Palavra da Psicóloga

Palavra da Psicóloga Psicóloga Paula Giraldelle. Atendimentos na Asa Sul - Brasília. Psicoterapia Individual e Famili

• Transtornos de Humor (depressão e bipolaridade)
• Transtornos de Ansiedade (fobias, pânico, ansiedade generalizada)
• Trastornos Alimentares (compulsão, anorexia, bulimia)
• Emagrecimento
• Habilidades Sociais
• Orientação a Pais

Ufa! Ainda bem! 🙏😀É comum pensarmos que não podemos sentir raiva porque, afinal, é um sentimento que nos traz sensações ...
25/11/2021

Ufa! Ainda bem! 🙏😀

É comum pensarmos que não podemos sentir raiva porque, afinal, é um sentimento que nos traz sensações desagradáveis e, muitas vezes, desencadeia comportamentos difíceis. Diversas vezes já ouvi no consultório o paciente dizer que não gostaria de sentir raiva, que tenta evitar, mas não consegue. Imagina, então, quando um filho, tão pequenininho e alegre, é tomado pela fúria e demonstra sua raiva com todo o vigor da infância? Inicialmente não conseguimos aceitar!

Mas você sabia que a raiva, assim como todas as emoções, é importante para o ser humano? Sim! Não devemos evitá-la. A raiva tem um papel fundamental: o de nos defender. Sentimos raiva porque sabemos o nosso valor; porque sentimo-nos injustiçados; porque não aceitamos ser maltratados. Que bom! Uma pessoa que não sente nenhuma raiva é alguém que permite que façam com ela coisas que ela não deveria mesmo aceitar. E você não quer que seu filho seja assim, quer?!

O problema, então, não é sentir a raiva - mas o que fazemos com ela! Da próxima vez que seu filho demonstrar que se sente assim, lembre-se de que ele está apenas sendo muito saudável. Você não precisa ter medo da raiva do seu filho. Em vez disso, acolha-o. Dê-lhe espaço para falar. Ensine a ele ferramentas para se acalmar. Ajude-o a canalizá-la de forma útil. Fazendo isso, você ainda terá encontrado um outro papel para a raiva do seu filho: aumentar a conexão entre vocês. ❤️

https://neurocompativel.com.br/profissional/paula-giraldelle/
10/07/2021

https://neurocompativel.com.br/profissional/paula-giraldelle/

Olá! Sou a Paula, sou psicóloga (CRP 01/18352) e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, uma abordagem objetiva e direcionada, que busca ajudar as pessoas a superar dificuldades emocionais e de comportamento. Faço orientação parental e familiar, de acordo com os princípios do Movimen...

Vem cá, vamos conversar. Quando uma mãe estiver exausta, dê-lhe apoio. Dê seu ombro, um abraço, dê ajuda. Pergunte...
23/02/2021

Vem cá, vamos conversar.

Quando uma mãe estiver exausta, dê-lhe apoio. Dê seu ombro, um abraço, dê ajuda. Pergunte do que ela precisa, tente identif**ar sem ela dizer. Faça um carinho, leve-a pra passear, dê-lhe um tempo sozinha - pra dormir, pra ver as amigas, pra ler um livro.

Não olhe torto pra essa mãe, como se ela não quisesse mais a criança. Não lhe diga que é um privilégio que ela possa estar com o filho. Não minimize seu cansaço. Não invisibilize seu trabalho. A mãe sabe que estar com seu filho é um privilégio. Ela não quer devolvê-lo. Mas esse privilégio não anula sua dedicação.

Quando um amigo está estafado por excesso de trabalho, você lhe diz que ele é um privilegiado por ter uma profissão? Ou sugere que ele tire férias, que delegue mais, que encontre um hobby? Você admira este trabalhador dedicado ou o julga preguiçoso?

Não romantize a sobrecarga materna. Não faça essa mãe sentir culpa por estar cansada, sentir culpa por querer que o filho durma pra ela ter meia hora de silêncio, sentir culpa por chorar de madrugada quando o filho acorda pela décima vez.

A maternidade pode ser uma escolha, assim como ter uma carreira também é. Nenhuma das duas vem sem ônus. Todas as duas podem ter amor, vontade e cansaço, e sofrimento, e exaustão.

Não romantize a sobrecarga materna. Romantize seu olhar. Sua escuta. Seja rede pra essa mãe, como você seria pra um colega querido que adoecesse pelo excesso de trabalho. Estenda a mão.

