Dra. Monalisa Saito

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Durante anos eu ouvi histórias sobre atrasos no desenvolvimento, diagnósticos, medos e conquistas.Mas, junto com cada cr...
08/03/2026

Durante anos eu ouvi histórias sobre atrasos no desenvolvimento, diagnósticos, medos e conquistas.

Mas, junto com cada criança, eu também ouvi uma mulher.

Uma mulher que se culpa.
Que pesquisa de madrugada.
Que segura o choro no carro antes de entrar na consulta.
Que aprende termos técnicos que nunca quis aprender só para proteger quem ama.

A neuropediatria me ensinou sobre cérebro.
As mães me ensinaram sobre força.

Me ensinaram que ser mulher é continuar mesmo cansada.
É amar mesmo com medo.
É seguir mesmo sem garantias.

Hoje, no Dia das Mulheres, eu não celebro apenas títulos ou conquistas.
Eu celebro essa potência silenciosa que eu vejo todos os dias no consultório.

E se eu sou uma mulher diferente hoje, é porque fui transformada por muitas de vocês. 🤍

Feliz Dia das Mulheres.

✨ Ser mulher é carregar muitos mundos dentro de si.Ser força, mesmo quando ninguém vê. Ser cuidado, mesmo quando o cansa...
06/03/2026

✨ Ser mulher é carregar muitos mundos dentro de si.

Ser força, mesmo quando ninguém vê. Ser cuidado, mesmo quando o cansaço chega. Ser mãe, profissional, empreendedora, filha, suporte… muitas vezes tudo ao mesmo tempo.

Aqui na clínica, vemos isso todos os dias.

Vemos mulheres que dedicam suas vidas a cuidar: Das crianças, das famílias, do desenvolvimento, da saúde e do futuro. Vemos profissionais que estudam, acolhem, escutam e lutam diariamente para transformar a vida de outras pessoas.

Vemos mães que chegam carregando no colo não apenas seus filhos, mas também suas esperanças, seus medos e uma força que muitas vezes elas mesmas nem percebem que têm.

Na neurologia, aprendemos todos os dias que o cérebro é extraordinário.
Mas talvez uma das coisas mais extraordinárias que vemos por aqui seja a força das mulheres.

Mulheres que constroem, cuidam, acolhem e transformam.

Neste mês das mulheres, celebramos cada uma delas:
as que trabalham aqui, as que confiam em nosso cuidado e todas que, todos os dias, movem o mundo com sua coragem e sensibilidade. 💜

Porque por trás de cada história de cuidado, sempre existe uma mulher fazendo a diferença.

Você já se perguntou se alguns comportamentos do seu filho podem estar relacionados ao TEA ou ao TDAH?Dificuldade de ate...
04/03/2026

Você já se perguntou se alguns comportamentos do seu filho podem estar relacionados ao TEA ou ao TDAH?

Dificuldade de atenção, impulsividade, atraso na fala, sensibilidade exagerada, agitação intensa…
Muitas vezes os sinais estão ali, mas vêm acompanhados de dúvidas, inseguranças e medo de “estar exagerando”.

Pensando nisso, disponibilizei um questionário de rastreio para auxiliar famílias a observarem sinais importantes de forma mais organizada e consciente.

⚠️ Importante: o questionário não substitui avaliação médica, mas pode ser um primeiro passo para entender melhor o que observar e quando procurar ajuda especializada.

Se você sente que precisa de um direcionamento, esse pode ser o começo.

🔗 O link está disponível na bio.

Informação gera clareza.
Clareza gera segurança.
E segurança transforma decisões. 🤍

Você já se perguntou se alguns comportamentos do seu filho podem estar relacionados ao TEA ou ao TDAH?Dificuldade de ate...
04/03/2026

Você já se perguntou se alguns comportamentos do seu filho podem estar relacionados ao TEA ou ao TDAH?
Dificuldade de atenção, impulsividade, atraso na fala, sensibilidade exagerada, agitação intensa…

Muitas vezes os sinais estão ali, mas vêm acompanhados de dúvidas, inseguranças e medo de “estar exagerando”.
Pensando nisso, disponibilizei um questionário de rastreio para auxiliar famílias a observarem sinais importantes de forma mais organizada e consciente.

