Dra Priscila Miraldi

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Uma gestação de risco para pré-eclâmpsia, mas que seguiu de forma tranquila, mostrando que nem sempre o risco se concret...
29/04/2026

Uma gestação de risco para pré-eclâmpsia, mas que seguiu de forma tranquila, mostrando que nem sempre o risco se concretiza, e que cada história merece ser vivida sem antecipações. Precauções, vigilância e assistência com leveza.

Com 38 semanas e 4 dias, o trabalho de parto começou às 10h, ganhando ritmo ao longo das horas. Às 12h40, 4 cm, caminhando para a fase ativa.

Às 14h35, já com 8 cm, no hospital, a fase mais intensa veio. Dor profunda, exigente, que pede entrega. E foi nesse momento que a analgesia entrou como aliada, não como interrupção, mas como ferramenta. Uma boa analgesia permitiu que Aparecida seguisse ativa: movimento, exercícios e, no expulsivo, a banqueta.

Um parto construído com equilíbrio entre natureza e assistência.

Às 18h57, Dante nasceu. Circular apertada, uma mãozinha no rosto, e toda a força de uma história que esperou anos para acontecer.

Sim, é possível parir após os 40.
Sim, é possível um parto normal mesmo após uma longa jornada de infertilidade.
E sim, a analgesia pode ser ponte, não barreira.

Histórias como essa nos lembram que limites, muitas vezes, são mais amplos do que imaginamos

Falar sobre isso é abrir espaço para gestar com mais presença, nascer com mais respeito e viver com mais compreensão.Por...
24/04/2026

Falar sobre isso é abrir espaço para gestar com mais presença, nascer com mais respeito e viver com mais compreensão.

Porque, no fim, todos nós somos um pouco daquilo que vivemos… mas também somos, todos os dias, a oportunidade de reescrever a nossa própria história.

No dia 6, às 17h30, decidimos estimular as contrações um pouco mais, e Lê tomou a primeira dose do shake. Às 19h30, segu...
23/04/2026

No dia 6, às 17h30, decidimos estimular as contrações um pouco mais, e Lê tomou a primeira dose do shake. Às 19h30, segunda dose.
Contrações ainda espaçadas… deu até para dormir.

Mas, de madrugada, às 2h, as contrações vieram intensas, profundas, nas costas, exigindo espaço. Massagem, bolsa quente, apoio. Respirar. Permitir-se.

Às 4h, 4 cm, colo afinando. Às 6h30, 6 cm. Fase ativa. O trabalho de parto ganhando força.

E então, a virada.

No hospital: 9 cm. Sem volta. Sem fuga. Só atravessar.

Bolsa rota. Água. Entrega.

Banheira, calor, silêncio interno. O corpo guiando. Cócoras. Banqueta. Movimento.

Cada contração, um passo mais perto. Cada onda exigindo coragem, e ela teve.

Sem analgesia. Com presença. Com força.

E assim, Ana Júlia nasceu. 3710 g de potência. De um parto vivido intensamente, como ele deve ser.

Porque parir não é sobre ausência de dor. É sobre atravessá-la. É sobre se permitir e permitir a passagem desse novo ser.

E Letícia foi inteira. Parabéns, casal, pela jornada linda que vivemos

Não é sobre suportar dor.É sobre atravessar um portal.E a maioria das mulheres que consegue passar por essa fase mais in...
17/04/2026

Não é sobre suportar dor.
É sobre atravessar um portal.

E a maioria das mulheres que consegue passar por essa fase mais intensa descobre uma força que nem sabia que tinha. Porque depois dela… o encontro está muito perto.

Foram semanas de controle rigoroso da diabetes gestacional, episódios de hipoglicemia, ajustes na alimentação, cuidado c...
16/04/2026

Foram semanas de controle rigoroso da diabetes gestacional, episódios de hipoglicemia, ajustes na alimentação, cuidado constante.

Veio também, já no final da gestação, uma pré-eclâmpsia leve, exigindo medicação e vigilância ainda mais próxima.

E, no meio de tudo isso, a descoberta de uma pequena alteração no coraçãozinho, uma CIV, junto com a restrição de crescimento, que trouxe ainda mais apreensão.

