Psicóloga Gelva Della Giustina

Psicóloga Gelva Della Giustina Atendimento psicoterapêutico para adolescentes e adultos. Consultoria para pais. Palestras com tema

13/03/2026

Nem todo mundo aprendeu a amar do mesmo lugar.

Algumas pessoas cresceram em ambientes onde o afeto era seguro, onde errar não signif**ava perder amor, e onde o diálogo era possível.

Outras cresceram aprendendo a sobreviver.
Aprenderam a desconfiar, a se proteger, a f**ar em alerta.
Porque, em algum momento, amar também veio acompanhado de dor.

E quando essas duas histórias se encontram em uma relação, muitos conflitos parecem falta de amor…
mas na verdade são formas diferentes de lidar com a vida.

Mas é importante dizer algo que quase ninguém fala:

Não é responsabilidade de quem aprendeu no amor ensinar o outro a amar, nem tolerar tudo em nome da compreensão.

Cada pessoa precisa assumir a responsabilidade pela própria história.

E, muitas vezes, isso signif**a buscar ajuda para olhar para as próprias feridas, ressignif**ar experiências e aprender novas formas de se relacionar.

Porque amar de forma saudável também é algo que se aprende.

Se você identif**a que alguém precisa ouvir/ler isso, compartilhe. Talvez ajude-o perceber que compreender a própria história pode ser o primeiro passo para transformar as relações.
Ou salve, para assistir sempre precisar resistir a “síndrome da salvador(a).”

Compreender a dor do outro é um gesto profundamente humano.É o que nos permite ter empatia, escutar, acolher…Mas existe ...
13/03/2026

Compreender a dor do outro é um gesto profundamente humano.
É o que nos permite ter empatia, escutar, acolher…

Mas existe um limite importante que muitas pessoas aprendem tarde:
compreender não é o mesmo que carregar.

A dor de alguém pode explicar reações, comportamentos e até defesas nas relações.
Mas a responsabilidade de olhar para essa dor, elaborar a própria história e transformá-la… pertence a quem a vive.

Quando tentamos curar o outro, muitas vezes acabamos nos sobrecarregando, nos frustrando ou nos perdendo de nós mesmos.

Empatia é essencial.
Mas responsabilidade emocional também é.

Cada pessoa precisa assumir o compromisso de cuidar das próprias feridas — e, quando necessário, buscar ajuda para isso.

Compartilhe com alguém que precisa ler isso ou salve para te lembrar: empatia não precisa signif**ar autoabandono.

08/03/2026

80% das doenças autoimunes acontecem em mulheres.

Doenças em que o corpo ataca… o próprio corpo.

Coincidência?

Ou um corpo que já não aguenta mais tanta pressão?

Ser tudo para todos.
Trabalhar como se não tivesse filhos.
Cuidar dos filhos como se não trabalhasse.
Dar conta da casa.
Da carreira.
Da aparência.

E ainda ouvir que é exagero.

Talvez a pergunta não seja por que existe o Dia da Mulher.

Talvez a pergunta seja:
por que ainda precisamos dele.

Se esse vídeo te representou, compartilhe.

A gente aprendeu a romantizar controle.Pergunta demais vira “cuidado”.Vigilância vira “interesse”.Explosões viram “medo ...
05/03/2026

A gente aprendeu a romantizar controle.
Pergunta demais vira “cuidado”.
Vigilância vira “interesse”.
Explosões viram “medo de perder”.

Mas amor saudável não sufoca.
Não exige prova constante.
Não transforma liberdade em ameaça.

Quem ama confia.
Quem não confia… controla.

E controle nunca foi linguagem de amor.

Normalizar isso só perpetua relações que adoecem.

Agora me conta com honestidade:
Você já confundiu ciúme com amor?

Se essa reflexão fez sentido, salve este post para lembrar:
amor de verdade não precisa de vigilância.

04/03/2026

Você pode passar o dia inteiro conversando com o mundo…
e ainda assim não se sentir visto por ninguém.

Pode receber mensagens, curtidas, respostas rápidas.
Pode estar em diversos grupos.

E mesmo assim…
sentir que ninguém realmente percebe quando você f**a em silêncio.

Talvez o cansaço que você chama de “rotina”
seja excesso de estímulo
e falta de vínculo.

A tela responde na hora.
O encontro real exige tempo.
A tela distrai.
O toque implica.

E talvez seja isso que esteja doendo:
tocar e ser tocada de verdade dá trabalho.
Exige presença.
Exige baixar a guarda.
Exige sair do controle.

No digital você edita.
No encontro você é.

E ser… às vezes, assusta.

Então não é só sobre menos tela.
É sobre mais coragem emocional.
Mais vulnerabilidade.
Mais risco de sentir.

Porque viver só de “touch” é seguro.
Mas viver de toque… não.

Se isso te atravessou, compartilhe com alguém que precisa ser “tocado”.

Limite dói menos do que anulação.Marque alguém que precisa lembrar disso.
04/03/2026

Limite dói menos do que anulação.
Marque alguém que precisa lembrar disso.