⚠️ Importante: o questionário não substitui avaliação médica, mas pode ser um primeiro passo para entender melhor o que observar e quando procurar ajuda especializada.
Se você sente que precisa de um direcionamento, esse pode ser o começo.

🔗 O link está disponível na bio.

Informação gera clareza.
Clareza gera segurança.
E segurança transforma decisões. 🤍

27/02/2026

Antes de chamar de preguiça, vale a pena entender o que pode estar acontecendo de verdade. 💛

Aquilo que muitos pais enxergam como “má vontade” para estudar, organizar o material ou até tomar banho, em alguns casos pode estar relacionado à Disfunção Executiva, quando o cérebro tem dificuldade em planejar, iniciar e manter uma tarefa.

O córtex pré-frontal, nosso “gerente”, é responsável por dar a partida nas ações. Em crianças com TDAH ou imaturidade neurológica, esse gerente pode ter dificuldade para “acordar”. A criança quer fazer. Ela sabe que precisa fazer. Mas simplesmente trava.

E nesses momentos, ela não precisa de mais bronca.
Ela precisa de estratégia, orientação e apoio adequado.

Se você sente que seu filho “trava” em tarefas simples, isso pode ser um sinal importante.

Eu não escolhi apenas uma profissão. Eu escolhi uma missão 💛Ser neuropediatra, para mim, vai muito além de consultas, ex...
25/02/2026

Eu não escolhi apenas uma profissão. Eu escolhi uma missão 💛

Ser neuropediatra, para mim, vai muito além de consultas, exames e diagnósticos. É olhar para cada criança com respeito, enxergar seu potencial, escutar cada família com empatia e entender que por trás de cada desafio existe uma história que merece cuidado e não apenas tratamento.

A minha felicidade está nos pequenos avanços: em uma palavra que finalmente sai, em um olhar que se sustenta, em uma conquista que para muitos pode parecer simples, mas que para aquela família significa o mundo.

Cuidar do desenvolvimento infantil é acompanhar sonhos, orientar caminhos e oferecer segurança em momentos de incerteza.
É a ciência guiando minhas decisões, mas é o amor que sustenta a minha missão todos os dias. 💫

O cérebro de uma pessoa neurodivergente processa estímulos sensoriais de forma diferente.O que para a maioria é “normal”...
24/02/2026

O cérebro de uma pessoa neurodivergente processa estímulos sensoriais de forma diferente.
O que para a maioria é “normal”, uma luz, um barulho ou uma textura, pode ser percebido como muito intenso, doloroso ou desconfortável.
Alguns pontos importantes:
Hipersensibilidade: Sons, luzes, cheiros, texturas ou sabores podem ser sentidos como mais fortes ou irritantes.
Hipossensibilidade: Algumas pessoas buscam estímulos extras porque sentem menos certos sinais, como dor ou temperatura.
Respostas corporais reais: O corpo reage com ansiedade, choro, retraimento ou agitação, não é birra nem exagero.
Tudo isso ocorre porque o sistema nervoso central está “organizado” de forma diferente, tornando a percepção sensorial mais intensa, difusa ou difícil de filtrar.
Em resumo: a sensibilidade sensorial é uma experiência genuína, e não uma invenção ou comportamento mal-educado. Respeitar e adaptar o ambiente ajuda a reduzir sobrecarga e promover aprendizado e bem-estar.
me conta, seu filho tem alguma dessas sensibilidades e o que voce faz para ajuda-lo?

20/02/2026

Eu li esse comentário e ele me preocupou. Não por quem escreveu, mas pelo quanto isso ainda é normalizado.

Educação violenta não resolve. A ciência é clara sobre isso.
A violência até pode interromper um comportamento na hora, mas ela não ensina o que a criança deve fazer no lugar.