E, mãe: não romantize sua sobrecarga também. Você não precisa dar conta de tudo. Você não deve. Peça ajuda! Ser respeitosa com seu filho é mais fácil quando você e respeitosa com você.

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Este dia sempre me deixa reflexiva. Nos últimos 10 anos, usei a data pra chamar atenção dos colegas pro tamanho da nossa...
27/08/2020

Este dia sempre me deixa reflexiva. Nos últimos 10 anos, usei a data pra chamar atenção dos colegas pro tamanho da nossa responsabilidade e para a necessidade de sermos éticos na nossa profissão; pra termos a empatia como ferramenta essencial de trabalho; pra reafirmar minha escolha por essa profissão tão difícil e pouco valorizada e até pra esclarecer a população sobre qual é nosso papel.

Hoje vou pedir algo a você que não é psicólogo. Dê-nos esse presente: valorize a gente!

Quando estiver deprimido, ansioso, com dificuldades emocionais ou de relacionamento; quando estiver precisando de uma escuta de qualidade; quando quiser redirecionar sua carreira; quando estiver passando por uma situação de grande estresse; quando estiver com dores “inexplicáveis”; quando estiver tendo dificuldade na criação dos seus filhos; quando precisar se adaptar a uma situação de grande mudança; quando estiver com dificuldade para alcançar seus objetivos: procure um psicólogo.

Entregue sua saúde mental a quem dedica a vida a estudá-la, a quem fez um juramento e segue um código de ética, quem está comprometido com seu tratamento. Desconfie de promessas milagrosas e de caminhos curtos e rápidos. Saúde é coisa séria. Psicologia também.

Parabéns a todos os colegas de profissão!

~ 27 de agosto - Dia do Psicólogo ~

A mente humana é fascinante. É fácil entender por que as pessoas gostam do assunto. É realmente incrível estudar o compo...
19/08/2020

A mente humana é fascinante. É fácil entender por que as pessoas gostam do assunto. É realmente incrível estudar o comportamento humano. Mas tanto quanto interessante, ele é complexo. Entendê-lo requer muito estudo. São 5 anos de faculdade, 2 anos de estágio, 2 anos de especialização (com mais estágio), supervisões frequentes. Na ânsia de ajudar alguém, uma pessoa despreparada pode prejudicar seriamente uma vida. Uma palavra mal colocada pode ser responsável por suicídio - pode parecer exagero, mas não é. Uma intervenção errada pode causar danos que perdurem por toda a vida. -> Seja responsável com a vida dos outros: não atue sem formação adequada. -> Seja responsável com a sua vida: procure profissionais qualif**ados.
@ Brasília, Brazil

Eu não sei qual é o lance de não poder falar mal de chupeta, mas o fato é que é um tabu. Toda vez que eu esboço uma crít...
06/08/2020

Eu não sei qual é o lance de não poder falar mal de chupeta, mas o fato é que é um tabu. Toda vez que eu esboço uma crítica ao bico, ganho uma inimiga ou, no mínimo, uma cara feia.
Como bem disse a Mariele (sigam ) em seus stories hoje (imperdíveis!), nós, profissionais, temos a obrigação de dar informação correta, embasada na ciência.
Informação correta não pode ser relativizada. A ciência não pode ser relativizada. Se seu filho chupou chupeta desde a maternidade e mamou no peito até 5 anos, você e ele são sortudos e exceção. Não se pode usar a experiência de uma pessoa como regra, não é assim que se faz diretriz.
O que os amplos estudos sobre amamentação nos mostram é que a chupeta (e outros bicos artificiais) interferem na pega do seio, atrapalham o ganho de peso do bebê e encurtam o tempo de amamentação.
Não adianta dar chupeta pro seu bebê e reclamar que seu seio sangra; não adianta dar chupeta e reclamar que o bebê não ganha peso; não adianta dar chupeta e dizer que seu bebê “chora de fome” porque você não tem leite suficiente. Não adianta dar chupeta pro seu bebê e lamentar que ele “largou” o seio aos 4 meses. E não pode dizer que a chupeta não interferiu na amamentação, se seu bebê deixou o seio antes dos 2 anos. Todo desmame antes dos 2 anos é considerado precoce, pela ciência.
Você sabia que o tempo indicado de amamentação é de no mínimo 2 anos? E que a amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses do bebê? 6 meses equivalem a 180 dias, mas a média de tempo que o bebê brasileiro mama é de 54 dias! Nossos bebês mamam menos de 1/3 do tempo que deveriam mamar.
Defender a amamentação e informar sobre seus benefícios não é julgar a mãe que não amamentou. Se você não pôde amamentar por qualquer motivo realmente impeditivo, então a fórmula artificial cumpriu muito bem seu papel: o de salvar a vida do seu filho. Se você podia amamentar, mas, munida de todo conhecimento, optou por não fazê-lo, fique em paz. É você quem sabe da sua situação. As escolhas são individuais. O intuito deste tipo de post é informar às pessoas que não sabem. E, assim, evitar desmames desnecessários e indesejados.

