Fundação HOlhos

Fundação HOlhos A Fundação HOlhos investe em educação, pesquisa e capacitação profissional, levando conhecimen

A Fundação Hospital de Olhos começou suas atividades em 1986, mas foi instituída formalmente em 1991, promovendo atividades nas áreas da saúde e educação. Braço social do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, a fundação propõe o acompanhamento de crianças em fase escolar e já estabeleceu várias parcerias e desenvolveu novas tecnologias, capacitando inúmeros profissionais de vários estados do Brasil. Por meio do curso DARV (Distúrbios de Aprendizagem Relacionados à Visão), os participantes recebem o certif**ado de Screener, tornando-se aptos para a aplicação de metodologia específ**a na identif**ação dos distúrbios, como a Síndrome de Irlen, além de seleção do melhor recurso assistivo (overlay) para o uso individualizado do paciente. Nossas diretrizes de missão, visão e valores estão alinhadas ao objetivo de qualif**ar a educação e saúde visual da população, em especial das crianças e adolescentes, levando conhecimento sobre a Neurovisão e sobre os déficits de aprendizagem relacionados à visão, contribuindo para uma sociedade com livre acesso aos seus direitos.

No Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, a Fundação de Olhos Dr. Ricardo Guimarães se une a essa causa tão imp...
02/04/2026

No Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, a Fundação de Olhos Dr. Ricardo Guimarães se une a essa causa tão importante.

Sabia que muitas crianças no espectro autista apresentam desafios na visão e no processamento visual? Dificuldades como hipersensibilidade a luzes, problemas de foco, rastreamento ocular, integração sensorial visual ou até mesmo sinais sutis que impactam aprendizado, comunicação e interação social podem passar despercebidas.

Aqui na nossa instituição, por meio do departamento de Neurovisão e do LAPAN (Laboratório de Pesquisas Aplicadas à Neurovisão), há anos estudamos e atendemos essas conexões entre visão, cérebro e desenvolvimento. Acreditamos que um olhar atento e especializado pode abrir portas para maior compreensão, autonomia e qualidade de vida.

O tema da campanha nacional de 2026 é poderoso: “Autonomia se constrói com apoio”.

Autonomia não signif**a independência total e isolada — signif**a ampliar, com dignidade e suporte adequado, as possibilidades reais de cada pessoa autista fazer escolhas, expressar-se e participar da própria vida. E o apoio certo, incluindo cuidados com a visão quando necessário, faz toda a diferença nesse caminho.

Vamos juntos colorir o mundo de azul e respeito?

Respeito ao espectro. Respeito às diferenças. Respeito à neurodiversidade.

💙🧩

No Brasil, milhões de pessoas convivem com deficiência visual, mas a boa notícia é que 80% dos casos de cegueira são evi...
01/04/2026

No Brasil, milhões de pessoas convivem com deficiência visual, mas a boa notícia é que 80% dos casos de cegueira são evitáveis com diagnóstico precoce e tratamento adequado (dados OMS e CBO).

Abril Marrom alerta para doenças silenciosas como glaucoma, retinopatia diabética, catarata e degeneração macular – muitas sem sintomas iniciais, mas que podem ser controladas ou curadas quando descobertas cedo.

O segredo? Consultas oftalmológicas regulares!

- Crianças: a partir dos 6 meses e anualmente.

- Adultos: pelo menos a cada 1-2 anos, ou mais se houver diabetes, hipertensão ou histórico familiar.

- Idosos: anuais, para monitorar glaucoma e catarata.

Não espere os sinais aparecerem e proteja o que há de mais precioso: sua visão. ❤️

Você sabia que o processamento visual vai muito além de "enxergar bem"? Ele impacta diretamente o aprendizado, o desempe...
30/03/2026

Você sabia que o processamento visual vai muito além de "enxergar bem"? Ele impacta diretamente o aprendizado, o desempenho acadêmico e profissional, o desenvolvimento e até o dia a dia!

Apresentamos o curso online Neurovisão – uma imersão completa no mundo do processamento visual e seus efeitos reais na vida das pessoas!