Quando a criança sente medo ou dor, o cérebro entra em modo de defesa.
As áreas de estresse são ativadas, não as áreas responsáveis por aprendizado, autocontrole e reflexão.

Punição física não desenvolve autorregulação.
Ela gera obediência por medo, não compreensão.

Estudos associam educação violenta a: mais agressividade, mais ansiedade, dificuldades emocionais, vínculos fragilizados com os cuidadores

E existe outro ponto essencial: crianças aprendem pelo exemplo.
Quando o adulto bate para “corrigir”, a mensagem é clara, bater vira uma forma válida de resolver conflitos.

📌 Disciplina não é machucar.

Brincar também é intervenção.No fim de semana, muitas famílias procuram “o que fazer” com as crianças.A resposta está em...
18/02/2026

Brincar também é intervenção.
No fim de semana, muitas famílias procuram “o que fazer” com as crianças.
A resposta está em algo simples e poderoso: brincar com intenção.
Cada brincadeira ativa áreas diferentes do cérebro, fortalece o vínculo e ajuda a criança a desenvolver atenção, linguagem, movimento e regulação emocional.
Não precisa ser perfeito.
Não precisa durar horas.
Precisa ser junto.

📌 Salve este checklist para o fim de semana.

Tem um lado do carnaval que quase ninguém percebe. Enquanto o frevo toca alto e a rua vibra, para algumas crianças o som...
14/02/2026

Tem um lado do carnaval que quase ninguém percebe. Enquanto o frevo toca alto e a rua vibra, para algumas crianças o som forte, os fogos e a multidão não são só animação podem ser demais. O que é festa para muitos, para elas pode virar confusão e cansaço rapidinho.

Quando uma criança chora, tampa os ouvidos ou pede para ir embora, não é birra. Às vezes é só o corpinho dizendo: “eu preciso de um tempo”. Nem toda criança consegue lidar com tantos estímulos ao mesmo tempo e isso merece respeito.

Adaptar não é tirar a graça do carnaval. É cuidar. É garantir que a alegria também seja segura e possível para elas. Porque inclusão de verdade começa na empatia.

Nem todo cérebro vive o Carnaval da mesma forma.Para muitas crianças autistas, o barulho intenso, repetitivo e imprevisí...
13/02/2026

Nem todo cérebro vive o Carnaval da mesma forma.

Para muitas crianças autistas, o barulho intenso, repetitivo e imprevisível não é só incômodo.
É sobrecarga neurológica.

O cérebro autista tem mais dificuldade em filtrar estímulos sensoriais. Sons altos ativam o sistema de alerta, aumentam o estresse e podem gerar crises, irritabilidade, dor física e exaustão emocional.

Quando a criança chora, se agita ou tenta fugir, isso não é birra.
É o sistema nervoso dizendo: “não estou dando conta.”

Adaptar não é estragar a festa.
É proteger um cérebro em desenvolvimento.
Incluir também é respeitar limites sensoriais.
E informação é o primeiro passo para isso.

12/02/2026

Seu filho não aprende melhor só porque “se esforça mais”.

Ele aprende melhor quando o cérebro dele se sente seguro, interessado e compreendido.
A psicologia mostra que aprender não é decorar.

É construir sentido.

✔️ Quando você elogia o esforço, não o resultado, ensina persistência.
✔️ Quando conecta o conteúdo à vida real, o cérebro entende por que aquilo importa.
✔️ Quando respeita interesses, a motivação vem de dentro — não do prêmio.
✔️ Quando cria rotinas e expectativas claras, reduz ansiedade e confusão.
✔️ Quando ensina a lidar com emoções, prepara para aprender mesmo diante do erro.

Aprender é um processo emocional, não só cognitivo.
E família presente faz toda a diferença.

Se esse conteúdo te ajudou a enxergar a aprendizagem com outros olhos, salva.
Pode ser exatamente o que seu filho precisa agora.

Endereço

Boa Viagem, PE

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