Renata Gomes - Psicóloga

Renata Gomes - Psicóloga Atendimento Clínico para adolescentes, adultos e terceira idade. Agende sua sessão!

A vida pode voltar a sorrir pra você.Não porque tudo se resolve de uma vez, mas porque processos também amadurecem.Momen...
05/02/2026

A vida pode voltar a sorrir pra você.
Não porque tudo se resolve de uma vez, mas porque processos também amadurecem.

Momentos difíceis não anulam quem você é, nem tudo o que já foi construído internamente.
Mesmo quando há cansaço, algo em você segue funcionando.

Você é mais percebido e reconhecido do que imagina.
Nem todo reconhecimento é dito, alguns se expressam em vínculo, respeito e permanência.

Seguir não é negar a dor.
É continuar, mesmo sem ter todas as respostas, um passo de cada vez, com mais consciência do que cobrança.

Aos poucos, o olhar muda.
A relação consigo também.
E é nesse espaço, entre o que dói e o que segue vivo, que algo começa a se reorganizar.

Continue.
A vida sorri de volta.
Mas para isso, é preciso que você se permita
olhar para si com mais gentileza do que exigência.

Faz bem fazer terapia 😉

A expectativa de mudança externa costuma nos colocar em espera, como se o alívio dependesse sempre do outro ou das circu...
03/02/2026

A expectativa de mudança externa costuma nos colocar em espera, como se o alívio dependesse sempre do outro ou das circunstâncias.
Esperamos que o outro mude, que a vida se ajuste, que algo alivie.
Até que, em algum ponto do processo, mudamos nós.
E quando o lugar interno se reorganiza, o mundo deixa de ser exigência.
Nada mais precisa mudar, porque o essencial já mudou.

02/02/2026

Algumas pessoas não voltam para o caos porque ele é bom.
Elas voltam porque ele é familiar.

E o familiar dá uma falsa sensação de segurança.

Talvez o maior medo de alguém não seja o sofrimento.
Seja a paz.

Porque a paz exige presença.
Exige identidade.
Exige escolha.

E talvez o verdadeiro trabalho emocional não seja
organizar a vida…mas aprender a morar dentro dessa vida organizada sem precisar criar um incêndio só para se sentir em casa.

Faz bem fazer terapia 😉

Nem toda dor faz barulho.Algumas se repetem em silêncio,até que a gente percebe um padrão.Não é sobre o que aconteceu.É ...
02/02/2026

Nem toda dor faz barulho.
Algumas se repetem em silêncio,
até que a gente percebe um padrão.

Não é sobre o que aconteceu.
É sobre o que sempre acontece do mesmo jeito.
Sobre vínculos que começam iguais,
histórias que terminam no mesmo ponto,
sensações que voltam mesmo quando tudo parecia diferente.

Quando algo se repete, não é azar.
É uma interpretação errônea da realidade
ou um padrão cognitivo que se mantém ativo,
operando fora do campo da consciência.

Na terapia, a gente não corre da chuva.
A gente entende por que ela sempre cai no mesmo lugar.

Faz bem fazer terapia 😉

Quando os relacionamentos doem repetidamente, o problema raramente está só no outro.A dor costuma revelar crenças, limit...
05/01/2026

Quando os relacionamentos doem repetidamente, o problema raramente está só no outro.

A dor costuma revelar crenças, limites frágeis, dificuldades de autenticidade e recursos emocionais ainda em construção.

Olhar para isso muda a forma de se relacionar, não apenas o parceiro.

Faz bem fazer terapia 😉

01/01/2026

Às vezes, o problema não é o que você sente,
é o raciocínio que você repete.

Assim como na matemática, quando usamos sempre o mesmo cálculo, chegamos ao mesmo resultado.
Com as emoções, acontece igual: sem parar para entender o pensamento por trás do sentimento, a vida entrega as mesmas respostas.

Autoconhecimento começa quando você se permite parar, olhar e compreender o processo.
Não para deixar de sentir, mas para sentir com mais consciência.

Feliz ano novo 🙌🏼❤️🙏🏼

Faz bem fazer terapia 😉

O fim de ano costuma intensificar balanços internos.Não por acaso, surgem a culpa, a sensação de atraso e a ideia de que...
21/12/2025

O fim de ano costuma intensificar balanços internos.
Não por acaso, surgem a culpa, a sensação de atraso e a ideia de que “faltou fazer mais”.

Mas um balanço emocional não é uma lista de conquistas.
É um movimento de consciência.

É olhar para o que doeu sem se julgar.
Reconhecer o que sustentou sem minimizar.
E entender que nem tudo que ficou em aberto precisa ser fechado agora.

Às vezes, o que mais organiza o próximo ciclo
não é resolver tudo, mas parar de se violentar tentando dar conta de tudo.

Que o novo ano não comece com exigências irreais,
mas com presença, gentileza e coerência emocional.

Contem comigo no processo de entender e ajustar a forma de funcionar na vida, gente querida!