27/02/2026

Você chama de “dedo podre” porque é mais confortável culpar o azar do que encarar o padrão.

É mais fácil dizer “eu só atraio gente errada” do que admitir que você ignora desconfortos para não perder a fantasia.

Os sinais quase nunca são invisíveis.
Eles são minimizados.
Justif**ados.
Romantizados.

Você viu a inconsistência, mas chamou de fase.
Você sentiu o esforço desigual, mas chamou de momento difícil.
Você percebeu o incômodo, mas chamou de insegurança sua.

E enquanto tenta provar que “dessa vez vai ser diferente”, vai aceitando menos do que merece.

Agora responda com coragem:
você quer viver um amor… ou quer ganhar a batalha de fazer alguém te amar?

Se você conhece alguém que precisa ouvir isso, encaminhe esse vídeo. 😉

Cuidado com quem desabafa, algumas pessoas só querem informação.Nem todo pedido de detalhe é cuidado.Nem toda curiosidad...
26/02/2026

Cuidado com quem desabafa, algumas pessoas só querem informação.

Nem todo pedido de detalhe é cuidado.
Nem toda curiosidade é acolhimento.
Há quem se aproxime para compreender e há quem se aproxime para mapear suas fragilidades.

Informação, na mão errada, vira poder.
Por isso, discernimento é maturidade emocional.

Desabafar é saudável, mas precisa ser feito em um espaço seguro.
Na psicoterapia, a escuta é ativa, qualif**ada e ética.
Há sigilo. Há responsabilidade. Há compromisso em não usar sua vulnerabilidade contra você.

Nem todo ouvido é abrigo.

Se você sente que precisa de um espaço protegido, profissional e sem julgamentos para organizar o que está vivendo, agende sua sessão comigo.
O link está na bio.

24/02/2026

A história do cavalo no poço não é sobre força.
É sobre decisão.

A vida joga “terra”.
Nem tudo que cai sobre você foi escolha sua.

Você não controla o que jogam, mas pode decidir o que permanece.

Ficar parado enterra.
Movimento transforma posição.

Não é sobre ser mais forte.
É sobre não continuar carregando o que não te pertence.

Sozinho, o peso sufoca.
Com processo, ele vira chão.

A psicoterapia não impede que a terra caia, mas ensina você a não se confundir com ela.

Se você percebe que está há tempo demais no mesmo buraco, talvez não seja falta de força. Talvez seja hora de fazer diferente.

Se fizer sentido para você, envie uma mensagem.
O processo começa com um primeiro movimento. 😉

Entre uma remada e outra, a mente desacelera.O pôr do sol não tem pressa — e talvez você também não precise ter.A nature...
23/02/2026

Entre uma remada e outra, a mente desacelera.

O pôr do sol não tem pressa — e talvez você também não precise ter.

A natureza não exige performance, não cobra respostas, não pede produtividade. Ela só convida à presença.

Cuidar da saúde mental, às vezes, é isso: parar, respirar fundo e lembrar que você não é máquina.

Você vive mais de touch do que de toque.Você desliza histórias.Você curte corpos.Você assiste vidas.E chama isso de cone...
19/02/2026

Você vive mais de touch do que de toque.

Você desliza histórias.
Você curte corpos.
Você assiste vidas.

E chama isso de conexão.

Mas me responde —
quando foi a última vez que alguém segurou sua mão sem olhar para o relógio?
Sem dividir a atenção com uma notif**ação?
Sem pressa?

A tecnologia aproxima telas.
E você aceita a distância das peles.

Você está disponível o tempo todo.
Online. Acessível. Atualizado.
E, ainda assim, cada vez mais intocável.

Não é sobre culpar o digital.
É sobre ter coragem de perceber o que ele está substituindo.

Porque seu corpo precisa de presença real.
Seu sistema nervoso precisa de contato seguro.
Seu coração não entende Wi-Fi como afeto.

Você quer conexão…
ou só algo que anestesie o vazio por alguns segundos?

Talvez esteja na hora de trocar o dedo que desliza
pela vulnerabilidade de sentir.

Se isso doeu um pouco, compartilha.
Talvez alguém precise lembrar que ainda tem pele —
não só tela.

19/02/2026

Você não está exausto só pelo que faz. Está exausto porque nunca para.

Vivemos como se descanso fosse prêmio, mas ele é necessidade biológica e emocional.

Sem pausa, o cérebro entra em modo de sobrevivência. E quem vive sobrevivendo não consegue sentir, criar, elaborar… só reagir.

O ócio é o espaço onde a mente organiza memórias, digere emoções e devolve sentido à vida.

Se isso tocou você, talvez não seja falta de força. Talvez seja excesso de exigência.

💬 Você sabe descansar… ou só troca de tarefa?
📩 Envie para alguém que precisa ouvir isso, hoje.

Endereço

Severiano Francisco Sombrio
Braço Do Norte, SC
88750000

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