Dr. Hugo Peres

Dr. Hugo Peres Médico Endocrinologista especializado em Fisiologia Humana

03/03/2026

Depressão pode ser falta de energia. E essa é uma das verdades mais ignoradas pela psiquiatria convencional. A gente deve ter o entendimento de que existem hormônios no corpo que participam diretamente da formação de energia. O mais importante deles é o cortisol.

O cortisol é essencial para a produção de energia celular. Ele regula a gliconeogênese, mobiliza gorduras para energia, modula a função mitocondrial e mantém a glicemia estável ao longo do dia. Se o cortisol não está atuando adequadamente, você vai ter falta de energia que vai ser confundida com depressão.
E aqui está o problema: não é um antidepressivo que vai tratar essa falta de ação do cortisol.

Antidepressivo age na serotonina, na noradrenalina, na dopamina. Mas não corrige a disfunção do eixo HPA, que é o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal responsável pela produção de cortisol. Não corrige a fadiga adrenal. Não corrige a resistência ao cortisol. Não restaura a produção de energia mitocondrial.
O que precisa ser feito é entender o que deve ser corrigido para esse cortisol voltar a funcionar adequadamente. Isso pode envolver correção de deficiências nutricionais como magnésio, vitamina C, vitaminas do complexo B, adaptógenos que modulam o eixo HPA, manejo de estresse crônico, correção de sono, tratamento de inflamação sistêmica e restauração da função mitocondrial.

A gente deve olhar com muito mais atenção para as vias de produção de energia do corpo antes de prescrever qualquer antidepressivo para quadros de depressão. Porque se o problema é metabólico, hormonal, mitocondrial, o antidepressivo vai apenas mascarar os sintomas sem tratar a causa raiz. E o paciente vai continuar sem energia, agora medicado e com efeitos colaterais.

Depressão nem sempre é psiquiátrica. Às vezes é metabólica. Às vezes é falta de energia literal.
Você já investigou cortisol e produção de energia antes de tratar depressão? Comenta aqui.



Referências: Stetler C, Miller GE. Depression and hypothalamic-pituitary-adrenal activation. PMID: 21967988 Gardner A, Boles RG. Mitochondrial energy depletion in depression. PMID: 21867719

O cérebro humano cresceu de 600 centímetros cúbicos para 1400 centímetros cúbicos em apenas 3,5 milhões de anos. Isso é ...
02/03/2026

O cérebro humano cresceu de 600 centímetros cúbicos para 1400 centímetros cúbicos em apenas 3,5 milhões de anos. Isso é um aumento de mais de 4 vezes no tamanho cerebral. E esse crescimento só foi possível por uma razão: o consumo de carne 🧠

O cérebro humano é o órgão mais energeticamente caro do corpo. Ele representa apenas 2% do peso corporal, mas consome cerca de 20% de toda a energia que o corpo produz. Para sustentar um cérebro grande e complexo, você precisa de uma fonte alimentar extremamente densa em calorias e nutrientes. E essa fonte é a carne.

Plantas são pobres em densidade calórica e os nutrientes estão em formas pouco biodisponíveis, frequentemente bloqueados por antinutrientes como fitatos e oxalatos. Para obter calorias suficientes de plantas, você precisa passar o dia inteiro mastigando e digerindo fibras. Gorilas, que são herbívoros, passam cerca de 14 horas por dia comendo para sustentar um cérebro de apenas 500 centímetros cúbicos.

A carne, por outro lado, é extremamente densa em calorias e nutrientes biodisponíveis. Ela fornece proteína completa com todos os aminoácidos essenciais, gorduras saturadas e colesterol que o cérebro usa para construir membranas neuronais, ferro heme para oxigenação cerebral, zinco para neurotransmissores, vitamina B12 para função neurológica, creatina para energia cerebral, DHA para estrutura dos neurônios.

