Heidi Kulkys Psicologia

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Hoje em dia, qualquer rolo de feed promete “explicar” você:“Se você faz isso, pode ser TDAH”“Se sente aquilo, talvez sej...
28/01/2026

Hoje em dia, qualquer rolo de feed promete “explicar” você:
“Se você faz isso, pode ser TDAH”
“Se sente aquilo, talvez seja ansiedade severa”
“Checklist de 5 sinais de que você é… (insira qualquer transtorno aqui)”

Mas a psicologia vem alertando: grande parte dos conteúdos virais de saúde mental traz informações distorcidas ou simplif**adas demais.

E o problema do autodiagnóstico é justamente esse: você passa a se enxergar por uma etiqueta, não pelo que realmente está acontecendo com você.
Sintomas comuns viram rótulos, emoções humanas viram transtornos, e dúvidas legítimas viram “certezas” perigosas.

O objetivo aqui não é demonizar a internet, porque ela pode ser uma porta de entrada valiosa para informação.

Mas conteúdo não substitui avaliação profissional.
Post não faz anamnese.
Checklist não entende contexto.
Vídeo de 30 segundos não capta história de vida.

Esses autodiagnósticos podem nos gerar mais ansiedade, criar problemas que não existem, ou buscar tratamentos que não serão ef**azes. Ao esbarrar com esse tipo de conteúdo:
💡 Desconfie de quem promete diagnóstico sem conhecer você;
💡 Busque saber se a fonte é confiável e se vem de um profissional;
💡 Use posts como reflexão, não como conclusão;

Procure apoio profissional se algo estiver afetando sua vida de verdade.
Informação é poder. Mas informação sem critério vira ruído.
E sua saúde mental merece mais do que atalhos virais. ❤️

A ideia de que “saúde mental = estar sempre bem” é uma das maiores distorções da nossa geração. Tristeza, raiva e medo n...
25/01/2026

A ideia de que “saúde mental = estar sempre bem” é uma das maiores distorções da nossa geração. Tristeza, raiva e medo não são falhas do sistema, são sinais internos, tão legítimos quanto alegria ou entusiasmo.

“as emoções são mensageiras; se você as silencia, perde a mensagem.” Clarissa Pinkola Estés

E é isso que muitas vezes acontece: a gente tenta se apressar para “f**ar bem”, em vez de entender o que está pedindo atenção ali dentro.

Pense num caso clínico hipotético: alguém que evita sentir raiva porque “não quer ser uma pessoa difícil”. Resultado? A raiva que não é reconhecida vira irritabilidade, exaustão, explosões inesperadas. Não porque a pessoa é “descontrolada”, mas porque tudo que é empurrado pra baixo encontra uma outra forma de aparecer.

Tristeza também não é inimiga. Medo não é fraqueza.
Eles são, muitas vezes, a primeira pista de que algo precisa ser ajustado: um limite, uma relação, um ritmo de vida, uma expectativa impossível.

Vamos a algumas perguntas que podem ajudam a lidar com emoções desconfortáveis:
💡 O que essa emoção está tentando me contar?
💡 Onde dói e por quê?
💡 O que eu precisaria agora para me acolher, não para me corrigir?
💡 Estou reagindo à emoção… ou à ideia de que “não deveria senti-la”?

É necessário permitir sentir para poder entender, e entender para poder transformar. ✨

Muitas pessoas sensíveis acreditam que “sentir demais” é um defeito.Mas o problema nunca foi a sensibilidade, e sim a fu...
22/01/2026

Muitas pessoas sensíveis acreditam que “sentir demais” é um defeito.
Mas o problema nunca foi a sensibilidade, e sim a fusão emocional.

Ser sensível é perceber nuances, captar clima emocional, ter empatia refinada.
Já a fusão emocional é quando você não distingue o que é seu do que é do outro, e isso cobra um preço alto: exaustão, culpa que não te pertence, hipervigilância afetiva.

Ou seja: sentir não é o problema; absorver tudo é.

Um exemplo prático:
⭐️ Sensibilidade: “Minha amiga está triste. Quero estar presente.”
💡 Fusão emocional: “Se ela está triste, eu também fico arrasada. Preciso resolver isso.”

A fronteira entre as duas coisas é o limite.
Limite não te torna frio, te torna funcional.
Limite não diminui o amor, o torna possível de ser sustentado.

Pessoas sensíveis não precisam sentir menos.
Precisam sentir com contorno.
Porque quando você aprende a não se fundir, sua sensibilidade deixa de te ferir, e começa a te fortalecer.❤️🥰✨

Chamamos isso de falsa sensação de recomeço: o cérebro adora marcos simbólicos porque eles ativam a motivação… mas ela e...
18/01/2026

Chamamos isso de falsa sensação de recomeço: o cérebro adora marcos simbólicos porque eles ativam a motivação… mas ela evapora rápido quando as metas são irreais.

E aí nasce a síndrome do “vou mudar tudo em janeiro”: dieta rígida, treinos diários, produtividade impecável, novo eu em 30 dias.

