Psicóloga Gelva Della Giustina

Psicóloga Gelva Della Giustina Atendimento psicoterapêutico para adolescentes e adultos. Consultoria para pais. Palestras com tema

13/04/2026

Nem todo mundo percebe quando começou a se deixar por último.

Às vezes isso vem disfarçado de responsabilidade.
De maturidade.
De “eu dou conta”.

E você dá mesmo.

Mas a que custo?

Tem escolhas que a gente faz sem perceber —
e só anos depois entende o impacto delas na forma como vive, sente e se relaciona.

O que eu vejo todos os dias é gente funcionando perfeitamente…
e, ainda assim, desconectada de si.

E não é falta de força.
É excesso de adaptação.

Se tem algo que a vida vai cobrando com o tempo
é esse afastamento silencioso de quem você é.

A pergunta não é se você aguenta.

É… até quando você vai continuar vivendo assim?

10/04/2026

Eu ri… mas com um leve incômodo.
E, ao mesmo tempo, me reconheci também.

Porque no fundo, isso não é só engraçado.
É comum demais.

Tem dias em que a gente vira “de tudo um pouco”
e, no meio disso, vai se deixando pra depois (inclusive ir ao banheiro). 🤭

Mas nem sempre isso fala só de sobrecarga.
Às vezes, fala de movimento.

De perceber que um papel que já fez sentido…
já não cabe mais do mesmo jeito.

E tudo bem. ☺️

Nem toda mudança é desorganização.
Às vezes, é reconexão. 🧠🫀

Porque existe uma diferença silenciosa entre
acumular funções
e se permitir transitar entre versões de si. 🥰

O problema não é ser много —
é quando você se perde de si tentando sustentar tudo ao mesmo tempo.

Mas também existe um outro lugar:
aquele em que você reconhece o que já foi importante,
honra a história…
e se abre para o novo com intenção.

Nem sempre o cansaço vem só do que você faz…
às vezes vem do quanto você sente que precisa sustentar.

E talvez a pergunta não seja
“como dar conta de tudo?”

Mas sim:
o que, em mim, já não cabe mais continuar do mesmo jeito?

08/04/2026

Nem todo comportamento precisa de correção. Alguns precisam de tradução.

O que você chama de “afronta”, muitas vezes é medo.
O que você chama de “frieza”, muitas vezes é proteção.
O que você chama de “desinteresse”, muitas vezes é um teste silencioso.

E aqui vai o ponto incômodo:
você está reagindo ao comportamento… ou está enxergando o que tem por trás?

Na prática clínica, isso f**a escancarado.
Quem mais desafia, quase sempre foi quem mais precisou se defender.

Então talvez a pergunta não seja
“como eu faço isso parar?”

Mas sim:
“o que isso está tentando me dizer?”

Nem sempre você vai gostar da resposta.
Mas é aí que começam as mudanças reais.

Ontem tive a honra de estar com mulheres incríveis na Rede Feminina de Combate ao Câncer, celebrando a vida, a autoestim...
02/04/2026

Ontem tive a honra de estar com mulheres incríveis na Rede Feminina de Combate ao Câncer, celebrando a vida, a autoestima e o cuidado consigo mesmas.
Momentos de reflexão, acolhimento e inspiração que nos lembram que valorizar a própria saúde e bem-estar é um ato de amor-próprio. 💖

Descansar não é perder tempo, é se reconectar consigo mesmo.Cuidar de si também passa por pausar, respirar e se permitir...
02/04/2026

Descansar não é perder tempo, é se reconectar consigo mesmo.
Cuidar de si também passa por pausar, respirar e se permitir momentos de calma. 💛

Tem dias em que a gente vive no automático…cumpre tarefas, responde demandas, segue o roteiro —e, sem perceber, vai se a...
02/04/2026

Tem dias em que a gente vive no automático…
cumpre tarefas, responde demandas, segue o roteiro —
e, sem perceber, vai se afastando do que sente.

Como se a vida fosse empurrando…
e o coração tivesse que correr atrás para dar conta.

Mas e se fosse o contrário?

E se as suas escolhas partissem do que você sente —
e não do que esperam de você?
E se o seu ritmo respeitasse o seu tempo interno?
E se o seu “sim” e o seu “não” nascessem de dentro, e não da pressão de fora?