É comum que os pais comecem a se preocupar com um possível diagnóstico de autismo entre os 18 e 24 meses de idade da cri...
31/07/2020

É comum que os pais comecem a se preocupar com um possível diagnóstico de autismo entre os 18 e 24 meses de idade da criança, na medida em que sua fala não se desenvolve. Porém, a maioria das crianças portadoras de TEA apresentam sinais já a partir de poucos meses de vida.
Como dito no post anterior, uma das principais características dos transtornos do espectro autista é o déficit na interação social e, com frequência, isso se manifesta precocemente. Bebês com autismo costumam ter pouco interesse na voz humana e tendem a evitar contato visual. Eles podem demonstrar certa indiferença ao distanciamento dos pais, ou seja, não reclamam quando são deixados sozinhos ou com pessoas estranhas. Muitas vezes, são definidos como independentes e que se entretêm sozinhos, “não dando trabalho”. São pouco responsivos, podem não atender quando são chamados, levantando suspeita de deficiência auditiva.
Outra característica importante é quando o bebê perde habilidades que já havia conquistado. É comum, por exemplo, ouvirmos relatos de que a criança já falava “mamã” e, de repente, parou de falar - ou que bateu palminhas em seu aniversário de 1 ano, mas meses depois retrocedeu e nunca mais interagiu dessa forma.
É importante lembrar que nenhuma dessas características, isoladamente, corresponde a um quadro de autismo. O diagnóstico é essencialmente clínico e preferencialmente feito por uma equipe multiprofissional. Este post é informativo e não substitui a consulta com um especialista.
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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de saúde caracterizada, principalmente, pelo déficit na interação ...
29/07/2020

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de saúde caracterizada, principalmente, pelo déficit na interação social e por um padrão restritivo e repetitivo de comportamento, interesse e atividades. Também são características do portador de TEA a dificuldade de estabelecer o jogo simbólico, que é aquela brincadeira de faz-de-conta, em que a criança põe em prática sua capacidade de imaginação, imitação e criação.

Nós podemos perceber o prejuízo na interação social a partir da dificuldade de comunicação, mas é especialmente importante a intenção da criança de se comunicar. Ou seja, o simples atraso na fala não é determinante - é preciso observar a vontade da criança de interagir com os demais. Comumente, crianças com autismo interessam-se mais por objetos do que por pessoas.

O interesse restrito pode ser observado quando a criança quer sempre brincar com um único objeto, ou só quer falar e ouvir sobre o mesmo assunto; já os comportamentos repetitivos são aqueles em que a criança f**a por muito tempo executando uma ação ou observando um movimento que acontece sempre da mesma forma, como o giro de um ventilador.

É importante lembrar que nenhuma dessas características, isoladamente, corresponde a um quadro de autismo. O diagnóstico é essencialmente clínico e preferencialmente feito por uma equipe multiprofissional. Este post é informativo e não substitui a consulta com um especialista.

Tem interesse nesse assunto? Surgiram dúvidas? Escreva aqui embaixo. E fique atento, pois nos próximos dias eu falarei mais sobre o assunto. No próximo post, conversaremos sobre os primeiros sinais a serem observados.

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É comum os pais ouvirem frases como “vocês fazem tudo o que essa criança quer” ou “ignore este comportamento, seu filho ...
01/07/2020

É comum os pais ouvirem frases como “vocês fazem tudo o que essa criança quer” ou “ignore este comportamento, seu filho está te testando”. Esses comentários vêm da ideia comum de que as crianças são manipuladoras. Mas será que é verdade?

Crianças não são “miniadultos”. O cérebro delas não funciona como o nosso, principalmente na primeira infância (0 aos 6 anos de idade). O córtex pré-frontal, responsável pelo autocontrole só f**a pronto por volta dos – pasme! – 25 anos. Já o sistema límbico, responsável pelas emoções e pelas respostas de luta, fuga ou paralisação já vem prontinho de fábrica. Portanto, crianças não tem arquitetura cerebral nem capacidade cognitiva necessárias pra traçar um plano mirabolante para que os adultos façam o que ela quer.