Quando criamos resoluções gigantes, tratamos o ano novo como se fosse um portal que vai nos transformar instantaneamente. Mas o cérebro não funciona por promessa, e sim por repetição.

Metas “irreais” acabam gerando um efeito rebote emocional: culpa, autojulgamento e abandono total quando não conseguimos sustentar o ritmo. Ativam motivação no começo… e frustração logo depois.

E é exatamente por isso que metas realistas importam tanto.
A psicologia comportamental mostra que pequenas ações consistentes moldam o humor, reduzem estresse e fortalecem autoestima, porque geram uma sensação real de progresso.

É o hábito (não a euforia do calendário) que sustenta mudança saudável.
Mudanças duradouras vêm de micro-hábitos, não de maratonas de força de vontade.

O ano novo não precisa ser uma ruptura.
Ele pode ser um ajuste suave, um compromisso com o que faz sentido, um passo possível em vez de uma cobrança impossível.

No fim, não é sobre começar diferente. É sobre continuar melhorando. ✨

A frase parece falar de traição externa mas, psicologicamente, fala de outra coisa: das vezes em que nos traímos por não...
16/01/2026

A frase parece falar de traição externa mas, psicologicamente, fala de outra coisa: das vezes em que nos traímos por não escutarmos o que sentimos.
Quando ignoramos desejos, limites, intuições e necessidades, criamos o cenário perfeito para o “golpe que não esperamos”.
Não porque o mundo nos engana, mas porque desconectados de nós mesmos, não percebemos nossos sinais internos.

Autoconhecimento não evita frustração, mas evita surpresas que poderiam ter sido percebidas antes.

⭐️ O que seu coração tem tentando dizer e você não tem escutado?

Algumas relações só funcionam enquanto você aceita ultrapassagens silenciosas: pequenas exigências, favores constantes, ...
15/01/2026

Algumas relações só funcionam enquanto você aceita ultrapassagens silenciosas: pequenas exigências, favores constantes, expectativas que você nunca assinou. “Funcionam” porque alguém da relação silenciou sua voz.

E daí, a importância dos limites: saber reconhecer, o que você aceita? o que não aceita? o que é negociável? o que precisa ser respeitado para que você continue sendo… você?

Do ponto de vista psicológico, limites são um componente essencial da saúde emocional, ligados a três pilares: autonomia, autorrespeito e regulação relacional.

Quando você evita colocar limites por medo de conflito, rejeição ou culpa, geralmente está ativando padrões aprendidos lá atrás: como complacência crônica, hiperdisponibilidade emocional ou apego baseado em aprovação.

❤️ Limite saudável não é muro: é uma comunicação clara sobre o que é suportável para o seu sistema emocional. É dizer: Aqui eu existo. Aqui também tem um eu.”
Limites não servem para controlar o outro, mas para regular você: sua sobrecarga, evitam estresse relacional, previnem ressentimento e diminuem o risco de esgotamento emocional.

Colocar limite não é sobre afastar o outro, muito pelo contrário, é sobre f**ar.

Ficar na relação sem se perder.
Ficar presente sem se dissolver.
Ficar disponível sem se desrespeitar.
Impor limites não te torna uma pessoa ruim.

Te torna uma pessoa que entende que cuidar da relação começa por cuidar do próprio eu. 🥰

Muitas vezes a lente com que olhamos a situação é mais pesada do que o acontecimento em si.💡Vamos pensar em uma situação...
12/01/2026

Muitas vezes a lente com que olhamos a situação é mais pesada do que o acontecimento em si.

💡Vamos pensar em uma situação prática?
Você está interessado em alguém, mas essa pessoa não corresponde da mesma forma ou comunica o seu desinteresse. Uma situação chata, claro! Mas como ela é de verdade e como ela pode ser erroneamente interpretada?

A situação vista pelo lado real: nós também não gostamos de todo mundo, e isso não quer dizer que a pessoa seja menor, só que não é o que queremos no momento. Assim como nós não gostamos de todo mundo, nem todo mundo gostará de nós também.

A situação pela lente “contaminada”: sou feia (o), ninguém me quer, vou f**ar pra sempre sozinha (o).

Consegue entender a diferença?

A dor não vem só do fato, mas do signif**ado que colocamos em cima dele.
E quando confundimos realidade com interpretação, tudo f**a mais duro do que realmente é.

O trabalho emocional é justamente esse: trocar lentes contaminadas por lentes claras.
Aprender a ver o que aconteceu, e não o que nossa insegurança contou. ❤️‍🩹✨🥰

Na psicologia, vemos isso diariamente: emoções evitadas não desaparecem, apenas mudam de forma. A raiva vira irritação c...
09/01/2026

Na psicologia, vemos isso diariamente: emoções evitadas não desaparecem, apenas mudam de forma. A raiva vira irritação constante, a tristeza vira apatia, a ansiedade vira controle, a falta de limite vira ressentimento.

