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23/02/2026
A maioria das pessoas não percebe quando começa a dormir mal.
Não existe um dia exato. Existe um processo silencioso. Você vai se adaptando, ajustando expectativas, baixando o nível de energia que considera normal.
O problema é que o corpo não esquece. Ele registra.
O sono ruim, quando vira rotina, deixa de ser apenas desconforto e passa a ser um fator ativo de desgaste físico, mental e emocional. Não é uma questão de cansaço, é perder acesso à sua melhor versão sem perceber.
Dormir bem não é pausa da vida.
É o que permite que a vida se sustente com clareza, equilíbrio e saúde.
Compartilhe este post com alguém que vive dizendo “eu me acostumei a dormir mal”.
E se você é essa pessoa, conte comigo
20/02/2026
Tem uma frase que eu gosto: quando um suplemento vira moda, ele deixa de ser solução e vira esperança engarrafada.
E o magnésio está nessa fase.
Claro que ele é importante: participa de funções neuromusculares, metabólicas e pode ajudar em casos específicos.
Mas transformar isso em “a salvação para dormir bem” é simplificação perigosa. Os estudos clínicos sobre magnésio e insônia ainda são limitados: amostras pequenas, protocolos diferentes, resultados inconsistentes. Ou seja: não dá para vender como certeza aquilo que ainda é hipótese em muitos cenários.
O maior risco não é o magnésio em si. É o que ele faz você adiar: diagnóstico.
Porque insônia não é um buraco que se tapa com um pó. Pode ser ansiedade, apneia, dor, hábitos, medicação, ritmo circadiano bagunçado. E cada causa pede um caminho diferente.
Salve este post antes de comprar mais um “milagre do sono”.
Se o seu sono está ruim, eu posso te ajudar a descobrir a causa real e tratar com ciência, não com moda.
18/02/2026
Existe um detalhe que muita gente ignora: para dormir de verdade, o corpo precisa “esfriar”.
É como se ele dissesse ao cérebro: “agora é noite, pode desligar os sistemas de alerta”.
Se o quarto está quente, abafado, grudando na pele, o corpo não consegue fazer esse ajuste fino.
Resultado? Você dorme, mas não mergulha.
Acorda mais vezes, sonha menos profundamente, sente o sono mais raso. No dia seguinte, vem aquela sensação clássica: “dormi, mas não descansei”.
Não é drama. É fisiologia.
O sono profundo é um estado de recuperação. E recuperação exige condições. Temperatura, roupa de cama, ventilação, banho morno antes de deitar, evitar álcool à noite (que aumenta a temperatura corporal) são pequenos detalhes com efeito grande.
Salve este post para lembrar: às vezes o seu sono ruim não é “insônia”, é ambiente sabotando.
Se você já fez de tudo e continua acordando cansado, conte comigo para ajustar o sono com método, não com tentativa e erro.
16/02/2026
Algumas frutas fornecem matéria-prima para hormônios do sono, outras ajudam no relaxamento muscular, na hidratação ou na estabilidade metabólica. Tudo isso reduz estímulos desnecessários que manteriam o cérebro em alerta quando ele deveria desacelerar.
O ponto importante é o contexto: quantidade, horário e como isso entra na sua rotina. Alimentação noturna pesada, por exemplo, pode fazer o efeito oposto. Sono não gosta de extremos, gosta de coerência.
Salve este post para lembrar que o sono começa muito antes de deitar.
Compartilhe com alguém que vive beliscando qualquer coisa à noite.
E se o seu sono continua ruim apesar de “fazer tudo certo”, conte comigo para entender o que está faltando nessa equação.
13/02/2026
Você dorme com ventilador ligado no inverno, no verão, no dilúvio e no Apocalipse?
E quando alguém diz “desliga isso”, você sente como se estivessem arrancando seu travesseiro?
Eu entendo. O ruído constante, para alguns cérebros, funciona como um “cobertor sonoro”. Ele não é energia, é filtro.
Ele mascara sons imprevisíveis (porta, moto, vizinho, notificação) e dá ao cérebro uma sensação de estabilidade. E cérebro que sente estabilidade, relaxa.
Cérebro que sente ameaça, vigia. Às vezes o seu “problema com silêncio” não é frescura: é hiperalerta.
O ponto não é demonizar o ventilador.
O ponto é perguntar com carinho: por que meu cérebro precisa disso para baixar a guarda?
Ansiedade, estresse crônico, rotina acelerada, sono fragmentado: tudo isso pode treinar o cérebro a dormir “meio acordado”. E aí ele se apega ao ruído como âncora.
Compartilhe este post com aquela pessoa que “só dorme com barulho” (talvez seja você). E se você sente que depende disso para descansar, vale investigar.
Conte comigo.
11/02/2026
Dormir fora de casa não é só mudar de travesseiro.
É mudar o território que o cérebro reconhece como seguro.
Esse mecanismo é antigo, evolutivo, e faz com que o sono fique mais superficial em ambientes novos. Não é insônia. É vigilância.
A boa notícia é que isso pode ser minimizado com rotina, horários regulares e pequenos rituais que sinalizam segurança ao cérebro.
Salve este post se você sempre dorme mal fora.
Compartilhe com quem acha que isso é “frescura”.
E se o sono vive fragmentado, vale investigar mais a fundo.
09/02/2026
O cochilo pós-almoço é tão antigo quanto o próprio ser humano.
O erro foi transformá-lo em vilão, ou em muleta diária.
Uma soneca curta pode ser benéfica. Mas quando vira necessidade diária, longa ou tardia, geralmente está sinalizando que o sono noturno não está cumprindo seu papel.