Ministrado pela equipe especializada do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães e Fundação H'Olhos, esse curso é perfeito para:
• Professores e educadores
• Psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, oftalmologistas etc.)
• Pais, familiares e qualquer pessoa interessada em entender melhor as dificuldades visuais que afetam a aprendizagem (como na Síndrome de Irlen)

O que você ganha com o curso?
• Conhecimento transformador sobre Neurovisão e processamento visual
• Certif**ado de conclusão

Pronto para entender como a visão influencia o cérebro e o sucesso na escola/trabalho? Clique no link da bio.

📩 Dúvidas? Comente aqui ou mande DM!

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), cerca de 20% das crianças em idade escolar convivem com algum...
26/03/2026

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), cerca de 20% das crianças em idade escolar convivem com algum tipo de alteração visual. Quando não são diagnosticadas precocemente, condições como miopia, astigmatismo, hipermetropia e estrabismo impactam não só o aprendizado, mas também o desenvolvimento sociocognitivo e emocional.

Algumas atitudes recorrentes no cotidiano ajudam os pais a identif**ar possíveis problemas que podem apontar a necessidade da utilização de óculos.

Dificuldade para acompanhar a leitura, com troca, repetição ou “pulos” de palavras, além de confusão entre letras semelhantes;

Desinteresse por atividades que exigem esforço visual, como leitura, desenho, pintura ou tarefas escolares prolongadas;

Queixas frequentes de dor de cabeça, especialmente após atividades que exigem concentração visual;

Piscar excessivo ou esfregar os olhos com frequência, comportamento que pode indicar fadiga visual;

Aproximação excessiva do rosto de livros, cadernos e telas, como televisão, computador, tablet ou celular;

Dificuldade para copiar corretamente conteúdos da lousa, mesmo quando demonstra atenção em sala de aula;

Desempenho abaixo do esperado em atividades esportivas e brincadeiras, especialmente aquelas que exigem coordenação visual;

Queda no rendimento escolar, muitas vezes interpretada, de forma equivocada, como desatenção ou falta de interesse;

Adoção de posturas compensatórias para enxergar melhor, como inclinar a cabeça, franzir a testa, apertar ou fechar um dos olhos;

Esbarrar em móveis ou tropeçar com frequência, sinais de possível dificuldade de percepção espacial;

Dificuldade para reconhecer pessoas ou objetos à distância;

Insegurança ao explorar novos ambientes, evitando espaços desconhecidos ou atividades que exijam maior autonomia visual;

Tendência ao isolamento social, afastando-se de brincadeiras e atividades coletivas por não conseguir acompanhar os demais;

A primeira consulta oftalmológica completa deve ocorrer entre seis meses e um ano de idade. A partir dessa fase, a recomendação é que crianças e adolescentes realizem avaliações médicas periódicas, preferencialmente uma vez ao ano.

Um levantamento internacional acendeu um alerta sobre a saúde visual infantil: uma em cada três crianças no mundo tem mi...
23/03/2026

Um levantamento internacional acendeu um alerta sobre a saúde visual infantil: uma em cada três crianças no mundo tem miopia. Os dados foram publicados em um periódico científico britânico e analisam informações de crianças de 50 países. A projeção é ainda mais preocupante: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050, metade da população mundial será míope.

A miopia é um problema visual caracterizado pela dificuldade de enxergar com clareza objetos que estão à distância. A condição pode ter origem genética, mas fatores ambientais têm contribuído de forma decisiva para o aumento dos casos, especialmente entre crianças e adolescentes. Filhos de pais míopes, por exemplo, apresentam cerca de 30% mais chances de desenvolver o problema.

Identif**ar precocemente os sinais da miopia é fundamental para evitar prejuízos ao desenvolvimento da criança. Entre os sintomas mais frequentes estão dores de cabeça recorrentes, olhos vermelhos, o hábito de esfregar os olhos com frequência e dificuldade para manter a atenção em objetos distantes.

