Com Vivência

Com Vivência Página destinada a divulgação das atividades desenvolvidas no Projeto Com-Vivência, onde realiza-se atendimento psicológico a pessoas vivendo com HIV/AIDS.

O Projeto Com-Vivência é uma atividade de extensão universitária de ação contínua, iniciativa de professores do Departamento de Serviço Social e do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). Funciona desde 1996 no Hospital Universitário de Brasília (HUB), contando atualmente com professores e profissionais de saúde - Psicólogos - em atividades de ensino, pesquisa e extensão na assistência, prevenção e capacitação de recursos humanos na área do HIV/Aids. Oferece atendimento psicológico e social, no ambulatório e na enfermaria, a pessoas vivendo com HIV/Aids e familiares, atuando de modo integrado à equipe médica do HUB. As atividades e atendimentos são realizados por professores e alunos da Universidade de Brasília, e por profissionais de saúde em equipes interdisciplinares e multiprofissionais.

Olá, essa pesquisa é para mulheres vivendo com HIV e está sendo realizada por mim, Sílvia Furtado de Barros, psicóloga d...
13/12/2022

Olá, essa pesquisa é para mulheres vivendo com HIV e está sendo realizada por mim, Sílvia Furtado de Barros, psicóloga do Projeto Com-Vivência/HUB e mestranda do Programa de Pós Graduação em Psicologia Clínica e Cultura da Universidade de Brasília. Para mais informações e para participar do estudo basta clicar nesse link: https://forms.gle/5Q4NjzjEx6E1qSNP6

Olá, você já participou da pesquisa sobre Autocuidado e Saúde Mental no Contexto da Pandemia, realizada pelo Hospital Un...
01/11/2020

Olá, você já participou da pesquisa sobre Autocuidado e Saúde Mental no Contexto da Pandemia, realizada pelo Hospital Universitário de Brasília? Se não, convidamos a participar, clicando no link abaixo, onde há informações sobre o estudo. Se já respondeu, agradecemos e pedimos que divulgue para pessoas de suas redes sociais.

Esta pesquisa é para pessoas vivendo com HIV e está sendo realizada pela equipe do Projeto Com-Vivência (Ações Integradas de Estudos e Atendimento a Pessoas Vivendo com HIV e Familiares) do Hospital Universitário de Brasília. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Ciênci...

02/04/2020
20/05/2019

No dia 20 de maio de 1983, o HIV foi isolado e identificado pela primeira vez. O microrganismo ainda não tinha nome, mas já causava a morte de milhares de pessoas ao redor do mundo.

Essa histórica conquista científica foi realizada por Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi, do Instituto Pasteur, em Paris, e permitiu novas pesquisas que levaram ao desenvolvimento de medidas de prevenção, métodos para diagnóstico, medicamentos para controle da infecção e exames para orientar o tratamento.

18/05/2019

O Ministério da Saúde do Brasil finalmente reconheceu a importância da expressão INDETECTÁVEL = INTRANSMISSÍVEL por meio de nota emitida pelo Departamento de Vi

Na última semana, em Portugal, o homem mais idoso vivendo com HIV que se tem conhecimento completou seu centésimo aniver...
30/04/2019

Na última semana, em Portugal, o homem mais idoso vivendo com HIV que se tem conhecimento completou seu centésimo aniversário esbanjando saúde e vitalidade.

Médico Infectologista formado pela Faculdade de Medicina da USP, Rico Vasconcelos trabalha e estuda, desde 2007, sobre tratamento e prevenção do HIV e outras ISTs. É atualmente coordenador do SEAP HIV, o ambulatório especializado em HIV do Hospital das Clínicas da FMUSP, e vem participando de ...

"Recentemente, estudiosos afirmaram que falar sobre a não transmissão do HIV por indetectáveis é um direito humano e dev...
04/04/2019

"Recentemente, estudiosos afirmaram que falar sobre a não transmissão do HIV por indetectáveis é um direito humano e deveria fazer parte do discurso de todos. Segundo eles, o conhecimento sobre questões como esta podem fortalecer a adesão à terapia antirretroviral (TARV) e reduzir drasticamente o estigma das pessoas que vivem com o vírus."