Nada foi simples. Uma gestação com múltiplos fatores que exigiram demais.

Mas ela não desistiu. Muito pelo contrário, vi uma mulher com rosto de menina se tornar uma mãe excepcional. Fez tudo que estava ao seu alcance para ser o melhor que podia para aquela que carregava no ventre.

Com 37 semanas e 1 dia, diante de um cenário de pouco líquido e crescimento comprometido, optamos pela indução. Internação, balão de Cook, ocitocina…

O trabalho de parto começou a dar sinais, o corpo respondeu… chegamos a 6 cm. O cardiotoco já não estava tão tranquilizador.

Ainda tentamos dar mais uma chance e rompemos a bolsa, fizemos glicose, mudança de posição… Mas o coraçãozinho da Serena começou a dar sinais de que não estava mais confortável prosseguir por esse caminho. Do jeitinho dela, de se comunicar com a gente aqui fora de que precisava nascer.

E ali veio a decisão. A mais importante de todas: priorizar a segurança.

A cesárea foi o caminho necessário para o encontro.

Serena nasceu com 2.150 g… pequena no tamanho, mas gigante na história que já carrega junto de sua mãe.

Porque, por trás desse nascimento, existiu uma dupla, mãe e bebê, que enfrentaram dias difíceis, medos silenciosos, limitações e incertezas e, ainda assim, seguiram firmes no maior propósito: o encontro que faz tudo valer a pena.

Emanei ao universo que colaborasse.Shai, tranquila, entendeu, aceitou e confiou. Seguimos…Pedimos tanto para Aimée esper...
10/04/2026

Emanei ao universo que colaborasse.

Shai, tranquila, entendeu, aceitou e confiou. Seguimos…

Pedimos tanto para Aimée esperar, que ela esperou até mais…

Próximo da meia-noite, um líquido escorreu… o anúncio de que o dia havia chegado.

As cólicas começaram tímidas, espaçadas… A enfermeira Juliana foi avaliar pela manhã e, às 9h, 3 cm de dilatação, mãe e bebê bem… Às 11h, com contrações um pouco mais intensas, 5 cm de dilatação, mas a bebê ainda estava alta e as contrações distantes.

Decidimos tentar o shake para dar um empurrãozinho nas contrações e não precisar de indução artificial.

Shai tomou a primeira dose, passou a tarde na bola… a segunda dose não desceu, já nauseada, acabou vomitando.

Conversamos e já estávamos nos programando para internar para indução, pelo tempo de bolsa rota…

Ás 16h:40, as contrações eram ainda irregulares… eu na frutaria, em meio à rotina, Ju na academia… esperando a hora de internar…

30 minutos depois, aquela virada de chave… aquele click em que, de repente, tudo se encaixa e coloca a gente pra correr. Mãe e bebê se entenderam, o corpo deu espaço, a bebê achou seu caminho e a fisiologia fluiu.

Helbert ligou, pois as dores estavam muito fortes e muito próximas, sem intervalo.

Corremos, muito… literalmente corremos.

Chegamos todos, ainda no PS: dilatação total, bebê baixinha… colocamos na maca, corremos de novo… foram 10 minutos…

O expulsivo não deu trégua… sem posição, bebê querendo nascer, Shai totalmente entregue. Aimée chegou chegando, em um parto natural, de lado, na maca mesmo, com toda sua equipe ali junto delas.

Aquele nascimento arrebatador. Que alegria poder ter participado dessa sua linda jornada!

Nem sempre o que assusta no início da gestação é, de fato, um problema.A queda da pressão pode vir com sintomas incômodo...
09/04/2026

Nem sempre o que assusta no início da gestação é, de fato, um problema.

A queda da pressão pode vir com sintomas incômodos, e é isso que costuma gerar preocupação, não só o número em si.

Pequenos ajustes no dia a dia já ajudam bastante, como não ficar longos períodos sem comer, manter a hidratação e levantar com mais calma.

E é no pré-natal que a gente consegue diferenciar o que é uma adaptação esperada do corpo e o que precisa de mais atenção.

Se você está grávida, vale observar como seu corpo tem respondido.

Você sentiu essa queda na pressão ou nem percebeu?

