28/01/2026
Hoje em dia, qualquer rolo de feed promete “explicar” você:
“Se você faz isso, pode ser TDAH”
“Se sente aquilo, talvez seja ansiedade severa”
“Checklist de 5 sinais de que você é… (insira qualquer transtorno aqui)”
Mas a psicologia vem alertando: grande parte dos conteúdos virais de saúde mental traz informações distorcidas ou simplif**adas demais.
E o problema do autodiagnóstico é justamente esse: você passa a se enxergar por uma etiqueta, não pelo que realmente está acontecendo com você.
Sintomas comuns viram rótulos, emoções humanas viram transtornos, e dúvidas legítimas viram “certezas” perigosas.
O objetivo aqui não é demonizar a internet, porque ela pode ser uma porta de entrada valiosa para informação.
Mas conteúdo não substitui avaliação profissional.
Post não faz anamnese.
Checklist não entende contexto.
Vídeo de 30 segundos não capta história de vida.
Esses autodiagnósticos podem nos gerar mais ansiedade, criar problemas que não existem, ou buscar tratamentos que não serão ef**azes. Ao esbarrar com esse tipo de conteúdo:
💡 Desconfie de quem promete diagnóstico sem conhecer você;
💡 Busque saber se a fonte é confiável e se vem de um profissional;
💡 Use posts como reflexão, não como conclusão;
Procure apoio profissional se algo estiver afetando sua vida de verdade.
Informação é poder. Mas informação sem critério vira ruído.
E sua saúde mental merece mais do que atalhos virais. ❤️