Estudos antropológicos mostram que sem acesso rotineiro a alimentos de origem animal, é altamente improvável que os humanos em evolução pudessem ter cérebros simultaneamente grandes e complexos enquanto continuavam sua trajetória evolutiva como primatas altamente sociais. A carne não foi apenas uma parte da dieta humana. Foi o combustível que permitiu que o cérebro humano se tornasse o que é hoje 🎯



📚 Referências:
Milton K. The critical role played by animal source foods. PMID: 12499328
Aiello LC, Wheeler P. The expensive-tissue hypothesis. DOI: 10.1086/204350

A cultura moderna glorif**a a pessoa que dorme pouco. Quem dorme 4-5 horas por noite é visto como produtivo, disciplinad...
27/02/2026

A cultura moderna glorif**a a pessoa que dorme pouco. Quem dorme 4-5 horas por noite é visto como produtivo, disciplinado, forte. Mas biologicamente falando, não existe nenhum ser humano noturno. Não existem pessoas que funcionam bem dormindo pouco. Existem apenas pessoas acumulando dívida metabólica.

Durante o dia, o corpo ativa intencionalmente hormônios inflamatórios, acelera o metabolismo e enfrenta estressores. À noite, o corpo precisa do oposto: regenerar, desinflamar, restaurar. E é nesse ciclo dia-noite que a saúde se reconstrói. Hormônios como melatonina, GH (hormônio do crescimento), ocitocina e testosterona são produzidos à noite. E são eles que reparam o dano celular, regeneram tecidos e equilibram o sistema imune.

Se esse ciclo é quebrado por insônia, luz artificial à noite, alimentação fora de hora ou dormir tarde demais, o metabolismo se desregula. A inflamação se instala pelo corpo. A produção hormonal despenca. E sintomas como cansaço, ansiedade, ganho de peso, desânimo, névoa mental e baixa imunidade começam a aparecer.

Por isso, o sono é uma parte essencial do tratamento. Não é algo que você ajusta depois que o resto estiver resolvido. É a base de tudo. Deve ser tratado com prioridade. A melhor dieta, a melhor reposição hormonal, o melhor suplemento, nada funciona bem em um corpo que não dorme o quanto deveria.

Durante o dia, ativamos. Durante a noite, regeneramos. É esse ciclo que sustenta a saúde porque o corpo foi desenhado para isso. Não existe corpo saudável que ignore o sono. Você pode até sobreviver dormindo pouco por um tempo. Mas não vai prosperar. Não vai regenerar. Não vai equilibrar hormônios. Não vai desinflamar. E eventualmente, o corpo cobra.

Você dorme o suficiente?
Comenta aqui.



Referências: Van Cauter E, et al. Sleep and the epidemic of obesity. PMID: 23479616 Takahashi Y, et al. Growth hormone secretion during sleep. PMID: 8627466

27/02/2026

Live com a

26/02/2026

Será que o sal realmente causa pressão alta ou essa é outra mentira que vem sendo contada pela medicina convencional há décadas? A narrativa tradicional diz que o sódio retém água, aumenta o volume sanguíneo e eleva a pressão arterial.

O verdadeiro causador da pressão arterial aumentada é o excesso de insulina circulante, que chamamos de resistência à insulina. Isso é que deveria receber a devida atenção. E o que leva a essa resistência à insulina não é o consumo do sal, é o consumo do açúcar.

Quando a insulina está cronicamente elevada, ela sinaliza para os rins reterem sódio. Então o problema não é o sódio em si, mas a desregulação metabólica que faz o corpo reter sódio de forma inadequada. O verdadeiro causador da pressão arterial é o açúcar. E o açúcar nem sempre é doce. Carboidrato é açúcar.

E o sódio, que é falado como causador da pressão arterial, ele exerce funções essenciais no corpo. Funções nervosas, funções musculares, equilíbrio hídrico, sinalização celular. A falta do sódio pode levar a um aumento de mortalidade geral.