Soneca não substitui noite bem dormida.
Ela não “paga dívida”.
No máximo, adia o problema.
Salve este post se você vive com sono depois do almoço.
Compartilhe com quem acha que cochilar resolve tudo.
E se o cansaço insiste, vamos investigar o sono da sua noite.
07/02/2026
Existe uma diferença enorme entre apagar e dormir de verdade.
E o Zolpidem, quando usado sem critério, costuma confundir essas duas coisas.
Em alguns contextos, ele pode ajudar. Mas quando vira solução permanente, geralmente está atrasando o diagnóstico real do problema: ansiedade, apneia do sono, hábitos inadequados, ritmo biológico bagunçado ou dor não controlada.
O risco maior não é só o efeito colateral. É você acreditar que está tratando o sono, quando na verdade está apenas anestesiando o sintoma.
Salve este post antes de normalizar o uso contínuo.
Compartilhe com quem acha que “sem ele não dorme”.
E se quiser tratar o sono com estratégia, eu posso te ajudar.
05/02/2026
Tem gente que acorda cansada e já vai se desculpando: “deve ser a vida corrida”.
E aí tenta resolver do jeito brasileiro: café, coragem e um “vamos que vamos”. Só que o corpo não é um funcionário que você empurra com estimulante. Ele é um sistema, e quando falta peça, ele falha.
A vitamina B12 é uma dessas peças silenciosas.
Ela participa da saúde dos nervos, da energia que você sente no corpo, da clareza que você tem na mente e da forma como o cérebro sustenta o seu estado de alerta durante o dia. Quando ela está baixa, não é raro aparecer um cansaço “estranho”: sono que não repara, memória mais fraca, raciocínio lento, indisposição que não melhora nem com descanso.
E aqui entra um ponto importante: nem sempre é só comer melhor. Às vezes o problema é absorção, uso de medicamentos, intestino, hábitos, condições associadas.
Por isso, suplementar por conta própria pode virar teatro: você acha que está tratando, mas só está improvisando.
Salve este post se você vive cansado apesar de dormir. E se você quer investigar com seriedade o que está por trás do seu cansaço e do seu sono, conte comigo.
03/02/2026
Muita gente tenta resolver o sono olhando apenas para a cabeça: remédios, chás, suplementos, técnicas de relaxamento.
Mas o corpo funciona em rede e o intestino é um dos grandes reguladores silenciosos do descanso.
Quando o intestino está desregulado, ele envia sinais constantes de estresse ao sistema nervoso. O cérebro interpreta isso como alerta, mesmo que você esteja deitado num quarto escuro e silencioso.
Resultado: sono leve, fragmentado, pouco restaurador.
É por isso que, em muitos casos, investigar o intestino faz parte do tratamento do sono. Não é moda. É fisiologia.
Salve este post se você dorme, mas não descansa.
E se quiser investigar isso com método, conte comigo.
28/01/2026
O verão chega, o termômetro sobe e o sono piora. As noites quentes afetam todo mundo, mas pra quem tem apneia, o impacto pode ser ainda mais forte.
Vou te explicar porque:
• Temperaturas altas aumentam os despertares noturnos e tornam o sono mais superficial
• O corpo precisa trabalhar mais pra regular a temperatura, gastando energia que deveria ser usada pra descansar
• O calor dilata as vias aéreas superiores, altera o padrão respiratório e pode agravar os episódios de ronco e pausas respiratórias
• Com o desconforto térmico, o cérebro desperta antes do tempo, interrompendo os ciclos de sono profundo
Para aliviar o impacto, recomendo:
• Manter o ambiente ventilado e usar roupas leves
• Lençois de algodão e evite travesseiros mais baixos
• Se usa CPAP, verificar se o equipamento está limpo e se a umidade do ar está adequada
• Evitar bebidas alcoólicas e refeições pesadas à noite, elas aumentam a temperatura corporal e pioram a apneia
• Um banho morno antes de deitar, para ajuda o corpo a entender que é hora de desacelerar
O calor pode roubar a profundidade do seu sono, mas você não precisa se render a ele.
Ajustes simples e acompanhamento médico quando necessário podem fazer toda a diferença.
Compartilhe este post com quem vive reclamando das noites quentes e ainda não entendeu o quanto o calor pode afetar a respiração.
Seu corpo agradece; e seu sono também.
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Dr. Alexandre Taborda é médico neurologista clínico pela FMB/Unesp. Neurologia é a especialidade médica que atua na identificação, tratamento e reabilitação de pacientes com doenças no sistema nervoso (cérebro, tronco encefálico, cerebelo, medula espinhal e nervos) e os componentes da junção neuromuscular (nervo e músculos). A assistência ao paciente com doenças neurológicas requer técnica e embasamento. As doenças mais comuns tratadas pelo neurologista são:
• Dores de cabeça;
• Epilepsia, desmaios, crises convulsivas;
• Distúrbios do sono (insônia, excesso de sono, sono não restaurador, ronco, apneia do sono);
• Doenças cérebro-vasculares (AVC ou “derrames”);
• Distúrbios do movimento (tremores, tiques e Doença de Parkinson);
• Distúrbios cognitivos / Demências (como Doença de Alzheimer);
• Doenças musculares e de junção (como a Miastenia Gravis);
• Tonturas e vertigens;
• Meningites, encefalites e demais infecções do sistema nervoso;
• Tumores;
• Doenças degenerativas;
• Déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
• Formigamentos, falhas de memória, confusão, perda de força, alteração na visão, mudança de comportamento.
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