Vencendo o câncer

Vencendo o câncer Te ajudo a melhorar sua jornada de tratamento do câncer, com informação clara e confiável.

Tem uma pergunta que muitas pessoas guardam em silêncio…“Será que eu posso procurar outro médico?”E, às vezes, ela vem a...
10/04/2026

Tem uma pergunta que muitas pessoas guardam em silêncio…

“Será que eu posso procurar outro médico?”

E, às vezes, ela vem acompanhada de um certo receio — como se isso fosse desrespeito, dúvida ou falta de confiança.

Mas eu preciso te dizer com clareza: não é.

Buscar uma segunda opinião é, muitas vezes, um dos passos mais maduros no cuidado com a própria saúde.

Especialmente quando estamos falando de decisões importantes, tratamentos complexos ou caminhos que mudam a vida.

Você merece entender.
Você merece ter segurança.
Você merece escolher com consciência.

E ouvir outro especialista pode, sim, trazer exatamente isso: mais clareza, mais tranquilidade e, muitas vezes, mais certeza do caminho que já foi proposto.

Cuidar de você também é se permitir perguntar, refletir e, se necessário, ouvir de novo.

🤍

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

09/04/2026

Quando um resultado de biópsia vem com a indicação de “imuno-histoquímica”, é natural que surjam dúvidas… e até um pouco de ansiedade.

Mas eu gosto de explicar de forma simples: esse exame é um passo a mais para trazer clareza.

A imuno-histoquímica nos ajuda principalmente em dois cenários:
• Quando ainda existe dúvida se a lesão é benigna ou maligna
• Quando já sabemos que é um câncer, mas precisamos entender melhor o tipo e a origem

E isso faz toda a diferença.

Porque nem todo câncer é igual. Mesmo dentro de um mesmo órgão, existem subtipos — e cada um pode ter um comportamento diferente e, principalmente, um tratamento mais adequado.

É como se a gente estivesse “investigando a identidade” daquele tumor com mais precisão.

Quanto mais informações temos, mais individualizado e assertivo pode ser o cuidado.

Se você está passando por essa fase de exames, respire…

Nem sempre um pedido a mais significa algo pior — muitas vezes, significa apenas que estamos buscando fazer o melhor por você.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

Muitas pessoas entram na consulta focadas em ouvir…mas esquecem que também podem — e devem — perguntar.E eu te digo isso...
06/04/2026

Muitas pessoas entram na consulta focadas em ouvir…
mas esquecem que também podem — e devem — perguntar.

E eu te digo isso com muita verdade: algumas perguntas mudam completamente a forma como você entende e enfrenta o tratamento.

Não é só sobre saber que existe um câncer.
É sobre entender o que está acontecendo com você, quais são os caminhos possíveis e o que esperar de cada etapa.

Perguntas simples como:

– Qual é exatamente o meu diagnóstico?

– Esse tratamento é para cura ou controle?

– Existem outras opções?

– Como isso vai impactar minha rotina?

Podem trazer uma clareza que acalma e te ajuda a tomar decisões com mais segurança.
Você não precisa sair da consulta com dúvidas.

E não precisa enfrentar isso de forma passiva.
Se informar também é uma forma de cuidado.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

03/04/2026

Nem toda alteração na mama significa algo grave — e entender isso muda completamente a forma como você enfrenta o diagnóstico.

O BI-RADS 3 é uma classificação que indica uma lesão provavelmente benigna, com baixíssimo risco de câncer.

E aqui entra um ponto muito importante: não é uma situação para cirurgia.

A recomendação, na maioria das vezes, é apenas acompanhar mais de perto, repetindo o exame em cerca de 6 meses. Isso permite confirmar que aquela alteração se mantém estável e realmente tem comportamento benigno.

Se ainda houver dúvida, a melhor forma de esclarecer não é operar, mas sim realizar uma biópsia por punção — um método menos invasivo e mais adequado para esse tipo de situação.

Evitar intervenções desnecessárias também faz parte de um cuidado responsável.

Seguir o acompanhamento corretamente é o que garante segurança nesse processo.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

Hoje está todo mundo falando de mentiras…de mitos…do que é verdade e do que não é.Mas eu quero te falar de uma mentira q...
01/04/2026

Hoje está todo mundo falando de mentiras…
de mitos…
do que é verdade e do que não é.

Mas eu quero te falar de uma mentira que quase ninguém trata como mentira e talvez por isso ela seja tão perigosa.

