Dr. Henrique Eisenberg

Dr. Henrique Eisenberg Esta é uma página sobre alergias. Vou realçar notícias e notas ao público leigo. Esta página tem informações sobre alergias voltadas ao público leigo.

Esse estudo mostrou que mesmo os previamente infectados por Covid precisam fazer a vacinação, já que o risco de reinfecç...
13/11/2021

Esse estudo mostrou que mesmo os previamente infectados por Covid precisam fazer a vacinação, já que o risco de reinfecção dos não-vacinados (mas que já haviam tido Covid) era 5,5 vezes maior que o "breakthrough" ("escape": infecção em quem já foi plenamente vacinado). Como o estudo foi feito em hospitalizados, isso mostra casos mais sérios.

Resumo (retirado do artigo de 5/nov/2021):

O que já se sabe sobre esse assunto?

A infecção anterior com a vacinação contra SARS-CoV-2 ou COVID-19 pode fornecer imunidade e proteção contra a infecção e doença SARS-CoV-2 subsequentes.

O que é adicionado por este relatório?

Entre as hospitalizações por doença semelhante a COVID-19 entre adultos ≥18 anos, cuja infecção ou vacinação anterior ocorreu 90-179 dias antes, as chances ajustadas de COVID-19 confirmado por laboratório entre adultos não vacinados com infecção anterior por SARS-CoV-2 foram de 5,49 vezes mais alta do que as chances entre receptores totalmente vacinados de uma vacina de mRNA COVID-19 que não tinham infecção documentada anterior (intervalo de confiança de 95% = 2,75–10,99).

Quais são as implicações para a prática de saúde pública?

Todas as pessoas elegíveis devem ser vacinadas contra COVID-19 o mais rápido possível, incluindo pessoas não vacinadas previamente infectadas com SARS-CoV-2.

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Eis o artigo:
https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/mm7044e1.htm?s_cid=mm7044e1_w
Ou em pdf:
https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/pdfs/mm7044e1-H.pdf

This report describes mRNA COVID-19 vaccine recipients as having greater immunity from COVID-19 infection than previously infected, unvaccinated persons.

Estamos vivendo uma nova onda da Covid, que já foi chamada de "onda dos não-vacinados". Os relatos de arrependimento em ...
07/08/2021

Estamos vivendo uma nova onda da Covid, que já foi chamada de "onda dos não-vacinados". Os relatos de arrependimento em não ter se vacinado se sucedem, mas inúmeras pessoas ainda acreditam em mentiras criminosas divulgadas irresponsavelmente nas redes sociais.

Se sua chance de vacinação já veio, agarre-se a ela. Se ainda vem, não a perca. Vacinação signif**a tomar as DUAS DOSES! E o reforço!

Travis Campbell ligou para seu filho de 14 anos do hospital em que foi internado após contrair a doença causada pelo coronavírus

Vacinar ou não vacinar contra a Covid? Para os que ainda relutam talvez o gráfico abaixo ajude a tomar a decisão.
31/07/2021

Vacinar ou não vacinar contra a Covid? Para os que ainda relutam talvez o gráfico abaixo ajude a tomar a decisão.

Não se esqueçam de que os mosquitos não foram informados sobre a pandemia. Continuem tomando todos os cuidados.
03/06/2021

Não se esqueçam de que os mosquitos não foram informados sobre a pandemia. Continuem tomando todos os cuidados.

Ótima notícia sobre a vacinação. Vacine-se assim que sua oportunidade chegar.
01/06/2021

Ótima notícia sobre a vacinação.
Vacine-se assim que sua oportunidade chegar.

Atenção!
30/05/2021

Atenção!

A peça online A Peste, com Pedro Osório, é ótima. Foi muito bom eu poder ter participado dos comentários feitos após a a...
18/11/2020

A peça online A Peste, com Pedro Osório, é ótima. Foi muito bom eu poder ter participado dos comentários feitos após a apresentação.

https://www.facebook.com/apestedecamusnoteatro/posts/408238943885003
13/11/2020

https://www.facebook.com/apestedecamusnoteatro/posts/408238943885003

MAIS A FUNDO COM O CONVIDADO HENRIQUE EISENBERG
No próximo sábado, 14/11, receberemos Henrique Eisenberg como nosso convidado para o bate-papo que ocorre após o espetáculo "A Peste", de Albert Camus.
Dr. Henrique Eisenberg é médico, formado pela Faculdade de Medicina da UFRJ e atua na área de alergia. Formou-se também em Filosofia pela PUC-RIO, é poeta bissexto e tocou flauta transversa num conjunto de jazz e bossa nova até o ano passado.
Garanto que esse será um bate-papo enriquecedor, com muita troca boa! 🎭❣️
Se você ainda não assistiu a peça "A Peste", de Albert Camus, a hora é agora! Venha e compre seus ingressos pelo link: https://www.sympla.com.br/APESTEDECAMUS
Sábado, às 20h.
Monólogo de . Direção de e guigarcialeme. Bate-papo com .eisenberg.

