Dra. Laura Campos- Saúde Mental e Bem-estar

Dra. Laura Campos- Saúde Mental e Bem-estar Que prazer te ter aqui! O meu objetivo? Levar acolhimento à você!

Eu sou a Doutora Laura e criei mais essa página de comunicação para levar mais conhecimento e alcançar o maior número de pessoas que sofrem e não sabem como procurar ajuda!

02/12/2025

A história do Gerson expõe algo que muita gente não percebe: no Brasil, saúde mental não falha só nos casos graves. Falha em tudo. Falha no básico. Falha no início. Falha na continuidade. Falha porque não existe uma rede que realmente sustente alguém que precisa de cuidado.

Quando uma pessoa apresenta sofrimento psíquico, o que costuma acontecer é uma passagem silenciosa por vários sistemas que não foram feitos para isso. A escola tenta manejar como pode. A família se vê perdida. A assistência não tem braço. A saúde não tem estrutura. E a pessoa vai f**ando cada vez mais invisível, cada vez mais rotulada, cada vez mais longe da ajuda que realmente precisaria.

O resultado é sempre o mesmo. A gente só enxerga quando vira crise. Quando vira manchete. Quando já passou de todos os limites possíveis.

Falar sobre isso não é apontar culpados. É lembrar que saúde mental não é detalhe. Não é frescura. Não é problema a ser empurrado. É parte essencial da vida. E enquanto continuar sendo tratada como algo secundário, vamos repetir histórias que nunca deveriam ter acontecido.

29/11/2025

A indústria do skincare lança novidade todos os dias. Promessas novas, rótulos chamativos, soluções mágicas para tudo. E a gente entra nesse looping de achar que só falta um produto para a pele finalmente melhorar.

Só que, na prática, o que falta não é mais um frasco. É usar o que você já tem.

Porque não adianta ter dez séruns parados se você sempre volta para os mesmos dois que realmente funcionam. Não adianta lotar a bancada se a sua rotina não acompanha esse acúmulo. Não adianta comprar porque está todo mundo falando se aquilo não faz sentido para a sua pele.

Antes de colocar mais um item no carrinho, pergunta com sinceridade: eu realmente preciso disso ou só estou repetindo o hábito de comprar para sentir que estou fazendo algo por mim?

Às vezes, o cuidado começa exatamente quando você decide parar de acumular e começa a usar, de verdade, o que já está na sua casa há semanas.

28/11/2025

A parte mais difícil de controlar a compulsão por compras não é “deixar de comprar”. É encarar o silêncio que aparece quando o impulso vai embora. É ali que a gente percebe o quanto usava o consumo para anestesiar ansiedade, frustração, cansaço, insegurança e até a sensação de tédio.

Quando você começa a criar novas fontes de prazer, o padrão muda. Você para de buscar novidade para preencher um buraco e começa a escolher só o que faz sentido para a sua vida real, não para a sua vida imaginada.

E, com o tempo, algo curioso acontece: você começa a sentir mais orgulho da sensação de controle do que da sensação de ter algo novo. O consumo deixa de ser refúgio e vira escolha consciente. E isso dá uma paz que nenhuma compra entrega.

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27/11/2025

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26/11/2025

A gente se empolga, compra no impulso, e nem percebe que já tem tudo aquilo repetido no armário.

A ideia não é deixar de comprar, é só aprender a pausar. Olhar o que você já tem. Entender o que realmente faz sentido. Às vezes a resposta é “sim, quero”, e tudo bem. Outras vezes você percebe que era só vontade de preencher um momento.

Quando a gente começa a comprar pelo propósito e não pelo impulso, tudo f**a mais leve.

26/11/2025

O problema foi comprar sem consciência, sem critério, sem pensar no depois. Eu gastei energia, tempo e dinheiro em coisas que não mudaram nada na minha vida real. Só ocuparam espaço, na mala e na cabeça.

E aí vem a parte que dói: quando algo realmente importante apareceu, eu não tinha mais margem. Não por falta de trabalho, não por falta de capacidade, mas por falta de prioridade.

E é isso que muita gente não percebe. A compulsão por comprar não é sobre a peça nova. É sobre a necessidade de sentir algo rápido, imediato, que te distraia por alguns segundos. Só que esse “algo” vai f**ando caro. Em dinheiro, em culpa, em frustração.

Então antes de comprar mais um blush igual aos cinco que já estão aí, mais uma base, mais um vestido que você só vai usar na foto… para. Respira. Abre seu armário com honestidade. Olha para a sua penteadeira como se fosse um raio-x da sua emoção.

A pergunta não é “eu quero?”. É “isso faz sentido para a minha vida hoje?”. “Isso me aproxima da Laura que eu quero ser?”. “Isso estava na minha wishlist ou é só um impulso do meu humor de agora?”.

Quando você começa a trocar o “eu mereço” por “isso me serve?”, tudo muda. E aí sim, as compras voltam a ter espaço, mas com propósito, com liberdade e sem arrependimento depois.

