Clínica Carmen Heloisa

Clínica Carmen Heloisa -FONOAUDIOLOGIA,
- PSICOLOGIA : terapia em Crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias
aplicação de Wisc
-Psicomotricidade
- Psicopedagogia

09/12/2016
21/03/2016
10/08/2015

Para conseguir que el niño con TDAH sea más receptivo a lo que le queremos trasmitir podemos comenzar siempre destacando los aspectos positivos

12/06/2015

Vamos a comenzar el año con algunas recomendaciones para fomentar la autoestima de los peques: Estar presentes, tenerle en cuenta. Dedícales tiempo exclusivo, escúchales con atención ...

12/06/2015

Todo caminho da gente é resvaloso. Mas,também, cair não prejudica demais - a gente levanta, a gente sobe, a gente volta. GUIMARÃES ROSA

21/03/2015

Amanhã Dia 21 de Março,
Dia Mundial da Síndrome De Down

O Dia - 21 de março já era lembrado em diversos países, mas agora passou a fazer parte do calendário oficial de 193 países membros das Nações Unidas – ONU.


A data foi escolhida pela Associação Internacional, Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem.



Saiba mais sobre a Síndrome de Down:
A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil e está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.

O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

21/03/2015

Todo caminho da gente é resvaloso. Mas,também, cair não prejudica demais - a gente levanta, a gente sobe, a gente volta. GUIMARÃES ROSA

31/07/2014

Estudo baseou-se em respostas de um questionário entregue a consumidores de álcool

30/07/2014

PLASTICIDADE CEREBRAL E PODAS NEURONAIS (APOPTOSE)

Durante muitos anos predominou a crença de que após o nascimento os neurônios eram incapazes de se recuperar de lesões e não tinham como se auto reproduzir. Porém, com o avanço da ciência, sabe-se que esta teoria não é totalmente verdadeira. Os neurônios são capazes de se modificar durante toda a vida e até mesmo se auto reproduzir em alguns locais do cérebro. A Plasticidade Cerebral, como é conhecida esta capacidade adaptativa do SNC (Sistema Nervoso Central), é a habilidade para modificar a organização estrutural e funcional em resposta à experiência (estímulos ambientais).
Conforme estudos de BRUNO NETO [2007], a Plasticidade Cerebral poderá ocorrer através de: è eliminação de neurônios que não estão sendo utilizados; è modificação do dinamismo morfológico e funcional daqueles neurônios que são utilizados, através do crescimento dos seus dendritos e axônios; è modificação das estruturas envolvidas nas sinapses (dendritos, espinhas dendríticas, terminal axônico); è formação de novas sinapses; è modificação na produção das substancias neurotransmissoras.
Nosso cérebro é uma obra de arte em constante construção, a cada nova aprendizagem, novos circuitos neuronais são ativados, novas sinapses são formadas, eis aí a plasticidade. Cada neurônio envolvido neste ativo processo, aumenta seu vigor funcional, reduzindo assim, a possibilidade de ser eliminado através da “apoptose”.
“Apoptose” é uma espécie de suicídio dos neurônios, um processo de poda dos mesmos (fortalecimento de sinapses necessárias à via e perda de sinapses menos importantes), uma vez que alguns deles não estão em constante uso; Sendo assim, após um determinado tempo, faz-se o desligamento de alguns, para dar espaço para outros neurônios que estejam em constante uso poderem se desenvolver com maior eficiência. Alguns autores apontam que a cada ciclo de 7 anos, em média, nossa psique sofre modificações internas pelas podas neuronais e vivencias comportamentais onde recebemos influencias do meio em que vivemos, afetando assim nossa subjetividade e nos tornando indivíduos permanentemente mutáveis.
Uma das primeiras podas neuronais, se dá na primeira infância, ao nascer o cérebro desenvolve muitas ramificações neuronais afim de que a criança possa se desenvolver em toda e qualquer área, mas com o passar do tempo algumas ramificações são utilizadas mais que as outras, e assim as menos ou nunca utilizadas, passam pela primeira poda neuronal, o próprio cérebro descarta todos os neurônios que até então não foram utilizados de forma adequada. Conforme cartilha emitida pela OEA – Organização dos Estados Americanos (2010, p. 29-30),
Durante a etapa pré-natal e a primeira infância, o cérebro produz muitos mais neurônios e conexões sinápticas de que chegará a necessitar, como uma forma de garantir que uma quantidade suficiente de células chegue a seu destino e que conectem-se de forma adequada. No entanto, para se organizar, o sistema nervoso programa a morte celular de vários neurônios (apoptose) e a poda de milhares de sinapses que não estabeleceram conexões funcionais ou que “já cumpriram sua tarefa”. As sinapses que envolvem “neurônios competentes e ativos na rede” são as que permanecerão e a funcionalidade de cada um destes circuitos neuronais é o que nos permitirá aprender, memorizar, perceber, sentir, mover-nos, ler, somar ou emitir, desde respostas reflexas até as mais complexas análises relacionadas à física quântica.

Outro período de poda neuronal se dá na adolescência e pode levar anos até se concretizar por completo.
Muitos estudos estão apontando para que casos como Autismo e Esquizofrenia estejam relacionados com a poda neuronal, a um menor número de podas, com conexões errôneas entre os neurônios, pois em alguns casos o autismo tem suas características mais salientes por volta dos 2 anos e a esquizofrenia manifesta-se na adolescência, sendo que estas duas fases ocorrem grandes podas neuronais. Conforme LAGE (2006), em entrevista com Mercadante,
O autismo costuma aparecer antes dos três anos, nessa idade, diz Mercadante, há uma "poda neural" que reestrutura o cérebro. Suspeita-se que, nos autistas, essa "poda" seja diferente, alterando alguns circuitos cerebrais. Por isso, crianças autistas podem regredir e até parar de falar nessa idade.
Também falando sobre podas neurais, o site Innatia, traz um artigo sobre o assunto, de onde faço a transcrição do mesmo:
O cérebro humano está em construção até o final da adolescência, de acordo com vários especialistas. Segundo o pediatra americano Jay Giedd, diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental, em Bethesda (EUA), o cérebro humano está em constante crescimento (construção), até o final da adolescência. O pesquisador apresentou os resultados de seu estudo em Barcelona. Este analisou mais de 2.000 pessoas com idade entre 3 e 25 anos, o que lhe permitiu observar que, no final da infância, o cérebro passa por um aumento 'inconcebível' de neurônios e conexões neurais, que em seguida são reduzidos durante a adolescência. Esta "poda" neural, que culmina com a passagem da adolescência para a idade adulta, que ocorre primeiro na parte de trás do cérebro e, finalmente, no córtex frontal, que é o que controla o raciocínio, tomada de decisão e controle emocional. A descoberta desmente a tese de que o cérebro começa a ficar totalmente maduro entre 8 e 12 anos e explica a questão por que muitos adolescentes não começam a pensar e se comportar como adultos a uma idade tão avançada que às vezes ultrapassa 20 anos, de acordo com o pesquisador. Ele também descobriu que o corte neuronal ocorre mais cedo nas meninas do que em meninos e nos jovens mais inteligentes, ela ocorre em uma idade mais jovem. Enquanto isso, Ignacio Morgado, professor de Psicobiologia da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) e coordenador da conferência, diz que a maneira de pensar e de processamento de informação para as mulheres e homens são diferentes, mas o resultado final é o mesmo, embora ela atinge o interior diferente. Ele também investiga que as mulheres são mais sensíveis para o emocional, e mais abrangentes sobre as desgraças dos outros, o que as torna mais propensas a sofrer de doenças subjacentes, emocionais, tais como ansiedade ou depressão. Em qualquer caso, Morgado acredita que ainda há muito a ser descoberto sobre as diferenças cerebrais entre homens e mulheres.
Fonte: http://neuropsicopedagogianasaladeaula.blogspot.com.br/2012/10/plasticidade-cerebral-e-podas-neuronais.html

Imagem: Cognifit

30/07/2014

POR QUE OS ADOLESCENTES FICAM ACORDADOS ATÉ́ TARDE?

Vem a fase da adolescência e o sono começa a aparecer mais tarde; os entretenimentos são muitos: deveres da escola, falar com amigos na internet, games, filmes e aí por diante. Mas o fato é que no período da adolescência muitas mudanças fisiológicas estão acontecendo e uma delas é justamente o horário da secreção do hormônio melatonina, que é um mediador que indica quando o cérebro está ‘pronto para sono’. Pois então, depois da puberdade este hormônio começa a ser liberado mais tarde, por isso os adolescentes vão para cama mais tarde e automaticamente acordam mais tarde. O grande problema é que a maioria das escolas inicia bem cedo e os adolescentes tendem a estar menos alertas e mais estressados no começo da manhã̃ e mais alertas à tarde (Hansen et al., 2005). Começar o horário escolar mais tarde, ou pelo menos deixar as disciplinas mais difíceis para mais tarde, ajudaria a melhorar a concentração dos estudantes (Crouter e Larson, 1998).

Fonte: E., PAPALIA, D., OLDS, Wendkos, FELDMAN, Duskin. O Mundo da Criança 11ª edição. ArtMed, 2010.

30/07/2014

Todo caminho da gente é resvaloso. Mas,também, cair não prejudica demais - a gente levanta, a gente sobe, a gente volta. GUIMARÃES ROSA

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