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Maggi orienta maior rigor na fiscalização do comércio de leite hidratadoMercado leiteiroO artigo 354 do Riispoa proíbe u...
13/10/2017

Maggi orienta maior rigor na fiscalização do comércio de leite hidratado

Mercado leiteiro

O artigo 354 do Riispoa proíbe uso de leite em pó para produção do tipo longa vida
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, reuniu-se com equipe do Mapa nesta quarta-feira (11) e orientou que seja intensificada a fiscalização sobre a reidratação de leite em pó para a produção do tipo longa vida (UHT) em qualquer região do país, conforme determina o Riispoa (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal).

O artigo 354 do regulamento proíbe de forma clara reidratar leite no Brasil. A exceção é tratada na Portaria 196/94 para a produção de leite pasteurizado, não UHT, em situações de emergência de desabastecimento.

No Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a reidratação para produção de leite pasteurizado, conforme a portaria, não pode ocorrer entre os meses de outubro a janeiro - período de safra na região.

No Sudeste e Centro-Oeste, a reidratação para leite pasteurizado é proibida de dezembro a março. É relevante, de acordo com o ministro, que o consumo de leite pasteurizado no país não atende a 14% do total do mercado, sendo o longa vida (UHT) a forma mais comum para consumo do produto na forma fluida.
Fonte: www.julioconsultoria.com.br

Semana da Segurança Química apresenta propostas de proteção ao trabalhadorO evento será realizado entre os dias 16 e 20 ...
13/10/2017

Semana da Segurança Química apresenta propostas de proteção ao trabalhadorO evento será realizado entre os dias 16 e 20 de outubro, na capital paulista

O contato com substâncias químicas tóxicas, inflamáveis ou explosivas faz parte do dia a dia de milhares de trabalhadores. Essa exposição requer cuidados especiais e a adoção de protocolo de segurança rígido para evitar contaminação, incêndios e outros acidentes que colocam em risco a saúde do profissional, podem provocar danos ao meio ambiente e à população em geral.

A Fundação Jorge Duprat e Figueiredo de Segurança e Saúde no Trabalho (Fundacentro) dedicará uma semana inteira para debater o assunto e apresentar ações preventivas recomendadas por convenções, programas e acordos internacionais.

De acordo com o coordenador da Semana de Segurança Química, o engenheiro químico da Fundacentro Fernando Vieira Sobrinho, o Brasil precisa atualizar a sua legislação de segurança química, adotar uma política de Estado e aprimorar a fiscalização nas empresas. "O Ministério do Trabalho adotou a Convenção 174 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), mas somente no que se refere aos inflamáveis e combustíveis. Há uma lacuna muito importante em relação às demais substâncias. Precisamos avançar, para que outros produtos químicos de diferentes níveis de toxidade possam fazer parte dos procedimentos de segurança ao trabalhador", afirma o engenheiro.

Segundo ele, um projeto de lei, que está sendo elaborado interministerialmente, objetiva a criação de uma Lei Nacional de Gestão de Substâncias Químicas. "São vários ministérios trabalhando juntos nessa proposição. Acreditamos que, no final deste ano ou início do outro, o projeto de lei do governo seja apresentado do Congresso Nacional para apreciação e votação. Será um grande e importante passo para que o país consiga atender às recomendações internacionais", destacou.

Durante a Semana de Segurança Química serão apresentados programas e convenções internacionais do Programa das Nações Unidas para o Meio ambiente (Pnuma) e da OIT. " O principal deles é o Sistema Estratégico para o Gerenciamento de Substâncias, que recomenda que até 2020 todos os países disponham de um sistema de gerenciamento de substâncias que representem risco mínimo para as pessoas e o meio ambiente. Esse é, aliás, um dos principais motivos da realização da Semana da Segurança Química pela Fundacentro", salienta Fernando Sobrinho.