A ingestão de sódio está presente há milhares de anos na nossa história evolutiva, diferentemente da ingestão de carboidratos em grandes quantidades, que é algo muito recente. Assim como a pressão alta, também algo recente na nossa história. Assim como a obesidade. Assim como o diabetes

Então, a gente vai entendendo que a resistência à insulina é realmente a causadora das doenças da modernidade. O problema não é o sal da sua comida. O problema é o açúcar escondido em tudo que você come.

Pare de ter medo do sal. Tenha medo do açúcar que está destruindo o seu metabolismo.

Você ainda restringe sal?
Comenta aqui.



Referências:
O'Donnell M, et al. Urinary sodium and potassium excretion and risk of cardiovascular events. PMID: 21696306 DiNicolantonio JJ, et al. The wrong white crystals. PMID: 24710915

A medicina convencional trata progesterona e progestinas sintéticas como se fossem intercambiáveis. Como se fossem basic...
26/02/2026

A medicina convencional trata progesterona e progestinas sintéticas como se fossem intercambiáveis. Como se fossem basicamente a mesma coisa com nomes diferentes. Mas essa equivalência é um erro científico grave que compromete a saúde de milhões de mulheres.

A progesterona é um hormônio esteroidal natural com funções metabólicas essenciais. Ela equilibra o eixo hormonal, melhora a circulação, atua como anti-inflamatória potente, protege o cérebro contra neurodegeneração e facilita a lipólise.

As progestinas sintéticas presentes nos anticoncepcionais fazem exatamente o oposto. Elas são inflamatórias, neurotóxicas, antidiuréticas, lipogênicas e podem ser proliferativas. Enquanto a progesterona protege, a progestina pode agravar a endometriose, a miomatose e até o câncer. E isso não é raro. É documentado e frequente em estudos científicos.

Além disso, a progesterona não é apenas um hormônio reprodutivo feminino. Ela atua como precursora esteroidogênica essencial para a síntese de aldosterona, cortisol, estradiol e testosterona. Homens também produzem progesterona. E ela desempenha funções neuroprotetoras e anti-inflamatórias em ambos os sexos.

Reposição hormonal verdadeira não é tomar hormônio sintético qualquer. É suplementar de forma personalizada e fisiológica o que o corpo reconhece como próprio. Progesterona micronizada bioidêntica, não progestinas sintéticas com estrutura molecular alterada.

Muitos médicos trabalham com reposição hormonal sem diferenciar progestinas de progesterona. E tratam as duas como se fossem equivalentes. Mas não são. São moléculas estruturalmente distintas com ações metabólicas completamente opostas.

Você usa progesterona bioidêntica ou progestina sintética? Comenta aqui.



Referências:
Cable & Grider. Physiology of progesterone. PMID: 28675779
Schindler. Pharmacology of progestins. DOI: 10.1016/S0960-0760(03)00392-4

Vou conversar com a psicóloga Flávia de Moraes sobre como resistência à insulina, deficiências nutricionais, sono ruim e...
26/02/2026

Vou conversar com a psicóloga Flávia de Moraes sobre como resistência à insulina, deficiências nutricionais, sono ruim e inflamação crônica destroem a saúde mental.

E por que tratar apenas com antidepressivos ignora completamente a causa raiz.

Essa conversa pode mudar sua perspectiva sobre ansiedade e depressão.

Ativa o lembrete e chama quem precisa ouvir isso.
flaviademoraes

26/02/2026

Estatinas são os medicamentos mais prescritos no mundo. Milhões de pessoas tomam estatinas diariamente para baixar o colesterol. Mas será que o foco da estatina está no lugar certo? A resposta é não.

O foco da estatina é na redução do colesterol, e esse foco está errado. O colesterol não deveria ser enxergado como o vilão na história. Pelo contrário, ele é muito mais bonzinho do que vilão. Ele é essencial para a produção hormonal, para a função cerebral, para o transporte de vitaminas lipossolúveis e, inclusive, para auxiliar no controle da lesão arterial.

