08/01/2026
Dinamarca e Austrália deram um passo que vem gerando debates no mundo inteiro: proibir o acesso às redes sociais para menores de 16 anos.📲
📈E essa decisão não nasce do acaso, nem de moralismo ou “excesso de controle parental”. Ela é baseada em evidências científ**as sobre o impacto do uso precoce e excessivo de telas no desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes.
O cérebro em desenvolvimento é altamente sensível a estímulos rápidos, recompensas imediatas e excesso de dopamina — exatamente o que as redes sociais oferecem. Quando a exposição acontece de forma intensa e precoce, observamos prejuízos como:
• dificuldade de atenção e concentração,
• menor tolerância ao tédio e à frustração,
• aumento de ansiedade e sintomas depressivos,
• distorção da autoimagem e da autoestima,
• dificuldades na regulação emocional,
• empobrecimento das habilidades sociais presenciais.
A pergunta não é se as telas fazem parte da nossa realidade — elas fazem. A pergunta é: em que momento, com que limites e a que custo para a saúde mental?
Quando países tomam medidas como essa, o recado é claro: não se trata de demonizar a tecnologia, mas de proteger o desenvolvimento neurológico e emocional de quem ainda está em formação.
Cuidar da saúde mental começa antes do sofrimento aparecer. E começa, muitas vezes, pelas escolhas que fazemos hoje. O que você acha disso?