O impacto no aprendizado é um dos pontos que mais preocupam especialistas. Quando a criança não enxerga adequadamente, o rendimento escolar tende a cair, o que muitas vezes é confundido com desatenção ou falta de interesse. Em alguns casos, alunos passam a se levantar da carteira e se aproximar do quadro para tentar enxergar melhor, um sinal clássico de alteração visual.

Professores têm papel importante na identif**ação desses indícios. Em sala de aula, são frequentemente os primeiros a perceber mudanças no comportamento e no desempenho dos alunos. Oftalmologistas reforçam a necessidade de uma atuação conjunta entre família e escola para garantir o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

Os exames de rotina são essenciais, mesmo quando a criança não apresenta queixas claras. Segundo ela, muitas vezes os pequenos não conseguem perceber ou relatar que não estão enxergando bem, por nunca terem experimentado uma visão nítida. O acompanhamento médico permite corrigir o problema com óculos ou outras intervenções, reduzindo impactos no aprendizado e na qualidade de vida.

Você já usa óculos para miopia? De perto tudo é nítido, mas de longe… o mundo some.Se você é míope, faz parte de um grup...
19/03/2026

Você já usa óculos para miopia? De perto tudo é nítido, mas de longe… o mundo some.

Se você é míope, faz parte de um grupo que cresce alarmantemente no mundo todo. Há poucas décadas, a miopia era rara. Meu professor Nicomedes dizia, com humor, que era quase um “defeito desejável”, porque atrasava a presbiopia. Naquela época fazia sentido: óculos resolviam tudo.

Hoje a neurociência mostra outra realidade: a miopia não é só refração. É uma doença silenciosa que, dependendo do grau e da idade de início, pode comprometer sua visão no futuro.

Lembro do conto “Campo Geral”, de Guimarães Rosa. Miguilim vivia cercado de beleza que não enxergava – via só borrões. Quando um médico lhe emprestou óculos, o mundo ganhou contornos, cores, horizonte. Foi quase uma revelação divina.

E o “Miguilim moderno”? Aquele que passa o dia no celular, computador ou escritório? O problema não é genético – a evolução não muda nossos olhos em 50 anos. O que mudou foi nosso habitat: viramos “animais de cativeiro”.

Privamos o olho da luz natural (que libera dopamina e freia o crescimento ocular) e o forçamos a focar perto, em telas a 40 cm. O cérebro adapta: o globo ocular estica, cresce além do normal, para “sobreviver” nesse mundo de perto.

Cirurgia refrativa ou lente de contato? Corrige a nitidez, mas o olho continua alongado, mais frágil. Chamo isso de “mancha no currículo” do olho: aumenta muito o risco de descolamento de retina, glaucoma e catarata precoce.

A OMS alerta: em 2050, metade da população mundial (5 bilhões) pode ser míope. É um dos maiores desafios de saúde pública do século.
Começamos hoje uma série sobre o tema. Vamos falar:

• Como a luz do sol protege as crianças
• Tecnologia: aliada ou vilã
• Como cuidar dessas “manchas” para não perder a visão no futuro

Por enquanto, uma pergunta: quando foi a última vez que você olhou de verdade para o horizonte?

A dificuldade para focar objetos próximos ou a visão embaçada ao observar paisagens distantes são sinais de que a saúde ...
19/03/2026

A dificuldade para focar objetos próximos ou a visão embaçada ao observar paisagens distantes são sinais de que a saúde ocular precisa de atenção. O consultor de vinhos André Rossi, por exemplo, decidiu recorrer a uma cirurgia para corrigir a presbiopia, condição que percebeu ao notar que a tela do celular f**ava constantemente embaçada.

Segundo especialistas, esse problema é comum a partir dos 40 anos, quando o cristalino perde a elasticidade e deixa de se adaptar a diferentes distâncias.
As principais dificuldades visuais dividem-se em categorias específ**as de foco:
Presbiopia: Perda da capacidade de focar objetos próximos devido ao envelhecimento natural do olho.