As emoções não trabalham no silêncio que você tenta impor. Elas acumulam, transbordam e, eventualmente, exigem saída: seja no corpo, nas relações ou nos ciclos que você jura que “não sabe por que se repetem”.

O que você mascara acaba voltando em sintomas, padrões repetidos ou escolhas automáticas que parecem “coincidência”, mas são apenas conteúdo emocional acumulado pedindo atenção.
Enfrentar não signif**a resolver tudo de uma vez: signif**a parar de fugir. Nomear o que dói, reconhecer responsabilidades e entender como você participa dos ciclos que se repetem.

Quando Jung fala em “destino”, ele não está falando de algo mágico ou predeterminado.
E sim descrevendo como nosso inconsciente organiza a vida até que o consciente se responsabilize.

O que é evitado não desaparece. Só muda de lugar. ❤️‍🩹✨

Não é que o sofrimento nos “melhore”, mas que certas partes de nós só se revelam quando o nosso mundo treme.A adversidad...
07/01/2026

Não é que o sofrimento nos “melhore”, mas que certas partes de nós só se revelam quando o nosso mundo treme.

A adversidade não é romantizável. Ela cansa, confunde, quebra ritmos, altera expectativas, desloca identidades.

Mas também é verdade que, quando tudo parece instável, somos obrigados a olhar para dentro e descobrir forças que no cotidiano passariam despercebidas. Somos postos frente a frente com o “leão” que precisamos enfrentar. E nesses momentos, a vida te coloca frente a versões de si mesma que você não sabia que existiam:

a que aguenta um pouco mais,
a que pede ajuda,
a que aprende a dizer não,
a que descobre o próprio valor no meio do caos,
a que escolhe seguir mesmo sem garantias.

E no fim vemos a beleza de quem atravessou algo e, ainda assim, manteve sua essência, ou talvez até a tenha encontrado pela primeira vez.

✨ Se hoje você está passando por ventos difíceis, lembre-se:
Não é sua obrigação florescer rápido.
Mas cada pequeno movimento de cuidado, coragem e gentileza consigo mesma já é, em si, um florescer.

Nem sempre nos desgastamos porque “cuidamos demais” dos outros.Às vezes, nos desgastamos porque confundimos empatia com ...
04/01/2026

Nem sempre nos desgastamos porque “cuidamos demais” dos outros.
Às vezes, nos desgastamos porque confundimos empatia com carregar o mundo nas costas.

Pesquisas sobre empathetic distress mostram que, quando sentimos a dor do outro como se fosse nossa, o sistema emocional entra em estado de sobrecarga. Não é compaixão, é fusão emocional. E essa fusão, por mais bonita que pareça, é o que leva ao esgotamento.

💡 Brené Brown diz que empatia não é absorver sentimentos, é se conectar com eles sem perder a si mesmo no processo.
É aqui que muitas pessoas sensíveis se perdem: acreditam que, para apoiar alguém, precisam sofrer junto.

Mas apoiar não exige sacrif**ar o próprio equilíbrio.

Quando a empatia ultrapassa o limite saudável, surgem sinais claros: irritação sem motivo, culpa por não “dar conta”, cansaço constante, sensação de drenagem emocional mesmo em conversas simples.

Não é falta de amor, é falta de fronteira.
Estabelecer limites não te torna frio.
Te torna capaz de estar presente sem se dissolver no sofrimento do outro.
Te permite ouvir, acolher, ajudar… sem adoecer junto.

⭐️ A empatia mais madura não é a que nos afoga na dor do outro, mas a que nos permite continuar respirando ao lado dele. Apoiamos melhor quando permanecemos inteiros. ❤️

Frankl lembrava que é nesse pequeno espaço que moram a nossa liberdade e nossas escolhas.Mas, hoje, esse espaço está f**...
02/01/2026

Frankl lembrava que é nesse pequeno espaço que moram a nossa liberdade e nossas escolhas.
Mas, hoje, esse espaço está f**ando cada vez menor.

Vivemos em um ambiente onde tudo chega rápido: notif**ações, mensagens, sugestões, opiniões, alertas. A hiperestimulação nos coloca num ritmo em que respondemos antes mesmo de perceber o que estamos sentindo.
É como se a vida fosse um reflexo automático.

Quando esse espaço interno se estreita, perdemos a pausa necessária para interpretar, escolher e dar signif**ado às experiências.
Reagimos mais. Escolhemos menos.

Como recuperar esse espaço no cotidiano digital?
Não é sobre “desligar tudo”, e sim sobre criar microintervalos de presença:
⭐️ deixar um silêncio entre uma notif**ação e a resposta
⭐ terminar uma tarefa antes de abrir outra aba
⭐ observar a emoção antes de agir
⭐ permitir alguns minutos do dia sem estímulos

Pequenos gestos que devolvem a nós o que a pressa tirou: a possibilidade de escolher com consciência.

Endereço

Rua Floriano Peixoto, 350/Sala 503
Blumenau, SC

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

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