A Páscoa nos fala de renascimento.Da fé que resiste, do amor que transforma, fazendo com que a vida permaneça .E é impos...
05/04/2026

A Páscoa nos fala de renascimento.

Da fé que resiste, do amor que transforma, fazendo com que a vida permaneça .

E é impossível não fazer um paralelo com aquilo que tenho o privilégio de testemunhar tantas vezes: o nascimento de um bebê.

Em cada parto, existe também uma travessia.
Há entrega, há espera, há medos … mas, acima de tudo, há fé.

Fé no corpo, fé no processo, fé em algo maior que sustenta cada segundo daquele momento.

Assim como a Páscoa nos lembra que a vida sempre encontra um caminho, o nascimento nos mostra, de forma viva e intensa, esse mesmo milagre acontecendo diante dos nossos olhos.

A cada bebê que nasce, algo também renasce;

(Re) nasce uma mãe.
(Re) nasce um pai.
(Re) nasce uma família.

E, muitas vezes, renasce também em nós a certeza de que há algo divino em tudo isso, na força, na vulnerabilidade, na perfeição daquele primeiro encontro.

Que essa Páscoa nos lembre disso: da beleza dos recomeços, da potência da vida e da fé que nos sustenta, mesmo nos momentos mais intensos.

Porque nascer, de tantas formas, é, talvez, uma das maiores expressões do amor de Deus por nós.

Chamamos a enfermeira Vânia, que ao examiná-la já encontrou 7 cm de dilatação. Ali, ficou claro: esse bebê estava a cami...
02/04/2026

Chamamos a enfermeira Vânia, que ao examiná-la já encontrou 7 cm de dilatação. Ali, ficou claro: esse bebê estava a caminho e seria rápido.

Às 7h30, já estávamos indo para o hospital. Chegamos.

O trajeto foi marcado por pausas… contrações intensas, daquelas que fazem parar, respirar, se apoiar. Náusea, um episódio de vômito, o corpo trabalhando com potência.

Entre a entrada no pronto-socorro e a subida para o centro de parto, tudo aconteceu com uma velocidade impressionante.

Enquanto o quarto era preparado, eu fazia a internação. Até que, de repente, o pai vem ao meu encontro, com aquele misto de emoção e urgência: “Vem, está nascendo.”

E estava.

Quando entrei no quarto, ela ainda estava em pé, com puxos, entregue ao momento, completamente conectada com o próprio corpo.
Foi o tempo de colocar a luva… e Moa chegou ao mundo.

Em posição vertical. De forma intensa, linda, fisiológica.

Da entrada ao hospital até o nascimento: cerca de 25 minutos.

A mãe, forte na sua calma, confiante no processo. O pai, presente, sustentando aquele momento.

E Moa escolheu chegar assim: rápida, potente, respeitando o seu tempo e da sua mãe.

Partos assim nos lembram da sabedoria do corpo de uma mulher.

Foi arrebatador. Foi inesquecível

Pelo histórico anterior, eu imaginava que a Dani entraria em trabalho de parto antes das 39 semanas, quando até poderíam...
27/03/2026

Pelo histórico anterior, eu imaginava que a Dani entraria em trabalho de parto antes das 39 semanas, quando até poderíamos marcar uma cesárea. Pedi para que ela se preparasse para entrar em trabalho de parto e se abrisse a um parto normal, que muito provavelmente iria surpreender.

Bebê bem posicionado, colo favorável, gestação sem intercorrências, a tolerância para dor dela é invejável…por que não?

Então, a decisão final: se tudo estivesse fluindo rápido, ok, manteríamos o parto. Sem intervenções e sem longas horas.

Antes das 39 semanas, como imaginado, a bolsa rompeu à noite. Uma rotura alta, foi escorrendo devagar.

Contrações ainda fracas, aguardamos ritmar. À tarde, internamos pelo tempo de bolsa rota: 4 cm, médio, e contrações espaçadas.

Cardiotoco lindo, bebê plena. Dani me olhou nos olhos e disse: “Te dou 2 horas para ela nascer de parto normal, nem um minuto a mais!” K*k

Sorri amarelo, pensando: como vai dilatar de 4 para total, mais expulsivo, em 2 horas com essas contrações fracas?!