Hipermetropia: Ocorre quando o indivíduo enxerga bem de longe, mas apresenta dificuldades para ver de perto.

Miopia: Condição inversa, em que a pessoa possui boa visão de perto, mas a visão à distância f**a prejudicada.

Astigmatismo: A imagem se forma em mais de um ponto na retina, gerando uma visão distorcida, borrada ou "embaralhada".

Te**es rápidos de percepção visual
É possível realizar triagens simples para identif**ar possíveis irregularidades. Para detectar indícios de astigmatismo, cubra um dos olhos e foque no centro de um círculo com linhas radiadas; se algumas linhas parecerem mais escuras ou nítidas que outras, pode haver um problema de refração.

Outro teste importante foca na saúde da retina. A poucos centímetros da tela, tampe um olho e foque em um quadrado central. Caso as linhas ao redor pareçam tortas ou surjam pontos pretos na visão, isso pode indicar mudanças retinianas que exigem intervenção imediata.

Quando procurar um médico
O acompanhamento anual com um oftalmologista é essencial, especialmente para crianças em fase de desenvolvimento e adultos acima dos 40 anos. No entanto, a consulta não deve ser postergada se houver sintomas persistentes.

É recomendado que qualquer alteração visual que dure mais de 48 a 72 horas deve ser avaliada por um profissional. A acomodação diante de uma piora gradual pode dificultar tratamentos que seriam simples se realizados no início do diagnóstico.

Com o retorno das aulas, pais e responsáveis voltam a observar mais de perto o desempenho escolar das crianças — e esse ...
16/03/2026

Com o retorno das aulas, pais e responsáveis voltam a observar mais de perto o desempenho escolar das crianças — e esse é um momento estratégico para f**ar atento à saúde visual. Dificuldades para enxergar podem passar despercebidas na rotina, mas interferem diretamente na atenção, na aprendizagem e até na segurança dos pequenos.

A criança que não enxerga bem, especialmente o que está à distância, tende a f**ar mais dispersa em sala de aula, o que afeta diretamente o aprendizado. Entre os sinais de alerta estão baixo desempenho escolar, desatenção frequente, aproximação excessiva de objetos ou da televisão e até um comportamento mais desastrado, com esbarrões constantes.

Isso acontece, principalmente, quando a baixa visão é unilateral. Com os dois olhos abertos, prevalece a visão do olho com melhor desempenho, o que pode mascarar o problema. Quando não identif**ado no tempo adequado, esse quadro pode evoluir para a ambliopia, conhecida popularmente como ‘olho preguiçoso’, condição em que o olho afetado não desenvolve a visão corretamente.

A recomendação da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica é que a primeira consulta oftalmológica aconteça entre os seis e os doze meses de vida. Depois disso, a avaliação deve ser anual, já que a criança nem sempre consegue relatar que está enxergando mal.

Mais de 80% do nosso aprendizado começa pela via visual. Quando uma alteração é diagnosticada cedo, é possível evitar ou minimizar impactos no desenvolvimento neuropsicomotor e no desempenho escolar.

No ambiente escolar, alguns comportamentos podem indicar a necessidade de uma avaliação oportuna, como levantar-se com frequência para se aproximar do quadro, dificuldade em seguir linhas na leitura, troca de letras, problemas para usar o caderno ou manter a atenção em atividades visuais.

O acompanhamento interdisciplinar, desde o diagnóstico, contribui para o desenvolvimento global da criança. O uso adequado da visão influencia o desenvolvimento motor, a aprendizagem, a comunicação, a interação social e a independência nas atividades diárias, no brincar e no lazer.

Uma pesquisa recém-publicada pelo JAMA Network Open mostra que o diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiper...
14/03/2026

Uma pesquisa recém-publicada pelo JAMA Network Open mostra que o diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) na infância está associado a uma maior chance de problemas físicos e incapacidade na idade adulta.