"Os profissionais de saúde devem informar a todas as pessoas que vivem com HIV que elas não transmitem o vírus a uma parceria s*xual quando sua carga viral está indetectável." Esta afirmação foi divulgada em uma das maiores revistas científicas do mundo, a The Lancet.

Segundo os autores do artigo, apesar de os dados científicos comprovarem de forma esmagadora a segurança de que INDETECTÁVEL = INTRANSMISSÍVEL (I=I), boa parte dos profissionais de saúde, organizações governamentais e sociedade civil não assume este discurso, mantendo portadores do HIV ignorantes com relação aos benefícios de se manter com a carga viral suprimida. Com a desculpa de que o paciente pode abolir métodos convencionais de prevenção e que a abordagem do I=I trata indivíduos HIV+ como vetores, informações importantes continuam sendo privilegiadas.

Recentemente, estudiosos afirmaram que falar sobre a não transmissão do HIV por indetectáveis é um direito humano e deveria fazer parte do discurso de todos. Segundo eles, o conhecimento sobre questões como esta podem fortalecer a adesão à terapia antirretroviral (TARV) e reduzir drasticamente o estigma das pessoas que vivem com o vírus.

Segundo artigo na The Lancet, "Os profissionais que cuidam de pessoas que vivem com HIV devem informar universalmente seus pacientes sobre o I=I como parte de seus cuidados de rotina". Para eles "Transmitir benefícios e riscos em torno de qualquer tratamento é fundamental para a tomada de decisão dos pacientes, e este benefício para o tratamento do HIV não deve ser uma exceção."

Entre os vantagens do conhecimento sobre o I=I, podemos destacar:

1. estímulo às pessoas HIV+ para iniciarem e aderirem à TARV para atingir a carga viral indetectável;
2. benefícios psicossociais, reduzindo o medo ao se relacionarem afetivo-s*xualmente, diminuindo o estigma internalizado e a ansiedade de uma possível infecção;
3. impedimento de punição pela transmissão do HIV por pessoas que estão em tratamento;
4. redução do estigma dentro das comunidades mais afetadas pelo HIV, encorajando a testagem e diminuindo a ansiedade no início do tratamento.

O Super Indetectável é uma iniciativa que trabalha com evidências científicas e comunitárias, se baseando sempre em fatos e não em "achismos". Acreditamos e fomentamos o discurso que promove o I=I.

REFERÊNCIAS
1. The Lancet: Viral suppression and HIV transmission in serodiscordant male couples: an international, prospective, observational, cohort study. Jul/2016. Disponível em http://bit.ly/2VsJ2vM
2. JAMA: Sexual Activity Without Condoms and Risk of HIV Transmission in Serodifferent Couples When the HIV-Positive Partner Is Using Suppressive Antiretroviral Therapy. Disponível em http://bit.ly/2G512XC
3. i-Base: Zero HIV transmissions in PARTNER 2 study after gay couples had s*x 77,000 times without condoms – an undetectable viral load stops HIV. Disponível em http://i-base.info/htb/34604
4. WHO: Viral suppression for HIV treatment success and prevention of s*xual transmission of HIV. Jul/2016. Disponível em http://bit.ly/2UC0Ffk
5. AidsMap: U=U is a human rights issue. Mar/2019. Disponível em http://bit.ly/2WPrHgP
6. The Lancet: Providers should discuss U=U with all patients living with HIV. Abr/2019. Disponível em http://bit.ly/2FT36ku

Notícia para começar bem o dia!
21/03/2019

Notícia para começar bem o dia!

Estamos de volta com as atividades do Polo em 1°/2019😁

Pessoal, agora temos teste rápido para HIV, sífilis e hepatites. O post é público, mas o resultado é sigiloso.
09/01/2018

Pessoal, agora temos teste rápido para HIV, sífilis e hepatites.
O post é público, mas o resultado é sigiloso.

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´70.840-050

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