Criança observam o tempo todo, aprendendo como as coisas funcionam. Se uma criança chora e tem suas necessidades atendidas, ela irá chorar novamente quando precisar de ajuda. Isso não é manipulação, é previsibilidade, aprendizado e comunicação.

Crianças não choram sem motivo, choram porque sentem, e sentem com intensidade, mas não sabem o que fazer com esses sentimentos. Um "mau comportamento" frente a uma frustração, a um desejo intenso que está sendo negado não é manipulação, é necessidade genuína. A criança usa os recursos que tem – que são poucos, afinal, ela acabou de chegar ao mundo.

Uma criança se joga no chão, bate a cabeça contra a parede, ou chora até vomitar porque seu nível de estresse chegou a tal ponto que o cérebro dela entrou em colapso. Pode parecer estranho, mas ela está instintivamente tentando se autorregular. Você pode ignorar ou punir tal comportamento, e com isso sua criança continuará sem ferramentas para lidar com seus sentimentos... Ou você pode, aos poucos, ensinar a ela estratégias mais adaptativas de autorregulação, através do acolhimento, da paciência, da distração e, principalmente, do seu exemplo.

Quais são as estratégias que você utiliza para lidar com o turbilhão de sentimentos que eventualmente te invadem? Sua criança pode se espelhar em você?

Texto: Paula Giraldelle () e Ana Cristina Coelho ()

Você sabia que hoje é o Dia Internacional de Combate às Dr**as? Por isso, hoje vamos falar sobre como podemos prevenir e...
26/06/2020

Você sabia que hoje é o Dia Internacional de Combate às Dr**as? Por isso, hoje vamos falar sobre como podemos prevenir esse problema com nossos filhos.

O uso e abuso de substâncias ilícitas é multifatorial e os principais fatores envolvidos são curiosidade, obtenção de prazer, influência do grupo, pressão social, baixa autoestima e dinâmica familiar.

A família pode ser um eficiente fator de proteção contra o uso de dr**as. Pra que isso aconteça, é importante que você:

→ Cultive o ambiente familiar saudável, em que prevaleça o respeito entre todos os membros.
→ Desenvolva uma relação afetuosa com seus filhos.
→ Pratique a escuta e o diálogo: converse rotineiramente com as crianças sobre sentimentos, tanto os dela quanto os seus. É na troca que o vínculo se estabelece e que o aprendizado se dá.
→ Escute seus filhos pela simples alegria de acolhê-los e de fazer parte de suas vidas e permita que eles façam parte da sua. Construa um espaço seguro de partilha e de conexão entre vocês.
→ Conheça e respeite as limitações e potencialidades dos seus filhos.
→ Participe da vida deles: saiba quem são seus amigos, seus hobbies, seus interesses.
→ Adeque suas expectativas às possibilidades reais em função da idade, nível de desenvolvimento e personalidade dos seus filhos.

O que você achou dessas estratégias? Tem outras sugestões? Deixe um comentário.

Texto: Paula Giraldelle e Laila Tonelli
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O que é ser profissional neurocompatível?É se basear em evidências científ**as. É saber que a criança precisa, além de t...
18/06/2020

O que é ser profissional neurocompatível?

É se basear em evidências científ**as. É saber que a criança precisa, além de ter suas normas biológicas entendidas e respeitadas, se sentir amada, protegida e segura para crescer feliz e saudável.
Muito amada.
Muito protegida.
Muito segura.
Nós, profissionais NC, queremos garantir que a criança tenha esse ambiente acolhedor para seu desenvolvimento.
E iremos sempre defender esses pequenos de quem contraria o essencial: criação com todo amor e carinho que a família puder proporcionar.

É muito colo sim, se criança e família querem.
É dormir juntinho sim, se a criança precisa se sentir segura.
É respeitar controle de esfíncter no tempo certo, sem pressão social ou familiar.
É saber que a norma biológica do desmame para a criança ainda não foi compreendida pela sociedade. Mas seguimos tentando ensinar.
É saber que não existe birra, nem manipulação do adulto por parte da criança, é regulação emocional a ser aprendida!
É entender que a criança merece mais respeito por parte dos adultos! Criança não precisa de limite!

Criança precisa de amor e respeito!
Orgulho de fazer parte do movimento NC
: texto

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