Vão se preparando!Sábado, 14 de novembro, às 20h, estarei participando de um bate-papo após a apresentação do ator Pedro...
04/11/2020

Vão se preparando!

Sábado, 14 de novembro, às 20h, estarei participando de um bate-papo após a apresentação do ator Pedro Osorio no seu já consagrado e magnífico monólogo baseado no A Peste, de Albert Camus. Todo o evento será online. A direção é de Vera Holtz e Guilherme Leme Garcia.

A peça dura cerca de 45 minutos e o bate-papo vem logo após, contando com a participação da plateia, que eu espero que me ajude nessa empreitada, já que o tema é bem atual em todos os sentidos. Programem-se.

Aqui está o link para o dia 14 de novembro, quando vou participar:

https://www.sympla.com.br/a-peste-de-camus--debate-interativo-com-henrique-eisenberg---14-10-20__1040737

É uma pena que esta publicação e este vídeo estão em inglês, mas certamente a mensagem f**a. Coloquei uma tradução do te...
03/09/2020

É uma pena que esta publicação e este vídeo estão em inglês, mas certamente a mensagem f**a. Coloquei uma tradução do texto nos comentários abaixo.

Sabe-se hoje que a superconfiança nas "bombinhas" broncodilatadoras tradicionais deve ser evitada. São aquelas geralmente de cor azulada e que promovem um alívio rápido da falta de ar (geralmente à base de salbutamol - Aerolin spray e outros).

Devem ser trocadas por outros inaladores ("bombinhas") de nova geração, que são seguras, de ação mais prolongada (apesar de que de início de ação rápido) fornecidas conjuntamente com corticoides. Tudo inalado. Consulte seu médico. Não fique sem medicação apropriada.

Zero tolerance for asthma attacks - an urgent call for health system change

A gripe espanhola no Rio de 1918Do livro “Pandemias”, de Stefan Cunha Ujvari, Ed. Contexto, 2011, pag. 30-33.Leiam a fiq...
28/05/2020

A gripe espanhola no Rio de 1918
Do livro “Pandemias”, de Stefan Cunha Ujvari, Ed. Contexto, 2011, pag. 30-33.

Leiam a fiquem espantados com as similaridades que existem entre o que ocorreu em 1918 (com a gripe espanhola) e os fatos que estamos presenciando atualmente. Até o "quinino" apareceu naquela época como tentativa terapêutica! Lembrem-se que 1918 foi há pouco mais de 100 anos.

“A gripe espanhola reinou em 1918. Brasileiros liam jornais com notícias atrasadas da pandemia em progressão na Europa, América do Norte e África. Sua chegada era aguardada a qualquer momento. Um despacho do diretor geral da Saúde Pública ordenou a abertura do lazareto da Ilha Grande no final de setembro. O local seria parada obrigatória das embarcações vindas das áreas afetadas, principalmente da África. As tripulações permaneceriam em quarentena para tentar barrar a entrada viral nas portas brasileiras. Porém, a medida foi tardia para um vírus facilmente transmitido: a gripe espanhola já circulava no Brasil havia cerca de 15 dias. Uma provável embarcação inglesa já desembarcara passageiros doentes em Salvador, Recife e Rio de Janeiro. A pandemia se espalhava nas principais cidades brasileiras.

O início da gripe espanhola no Brasil estampou-se nas manchetes dos jornais. A população, apavorada, testemunhou a elevação do número de óbitos, e o pavor fez com que as pessoas se esquecessem de outros males diários: tuberculose, malária, febre tifoide, sarampo e varíola. As conversas amplif**avam as recomendações divulgadas em jornais, revistas e volantes que ensinavam medidas de prevenção da doença. Não havia nada a respeito da importância da lavagem das mãos que hoje sabemos. Eram orientados a uma rigorosa higiene bucal, nasal e da garganta para evitar a doença. Medidas inúteis aos olhos atuais.

A população não sabia a causa daquele mal: os vírus ainda não tinham sido visualizados. Cidadãos se reuniam nas ruas e praças em busca dos jornais diários que publicavam as últimas conclusões dos professores das faculdades de medicina. Porém, nada f**ava esclarecido, pois ainda debatiam sua causa: viral ou bacteriana? Os noticiários apenas traziam estatísticas diárias com o número de mortes em constante subida.