25/11/2025

Quando a gente observa esses comportamentos juntos, f**a evidente que a questão não é a compra em si, mas o sistema que vai se criando por trás. O cérebro passa a associar alívio rápido ao consumo, e isso estabelece um ciclo automático que se reforça todas as vezes que funciona. Quanto mais se repete, mais natural parece.

Outro ponto importante é que a sensação de urgência na hora de comprar quase nunca está ligada a uma necessidade real. É uma resposta emocional imediata. Depois que a euforia passa, sobra a pergunta sobre o motivo da compra, geralmente acompanhada de arrependimento ou culpa. A reflexão chega, mas sempre depois do impulso.

Esse padrão também interfere diretamente na rotina. O tempo que poderia ser usado para descanso, organização ou interesses pessoais é consumido pela busca infinita por novidades. A pessoa f**a ocupada demais procurando, salvando itens e comparando coisas que não precisa, enquanto energia e clareza vão sendo drenadas de forma silenciosa.

E quando surge a tentativa de mudar o hábito, o desconforto é imediato. Não porque a pessoa não queira melhorar, mas porque interromper o ciclo exige olhar para o que estava sendo evitado: silêncio, ansiedade, responsabilidade financeira e consciência do próprio comportamento. É menos sobre “parar de comprar” e mais sobre perder o anestésico que estava sendo usado no automático.

A virada começa quando a pessoa entende o que está por trás do impulso. É esse entendimento que abre espaço para escolhas mais conscientes, e não simplesmente para a repressão do comportamento.

24/11/2025

O vazio que aparece quando um hábito de consumo é retirado não signif**a falta de algo externo, e sim a interrupção de um ciclo de recompensa rápida. O cérebro, acostumado a receber dopamina imediata, interpreta essa pausa como desconforto e é exatamente aí que surgem as recaídas.

Esse período de silêncio é uma etapa neurocomportamental esperada, em que o sistema de recompensa está se reorganizando e aprendendo a funcionar sem estímulos impulsivos. Por isso, a sensação de urgência em retomar o hábito é tão intensa.

Reconhecer esse vácuo como parte do processo, e não como sinal de fracasso, ajuda a reduzir a autocrítica e aumenta a chance de manter a mudança. É nesse intervalo que novas conexões são formadas, novos padrões são consolidados e a percepção de valor começa a se transformar.

Normalizar o desconforto é fundamental para atravessar essa fase. Aos poucos, o cérebro entende que não precisa de gratif**ação imediata para regular emoções, e é justamente assim que o autocontrole deixa de ser esforço e passa a ser natural.

22/11/2025

Tem algo muito saudável em se permitir experimentar coisas novas, mesmo quando a vida já parece cheia.
Hobbies são espaços de respiro, sem cobrança, sem produtividade, sem meta.

São lembretes diários de que você não precisa ser “eficiente” o tempo todo.

Criar pequenas novidades no dia a dia é um cuidado silencioso com a saúde mental:
regula o humor, diminui o estresse, ativa partes do cérebro que estavam adormecidas, aumenta a sensação de vitalidade.

No fim, é sobre isso:
manter a vida respirando.
E continuar criando versões novas de você mesma.

19/11/2025

Eu juro que não consigo entender a dificuldade!

Hoje a minha cachorra quase foi atacada por três cães que estavam soltos, todos do mesmo dono. É impossível passar por isso sem pensar no quanto falta senso de coletividade e respeito.

Cuidar do nosso animal signif**a, também, cuidar do espaço que dividimos com outras pessoas. Colocar guia não é frescura, não é exagero, não é “coisa de quem não entende de cachorro”. É responsabilidade. É respeito pelo outro. É entender que o mundo não gira em torno do nosso próprio conforto.

A gente vive em sociedade. E sociedade só funciona quando cada um faz a sua parte, principalmente nas pequenas atitudes, que dizem muito sobre quem somos.

18/11/2025

Eu comecei a fazer um exercício simples: olhar minha fatura todos os dias. A atual e as futuras. Ver o tamanho real do rastro que cada “só 20 reais” deixa. E quando você vê preto no branco, a ficha cai: não existe gasto pequeno quando ele acontece todos os dias.

Passei a me perguntar: isso tem propósito? Isso sustenta a vida que eu quero ou só alimenta o impulso do momento?

E foi aí que eu entendi que o problema não é o preço. É a falta de critério.

A moda é cíclica, os lançamentos não acabam nunca, e se você tenta acompanhar as lojas, você entra num loop infinito de “preciso” que não tem nada a ver com você. Só esgota sua cabeça e seu dinheiro.

Hoje eu compro menos e compro melhor. Com intenção. Com calma. Com consciência do meu futuro, não do meu impulso.

Autocontrole não é abrir mão do que você gosta. É escolher o que realmente faz sentido.

um compilado dos últimos looks! ✨
13/11/2025

um compilado dos últimos looks! ✨

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