Não é sobre viver só de emoção.
É sobre não se desconectar de si para dar conta da vida.

Porque quando o sentimento não guia…
a gente até chega em lugares —
mas não se reconhece neles.

Talvez hoje seja um bom dia para se perguntar:
“Isso que estou vivendo… faz sentido para mim?”

Quando uma escola abre espaço para falar de emoções, não é só uma reunião.É uma escolha.Uma escolha de olhar para além d...
25/03/2026

Quando uma escola abre espaço para falar de emoções, não é só uma reunião.
É uma escolha.

Uma escolha de olhar para além do comportamento.
De tentar entender o que a criança sente, e não apenas o que ela faz.

Participar desses momentos me lembra, mais uma vez, que o desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes precisa ser construído em conjunto — escola, família e escuta qualif**ada.

É nessa ponte que o cuidado ganha força de verdade.

Sigo abrindo espaços como esse e comprometida com os diálogos que atravessam diferentes contextos e fazem diferença na vida de quem está crescendo — e de quem está tentando cuidar.

Obrigada pelo convite e pela abertura à troca.

13/03/2026

Nem todo mundo aprendeu a amar do mesmo lugar.

Algumas pessoas cresceram em ambientes onde o afeto era seguro, onde errar não signif**ava perder amor, e onde o diálogo era possível.

Outras cresceram aprendendo a sobreviver.
Aprenderam a desconfiar, a se proteger, a f**ar em alerta.
Porque, em algum momento, amar também veio acompanhado de dor.

E quando essas duas histórias se encontram em uma relação, muitos conflitos parecem falta de amor…
mas na verdade são formas diferentes de lidar com a vida.

Mas é importante dizer algo que quase ninguém fala:

Não é responsabilidade de quem aprendeu no amor ensinar o outro a amar, nem tolerar tudo em nome da compreensão.

Cada pessoa precisa assumir a responsabilidade pela própria história.

E, muitas vezes, isso signif**a buscar ajuda para olhar para as próprias feridas, ressignif**ar experiências e aprender novas formas de se relacionar.

Porque amar de forma saudável também é algo que se aprende.

Se você identif**a que alguém precisa ouvir/ler isso, compartilhe. Talvez ajude-o perceber que compreender a própria história pode ser o primeiro passo para transformar as relações.
Ou salve, para assistir sempre precisar resistir a “síndrome da salvador(a).”

Compreender a dor do outro é um gesto profundamente humano.É o que nos permite ter empatia, escutar, acolher…Mas existe ...
13/03/2026

Compreender a dor do outro é um gesto profundamente humano.
É o que nos permite ter empatia, escutar, acolher…

Mas existe um limite importante que muitas pessoas aprendem tarde:
compreender não é o mesmo que carregar.

A dor de alguém pode explicar reações, comportamentos e até defesas nas relações.
Mas a responsabilidade de olhar para essa dor, elaborar a própria história e transformá-la… pertence a quem a vive.

Quando tentamos curar o outro, muitas vezes acabamos nos sobrecarregando, nos frustrando ou nos perdendo de nós mesmos.

Empatia é essencial.
Mas responsabilidade emocional também é.

Cada pessoa precisa assumir o compromisso de cuidar das próprias feridas — e, quando necessário, buscar ajuda para isso.

Compartilhe com alguém que precisa ler isso ou salve para te lembrar: empatia não precisa signif**ar autoabandono.

08/03/2026

80% das doenças autoimunes acontecem em mulheres.

Doenças em que o corpo ataca… o próprio corpo.

Coincidência?

Ou um corpo que já não aguenta mais tanta pressão?

Ser tudo para todos.
Trabalhar como se não tivesse filhos.
Cuidar dos filhos como se não trabalhasse.
Dar conta da casa.
Da carreira.
Da aparência.

E ainda ouvir que é exagero.

Talvez a pergunta não seja por que existe o Dia da Mulher.

Talvez a pergunta seja:
por que ainda precisamos dele.

Se esse vídeo te representou, compartilhe.

Endereço

Severiano Francisco Sombrio
Braço Do Norte, SC
88750000

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