Maria Clara Maffezzolli

Maria Clara Maffezzolli � Ensino o despertar de uma melhor versão �porque a vida pode ser mais leve!

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01/05/2026

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Esperar o momento certo costuma parecer uma escolha responsável, mas muitas vezes é apenas uma forma mais sutil de procrastinação.

Você se prepara mais um pouco, pensa melhor, tenta organizar tudo antes de agir…
e, mesmo assim, sente que ainda não é a hora.

Só que, na maioria das vezes, não é sobre falta de tempo ou de oportunidade.
É sobre o desconforto que vem junto com o começo.

Medo de errar, insegurança sobre o resultado, dúvida se você vai dar conta…
tudo isso pesa mais do que a própria tarefa.

Então você adia, não porque não quer fazer,
mas porque quer evitar o que pode sentir ao longo do processo.

O problema é que a procrastinação traz um alívio momentâneo,
mas depois costuma virar cobrança, culpa e a sensação de estar ficando para trás.

E assim, o “momento certo” continua parecendo distante,
quando, na verdade, ele nunca foi algo que apareceria pronto.

Ele é construído quando você decide agir mesmo sem ter certeza,
mesmo sem se sentir totalmente preparada.

No fim, não é sobre esperar mais tempo para começar.
É sobre parar de adiar aquilo que você já sabe que precisa fazer.

Fez sentido para você?🤍

Segue .psiNa maioria das vezes, ninguém percebe quando começa a se ignorar.Não acontece de forma brusca. Não começa com ...
27/04/2026

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Na maioria das vezes, ninguém percebe quando começa a se ignorar.

Não acontece de forma brusca. Não começa com grandes decisões. Começa em movimentos pequenos e repetidos: adiar uma conversa importante, aceitar algo que já incomodava há tempo, adaptar rapidamente o próprio posicionamento para manter o ambiente estável.

No início isso parece maturidade, responsabilidade ou até cuidado com as relações. E muitas vezes realmente é. O problema aparece quando esse ajuste vira um padrão automático e constante. Aos poucos, a pessoa continua funcionando, continua pensando, continua tentando organizar a própria vida — mas deixa de se incluir nas próprias escolhas.

Por isso o autoabandono raramente é percebido no momento em que começa. Ele se instala devagar, justamente porque parece sensato.

Reconhecer esses sinais não significa reagir impulsivamente ou mudar tudo de uma vez. Significa apenas voltar a perceber em quais momentos você deixou de se escutar para manter tudo sob controle.

Salvar esse conteúdo pode ser um bom lembrete disso ao longo da semana.

Muita gente acredita que procrastinação tem a ver com preguiça, falta de foco ou pouca disciplina.Mas, muitas vezes, o q...
25/04/2026

Muita gente acredita que procrastinação tem a ver com preguiça, falta de foco ou pouca disciplina.

Mas, muitas vezes, o que está sendo evitado não é a tarefa em si.

É a ansiedade de não fazer perfeito.
O medo de falhar.
A insegurança de não se sentir suficiente.
A frustração de talvez tentar e não conseguir o resultado esperado.

Por isso, tarefas simples podem parecer tão pesadas.
Porque o que cansa não é apenas fazer — é tudo o que aquela tarefa desperta emocionalmente.

E para aliviar esse desconforto, o cérebro busca recompensas imediatas: adiar, distrair, reorganizar prioridades, prometer que amanhã será diferente.

O problema é que o alívio é temporário.
E depois ele costuma virar culpa, autocobrança e mais ansiedade.

Superar a procrastinação não é apenas aprender a administrar melhor o tempo.
Também é desenvolver tolerância ao desconforto de começar imperfeitamente.

Nem sempre você precisa estar motivada.
Mas precisa parar de esperar sentir zero desconforto para agir.

Porque, muitas vezes, o que está travando você não é a tarefa.
É a emoção que você associa a ela.

Você percebe isso acontecendo na sua rotina?

Muita gente acredita que autoestima é algo que simplesmente aparece depois que você conquista algo importante, recebe re...
23/04/2026

Muita gente acredita que autoestima é algo que simplesmente aparece depois que você conquista algo importante, recebe reconhecimento ou finalmente começa a se sentir confiante.

Mas autoestima não costuma ser construída em grandes momentos.
Ela é construída no cotidiano, em decisões pequenas e repetidas.

Na forma como você fala com você mesma depois de um erro.
Nos limites que você coloca quando algo te desrespeita.
Na capacidade de cumprir o que promete para si.
E no quanto você consegue continuar mesmo quando não recebe validação externa.

