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Conhecer melhor a linguagem do   pode facilitar a conexão numa relaçãoA psicóloga Mary Ainsworth,, pioneira no estudo da...
19/11/2025

Conhecer melhor a linguagem do pode facilitar a conexão numa relação

A psicóloga Mary Ainsworth,, pioneira no estudo da conexão entre mãe e filho, descreve três tipos de ligação. A primeira é o bebê que não sente ansiedade exagerada com a ausência da mãe por um curto período, numa relação mãe-filho forte e de confiança. A criança explora sozinha o ambiente sem medo. Outras crianças sofrem com a insegurança da separação, com manifestações de raiva e pânico e, ao entrarem novamente em contato com a mãe, têm menor receptividade por parte delas. E há um terceiro grupo que demonstra indiferença frente à separação ou reencontro com a mãe. Estas não têm expectativa de uma conexão segura.

Esses padrões na relação mãe-filho têm influência nas relações do indivíduo adulto, incluindo as amorosas. Por exemplo, a falta de atenção da mãe ao seu bebê pode gerar um comportamento adulto inseguro, na dúvida se têm direito aos cuidados de outra pessoa. Há os que têm um comportamento de evitação, ignoram o parceiro ou parceira, especialmente em situações de vulnerabilidade. Já parceiros seguros têm a expectativa de serem correspondidos e serem amados. Estudos longitudinais mostram que o perfil de conexão com as e vai se refletir no sucesso de relações sociais e amorosas na adolescência e idade adulta.

Nossas fazem parte do nosso código de sobrevivência. e relações seguras nos fazem sentir protegidos de perigos e ameaças. Elas nos permitem conviver melhor com as fragilidades humanas e isso traz mental que se estende ao corpo.
 

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

Como a   reforça o equilíbrio mental em alguns homens enquanto em outros enfraqueceQuando se investiga o estado de bem-e...
07/11/2025

Como a reforça o equilíbrio mental em alguns homens enquanto em outros enfraquece

Quando se investiga o estado de bem-estar psíquico de um homem ao assumir o estado de , há um fenômeno chamado de paradoxo da paternidade. Alguns reportam uma influência negativa no humor, mais sintomas depressivos e mais estresse enquanto outros manifestam uma maior satisfação com a vida de forma geral.

Estudos mostram que a maioria dos pais apresentam um aumento de sentido na vida após seis meses do nascimento do , quando comparado à época da gestação. Pais de primeiros filhos foram submetidos a ressonância magnética funcional que mediu a sincronização entre diversas áreas cerebrais. Há evidências de que uma maior sincronização de áreas relacionadas às emoções e pensamento abstrato está associada à experiência de experienciar maior propósito na vida. Pais que tiveram essa experiência de maior sentido tinham também maior sincronização cerebral, uma maior integração entre áreas cerebrais ligadas às emoções e estímulos sensoriais. Aqueles que tinham uma experiência mais negativa com a paternidade apresentavam respostas no córtex sensorial e cerebelo que podem estar associadas a uma hipersensibilidade emocional a informações sensoriais como, por exemplo, ao choro do seu bebê.

Considerando as novas rotinas do dia a dia que podem desafiar emocionalmente os pais, noites acordadas, por exemplo, o efeito negativo desses novos hábitos pode ser mitigado pela maior experiência de sentido no longo prazo também conhecida pelos cientistas como narrativa própria coerente. Pesquisas têm nos apontado que adultos jovens sem filhos que julgam a paternidade algo grande para sua autorrealização têm menor satisfação com a vida à medida que atravessam os anos, mas esses são a minoria. Na maioria das vezes o cérebro se adapta.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

Os homens têm menos Alzheimer que as mulheres, apesar de terem redução mais rápida do  Pesquisa publicada na última sema...
03/11/2025

Os homens têm menos Alzheimer que as mulheres, apesar de terem redução mais rápida do

Pesquisa publicada na última semana pelo Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que, entre idosos saudáveis, os $homens têm a redução do volume cerebral mais rápida que as mulheres. Entretanto, isso não significa que eles são mais propensos a desenvolver a Doença de Alzheimer. Tamanho nem sempre é documento. Estima-se que 2/3 dos casos da Doença de ocorram entre as mulheres.

As vivem mais, mas parece que existem outros fatores biológicos que ajudam a explicar essa diferença. Muitos candidatos. Um deles é a redução dos níveis de estrogênio com a menopausa. Isso pode potencializar o risco de uma mulher que já é geneticamente predisposta a apresentar a doença.

Outra possível explicação é o efeito protetor da educação formal. Apesar das diferenças educacionais entre os gêneros terem diminuído fortemente nos últimos anos, elas ainda existem em muitas regiões do mundo, especialmente em populações mais idosas.

