clínica e integrar diferentes áreas da saúde são passos essenciais para reduzir o tempo até o diagnóstico e melhorar o cuidado desses pacientes.

🔎 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença rara é aquela que afeta até 65 pessoas a cada 100 mil, o que ...
06/02/2026

🔎 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença rara é aquela que afeta até 65 pessoas a cada 100 mil, o que equivale a cerca de 1,3 para cada 2 mil pessoas. Apesar dessa definição, essas condições, somadas, têm grande impacto populacional.

Estima-se que as doenças raras acometam cerca de 8% da população, totalizando aproximadamente 8 mil doenças raras descritas no mundo. Mais da metade dos pacientes são crianças, o que reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento precoce.

🇧🇷 No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas convivem com alguma doença rara.

Falar sobre doenças raras é essencial para ampliar a conscientização, reduzir atrasos diagnósticos e qualificar o cuidado em saúde, especialmente nas condições de origem endócrina e metabólica.

O símbolo das Doenças Raras, representado por mãos coloridas, carrega um significado que vai além da imagem. Ele simboli...
05/02/2026

O símbolo das Doenças Raras, representado por mãos coloridas, carrega um significado que vai além da imagem. Ele simboliza diversidade, união e a necessidade de cuidado compartilhado entre pacientes, famílias, profissionais de saúde e a sociedade. 👐

Cada cor representa a singularidade dessas condições e das pessoas que convivem com elas, reforçando que, embora individualmente raras, essas doenças não são invisíveis e merecem atenção, informação e diagnóstico adequado.

Em fevereiro, mês do Dia Mundial das Doenças Raras (28/02), a SBEM reforça a importância da conscientização e do conhecimento como ferramentas essenciais para reduzir atrasos diagnósticos e qualificar o cuidado, especialmente nas doenças de origem endócrina e metabólica. 🩷

As doenças raras fazem parte da prática clínica, embora muitas vezes permaneçam invisíveis por causa do diagnóstico tard...
04/02/2026

As doenças raras fazem parte da prática clínica, embora muitas vezes permaneçam invisíveis por causa do diagnóstico tardio e da baixa familiaridade com seus sinais iniciais. Entender o que elas são, como se manifestam e por que exigem atenção especializada é essencial para ampliar a suspeita clínica e qualificar o cuidado.

Na endocrinologia, diversas condições raras têm base hormonal ou metabólica e acompanham o paciente ao longo da vida, exigindo seguimento contínuo, abordagem individualizada e atuação integrada entre profissionais de saúde.

Fevereiro é marcado pelo Dia Mundial das Doenças Raras (28/02) e, ao longo deste mês, a SBEM-MG vai dedicar seus conteúdos a informar, conscientizar e ampliar o debate sobre essas condições.

👉 Deslize o carrossel e aprofunde-se nesse tema tão importante para a medicina e para a saúde pública.

Continue nos acompanhando durante todo o mês e não deixe de compartilhar! 😉

26/01/2026

👉 Durante muito tempo, a Síndrome dos Ovários Policísticos foi associada quase exclusivamente à fertilidade. Hoje, as evidências mostram que essa visão é limitada e pode atrasar o cuidado adequado.

A SOP envolve mecanismos hormonais e metabólicos que impactam a saúde da mulher ao longo da vida, mesmo fora do contexto reprodutivo. Reconhecer essa complexidade amplia a abordagem clínica, melhora a prevenção de complicações e fortalece o cuidado baseado em evidências.

▶️ Assista ao vídeo e entenda por que a SOP precisa ser compreendida para além do aspecto ginecológico.

Sob a ótica da endocrinologia, o jejum intermitente é uma estratégia alimentar que pode trazer benefícios metabólicos em...
23/01/2026

Sob a ótica da endocrinologia, o jejum intermitente é uma estratégia alimentar que pode trazer benefícios metabólicos em contextos bem selecionados, como melhora da sensibilidade à insulina e redução da insulinemia basal. No entanto, ele não é uma abordagem universal nem superior, por si só, a outros planos alimentares estruturados.