São comportamentos que parecem pequenos, mas comunicam constantemente para o seu cérebro como você se enxerga e o quanto você se considera importante.

Quando você se abandona para agradar, se critica o tempo todo ou ignora suas próprias necessidades, isso também impacta sua autoestima.

Por outro lado, quando existe consistência, autorrespeito e escolhas mais alinhadas com o que você precisa, a forma como você se percebe começa a mudar.

Autoestima não é um destino final onde você nunca mais vai se sentir insegura.
É uma prática diária de se escolher, se respeitar e construir confiança em si mesma ao longo do caminho.

Fez sentido pra você? 🤍

Autoestima não é algo que você simplesmente “passa a ter”.Ela é construída nas pequenas decisões que você toma todos os ...
21/04/2026

Autoestima não é algo que você simplesmente “passa a ter”.

Ela é construída nas pequenas decisões que você toma todos os dias — principalmente na forma como você se trata quando ninguém está olhando.

Cumprir o que você promete pra si,
parar de se justificar o tempo todo,
e se posicionar mesmo com medo…

são atitudes simples, mas que mudam completamente a forma como você se enxerga.

Porque, no fim, autoestima não vem de pensar diferente.
Vem de agir de forma coerente com o que você quer construir em si.

E isso não é sobre perfeição — é sobre consistência.

Qual dessas decisões mais falta hoje pra você?

Nem tudo que parece preguiça é falta de vontade.Uma forma mais cuidadosa de observar isso é prestar atenção em alguns si...
19/04/2026

Nem tudo que parece preguiça é falta de vontade.

Uma forma mais cuidadosa de observar isso é prestar atenção em alguns sinais:

Você pensa na tarefa, sabe que precisa fazer, mas adia mesmo assim.
Você se cobra, se sente culpada, mas continua travando.
Você até começa, mas não consegue sustentar.
E, principalmente: existem emoções difíceis envolvidas nesse processo.

Quando há incômodo, culpa e tentativa, geralmente não estamos falando de preguiça.

A procrastinação, nesses casos, funciona como uma estratégia de alívio emocional.
Adiar reduz temporariamente a ansiedade, o medo de errar ou a sensação de não dar conta.

O problema é que esse alívio é curto — e mantém um ciclo que se repete: evitar, aliviar, se culpar e evitar de novo.

Por isso, antes de aumentar a cobrança, vale mudar a pergunta:

Em vez de “por que eu sou assim?”,
tente observar: “o que essa tarefa desperta em mim que está sendo tão difícil sustentar?”

Essa mudança não resolve tudo, mas já desloca você de um lugar de culpa para um lugar de compreensão — e isso faz diferença no processo.

Autoestima não é sobre se sentir bem o tempo todo ou estar sempre confiante.É sobre como você se sustenta nos momentos e...
17/04/2026

Autoestima não é sobre se sentir bem o tempo todo ou estar sempre confiante.
É sobre como você se sustenta nos momentos em que ninguém valida o que você está fazendo.

Quando não tem elogio, retorno ou reconhecimento,
você continua confiando em si ou começa a duvidar de tudo?

Muita gente aprende a se sentir suficiente só quando o outro confirma.
E, sem perceber, passa a depender disso para seguir em frente.

Autoestima é conseguir continuar mesmo sem aplauso,
é não se abandonar só porque ninguém está vendo ou reconhecendo.

É confiar no próprio processo, mesmo quando ele ainda não deu resultado.

Porque, no fim, não é o outro que sustenta você — é a forma como você se enxerga.

Você já se pegou adiando algo importante…mesmo sabendo exatamente o que precisava fazer?Nem sempre isso é preguiça.Nem s...
15/04/2026

Você já se pegou adiando algo importante…
mesmo sabendo exatamente o que precisava fazer?

Nem sempre isso é preguiça.
Nem sempre é falta de disciplina.

Às vezes, é só uma forma silenciosa de se proteger.

Procrastinação emocional não aparece como “não fazer nada”.
Ela aparece disfarçada de preparo, de ocupação, de espera pelo momento certo.

E por trás disso, geralmente tem algo que a gente evita sentir:
medo de errar, de se expor, de não dar conta.

O problema não é sentir tudo isso.
O problema é quando você começa a organizar a sua vida em volta de evitar essas emoções.

E sem perceber, vai adiando decisões, movimentos e começos que já poderiam existir.

Talvez o que você precise não seja mais cobrança…
mas um pouco mais de consciência e acolhimento.

Qual dessas formas mais apareceu pra você?