Uma diferente resposta ao estresse e a maior prevalência de ansiedade e depressão entre as mulheres podem fazer a diferença. Eventos desgastantes como doenças, divórcios e problemas no trabalho parecem aumentar o risco de demência entre as mulheres, mas o mesmo não acontece com os homens. O estado de ansiedade de uma mulher aumenta as chances de desenvolver a doença e essa associação não foi demonstrada entre os homens.

Além disso, a doença é mais agressiva no caso delas. As pesquisas mostram que, após o diagnóstico de Alzheimer, os homens têm um melhor desempenho em diferentes domínios cognitivos como memória, habilidades visuoespaciais e até mesmo linguagem, função esta que as mulheres levam vantagem sobre os homens quando se pensa em indivíduos saudáveis.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse ass

O transtorno do   pode ser o preço pago pela   humanaÉ bem reconhecido que comportamentos semelhantes aos encontrados no...
30/10/2025

O transtorno do pode ser o preço pago pela humana

É bem reconhecido que comportamentos semelhantes aos encontrados no transtorno do espectro (TEA) são exclusivos da espécie humana. Um estudo recém-publicado pelo periódico Molecular Biology and Evolution mostra que, comparado a cinco espécies de primatas, o cérebro humano evoluiu rapidamente para uma concentração generosa de neurônios em duas camadas da sustância cinzenta, concentração esta que está associada a uma maior conexão entre as diferentes regiões do cérebro.

Ao mesmo tempo, isso foi acompanhado de alterações em genes ligados ao TEA que proporcionou o crescimento do cérebro humano de forma mais lenta, podendo ter levado à complexidade de linguagem e pensamento dos humanos. Os resultados da presente pesquisa sugerem que o que fez o cérebro humano ser o que é também fez com que fôssemos mais neurodiversos. A alta prevalência de TEA entre os humanos pode ser secundária à seleção natural de uma menor expressão de uma série de genes que conferiu maior adaptação de nossos ancestrais e uma abundância de neurônios sensitivos a perturbações externas, como estímulos sonoros. 

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade segue o mesmo raciocínio de uma vantagem evolutiva da espécie. Em 2024, em um jogo online, os participantes de um estudo tinham que coletar o máximo possível de frutos e quanto mais tempo passavam no mesmo arbusto, menos frutos ficavam disponíveis nesta arvorezinha.  Aqueles que tinham maiores escores de sintomas de tinham uma tendência em buscar outros arbustos e, apesar de demandar um pouco mais de tempo, tiveram no final pontuações maiores.

 

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

Para se ter uma boa conversa, não é necessário que todos concordemUm método de ressonância magnética funcional tem nos m...
20/10/2025

Para se ter uma boa conversa, não é necessário que todos concordem

Um método de ressonância magnética funcional tem nos mostrado que, durante uma conversa, duas pessoas podem ter mais prazer quando as opiniões são divergentes, quando não há sincronização da atividade cerebral entre os dois cérebros, pois estão em um modo de exploração curiosa. Poderiam ter a atitude de convencer o outros de que sua forma de pensar é a certa ou buscar apenas discutir aquilo que certamente haveria consenso entre as partes. Entretanto, a exploração das opiniões diferentes pode gerar mais prazer e ser mais produtiva.

Nesse modo de exploração os cérebros não estão tão sincronizados como na situação de concordância sobre o tema em discussão. Indivíduos que são politicamente de direita têm os cérebros mais sincronizados com outros de direita quando assistem vídeos com conteúdo político. O mesmo acontece com os cérebros dos esquerdistas, mas não ocorre entre pessoas com pessoas de inclinações políticas opostas. Pessoas conhecidas já iniciam uma discussão com uma boa sincronização enquanto estranhos vão crescendo essa sincronia no curso da conversa. Mas uma dessincronização começa a acontecer à medida que a conversa abrange mais tópicos e as diferenças de opinião afloram. Isso está associado a uma maior satisfação na conversa. Esse modelo que garante a opinião pessoal sem deixar de captar a opinião diferente, o modo de exploração como nos referimos anteriormente, é visto pela literatura como o modo de discussão francês: delicado, elegante, brilhante, harmonioso, uma arte. (Au contraire! Figuring out the french. Asselin G, Martron R. Intercultural Press, 2001)

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

O uso do   durante a gravidez realmente tem relação com o   ?Na última semana Donald   fez uma declaração de que as mulh...
06/10/2025

O uso do durante a gravidez realmente tem relação com o ?

Na última semana Donald fez uma declaração de que as mulheres grávidas deveriam aguentar o máximo possível antes de lançar mão do uso do Tylenol, pois a medicação pode fazer com que os bebês desenvolvam transtorno do (TEA). Vale lembrar que o paracetamol, o Tylenol, é considerado a medicação antipirética e analgésica mais segura para as grávidas.