Especulações populares não faltavam. A gripe espanhola teria surgido na Primeira Guerra Mundial. Explosões, corpos em decomposição e sangue favoreceram o surgimento dos miasmas, gases venenosos, que, inalados, causaram a doença. Os cristãos deram palpites para a origem do mal: o velho e conhecido castigo de Deus pelas imoralidades e pecados – explicação dada em diversas epidemias passadas. O pânico da espanhola crescia pelos boatos. Diziam que o governo omitia dados reais do número de mortes; que em algumas cidades brasileiras corpos eram enterrados em valas comuns, incinerados ou abandonados e que o governo escondia esses fatos da população. Tudo boato.

O tratamento se baseou no conhecimento da época: purgativos para eliminar toxinas acumuladas nas fezes. Outros desesperados receberam lavagem intestinal e até mesmo sangrias. As farmácias f**avam lotadas de clientes em busca dos frascos de vidro de medicamentos, cujos preços dispararam. Os mais vendidos traziam em seu rótulo “quinino” ou vaselina mentolada. O quinino era excelente para a febre da malária, mas inef**az para a gripe. Nenhum tratamento convencia a população, que ainda tentava a prevenção ou a cura com banhos quentes, massagens e dezenas de outras substâncias inef**azes.

Os mercados vendiam mercadorias populares contra a gripe, que esgotavam rapidamente. Acabavam os estoques de limão, alho, cebola, sal, pimenta, aguardente e cânfora. Ao longo do dia os preços desses produtos subiam. As poucas máscaras, novidade inglesa e importada, esgotaram nas casas especializadas.

A população de 1918 não lotou os hospitais. Havia um receio de que o ambiente hospitalar disseminasse doenças, e, por isso, as pessoas tinham pavor da internação. Os doentes procuravam os médicos que atendiam em casa, nos consultórios particulares, nas clínicas e, raramente, nos hospitais. Consultavam curandeiros, benzedeiras e até mesmo alunos de medicina e farmacêuticos recrutados.

Em tempos atuais, a volta às aulas foi adiada pela gripe suína. Porém, em 1918, a situação foi muito pior. Fecharam escolas, clubes, fábricas, escritórios, conferências, reuniões, bares, teatros, cinemas e cancelavam jogos de futebol. Algumas cidades se esvaziaram pela fuga dos mais privilegiados. Trens lotados deixavam São Paulo em busca de sítios, cidades interioranas ou estâncias. Os órgãos sanitários tentavam acalmar a população informando que não havia motivo para pânico e que o medo predispunha à doença. Hoje, reclamamos da demora da vacina contra a gripe suína. Em 1918, tudo era tentado para prevenir a gripe. Incentivou-se a vacina contra a varíola por achar que pudesse dar proteção parcial contra a gripe. Os Institutos Butantã e Oswaldo Cruz reuniram três tipos diferentes de bactérias na tentativa, frustrada, de produzir uma vacina.

Finalmente, a epidemia sumiu das cidades brasileiras e a rotina voltou ao normal. Os fatos de 1918 seriam lembrados por décadas. Até hoje, a pandemia da gripe espanhola ressurge em livros e reportagens.”

Com relação à tosse, você sabia que:- existe uma fase inspiratória rápida seguida de um fechamento da glote que dura cer...
28/05/2020

Com relação à tosse, você sabia que:

- existe uma fase inspiratória rápida seguida de um fechamento da glote que dura cerca de 0,2 segundos?
- essa inspiração "estica" os músculos expiratórios e os traz a uma eficiência bem maior para forçar uma expiração?
- esses músculos, aliados aos músculos abdominais, tentando expirar durante o fechamento da glote levam a um enorme aumento da pressão intratorácica, que pode chegar a 300 mmHg? (Lembre-se que a pressão arterial normal é de 120x80 mmHg)
- esse aumento de pressão intratorácica se transmite ao abdomen e sistema nervoso central, podendo gerar efeitos adversos no sistema cardiovascular, genitourinário, gastrintestinal, e outros?
- na explosão da tosse, a fase inicial de aumento do fluxo dura 30-50 ms (milissegundos) e pode gerar fluxos de até 12 litros/seg?
- pode eliminar cerca de 3.000 partículas (perdigotos) no ar?
- pode eliminar cerca de 1,5 litros de ar?
- essas partículas eliminadas podem chegar a velocidades bem altas, tais como 80 km/h (em média), algumas dessas partículas chegando a muitas centenas de km/h?

Não prenda a tosse. Você vai estar gerando pressões imensas no tórax que, dependendo do seu estado de saúde, poderão provocar problemas.

Endereço

Botafogo, RJ

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