Mauri da Silva - Psicólogo Junguiano

Mauri da Silva - Psicólogo Junguiano Atendimento a adolescentes e adultos
Atendimentos para casais
Atendimento individual e em grupo
Grupo de dependentes químicos
Grupos mistos Mauri

Normalmente a pessoa busca a psicoterapia para mudar um comportamento, entender melhor um sentimento ou pensamento que o impede de enxergar a vida de maneira saudável. Os dias e horários marcados devem ser vistos como aquele espaço de tempo que você dedica para seu autoconhecimento e a responsabilidade pela presença ou ausência é do paciente. Colocar em prática o que foi discutido nas sessões é muito importante. O remédio sò faz efeito se introduzido no organismo doente. Só acreditar que ele funciona não o torna eficaz. Pense sobre o assunto de cada sessão, afinal é um momento precioso sobre sua vida.

Euphoria não é apenas sobre dr**as, s**o ou excessos, mas sobre uma geração tentando sentir algo em meio ao vazio. Cada ...
06/03/2026

Euphoria não é apenas sobre dr**as, s**o ou excessos, mas sobre uma geração tentando sentir algo em meio ao vazio.

Cada personagem vive uma batalha entre persona e sombra. Nas redes sociais, na escola, nos relacionamentos, todos performam versões de si mesmos.
Rue não é apenas uma adolescente viciada, ela representa o ego fragilizado que tenta anestesiar uma dor que não consegue simbolizar. Enquanto Nate encarna a masculinidade ferida, um arquétipo distorcido de força que esconde medo, vergonha e repressão. Já Cassie expressa a busca desesperada por validação, quando o olhar do outro se torna o único espelho possível, o Self desaparece.

Em Euphoria, o excesso não é glamour, é sintoma. Sintoma de uma geração que cresceu superexposta, comparada, erotizada e pressionada a performar antes de se conhecer.

A série escancara algo fundamental na adolescência contemporânea: sem espaço seguro para integrar a sombra, o jovem se fragmenta. E quando a dor não encontra linguagem, ela encontra fuga. 🤯

A sensação de vazio nem sempre é sobre ter dinheiro, às vezes pode ser sobre a falta de ter sentido. 💸Na Psicologia Jung...
04/03/2026

A sensação de vazio nem sempre é sobre ter dinheiro, às vezes pode ser sobre a falta de ter sentido. 💸

Na Psicologia Junguiana, quando o ego organiza a vida apenas em torno de metas externas, ele pode até alcançar sucesso. Mas se essa construção não dialoga com o Self, surge a desconexão.

Por fora, tudo está estruturado, por dentro, algo não encontra lugar. O vazio muitas vezes não é fracasso, é um chamado para rever escolhas, para integrar partes negligenciadas, para perguntar não apenas quanto você ganha, mas quem você se tornou ao longo do caminho.

Estabilidade financeira sustenta a vida, mas é o sentido que sustenta a alma. ✨💙

Vivemos vínculos rápidos, intensos e descartáveis. Conexões que prometem tudo, mas evaporam ao primeiro conflito. 💥O med...
02/03/2026

Vivemos vínculos rápidos, intensos e descartáveis. Conexões que prometem tudo, mas evaporam ao primeiro conflito. 💥

O medo de compromisso raramente é falta de interesse, muitas vezes é medo de se implicar.

Comprometer-se é deixar cair a persona sedutora, é permitir que a sombra apareça, é aceitar ser visto em fragilidade.

Relações líquidas oferecem controle, enquanto compromisso exige entrega e entregar-se implica risco: de frustração, de rejeição, de confronto com as próprias faltas.

Mas sem permanência, não há profundidade e sem profundidade, não há transformação. A pergunta não é apenas "por que as relações estão tão superficiais?" Talvez seja "do que estamos fugindo quando evitamos permanecer?" 👀🥸

Vivemos a era do “propósito grandioso”, mas nem todo impulso intenso vem do Self. Às vezes, o que chamamos de missão é u...
27/02/2026

Vivemos a era do “propósito grandioso”, mas nem todo impulso intenso vem do Self. Às vezes, o que chamamos de missão é uma tentativa inconsciente de compensar sentimentos de inferioridade, rejeição ou invisibilidade.

O ego pode se apropriar da ideia de vocação para se inflar, querer salvar, liderar e ser indispensável. O chamado genuíno não grita, ele organiza, não precisa provar grandeza. Ele faz sentido internamente, mesmo que externamente não impressione.

A diferença sutil é essa: a vocação integra a personalidade. A compensação esgota.

No início de muitos relacionamentos, não vemos o outro, vemos conteúdos internos projetados. Anima e Animus, imagens inc...
25/02/2026

No início de muitos relacionamentos, não vemos o outro, vemos conteúdos internos projetados. Anima e Animus, imagens inconscientes do feminino e do masculino, criam uma lente emocional intensa, ou seja, idealizamos, exageramos qualidades e ignoramos as famosas red flags. Quem nunca, né?

O encantamento é real, mas nem sempre é sobre o outro. Quando a projeção começa a cair, surge frustração: “você mudou”. Talvez não, talvez você esteja enxergando.