Faz bem fazer terapia 😉

Tem um tipo de desgaste que não aparece como cansaço físico.A pessoa segue funcionando, trabalha, cuida, responde, resol...
17/12/2025

Tem um tipo de desgaste que não aparece como cansaço físico.
A pessoa segue funcionando, trabalha, cuida, responde, resolve, mas começa a se perceber menos inteira em si mesma.

Cumpre o que precisa ser feito, mantém tudo em ordem, segue dando conta.
Mas, em algum ponto, deixa de se sentir verdadeiramente presente em si.

Não é tristeza clara.
Nem um colapso evidente.
É uma sensação sutil de estranhamento:
como se você estivesse vivendo no modo automático, observando a própria vida de fora.

Muitas mulheres chegam à terapia dizendo:
“Está tudo aparentemente bem, mas eu não me reconheço mais.”

E isso não acontece de repente.
Acontece quando você passa tempo demais operando a partir do que é necessário e pouco tempo escutando o que é essencial.

Aos poucos, você se adapta.
Silencia desconfortos.
Ajusta expectativas.
Prioriza o funcionamento em detrimento da presença.

Até que um dia percebe que está eficiente, mas distante.
Produtiva, mas desconectada.
Disponível para tudo, menos para si.

Esse afastamento interno não é fraqueza.
É um sinal clínico de que algo em você está sendo deixado para depois há tempo demais.

O trabalho terapêutico, nesse ponto, não é “voltar a ser quem você era”, mas se reconectar com quem você é agora, antes que o funcionamento automático se transforme em esgotamento emocional.

Rever limites é, antes de tudo, um gesto de reconexão:
não para fazer menos, mas para voltar a se habitar.

Faz bem fazer terapia 😉

Paz não é ausência de barulho,é a presença de gentileza consigo.Faz bem fazer terapia 😉
14/12/2025

Paz não é ausência de barulho,
é a presença de gentileza consigo.

Faz bem fazer terapia 😉

Terapia não é desabafo.Terapia é tratamento.Em saúde mental, existe uma diferença enorme entre falar e elaborar. Entre d...
10/12/2025

Terapia não é desabafo.
Terapia é tratamento.

Em saúde mental, existe uma diferença enorme entre falar e elaborar. Entre desabafar e trabalhar psiquicamente. E é justamente por isso que a psicoterapia precisa ser conduzida por um profissional formado, qualificado e tecnicamente preparado.

A terapia é um processo clínico que envolve método, teoria, escuta especializada, avaliação contínua e intervenções precisas. Não é opinião, não é troca de experiências, não é “conselho”, é tratamento psicológico.

E quando tratamos saúde mental, precisamos de alguém que conheça profundamente:
• funcionamento psíquico,
• mecanismos de defesa,
• padrões de comportamento,
• estrutura emocional,
• e as bases científicas que sustentam cada intervenção.

É esse rigor técnico que permite transformar desorganização em compreensão, sintomas em estratégias, sofrimento em elaboração.

A psicoterapia também não substitui medicação, assim como a medicação não substitui psicoterapia. Cada recurso tem sua função, mas é na terapia que o paciente entende por que reage como reage, como sustenta mudança e o que precisa ser reconstruído internamente.

E sim, o processo é profundo.
Exige continuidade, responsabilidade e acompanhamento profissional. Não é linear, não é mágico e não é rápido, mas é real.

No fim, a pergunta não é “será que eu preciso de terapia?”.
A pergunta é: “estou disposto a me tratar com quem realmente sabe o que está fazendo?”

Faz bem fazer terapia 😉

Cuidar da saúde mental, sim.Romantizar problemas e soluções rápidas, não.Um diagnóstico responsável é fundamental: ele o...
10/12/2025

Cuidar da saúde mental, sim.
Romantizar problemas e soluções rápidas, não.

Um diagnóstico responsável é fundamental: ele orienta decisões, esclarece o quadro e, quando necessário, inclui o uso adequado de medicação. Fármacos têm um papel importante na estabilização emocional, no manejo de sintomas e na ampliação da capacidade de alguém se beneficiar da psicoterapia.
Mas eles não encerram o processo.

Saúde mental não é imediatista.
É feita de ajustes, acompanhamento, revisões e, muitas vezes, de trajetórias que incluem altos e baixos. A combinação entre medicação, psicoterapia e mudanças na vida cotidiana costuma ser o que realmente sustenta resultados duradouros.

Por isso, é importante lembrar:
medicação não é vilã, e também não é solução única.
Ela é parte de um cuidado amplo, que precisa ser conduzido com técnica, sensibilidade e continuidade.

Na prática clínica, o caminho real implica paciência, responsabilidade e compreensão de que cada pessoa tem seu próprio tempo de resposta. E tudo bem que o percurso não seja linear, isso faz parte do processo terapêutico.

Cuidar da mente é ciência, é construção, é compromisso.
Sem romantizar, mas com respeito pela complexidade de cada história.

Um abraço, gente querida!

Faz bem fazer terapia 😉

Faz bem fazer terapia.

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