Decisão: terminar de romper a bolsa e pedir ao universo que escute essa mãe! E ele ouviu!

Às 16h:40 terminamos de romper a bolsa. Com a saída de mais líquido, a cabecinha da bebê desceu e forçou bem o colo. Com isso, as contrações já se intensificaram na sequência. Não foi gradual, veio pra valer. O corpo entendeu que teria que trabalhar rápido. A mente comandou tudo. Hormônios em perfeita sintonia.

Contrações chegaram pra valer, a cada 2 minutos, e bem intensas. Já fomos para a banheira para aliviar. Dani se concentrou, se entregou ao processo e, 2 horas após, tínhamos uma bebê querendo nascer.

Tempo de ir para a banqueta e alguns puxos. Em um parto natural lindo, às 18h:47, Marianna chegou!

Ficamos todos em êxtase com tanta sintonia. Mamãe pediu, Marianna escutou, o universo colaborou e a gente assistiu a um nascimento lindo. Uma mãe potente e um pai emocionado.

Dani, você foi incrível. Que bom que se permitiu viver tudo isso! Amei estar com vocês mais uma vez.

É difícil falar para o casal que, nessa época do ano, seria preciso passar o Ano Novo internada, sem previsão de alta… N...
24/03/2026

É difícil falar para o casal que, nessa época do ano, seria preciso passar o Ano Novo internada, sem previsão de alta… Não era esse o plano, mas, pelo bem de ambos, mãe e bebê, era necessário.

Foi preciso usar três classes de anti-hipertensivos para controlar a pressão, com monitorização de exames e da vitalidade fetal contínuas. Tivemos uma conversa franca e consciente de que cada dia intraútero era um ganho para um bebê ainda tão pequeno.

Os dias foram passando…

Não houve aquelas últimas semanas de espera tranquila, nem a mala revisada mil vezes, nem o coração preparado para o encontro. De repente, entre sustos, lágrimas e esperança, um bebê precisava nascer.

No exame de ultrassom, o Doppler alterou. Eu, ainda de férias, me vi sendo necessária para esse chamado. Que bom que estava por aqui.

Programamos o parto, a equipe da UTI e a medicação para neuroproteção do bebê.

No silêncio do hospital, tudo parecia diferente do que se sonha. Mas tentamos amenizar o medo e tornar mais calma a chegada do Joaquim.

O pequeno nasceu pélvico, empelicado, mostrando o milagre da vida. O choro veio mais frágil, o corpinho pequeno, as mãos tão delicadas que cabiam dentro da palma da mão.

Um amor que aprendeu rapidamente a ser forte, paciente e cheio de fé. Cada grama ganha vira vitória. Cada respiração, um pequeno milagre. Cada toque, mesmo que breve, acalenta o coração.

Foram 32 dias de UTI.

Hoje, os dois estão bem, em casa. É o que alegra o coração e faz da nossa profissão algo tão gratificante.

Parabéns Verônica e Bruno pela entrega e pela jornada que viveram juntos. Obrigada pela confiança em meu trabalho.

Compartilho com vocês os dados do meu trabalho em 2025. Mais um ano em que sigo, na prática, alinhada às recomendações d...
20/03/2026

Compartilho com vocês os dados do meu trabalho em 2025. Mais um ano em que sigo, na prática, alinhada às recomendações da OMS para partos normais.

Isso é resultado de respeito ao corpo da mulher, ao seu tempo e à forma como o parto acontece quando não é interrompido sem necessidade.

Também exige presença e compromisso. Meu, da equipe que está comigo e da mulher que vive esse processo.

Eu também sou mulher, tenho família, tenho minha vida fora daqui. Ainda assim, sigo sustentando, todos os dias, aquilo em que acredito.

Sou profundamente grata pela confiança das pacientes e das famílias no meu trabalho e da equipe que esteve comigo em 2025.

Seguimos, neste ano, com o mesmo compromisso.

Se informe. Busque, questione, entenda.
Porque, muitas vezes, o discurso é bonito, mas a prática é outra.

Escolher a equipe que vai te acompanhar faz toda a diferença.

Endereço

Avenida Salvador Marcowicz 330, Sala 29
Bragança Paulista, SP
12916400

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