Tem uma sensação silenciosa que muita gente carrega: a de estar atrasada na própria vida.Como se todo mundo estivesse av...
13/04/2026

Tem uma sensação silenciosa que muita gente carrega: a de estar atrasada na própria vida.

Como se todo mundo estivesse avançando… e você não.

Mas, na maioria das vezes, essa sensação não vem da sua realidade — vem da comparação.
Você está olhando para o resultado do outro e esquecendo que existe um processo por trás que não aparece.

Você sente dúvida, medo, insegurança…
e acha que isso te coloca atrás.
Quando, na verdade, isso faz parte de qualquer caminho real.

O problema não é o seu tempo.
É a régua que você está usando para se medir.

Nem tudo que parece avanço é tão simples quanto parece.
E nem tudo que parece demora é, de fato, atraso.

Você não está atrasada.
Está vivendo algo que não cabe na vitrine dos outros.

Salve esse post para lembrar disso quando a comparação aparecer
e envie para alguém que também precisa ler isso 🤍

Durante muito tempo, autocuidado foi apresentado como pausa, descanso e pequenos momentos de alívio no meio da rotina.Ma...
11/04/2026

Durante muito tempo, autocuidado foi apresentado como pausa, descanso e pequenos momentos de alívio no meio da rotina.

Mas existe um tipo de desgaste que não melhora com pausa.

É o desgaste de continuar aceitando o que machuca.
De silenciar o que incomoda.
De sustentar relações e situações que exigem que você se afaste de si mesma para manter tudo funcionando.

Esse tipo de cansaço não se resolve descansando.

Ele começa a mudar quando a pessoa percebe que precisa parar de se abandonar para continuar cabendo.

Autocuidado real não é apenas o que faz por si em alguns momentos do dia.

É o que você deixa de aceitar quando começa a se levar a sério emocionalmente.

Qual parte disso fez mais sentido pra ti?

Existe uma forma de procrastinação que quase nunca é percebida como procrastinação.Ela aparece quando a pessoa acredita ...
09/04/2026

Existe uma forma de procrastinação que quase nunca é percebida como procrastinação.

Ela aparece quando a pessoa acredita que precisa estar melhor antes de começar, quando sente que ainda falta mais energia, mais clareza ou mais segurança para agir. Por fora, parece apenas organização, espera ou tentativa de fazer bem feito. Por dentro, muitas vezes, é um movimento silencioso de evitar o desconforto que vem junto com a ação.

Com o tempo, isso se torna natural. A pessoa continua funcionando, resolve tarefas menores, responde ao que é urgente e mantém a sensação de que está sendo produtiva. Mas aquilo que realmente importa segue sendo adiado, sem uma explicação tão evidente.

E é justamente aí que a procrastinação se mantém: quando agir passa a depender de um estado interno que raramente chega por completo.

Nem sempre o que falta é disciplina. Muitas vezes, o que falta é reconhecer o que você está tentando não sentir.

A terapia é um espaço importante para isso, porque ajuda a transformar evitação em compreensão e, aos poucos, em movimento possível.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve este post para reler com calma e compartilhe com alguém que também sente dificuldade de começar! 🤍

Existe um tipo de autossabotagem que quase nunca é percebido como autossabotagem.Ela aparece quando a pessoa acredita qu...
07/04/2026

Existe um tipo de autossabotagem que quase nunca é percebido como autossabotagem.

Ela aparece quando a pessoa acredita que precisa estar totalmente segura antes de agir, quando sente que ainda falta organizar melhor, pensar mais um pouco ou esperar o momento certo chegar. Por fora parece cuidado, responsabilidade e tentativa de fazer as coisas da melhor forma possível. Por dentro, muitas vezes, é apenas o medo silencioso de errar tentando proteger você de começar.

Com o tempo, essa forma de funcionar passa a parecer natural. A mulher continua dando conta de muitas coisas, resolve o que é urgente, sustenta rotinas exigentes e mantém a sensação de que está fazendo o melhor que pode. Mas algumas decisões importantes continuam sendo adiadas sem uma explicação clara.

E é justamente aí que a autossabotagem costuma acontecer de forma mais discreta: quando agir começa a depender de uma segurança que nunca chega completamente.

Nem sempre o que falta é disciplina. Muitas vezes o que falta é entender o que está acontecendo dentro de você antes da ação.

A terapia é um espaço importante para isso, porque ajuda a transformar autocobrança em compreensão e movimento possível.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve este post para reler com calma e compartilhe com alguém que vive esperando estar pronta para começar!

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