Muita gente ainda acredita, lá no fundo: “câncer é uma sentença de morte.”

E é aqui que eu preciso te olhar com verdade e cuidado:
Isso não é verdade.

O câncer não é uma única doença.

Existem muitos tipos, muitos estágios… e, hoje, muitas possibilidades de tratamento.

Eu vejo isso todos os dias.

Pacientes que chegam com medo… e descobrem que existe caminho, existe controle, existe esperança.

Mas essa mentira tem um efeito silencioso:
ela paralisa, faz adiar exames, faz evitar o diagnóstico.

E, às vezes, o que mais atrasa o tratamento… não é a doença.

É o medo do que as pessoas acreditam sobre ela.

Hoje, no dia da mentira, eu te faço um convite:
👉 não deixe uma ideia antiga definir a sua história.

Informação correta salva vidas.

Diagnóstico precoce muda destinos.

E esperança baseada em ciência… transforma tudo.

Se esse post te tocou, compartilha com alguém que precisa ler isso hoje 🤍

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

Quando alguém recebe um resultado genético alterado, é comum que venha uma pergunta imediata: “Isso significa que eu vou...
30/03/2026

Quando alguém recebe um resultado genético alterado, é comum que venha uma pergunta imediata: “Isso significa que eu vou ter câncer?”

Eu entendo o medo que vem junto dessa dúvida.

Quando falamos em genética, é muito fácil sentir que o futuro já está definido…como se não houvesse nada a ser feito.

Mas não é assim.

Ter um gene alterado não significa que você vai ter câncer.

Significa que você pode ter um risco maior —
e isso muda completamente a forma como a gente cuida de você.

Em vez de viver no susto, a gente passa a agir com estratégia.

👉 acompanhamentos mais próximos
👉 exames no momento certo
👉 decisões mais personalizadas

A oncogenética não veio para assustar.
Ela veio para trazer clareza.
Veio para transformar medo em plano.

E eu sempre reforço: informação, quando bem orientada, não pesa… ela protege.

Se você já recebeu um resultado assim, não carregue isso sozinho.

Existe um caminho seguro, individualizado e possível.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

26/03/2026

Muitas pacientes me perguntam sobre esse desconforto no braço após a cirurgia de mama… e a verdade é que isso pode acontecer, sim — e não significa, necessariamente, que algo esteja errado.

Quando realizo a cirurgia, especialmente quando há necessidade de avaliar os linfonodos (seja pela biópsia do linfonodo sentinela ou pela retirada de vários linfonodos da axila), alguns nervos pequenos da região podem ser afetados. Isso pode causar dor, sensação de peso, dormência ou até aquele “amortecimento” no braço.

Esse tipo de desconforto costuma melhorar com o tempo, à medida que o corpo se recupera. Em muitas mulheres, a sensibilidade vai retornando gradualmente. Em outras, pode persistir de forma mais leve — e tudo isso faz parte do processo de cicatrização do organismo.

Quando o quadrante é mais próximo da axila, esse sintoma também pode aparecer, justamente pela proximidade com essas estruturas.

O mais importante é: cada corpo responde de um jeito. E acompanhar esses sinais, com orientação adequada, faz toda a diferença na sua recuperação.

Se algo estiver muito intenso ou diferente do esperado, converse com sua equipe.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

24/03/2026

Eu sei que o medo aparece quando a gente escuta “cirurgia na axila”… e tudo bem sentir isso. 💗

Mas algo muito importante que eu sempre explico às minhas pacientes é: nem toda cirurgia é igual — e isso muda completamente a recuperação.

Quando conseguimos fazer o linfonodo sentinela, o procedimento é menor e a recuperação costuma ser mais rápida e tranquila. Já em cirurgias maiores, como a retirada de todos os linfonodos da axila, o corpo precisa de mais tempo — especialmente porque pode haver saída de linfa por alguns dias, com uso de dreno.

E aqui entra um ponto essencial que faz toda a diferença no resultado: a reabilitação.

Movimentar o braço com orientação, começar a fisioterapia cedo e respeitar os limites do corpo ajudam a evitar dor, rigidez e complicações como fibrose.

Cada detalhe do cuidado importa — desde a escolha da técnica até o acompanhamento no pós-operatório.

E você não precisa passar por isso sozinha.

Meu papel é te orientar com segurança, verdade e acolhimento em cada etapa do caminho.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

Às vezes a gente esquece de olhar com mais carinho pra própria caminhada…Nem sempre a semana foi leve.Nem sempre tudo sa...
20/03/2026

Às vezes a gente esquece de olhar com mais carinho pra própria caminhada…

Nem sempre a semana foi leve.