O que está sendo ignorado de forma ampla são os efeitos colaterais da estatina. A estatina, ao bloquear a produção do colesterol, bloqueia também a produção da coenzima Q10, que é extremamente importante para a função mitocondrial e para a produção de energia celular.

E tem mais: a estatina predispõe ao aumento da glicose no sangue. Estatina pode desenvolver diabetes tipo 2. Então, não é um medicamento totalmente inerte. Ele tem efeitos colaterais gravíssimos que são sistematicamente ignorados pela medicina convencional.

A que custo? Você quer usar um medicamento que está atirando no foco errado e que está levando a efeitos colaterais devastadores? Então, antes de entrar nessa medicação, questione. Pense que é algo que vai ser usado para a vida toda.

Considere fortemente tratar a raiz do problema, que é a inflamação crônica que vem em decorrência do consumo de carboidratos refinados, açúcar e ultraprocessados. Comece a ser questionador. Comece a entender o que somos, o que comemos, como evoluímos, o que é a nossa espécie como seres humanos.

Vamos parar de tratar sintomas e vamos focar no que interessa.

Você toma estatina?
Já questionou?
Comenta aqui.



Referências:
Okuyama H, et al. Statins stimulate atherosclerosis. PMID: 25655639 Ravnskov U, et al. LDL-C does not cause cardiovascular disease. PMID: 29498003

Caminhar é mais do que uma simples atividade física. É uma estratégia poderosa para o bem-estar físico, mental e cogniti...
24/02/2026

Caminhar é mais do que uma simples atividade física. É uma estratégia poderosa para o bem-estar físico, mental e cognitivo. E a ciência comprova

Estudos com EEG mostram que apenas 20 minutos caminhando aumentam signif**ativamente a atividade neural relacionada à atenção e ao processamento de informações. Enquanto f**ar sentado diminui a atividade cerebral (áreas azuis no EEG), caminhar a ativa intensamente (áreas vermelhas)

Caminhar melhora criatividade. Apenas alguns minutos de caminhada estão diretamente relacionados a ideias mais criativas e aumento na produtividade. O cérebro f**a mais afiado, mais eficiente em processar informações e gerar soluções

Além disso, caminhar é antídoto natural para ansiedade e depressão. O exercício físico regular ajuda a equilibrar neurotransmissores como dopamina e serotonina, que controlam humor e sensação de bem-estar. A caminhada ativa o fluxo sanguíneo cerebral, aumenta BDNF (fator neurotrófico), reduz inflamação e protege contra declínio cognitivo

Estudos mostram que 12 semanas de caminhada de 30 minutos, 4 vezes por semana, melhoram signif**ativamente memória, conectividade neural e função cognitiva. Caminhar descalço sobre superfícies naturais ativa pontos de acupressão que estimulam órgãos vitais e reduzem inflamação (grounding)

Caminhar ao sol pela manhã potencializa os benefícios: aumenta vitamina D, regula ritmo circadiano, melhora sono e reduz risco de depressão. A combinação de movimento + luz solar é extremamente poderosa

Não precisa ser intenso. 20-30 minutos por dia são suficientes para transformar saúde cerebral, mental e metabólica

Caminhe mais.
Toda chance que tiver!



📚 Referências:
Won J, et al. Network connectivity and cognition after exercise. PMID: 37220620 Rominger C, et al. Steps and creative ideation. PMID: 37971840

Você ainda tem medo de comer ovo porque acha que ele vai aumentar o colesterol? Então precisa entender algo fundamental:...
23/02/2026

Você ainda tem medo de comer ovo porque acha que ele vai aumentar o colesterol? Então precisa entender algo fundamental: não importa se vai aumentar ou não. O que importa é por que o corpo decidiu produzir mais colesterol.