Febre não controlada e infeções na gravidez têm sólida associação com TEA, então você já imaginou o tamanho da irresponsabilidade e do desserviço que este moço está fazendo.

É consenso que o TEA é uma condição do neurodesenvolvimento complexa e multifatorial e tem associação como uma constelação de fatores genéticos e ambientais. A maioria dos casos de TEA pode ser ligada a causas genéticas e os fatores ambientais podem determinar como os genes vão se expressar. O fator ambiental mais fortemente estabelecido é a idade dos pais à época da concepção, maior idade maior risco.

Outros fatores ambientais descritos são parto prematuro ou por cesariana, diabetes gestacional, exposição na à poluição atmosférica e a algumas dr**as antiepiléticas. Entretanto, não há evidências inequívocas de uma relação causa e efeito. E é esse o problema dos estudos frágeis que mostraram uma associação do uso de Tylenol na gravidez e risco de TEA nos filhos. O estudo mais robusto até o momento foi publicado pelo JAMA em 2024 e não confirma esta associação Tylenol- TEA. A interpretação da tênue associação Tylenol- TEA demonstrada pelos estudos anteriores é a de que o aumento marginal do risco de TEA foi causado pelo processo infeccioso e não pelo uso da medicação. Nenhum desses estudos foi capaz de separar o efeito de infecções pré-natais do uso do Tylenol.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

✨ Mente Afiada na Maturidade: Dicas Essenciais para a Saúde Cerebral! ✨Como manter a saúde mental e cognitiva em alta de...
02/10/2025

✨ Mente Afiada na Maturidade: Dicas Essenciais para a Saúde Cerebral! ✨

Como manter a saúde mental e cognitiva em alta depois dos 50 anos? 🧠 Essa foi a pauta da matéria da jornalista Roberta Malta no Jornal O Globo, que contou com a participação do nosso , Dr. Ricardo Afonso Teixeira, do Instituto do Cérebro de Brasília (ICB)!

Ele compartilhou dicas valiosas para mantermos o cérebro em forma e aproveitarmos cada fase da vida com plenitude.

Na matéria, você vai descobrir:

A diferença entre o esquecimento comum e os sinais que merecem atenção médica.

O papel crucial da atividade física, sono de qualidade e alimentação no cerebral.

Como a interação social e novos aprendizados funcionam como um escudo contra o declínio cognitivo.

A importância de desafios e novidades para a nossa reserva cognitiva.

Não perca essas informações fundamentais para uma com qualidade!

👉 Confira a matéria completa na seção de notícias do site do ICB e inspire-se a cuidar ainda mais da sua mente.

www.icbneuro.com.br (Link na bio)

As segundas-feiras realmente são mais estressantes para a mente e para o corpoJá temos um bom corpo de evidências mostra...
29/09/2025

As segundas-feiras realmente são mais estressantes para a mente e para o corpo

Já temos um bom corpo de evidências mostrando que a segunda-feira está associada a maiores níveis de ansiedade e até de suicídio do que outros dias da semana. Há também um aumento de 20% de morte súbita por doença cardiovascular. Chandola, professor de sociologia médica da Universidade de Hong Kong trouxe resultados do seu grupo de pesquisa sobre o tema na última edição da revista Scientific American, Mind & Brain.

Os achados mostram que as pessoas que se sentem mais ansiosas às segundas-feiras apresentam aumento em 23% dos níveis de ativação do sistema de estresse por meses. Não gera uma resposta hormonal, aumento de cortisol, só de curto prazo, mas uma resposta duradoura. E níveis crônicos de aumento de cortisol estão associados a ansiedade, depressão, doença cardiovascular, diabetes, obesidade e imunodeficiência. Aqueles que tinham ansiedade em outros dias da semana não tinham essa elevação prolongada do hormônio.

Para grande surpresa, esse efeito persiste após as pessoas se aposentarem. Longe do trabalho que supostamente é considerado o gatilho para esse maior contingente de estresse associado às segundas-feiras. É como se fosse introjetado na mente e no corpo um mal estar das segundas-feiras, um alarme que foi automatizado, mesmo que você nem trabalhe mais.

Além de ter que encarar a rotina da semana após o descanso do fim de semana, por que a segunda-feira tem todo esse poder? Uma das explicações é de que na segunda confrontamos mais com as incertezas do mundo real, que comprovadamente levam ao estresse e à ansiedade. Muitos se queixam que domingo à noite é o pior momento da semana e por isso, criar uma atividade divertida nesse momento da semana pode ser uma dica preciosa para que a transição para a semana que entra seja mais suave.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

💛 Setembro Amarelo e o poder da música para a saúde mentalA música faz parte da nossa vida em todos os momentos — mas vo...
19/09/2025

💛 Setembro Amarelo e o poder da música para a saúde mental

A música faz parte da nossa vida em todos os momentos — mas você sabia que ela também pode ser uma aliada no tratamento de doenças neurológicas e no cuidado da saúde mental? Pesquisas mostram que músicas calmas reduzem a ansiedade, aliviam sintomas de depressão e até aceleram a recuperação em casos de AVC, Parkinson e Alzheimer.