O estudo foi conduzido na Inglaterra e envolveu 11 mil crianças que foram acompanhadas até os 46 anos de idade. As dificuldades executivas desses pacientes aumentam o risco de dificuldades no campo social e ocupacional no longo prazo. Isso leva a comorbidades de natureza mental que terão repercussões negativas na saúde física.

Na presente pesquisa, estresse psicológico, tabagismo e obesidade foram fatores que parcialmente justif**aram a pior evolução na saúde física. Há um ano, o mesmo grupo de pesquisadores mostrou uma redução da expectativa de vida em adultos com diagnóstico de TDAH.

O TDAHé uma condição geneticamente herdada que se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

Há estimativas que 15% dos meninos em idade escolar nos Estados Unidos receberam diagnóstico de TDAH, contra 7% entre as meninas. Entre os jovens com idades entre 14 e 17 anos, o resultado é ainda maior: 19% para os meninos e 10% para as meninas. No Brasil, uma pesquisa revelou que quase 75% das crianças e adolescentes brasileiros que tomam remédios para déficit de atenção não cumprem os critérios diagnósticos para essa condição clínica.

Acredito que o TDAH esteja lado a lado com a depressão como exemplos de um fenômeno de nossa sociedade contemporânea chamado de medicalização da experiência humana. Qualquer experiência de tristeza ou de perda de foco nos estudos ou no trabalho são frequentemente interpretadas de forma errônea por aqueles que têm os sintomas, e mesmo pelos médicos, como se fosse um diagnóstico de depressão ou TDAH.

Não estou dizendo que esses diagnósticos não existam. Pelo contrário. São dois dos diagnósticos mais prevalentes na área de saúde mental, que precisam de tratamento, e quando se pensa em saúde pública, certamente existem muitos indivíduos não diagnosticados andando lado a lado com superdiagnosticados.

Qualquer dúvida, fale conosco:

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💻 E-mail: fundacao@holhos.com.br

Criadas em 1887, as lentes de contato passaram por uma série de inovações ao longo dos anos até chegarem aos modelos mod...
12/03/2026

Criadas em 1887, as lentes de contato passaram por uma série de inovações ao longo dos anos até chegarem aos modelos modernos. Com as evoluções, os produtos se tornaram mais atrativos para o público, que hoje tem à disposição diversas opções em lojas virtuais. Mas comprar pela internet é indicado?

É preciso avaliar se a lente é compatível com a curvatura do olho, se tem o grau correto — que nem sempre é o mesmo dos óculos — e se está bem adaptada, sem f**ar frouxa ou apertada.

Por isso, a compra online sem acompanhamento especializado oferece riscos. É fundamental passar por uma avaliação médica, mesmo para o uso com fins estéticos, como mudar a cor do olho.

Pequenas diferenças nesses fatores podem causar dor de cabeça, lesões na córnea, visão embaçada e dupla, piora do olho seco, inflamação crônica, tontura e fadiga visual. Com alguns tipos de lentes, como as multifocais ou progressivas, a situação pode ser ainda mais crítica.

Além do risco de comprar uma lente de tamanho ou grau errado, um dos principais alertas é a falta de controle, em especial quando a aquisição é feita em sites não especializados. Pode ocorrer, por exemplo, a aquisição de lentes piratas, vencidas ou sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Outro ponto é a falta de garantia. Michelle pontua que, quando o produto é adquirido de forma tradicional, o paciente pode voltar a procurar o médico caso aconteça algum problema, como irritações, para trocar ou readaptar as lentes.

Outro erro comum nas compras é a falta de orientação sobre a utilização adequada dos produtos, especialmente em relação ao tempo de uso. Ela ressalta que a contagem da validade começa sempre a partir da data de abertura da embalagem. No caso de uma lente mensal, por exemplo, o prazo de uso é de 30 dias após a abertura.

Aos 58 anos, Iñaki Urdangarin prepara-se para se lançar num projeto novo e inédito, que já está a dar que falar em Espan...
09/03/2026

Aos 58 anos, Iñaki Urdangarin prepara-se para se lançar num projeto novo e inédito, que já está a dar que falar em Espanha, e no seio da família real.