As evidências mostram que a resposta ao jejum varia conforme o perfil hormonal, a presença de doenças metabólicas, o uso de medicamentos e a relação da pessoa com a alimentação. Em alguns casos, o jejum pode aumentar o cortisol, favorecer hipoglicemias ou comprometer a massa magra quando mal indicado.

👉 Por isso, a endocrinologia trata o jejum intermitente como uma ferramenta possível, e não como regra. A decisão deve ser individualizada, baseada em avaliação clínica e em evidências científicas, longe de modismos.

🧑‍⚕️ Antes de adotar qualquer estratégia alimentar, é fundamental conversar com um endocrinologista, que poderá avaliar riscos e benefícios de forma segura e personalizada.

O termo “diabetes emocional” é frequentemente usado nas redes sociais, mas não existe como diagnóstico médico. ❌O que a ...
21/01/2026

O termo “diabetes emocional” é frequentemente usado nas redes sociais, mas não existe como diagnóstico médico. ❌

O que a ciência reconhece é que fatores emocionais e psicológicos podem influenciar comportamentos, adesão ao tratamento e até o controle glicêmico, sem serem a causa direta do diabetes.

Além do mais, estresse crônico, ansiedade e depressão podem aumentar cortisol, favorecer resistência à insulina e dificultar o manejo da doença. Ainda assim, diabetes é uma condição metabólica com bases fisiológicas bem definidas, que envolve genética, função pancreática e sensibilidade à insulina.

➡️ Separar conceitos populares de evidências científicas é fundamental para informar corretamente pacientes e profissionais de saúde.

O novo Guia Alimentar Americano (2025–2030) traz mudanças relevantes na forma como alimentação, prevenção de doenças crô...
19/01/2026

O novo Guia Alimentar Americano (2025–2030) traz mudanças relevantes na forma como alimentação, prevenção de doenças crônicas e saúde metabólica são abordadas nas políticas públicas de nutrição. 🍏

Mais do que atualizar recomendações, o documento propõe uma revisão do padrão alimentar, com impactos diretos na prática clínica, na educação em saúde e no cuidado de pessoas com doenças endócrino-metabólicas.

👉 Passe para o lado e entenda os principais pontos do novo guia.

Estar atento a essas diretrizes é fundamental para endocrinologistas e profissionais de saúde, já que elas influenciam estratégias de prevenção, manejo metabólico e orientação nutricional baseadas em evidências, com reflexos na saúde da população ao longo da vida.

📖 Quer ler o guia na íntegra? Acesse o link da bio.

Na endocrinologia, um diagnóstico é apenas o ponto de partida, não o fim da avaliação! Assim, pessoas com a mesma condiç...
16/01/2026

Na endocrinologia, um diagnóstico é apenas o ponto de partida, não o fim da avaliação!

Assim, pessoas com a mesma condição podem ter respostas muito distintas porque o funcionamento hormonal é influenciado por genética, idade, composição corporal, grau da doença, presença de comorbidades, uso de outros medicamentos e até pelo estilo de vida.

Além disso, fatores como sensibilidade hormonal, variações na absorção e no metabolismo dos fármacos, adesão ao tratamento e diferenças nos eixos endócrinos explicam por que uma mesma estratégia não funciona da mesma forma para todos. É por isso que protocolos rígidos, sem individualização, tendem a falhar.

Reconhecer essa variabilidade é essencial para uma medicina mais precisa, baseada em evidências e centrada na pessoa: princípio fundamental do cuidado endocrinológico moderno. 😉

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Conheça a SBEM

A Sociedade de Endocrinologia e Metabologia Regional Minas Gerais reúne médicos endocrinologistas mineiros para a promoção e desenvolvimento do conhecimento e estudo de doenças endocrinológicas. A sociedade é o elo entre os endocrinologistas e a comunidade, promovendo eventos como a “Semana Internacional da Tireoide” e “Novembro Diabetes Azul”, que ajudam aqueles que enfrentam essas doenças e demais tratadas pelo endocrinologista.

A SBEM foi fundada em 1º de setembro de 1950, por iniciativa do Dr. José Schermann, do Dr. Francisco Arduíno, do Prof. Clementino Fraga Filho, do Dr. Heitor Felix e do Dr. Nelson Nogueira.