No Setembro Amarelo, essa força ganha ainda mais sentido, reforçando o papel da música no suporte emocional e na prevenção do suicídio.

Nosso diretor clínico, Dr. Ricardo Afonso Teixeira, participou de uma reportagem especial da Rádio Senado, onde falou sobre o impacto da música e da musicoterapia no bem-estar e na neurologia.

👉 No portal do ICB você pode ouvir o áudio completo da entrevista e conferir a matéria na íntegra publicada pela Rádio Senado. Acesse: [link do ICB]

Se a crise da meia idade acabou, algo pior tomou o seu lugar.Pesquisa aponta que a crise da meia-idade, considerada uma ...
16/09/2025

Se a crise da meia idade acabou, algo pior tomou o seu lugar.

Pesquisa aponta que a crise da meia-idade, considerada uma entidade da psicologia humana de alcance universal, agora não existe mais. Desde 2008, tínhamos evidências que na juventude e na velhice apresentávamos os maiores índices de satisfação com a vida e felicidade passando pela meia-idade com índices menores. O que essa nova pesquisa nos traz é que esse declínio na meia-idade foi substituído por uma redução da satisfação ainda na juventude com incrementos progressivos ao longo da vida.

A análise foi feita inicialmente nos Estados Unidos e Reino Unido e depois estendida a outros 42 países envolvendo o período entre 1993 a 2025. Mais de doze milhões de pessoas participaram do estudo com seus perfis de saúde mental. 

São várias as possíveis razões para uma maior concentração de insatisfação com a vida na juventude. Entre elas os autores elencam a redução do mercado de trabalho para jovens, desafios para a saúde mental com a pandemia de COVID-19, menor disponibilidade de serviços de saúde mental, e aumento do uso das mídias sociais.

O estudo foi publicado na última semana pela revista PLOS Mental Health.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

O altruísmo pode reduzir o risco de doenças e aumentar a  Ricardo Afonso Teixeira*Além de terem uma maior sobrevida, as ...
11/09/2025

O altruísmo pode reduzir o risco de doenças e aumentar a

Ricardo Afonso Teixeira*

Além de terem uma maior sobrevida, as pessoas que se dedicam a trabalhos têm a percepção de terem um melhor estado físico e psicológico. A literatura médica ainda aponta que há uma associação com menor risco de depressão e demência.

Mas quais seriam os mecanismos que explicariam a promoção de todos esses efeitos benéficos do ? Incremento das interações sociais é uma possibilidade. Além disso, o voluntariado é capaz de aumentar a motivação e promover uma sensação mais profunda de sentido na vida. Quando a motivação é para ajudar o outro, vive-se o sentimento de dedicação a algo maior do que a si próprio. Quando um é orientado pelo , este tem maior chance de apresentar um melhor equilíbrio psicossocial.

Toda forma de voluntariado é legítima, mas quando a razão é focada em interesses próprios, a chance de frustração é maior, com uma expectativa de retorno que não é alcançada. Além disso, alguns tipos de voluntariado com alto de grau de andam na contramão do equilíbrio mental e da saúde como um todo.

* Extraído da coluna semanal Neurônios em Dia, parceria entre o Instituto do Cérebro de Brasília e o Correio Braziliense. Confira mais sobre esse assunto e outros conteúdos acessando nosso site (link na bio): http://www.icbneuro.com.br

🧠 Alzheimer ainda é um tema cercado de mitos e informações equivocadas – e isso pode atrasar diagnósticos, prejudicar o ...
02/09/2025

🧠 Alzheimer ainda é um tema cercado de mitos e informações equivocadas – e isso pode atrasar diagnósticos, prejudicar o tratamento e impactar pacientes, familiares e cuidadores.

Em entrevista, o neurologista Dr. Ricardo Teixeira, diretor do Instituto do Cérebro de Brasília (ICB), participou de uma matéria especial do portal que esclarece os 8 principais mitos sobre o Alzheimer que incomodam os especialistas.

✔️ O artigo aborda desde falsas crenças sobre tratamentos e exames até a ideia equivocada de que perda de memória é “normal” do envelhecimento.
✔️ Traz também a importância do precoce e do cuidado multidisciplinar para garantir qualidade de vida.

Exemplo de mitos que você vai desvendar:

"Perda de memória é normal do envelhecimento."

"O canabidiol cura o Alzheimer."

"Uma pessoa sozinha consegue cuidar de um familiar com ."

Ficou curioso? 👉 Confira a lista completa em nossa seção de notícias: icbneuro.com.br (link na bio), e descubra a verdade sobre esses e outros mitos!

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