Afastado da monarquia do país, desde que se separou da infanta Cristina, a irmã mais nova do atual rei, Felipe VI - e sem conseguir apagar, ainda, os escândalos financeiros em que se viram envolvidos - o também ex-atleta promete voltar às luzes da ribalta ao lançar uma autobiografia.

Como revela a revista 'Hola!', o livro só estará disponível daqui a algumas semanas, mas a publicação já citada teve acesso a alguns excertos e avança para já com aquilo que se poderá esperar na narração.

Pai de quatro filhos — netos e sobrinhos do Rei — com personalidades e interesses completamente diferentes, o livro que tem como título 'Tudo o que vivi: triunfos, derrotas e lições aprendidas' revela algo até então desconhecido sobre a sua família: Irene Urdangarin, a filha, tem dislexia, uma perturbação específ**a da aprendizagem.

"A Irene é quem mais me fascina", declara Iñaki, no livro. A 'Hola!' recorda que a jovem estuda Gestão de Eventos na Universidade Oxford Brookes, e que "sempre alcançou os seus objetivos". Embora, como se lê no livro, tal "não tenha sido fácil", graças às "dificuldades de aprendizagem desde muito nova devido à dislexia".

A Organização Mundial de Saúde descreve a dislexia como uma "perturbação específ**a da aprendizagem de origem neurobiológica, que se manifesta por dificuldades signif**ativas na leitura, escrita e reconhecimento de palavras. Estima-se que afete aproximadamente 10% da população mundial".

Nem sempre estes casos são abertamente revelados, por parte das famílias reais, sendo o caso mais conhecido o do príncipe Carl Philip, da Suécia, que inclusive criou uma fundação para difundir o conhecimento sobre esta condição.

Você já sentiu algum clarão inesperado, percebeu pontinhos escuros na visão ou conheceu alguém que notou uma “sombra” qu...
07/03/2026

Você já sentiu algum clarão inesperado, percebeu pontinhos escuros na visão ou conheceu alguém que notou uma “sombra” que parecia crescer no campo visual e resolveu esperar para ver se melhorava sozinho? Esses sinais, muitas vezes minimizados, podem indicar uma emergência que não dá margem para hesitação: o descolamento de retina.

O descolamento ocorre quando o tecido responsável por captar a luz perde sua aderência, causando danos progressivos. Se a retina é recolocada rapidamente, a recuperação visual costuma ser muito melhor. O atraso no atendimento, por outro lado, reduz bastante o prognóstico. Com o passar do tempo, a dificuldade de recuperação aumenta.

Os primeiros indícios aparecem na própria visão e não incluem dor, o que leva muitos pacientes a subestimarem o quadro. O descolamento não dói. A pessoa pode notar flashes, manchas escuras, perda parcial do campo visual ou uma sensação de cortina se fechando. A perda súbita da visão em apenas um dos olhos exige atenção imediata. É um sinal grave e precisa ser avaliado rapidamente.

O diagnóstico é rápido quando feito por um especialista. O mapeamento de retina realizado no consultório identif**a a maioria dos casos. Em situações mais complexas, exames como ecografia ocular, angiofluoresceinografia ou OCT ajudam na confirmação. O tratamento é cirúrgico.

O tempo é um fator crítico. O ideal é operar até três dias após o início do descolamento. Uma ou duas semanas ainda podem ser aceitáveis, mas depois de um mês o resultado tende a ser muito pior. Como o outro olho costuma compensar parte da perda, muitas pessoas demoram a notar o problema. A pessoa pensa que está enxergando bem, mas um olho já está comprometido. Essa demora reduz bastante a chance de recuperação.

Após a cirurgia, o acompanhamento é essencial e o risco de novos episódios existe, especialmente quando há fatores predisponentes. Consultas periódicas, orientações do cirurgião e atenção a qualquer alteração ajudam a evitar complicações futuras. Avaliações de rotina também identif**am lesões predisponentes antes que se tornem graves.

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Rua Da Paisagem, 220
Belo Horizonte, MG

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