O coordenador afirma que as grandes indústrias adotam protocolos de segurança, mas o Brasil tem um grande desafio, que são as pequenas e médias empresas, as quais, de modo geral, têm dificuldade de se capacitar em relação às melhores práticas na gestão de produtos químicos. "De uma forma geral, os grandes grupos e associações possuem maior capacidade de gestão dos riscos das substâncias químicas, mas isso não resolve. É preciso que haja, por parte dos órgãos públicos, ações que aprimorem essa gestão em todos os setores, seja por meio de programas, seja mediante o estabelecimento de legislação e fiscalização do cumprimento. Toda substância química pode representar um risco em maior ou menor grau, dependo da sua toxidade, quantidade e tempo de exposição. O conhecimento dos riscos e a redução da exposição são fundamentais. Para isso existem sistemas de rotulagem que devem fazer parte de uma gestão adequada dos produtos, seguindo normas e dando capacitação e treinamento para todos os envolvidos", detalha.

Programação – Serão realizados seis painéis/seminários durante o evento: no dia 19 de outubro, o Seminário Segurança Química, Educação e Comunidade, que discutirá como a educação pode atuar na prevenção, nas emergências e com os venenos agrícolas; o ensino de segurança química, com apresentações e debates com duas das principais universidades do Brasil (USP e UFRJ); o papel das ONGs e dos sindicatos; as ações educativas da Fundacentro e o projeto Educação em Segurança Química da Conasq. O Seminário sobre Prevenção de Acidentes Químicos, que ocorre em 20 de outubro, abordará a gestão de riscos em pequenas e médias empresas, os perigos da amônia, áreas classificadas, casos de acidentes, o controle de energias perigosas e descontaminação humana.

A Semana da Segurança Química ainda oferecerá palestra sobre equipamentos de proteção química à pele (17/10) e uma rodada de palestras sobre Segurança Química, na mesma data. Outros temas tratados serão transporte de produtos perigosos; Sistema Globalmente Harmonizado para Rotulagem de Substâncias Químicas (GHS); nanotecnologia; Convenção de Minamata sobre banimento e restrição de uso do mercúrio e seus compostos, Convenção sobre Proibição de Armas Químicas e questões de saúde como silicose, contaminação humana por mercúrio, cancerígenos, toxicologia e ações internacionais da OMS. Fazem parte da programação, ainda, três minicursos sobre espaços confinados, ferramenta tool kit e nanotoxicologia, além de um curso de 16 horas sobre inflamáveis.

fonte: www.julioconsultoria.com.br

19/09/2017

Delegação brasileira conhecerá produção de lácteos da Califórnia

Missão foi proposta ao Mapa pela Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios

Uma missão integrada por representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da cadeia de lácteos e de cooperativas viaja aos Estados Unidos, de 25 a 30 deste mês, para conhecer o complexo de laticínios da Califórnia. A delegação também tem o objetivo promover intercâmbio entre produtores brasileiros e norte-americanos sobre o futuro do mercado internacional de produtos lácteos.

A comitiva terá encontro com representantes do Departamento de Agricultura da Califórnia e do centro de pesquisa de Sacramento, além de visitas a unidades de laticínios e a fazendas produtoras de leite.

A Califórnia é o maior polo leiteiro daquele país, respondendo por 19% da produção, com 18,6 bilhões de litros de leite, segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A produção americana já alcança 98 bilhões de litros de leite, o que corresponde a 19,5% da produção mundial de leite (503 bilhões de litros de leite).

Os integrantes da comitiva brasileira conhecerão as tecnologias aplicadas ao longo da cadeia produtiva, o sistema de controles e a fiscalização higiênico-sanitária, pesquisa sobre a qualidade do leite e produtos lácteos, promoção e marketing do leite e sistemas e logística de distribuição no atacado e varejo.

A delegação é formada pelo adido agrícola do Mapa em Washington, Luiz Cláudio Caruso, e por técnicos das empresas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro (Laticínio Celles Cordeiro Alimentos Ltda, Laticínio CottaLac, Laticínio Ipanema, Cooperativa Serramar, Laticínio Tirolez e Laticínio Bela Vista).

A missão foi proposta ao Mapa pela Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios – G100.