Nem sempre tudo saiu como a gente queria.
Mas, mesmo assim… sempre existe algo que merece ser celebrado.

Pode ser uma consulta enfrentada com coragem,
um resultado esperado, um dia sem dor, ou simplesmente o fato de você ter seguido em frente.

Eu aprendo todos os dias que a vida não é feita só de grandes vitórias, mas de pequenos passos cheios de significado.

Hoje, eu quero te ouvir: me conta uma coisa da sua semana que merece ser celebrada.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

19/03/2026

Cuidar do corpo após uma cirurgia de câncer de mama é um passo essencial no caminho da recuperação — e isso vai muito além do repouso.

Eu sempre oriento minhas pacientes: movimentar-se, com segurança e orientação, faz parte do tratamento. Caminhadas leves e atividades físicas suaves ajudam a melhorar a circulação, reduzir o inchaço, prevenir complicações como trombose e ainda contribuem para o bem-estar emocional.

Não é sobre voltar rápido demais. É sobre respeitar o seu tempo, escutar o seu corpo e dar pequenos passos todos os dias.

Muitas vezes, aquela caminhada tranquila já representa uma grande conquista. E cada passo conta.

Se possível, faça isso com orientação da sua equipe de saúde. Cada paciente é única — e o plano de recuperação também deve ser.

Seu corpo passou por muito. Agora, ele precisa de cuidado, paciência e movimento na medida certa.

Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

Uma coisa que muitas pacientes se surpreendem ao descobrir é que o tratamento do câncer de colo do útero pode ser muito ...
16/03/2026

Uma coisa que muitas pacientes se surpreendem ao descobrir é que o tratamento do câncer de colo do útero pode ser muito diferente de um caso para outro.

Isso acontece porque essa é uma doença em que o estágio do tumor muda completamente a estratégia de tratamento.

Quando o câncer é diagnosticado em fases iniciais, muitas vezes o tratamento é cirúrgico. Dependendo do tamanho do tumor e do desejo reprodutivo da paciente, existem inclusive situações em que é possível preservar o útero e manter a possibilidade de gravidez no futuro.

Por outro lado, quando o tumor é maior ou já compromete tecidos ao redor do colo do útero, o tratamento mais eficaz costuma ser a combinação de radioterapia com quimioterapia. Nesses casos, a cirurgia muitas vezes nem faz parte da estratégia inicial.

Outra peculiaridade dessa doença é que os linfonodos da pelve têm um papel muito importante na definição do tratamento.

Hoje, exames de imagem e estadiamento adequados ajudam a entender melhor a extensão da doença antes de decidir a melhor abordagem.

Em fases mais avançadas ou quando a doença se espalha para outros órgãos, entram em cena os tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, terapias-alvo e, em alguns casos, imunoterapia.

Mas existe algo que muda completamente essa história: a prevenção.

O câncer de colo do útero é um dos poucos cânceres que podem ser amplamente prevenidos com vacinação contra HPV e rastreamento regular com o exame preventivo.
Dra. Patrícia Câmara
Cirurgiã Oncológica
CRM:13909
RQE:10756

13/03/2026

Muita gente associa a mutação BRCA1 e BRCA2 apenas ao câncer de mama, mas a verdade é que esses genes também estão relacionados ao aumento do risco de câncer de ovário.

E existe um ponto importante: BRCA1 e BRCA2 não são os únicos genes envolvidos. Hoje já sabemos que outras mutações genéticas também podem aumentar o risco desses tumores.

Por isso, antes de fazer qualquer teste ou tomar decisões importantes, o passo mais seguro é passar por um aconselhamento genético bem feito. É essa avaliação que ajuda a entender:

🔹 Se existe indicação de teste genético
🔹 Quais genes realmente precisam ser pesquisados
🔹 E qual a melhor estratégia de prevenção ou acompanhamento

Em alguns casos, quando uma mutação genética é confirmada, pode haver indicação de cirurgias preventivas, como a retirada dos ovários após uma certa idade.

E quando não é possível realizar o teste genético, uma história familiar muito sugestiva também pode orientar decisões médicas, sempre com avaliação cuidadosa e individualizada.

Cada família tem uma história diferente. Por isso, as decisões precisam ser tomadas com informação, ciência e acompanhamento especializado.

Endereço

Rua Armando Odebrecht, 70, Sala 1001
Blumenau, SC
8902430

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