Relacionamentos maduros começam quando a projeção termina, quando aceitamos que o outro não é a resposta simbólica para nossas faltas internas.

A pergunta honesta é: eu amo quem essa pessoa é ou o que ela ativa em mim?

A persona é necessária, afinal é ela quem organiza nossa vida social. Mas quando nos confundimos com ela, começamos a su...
23/02/2026

A persona é necessária, afinal é ela quem organiza nossa vida social. Mas quando nos confundimos com ela, começamos a sustentar performances crônicas.

O forte que não pode demonstrar fragilidade, a equilibrada que não pode perder o controle, o inteligente que não pode errar e o espiritual que não pode sentir raiva.

Aceitação é uma necessidade humana básica, mas quando o pertencimento depende da negação de partes autênticas, a psique cobra o preço. E aí vem a ansiedade, irritação sem causa aparente e a sensação de vazio, porque a energia psíquica gasta para manter uma imagem é enorme.

A pergunta desconfortável é: quem você decepcionaria se fosse mais verdadeiro?
E mais profunda ainda: você sobreviveria a essa decepção?

Muitas pessoas não estão exaustas pelo trabalho, estão exaustas pela necessidade constante de validação.O arquétipo do H...
20/02/2026

Muitas pessoas não estão exaustas pelo trabalho, estão exaustas pela necessidade constante de validação.

O arquétipo do Herói, quando inflado, transforma a vida em uma sequência de batalhas invisíveis: provar competência, provar maturidade, provar independência, provar sucesso. Mas provar para quem?

Quando o valor pessoal depende de desempenho, o ego assume o controle total da identidade. E qualquer falha vira ameaça existencial. Se você não precisasse provar nada… Escolheria o mesmo ritmo? Aceitaria os mesmos desafios? Sustentaria as mesmas metas?

Às vezes, o excesso de produtividade é uma defesa contra o medo de não ser suficiente.

E talvez o movimento mais revolucionário seja: continuar existindo mesmo quando ninguém está aplaudindo.

Individuação não é virar a melhor versão de si mesmo, não é produtividade otimizada e muito menos é equilíbrio perfeito....
18/02/2026

Individuação não é virar a melhor versão de si mesmo, não é produtividade otimizada e muito menos é equilíbrio perfeito.

Para Jung, individuar-se é atravessar as próprias contradições. É reconhecer a sombra, suportar conflitos internos sem fugir para personagens socialmente aceitáveis. Tornar-se quem você é implica perder identificações: expectativas familiares, rótulos profissionais e papéis que garantem pertencimento.

O privilégio não está na ausência de dor, está na possibilidade de consciência. Porque a maioria vive adaptada, poucos vivem integrais.

Individuação é o processo de retirar camadas que foram necessárias para sobreviver, mas que já não representam a totalidade da sua psique.

A pergunta não é “quem você quer ser?”. É: o que em você está pedindo reconhecimento há anos?

Quando descansar gera culpa, estamos sob o domínio de um arquétipo inconsciente: o Pai severo, exigente e punitivo.A pro...
13/02/2026

Quando descansar gera culpa, estamos sob o domínio de um arquétipo inconsciente: o Pai severo, exigente e punitivo.

A produtividade deixou de ser ferramenta e virou identidade. O valor do sujeito passou a ser medido pela performance. Mas o inconsciente não funciona sob metas, ele precisa de pausas para elaborar.

Para Jung, sem descanso não há simbolização. Sem simbolização, só há repetição.

Descansar não é improdutivo. É psíquico.

O ego quer ordem, controle e previsibilidade. O inconsciente quer verdade.Quando o ego tenta dominar o inconsciente, sur...
11/02/2026

O ego quer ordem, controle e previsibilidade. O inconsciente quer verdade.

Quando o ego tenta dominar o inconsciente, surgem sintomas. Quando o ignora, surgem crises. Para Jung, saúde psíquica não é silenciar o inconsciente, mas estabelecer diálogo com ele.

O conflito não é o problema. A recusa em escutá-lo é.

O inconsciente sempre encontra uma forma de falar.

I can buy myself flowers… 🎶 Ou em português: eu posso comprar minhas próprias flores, não fala sobre rejeitar o outro. F...
09/02/2026

I can buy myself flowers… 🎶 Ou em português: eu posso comprar minhas próprias flores, não fala sobre rejeitar o outro. Fala sobre retirar a projeção.

A canção simboliza um momento clássico do processo de individuação: quando o sujeito deixa de esperar que o outro supra funções emocionais que precisam ser integradas pelo próprio ego.

Autocuidado, aqui, não é isolamento. É responsabilidade psíquica.

Amar sem se perder é um ato de maturidade.

A música não convence o ego. Ela atravessa.Por isso, algumas canções despertam memórias que não lembrávamos, emoções que...
06/02/2026

A música não convence o ego. Ela atravessa.

Por isso, algumas canções despertam memórias que não lembrávamos, emoções que não sabíamos nomear, imagens que não conseguimos explicar. A música acessa diretamente o campo simbólico, onde o inconsciente se expressa com liberdade.

Para Jung, o símbolo não explica, ele revela. E a música é um dos símbolos mais primitivos e potentes.

Você não escuta música. Você é escutado por ela.

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