Fonte:

30/08/2017

Mapa moderniza sistema de inspeção veterinária
Segurança Alimentar

Modelo que incorpora práticas dos EUA e Europa deverá estar pronto até o fim do ano

Em entrevista a jornalistas estrangeiros, nesta segunda-feira (28), em São Paulo, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) adiantou inovações que estão sendo implantadas no sistema de inspeção veterinária do país. Disse que o episódio da Operação Carne Fraca, investigação realizada pela Polícia Federal, desencadeou um processo de auditoria estendido a todas as plantas de abate e motivou mudanças que estão em curso.

De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Luis Rangel, de março para cá, cerca de 600 plantas, de 5 mil autorizadas pelo governo federal, e que são as que realizam abates, passaram por processo rigoroso de fiscalização. De lá para cá, houve trocas de comando e inspeção mais ampla em todas as áreas de produção, “para checar o funcionamento”. Além disso, o Mapa está ampliando seu quadro de profissionais da área com novas contratações.

Luis Rangel disse que o governo está incorporando práticas de controle já testadas nos Estados Unidos e na União Europeia para aumentar a segurança e a confiança nos produtos brasileiros. Nos Estados Unidos, o modelo é o de análise de riscos. Nesse caso, trata-se de avaliações à exposição a agentes patogênicos, adoção de medidas de manejo e comunicação permanente entre todos envolvidos no processo de produção. E o modelo europeu prevê reposicionamento do quadro que trata de inspeção e a inclusão de figuras complementares, como agentes oficiais.

O secretário destacou tratar-se de procedimentos híbridos e mais sofisticados, que estarão vigorando até o fim do ano, possibilitando o seu conhecimento a novas missões estrangeiras que venham ao país e também para apresentação ao mundo por meio de roadshow.
Fonte: http://www.julioconsultoria.com.br/noticia.php?id=23

22/08/2017

Publicada IN sobre inovações tecnológicas na fabricação de produtos de origem animal

Segurança Alimentar

Setor privado desenvolverá os processos e Dipoa emitirá Termo de Não Objeção

Para acompanhar a evolução dos processos de produção dos produtos de origem animal (incluindo ovos, leite e mel), o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), editou a Instrução Normativa nº 30. A IN, que trata de inovações tecnológicas, publicada nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, define critérios para análise de proposta, avaliação, validação e implementação de inovações empregadas em qualquer etapa de fabricação de produtos de origem animal. Os processos deverão obter um termo de Não Objeção do ministério, caso haja adequação às regras de segurança alimentar.

São consideradas inovações: a mudança de maquinários das empresas, novos procedimentos de fabricação, inclusão de substâncias novas (aditivos, conservantes e outros), métodos de mitigação de microorganismos nocivos à saúde (patógenos) não utilizados atualmente ou que transformem significativamente o produto final.

Ao adotar novos métodos, as empresas devem submeter ao Mapa, o pedido de aceitação dos processos. Para conceder ou não o certificado, o ministério irá fiscalizar adequação aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos alimentos, podendo acompanhar o seu desenvolvimento e suspendê-lo, caso não atenda aos requisitos previstos.

Segundo o diretor do Dipoa, José Luis Vargas, “a indústria processadora de alimentos de origem animal passou por grande evolução tecnológica ao longo das últimas décadas. O salto evolutivo aliado à grande demanda por alimentos e à mudança dos hábitos alimentares, aumentaram a busca por maior produtividade, diversificação de produtos e competitividade nos mercados nacional e internacional”. Para o diretor o grande benefício da normatização é dar celeridade aos processos e complementar o novo Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Em 2016, a Divisão de Avaliação de Inovações Tecnológicas (DITEC) foi criada, no ministério, para avaliar os requerimentos de utilização de inovações tecnológicas quanto à sua adequação aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos produtos de origem animal. “Da mesma forma que ocorre em outros países com grande produção de produtos de origem animal, o departamento busca, também, valorizar e estimular parcerias entre as indústrias de alimentos e as instituições de pesquisas e as universidades, para o desenvolvimento de tecnologias de produção inovadoras, seguras, e que ajudem a aumentar a oferta de alimentos e a competitividade das empresas brasileiras”, explica o diretor.