Quando você come ovo, você entrega a matéria-prima, que é a gordura saturada, para o corpo produzir colesterol. Se o corpo vai produzir ou não, isso é uma necessidade individual de cada pessoa.

Quando o corpo decide por produzir colesterol, é porque existe uma necessidade fisiológica. Pode ser para produção hormonal que está deficiente, para transporte de substâncias lipossolúveis para as células como vitaminas A, D, E e K2, para produzir mais coenzima Q10, ou porque o LDL precisa atuar mais na questão de imunidade, controle de inflamação ou controle de lesão arterial.

Portanto, deem para o corpo a possibilidade de ele produzir colesterol através da ingestão de gordura saturada. O corpo decide se vai produzir ou não. E se ele decidiu por produzir, é porque tem uma necessidade. Ele está fazendo essa produção de colesterol para tratar algo, para suprir uma demanda metabólica.

Então, quantos ovos você pode comer por dia? Quantos ovos você quiser. Não tem limite máximo, é conforme a sua saciedade. O que não pode ser feito é, em função da albumina, ter um consumo diário, frequente e criar um potencial inflamatório persistente. Não comendo todos os dias, a quantidade no dia a ser ingerida é ilimitada.

O medo do ovo e do colesterol foi criado por décadas de desinformação nutricional baseada em estudos fracos e interesses da indústria de alimentos processados. O colesterol não é vilão. É essencial para a vida.

Você come ovos sem medo?
Comenta aqui.



Referências:
Fernandez ML. Dietary cholesterol and cardiovascular risk. PMID: 22037012 Blesso CN, et al. Whole egg consumption improves lipoprotein profiles. PMID: 23021013

Oxandrolona, gestrinona (chip da beleza), metenolona, estanozolol. Todos são hormônios sintéticos derivados da testoster...
20/02/2026

Oxandrolona, gestrinona (chip da beleza), metenolona, estanozolol. Todos são hormônios sintéticos derivados da testosterona que viraram moda entre mulheres que querem emagrecer rápido ou ganhar músculos. Mas a maioria não sabe dos riscos reais

Esses hormônios aumentam de forma exagerada a dopamina cerebral, especialmente em mulheres, levando rapidamente a dependência química real. Não é exagero. É vício farmacológico comprovado.

Além do vício, o uso promove masculinização progressiva: alterações faciais, mandíbula mais quadrada, engrossamento da pele, queda de cabelo, crescimento de pelos faciais, engrossamento da voz, aumento do clitóris. E esses efeitos não revertem completamente mesmo após suspensão

O uso crônico aumenta drasticamente resistência à insulina, gera inflamação crônica, estresse oxidativo, disfunção mitocondrial e sobrecarga hepática. A médio e longo prazo, o corpo cria tolerância, a dose precisa aumentar e surgem problemas metabólicos graves

No curto prazo, a mulher se sente ótima: mais produtiva, mais ativa, com mais energia. Mas esses resultados podem ser alcançados com reposição hormonal feita corretamente, usando hormônios bioidênticos nas doses adequadas, sem gerar efeitos colaterais

Quando seria realmente indicado? Apenas em situações extremas, como sarcopenia avançada, quando há perda grave e comprovada de massa muscular prejudicando mobilidade e qualidade de vida. E mesmo assim, com acompanhamento rigoroso

Usar hormônios sintéticos para emagrecer rápido ou ganhar músculos não é tratamento médico. É risco à saúde. Todo atalho tem seu preço

Sua saúde vale mais que resultados temporários



📚 Referências:
Strauss RH, et al. Anabolic steroid use and perceived effects. PMID: 6848366 Talih F, et al. Anabolic steroid abuse. PMID: 11589254

Endereço

SGAS II Street De Grandes Áreas Sul 611 Centro Médico Lúcio Costa 611, Bloco 1, Conjunto F Sala 139/Asa Sul
Brasília, DF
70200-700

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Hugo Peres posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria