09/05/2026
O neurologista brasileiro Sérgio Felipe de Oliveira costuma defender uma ideia muito interessante: a de que o século XXI seria “o século da arte”, da singularidade e da expressão humana — em contraste com o século XX, marcado pela padronização industrial e pela repetição.
Essa fala aparece em entrevistas e conversas recentes sobre música, criatividade, espiritualidade e saúde mental.
Como fez acima - no Podcast Flow-Ciência e Alma:verdade sobre a Glândula Pineal com -
Ele argumenta que:
a sociedade industrial valorizava pessoas “iguais”, produtivas e adaptadas;
já a sociedade contemporânea passa a exigir criatividade, subjetividade e autenticidade;
por isso, a arte deixa de ser “enfeite” e passa a ser linguagem essencial do humano.
Seu olhar clínico parece caminhar justamente nessa direção: a arte como manifestação do que ainda não conseguiu virar linguagem verbal.
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Quando digo isso não é só um "Desenhinho" estou reforçando a ideia dele ser muito mais: uma forma de linguagem, regulação, vínculo e revelação subjetiva.
Você acha que é só um DESENHINHO?