Fonte: http://www.agricultura.gov.br/noticias/mapa-publica-in-sobre-inovacoes-tecnologicas-na-fabricacao-de-produtos-de-origem-animal

Consumo regular de iogurte melhora a imunidadeshutterstock_292431014.jpg (302 KB)Tem sido observado um interesse crescen...
03/08/2017

Consumo regular de iogurte melhora a imunidade
shutterstock_292431014.jpg (302 KB)

Tem sido observado um interesse crescente no estudo das interrelações entre nutrição e imunidade. A crença de que o iogurte faz bem para a saúde atravessa os séculos. De acordo com a tradição Persa, Abraão atribuía a sua fecundidade e longevidade ao consumo regular de iogurte; no início dos anos 1500, o Rei Francis, da França, foi supostamente curado de uma doença debilitante após o consumo de iogurte.

O iogurte é definido como um leite coagulado, sendo obtido por meio da fermentação ácido-lática, na presença de Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus. O ideal é que esses microrganismos permaneçam abundantes e viáveis no produto final.

O interesse científico no estudo dos benefícios do consumo de iogurte data do início do século XX. Os primeiros resultados de pesquisas indicaram que os microrganismos ácido-láticos responsáveis pela fermentação seriam antagonistas de espécies putrefadoras presentes nos intestinos, e, uma vez introduzidos no trato intestinal, previniriam o desenvolvimento dos microrganismos nocivos. Esta hipótese pararece ter sido confirmada pelo fato de que as populações que consomem iogurte regularmente apresentam maior expectativa de vida (ex: Bulgária).

Estudos subsequentes, inclusive os mais recentes, dão suporte à teoria inicial de que o iogurte faz bem para a saúde, incluindo benefícios que vão desde a proteção contra enterites até melhorias nas respostas imunes e prevenção de câncer intestinal. O iogurte é ainda uma ótima fontes de cálcio, além de apresentar efeitos positivos na redução do colesterol.

Trabalhos mais recentes têm investigado os possíveis efeitos dos lactobacilos no sistema imune e sua habilidade de combater infecções. Um deles, desenvolvido no Departamento de Reumatologia, Alergia e Imunologia Clínica e no Departamento de Nutrição da Universidade da Califórnia, nos EUA, avaliou os efeitos de longo prazo do consumo de iogurte em duas populações de idades diferentes - adultos jovens (20 a 40 anos) e adultos sêniores (55 a 70 anos). Dentro de cada população, os indivíduos foram divididos em 3 grupos experimentais. No primeiro grupo, os participantes do estudo receberam 200g/dia de iogurte com culturas vivas de bactérias; no segundo, 200g/dia de iogurte pasteurizado; e no terceiro, não receberam qualquer tipo de iogurte (grupo controle). Foi coletado sangue de todos os indivíduos a cada 3 meses, durante 1 ano, para avaliação bioquímica completa, hemograma e produção de imunoglobulinas específicas (Ig)E e interferon (IFN-).

O consumo de iogurte ocasionou uma redução nos sintomas alérgicos em ambos os grupos de idade, mostrando uma tendência de menor ocorrência de resfriados, tosse e coriza nos indivíduos que ingeriram o alimento, especialmente com culturas vivas.

Os indivíduos sêniores do grupo controle (sem iogurte) apresentaram um aumento no colesterol total e LDL, enquanto os grupos que receberam iogurte apresentaram níveis estáveis durante todo o curso do estudo.

Segundo os autores, este e vários outros resultados de pesquisas mostram o papel dos produtos lácteos fermentados na modulação do sistema imune. Iogurtes com culturas vivas são alimentos com poder de estimular/modular a imunidade, podendo ser confortavelmente adicionados às dietas da maior parte da população.



Fonte:

http://www.bebamaisleite.com.br/noticia/consumo-regular-de-iogurte-melhora-a-imunidade

Estudo mostra que o consumo de lácteos reduz a depressão pós-partoUm estudo conduzido no Japão e publicado no último mês...
27/07/2017

Estudo mostra que o consumo de lácteos reduz a depressão pós-parto

Um estudo conduzido no Japão e publicado no último mês de setembro no Nutrition Research investigou a associação entre o consumo de lácteos durante a gestação e a ocorrência dos sintomas de depressão pós-parto. O trabalho também avaliou as relações entre o consumo de cálcio e vitamina D, dos quais os lácteos são excelentes fontes, sobre estes mesmos sintomas.

A pesquisa foi realizada com 1319 mulheres gestantes, nas quais foram avaliados os hábitos de consumo de leite e derivados.

A depressão pós-parto foi diagnosticada, entre 3 e 4 meses pós-parto, quando a mulher apresentou um escore de 9 ou superior, na Edinburgh Postnatal Depression Scale (escala de avaliação de sintomas), excluindo-se todos os possíveis fatores de confundimento, como idade, local de residência, número de filhos, estrutura familiar, histórico de depressão, tipo de trabalho, nível de instrução, consumo de ci****os, dentre outros.

O estudo concluiu que o consumo de grandes quantidades de lácteos durante a gestação reduziu os riscos de sintomas de depressão pós-parto.

Fonte:

http://www.bebamaisleite.com.br/noticia/estudo-mostra-que-o-consumo-de-lacteos-reduz-a-depressao-pos-parto

Você sabe a diferença entre intolerância à lactose e alergia às proteínas do leite?Apesar de ambas serem causadas pelo c...
18/07/2017

Você sabe a diferença entre intolerância à lactose e alergia às proteínas do leite?

Apesar de ambas serem causadas pelo consumo de leite, a intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) possuem características, sintomas e tratamentos diferentes.
A alergia é uma reação do sistema de defesa do organismo às proteínas do leite (ex: caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina). Já a intolerância é decorrente da dificuldade do organismo em digerir a lactose, açúcar do leite, devido à deficiência ou ausência de lactase, enzima que a digere.
Enquanto a intolerância pode surgir a qualquer momento, inclusive na vida adulta, a alergia (APLV) ocorre, geralmente, em bebês e crianças menores de três anos.
Tanto a intolerância quanto a APLV devem ser diagnosticadas por meio de te**es laboratoriais, solicitados pelo médico.
No caso da intolerância, dependendo do seu grau de apresentação, pode-se optar pelo consumo de lácteos sem lactose, amplamente disponíveis atualmente, pela suplementação de lactase ou pela ingestão diária de pequenas quantidades de lácteos para estimular a produção de lactase pelo organismo. Os quadros de intolerância, principalmente nos bebês, podem ser transitórios, permitindo que o paciente volte a consumir lácteos após o final dos sintomas.
O único tratamento comprovadamente eficaz para a APLV é a dieta isenta das proteínas do leite, pois ao deixar de consumir o alimento que causa a alergia o sistema de defesa da criança não irá produzir as células e anticorpos responsáveis pela reação alérgica, possibilitando a remissão dos sintomas e o consumo de lácteos no futuro, na maior parte dos casos, a partir dos 3 anos de idade.

fonte: http://www.bebamaisleite.com.br/noticia/voce-sabe-a-diferenca-entre-intolerancia-a-lactose-e-alergia-as-proteinas-do-leite

Fábrica de Ração CAPEBENo decorrer de alguns meses, a fábrica de ração vem passando por algumas mudanças. Estruturação p...
11/07/2017

Fábrica de Ração CAPEBE

No decorrer de alguns meses, a fábrica de ração vem passando por algumas mudanças. Estruturação para a fábrica nova, reforma no galpão de armazenagem dos produtos acabados e a implantação das Boas Práticas de Fabricação pela JA CONSULTORIA.

Implantamos todos os Procedimentos Operacionais Padrões – POP’s de acordo com a IN 04, de 23 de fevereiro de 2007do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.

Os responsáveis e funcionários da fábrica passaram por treinamento de Boas Práticas de Fabricação, com focos principalmente na Higienização de Equipamentos, Higiene Pessoal, Controle de Pragas, tudo para garantir ainda mais a qualidade e a confiabilidade dos produtos CAPEBE.

Rações CAPEBE, aqui tem qualidade JA CONSULTORIA.

www.julioconsultoria.com.br

Endereço

Boa Esperança, MG
37170000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
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