Psi Nanda Silva - Espaço de Psicologia

Psi Nanda Silva - Espaço de Psicologia Te ajudo a lidar com o abandono afetivo e a ressignificar seus traumas
+info: Atende públicos
Adolescentes a partir dos 12 anos e adultos.

Psicóloga Clínica na abordagem Psicanálise - CRP01/19586
Pós-graduada em Psicanálise
Pós-graduada em Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico


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Presencial: W3 Sul, Asa Sul, Brasília-DF
On-line: whats - meet. Transtornos: borderline, bipolar, ansiedade e depressão
Análise em psicanálise e psicossomática
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Quando você não coloca limites, o que parece cuidado muitas vezes é medo de perder. Medo de desagradar, de ser vista com...
24/02/2026

Quando você não coloca limites, o que parece cuidado muitas vezes é medo de perder. Medo de desagradar, de ser vista como difícil, de não ser mais amada. Então você vai cedendo, se adaptando, engolindo o que machuca, até que o relacionamento continua existindo… mas você vai desaparecendo dentro dele.

No começo é sutil. Um “deixa pra lá”, um desconforto ignorado, uma necessidade sua colocada por último. Com o tempo, vira padrão. Você aprende que para manter o vínculo precisa se calar, se moldar, suportar. E sem perceber, passa a viver em função do outro, enquanto suas vontades, seus limites e até sua identidade vão ficando para trás.

O problema não é querer ser aceita. Todos nós queremos vínculo. A dor começa quando o preço dessa aceitação é o seu próprio abandono. Relações saudáveis não exigem que você se diminua para caber. Não exigem que você sofra em silêncio para ser amada. Amor que machuca constantemente não é cuidado — é sobrevivência emocional.

Alguns passos práticos para começar a sair desse lugar:
• Observe em quais situações você diz “sim” querendo dizer “não”
• Perceba o medo por trás da dificuldade de se posicionar
• Treine limites pequenos antes dos grandes
• Lembre-se: desconforto ao se impor é parte do processo, não sinal de erro

Colocar limites não afasta quem te ama de verdade. Só revela quem se beneficiava do seu silêncio.

👉 Em que relação você sente que precisa se anular para ser aceita?

Como é o mundo para você? Que tal aprender que pode viver?!!
20/02/2026

Como é o mundo para você? Que tal aprender que pode viver?!!

Meu carnaval desse ano foi o primeiro em 7 anos que eu “repousei”. Foram +48h de enxaqueca, semana de corpo travado e um...
19/02/2026

Meu carnaval desse ano foi o primeiro em 7 anos que eu “repousei”. Foram +48h de enxaqueca, semana de corpo travado e um cansaço imenso. SIMMMMM! Meu corpo também somatiza! Como sei o que significa cada dor e cada região inflamada, fiz meus cuidados! Comecei com a incrível que me apaixonei pelos sabonetes e terminei com uma sessão de massagem, ventosaterapia fornecida pelo marido !!!

Os cuidados dele foram tão bons que hoje acordei renovada e fechamos com chave de ouro sob os cuidados do !!!

Como sei que meu corpo somatiza, apenas deixei ele manifestar tudo… TUDO MESMO!!! E me cuidei!!! As vezes o nosso corpo tem o seu próprio funcionamento e se reprimir ele será pior!

Você permite colocar para fora seu estresse?

Quando você cresce aprendendo que sentir é exagero, que chorar é fraqueza e que falar sobre o que dói só atrapalha, o co...
17/02/2026

Quando você cresce aprendendo que sentir é exagero, que chorar é fraqueza e que falar sobre o que dói só atrapalha, o corpo encontra outras formas de se expressar. A emoção que não teve espaço vira tensão, medo constante, preocupação excessiva, dificuldade de relaxar e uma sensação de que algo ruim sempre vai acontecer. Não é que você nasceu ansiosa — você foi se moldando para sobreviver em ambientes onde não havia acolhimento emocional.

Silenciar emoções na infância ensina a se adaptar, não a se regular. Você aprende a engolir o choro, a não incomodar, a ser forte antes do tempo. Na vida adulta, isso costuma aparecer como autocobrança intensa, dificuldade de pedir ajuda, culpa ao descansar e relacionamentos onde você se anula para não perder o outro. A ansiedade não surge do nada — ela é a continuação de um corpo que passou anos em estado de alerta.

A boa notícia é que aquilo que foi aprendido para sobreviver pode ser ressignificado para viver. Aos poucos, é possível ensinar ao seu sistema emocional que sentir é seguro, que expressar não é perigo e que você não precisa mais se calar para ser aceita. Esse é um processo de reconstrução interna — profundo, possível e libertador.

👉 Em quais momentos da sua vida você ainda se silencia para não incomodar?

11/02/2026

Autocuidado não é se afastar do mundo nem aprender a viver sozinha por medo de se machucar. Autocuidado é construir segurança interna para que o outro deixe de ser a sua muleta emocional, o lugar onde você deposita todas as carências, medos e necessidades que nunca aprendeu a sustentar em si.

Quando você se fortalece por dentro, os vínculos mudam de forma. Você para de se agarrar por medo de perder, para de aceitar menos do que merece e começa a escolher relações por desejo — não por necessidade. E isso transforma tudo: o jeito que você ama, como se posiciona no trabalho, as decisões que toma e até como lida com frustrações.

Autocuidado é sair do modo sobrevivência emocional e entrar no modo construção de vida.

👉 Em quais áreas você ainda depende demais do outro para se sentir segura?

Nem sempre o problema do relacionamento é falta de amor. Às vezes, é falta de conversa — ou melhor, de comunicação segur...
10/02/2026

Nem sempre o problema do relacionamento é falta de amor. Às vezes, é falta de conversa — ou melhor, de comunicação segura. Tem gente que ama, mas não sabe pedir. Tem gente que sente, mas não consegue falar. E tem quem até fale, mas sempre se sente atacado, invalidado ou mal interpretado. Quando a comunicação vira confronto, silêncio ou medo de magoar, o vínculo começa a adoecer. Não porque as pessoas são ruins, mas porque aprenderam a se proteger — não a se expressar.

Comunicar não é só dizer o que pensa. É conseguir falar sem se anular. É conseguir ouvir sem se defender. É assumir responsabilidade afetiva pelo que se sente e pelo impacto do que se diz. Muita gente entra em relacionamentos achando que estar junto é suficiente, mas sem diálogo, o amor se perde em ruídos, mágoas acumuladas e afastamento emocional.

No relacionamento de vocês existe a comunicação?

09/02/2026

”Responsabilidade afetiva tem sido uma coisa rara”!!! E é algo que escuto todo mundo me falar nas sessões… Deu match, saiu e depois PUFF!!! GHOST!!! O fato de você não ter gostado daquela pessoa para algo mais sério, é que você vai ser um IRRESPONSÁVEL… E se vocês acabam percebendo que estão gostando, mas possuem algum trauma ou trava emocional, que tal conversar? Que tal se abrir para a pessoa e saber se ela mesmo sabendo do seu momento difícil, estará ali do seu lado?

Comunicação é responsabilidade afetiva. Quem não fala, acumula. Quem acumula, adoece. Relação saudável não é ausência de conflito — é presença de diálogo.

👉 Você fala ou engole o que sente? ou é do que Desaparece?

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05/02/2026

Muita gente diz que quer um relacionamento sério, mas o que está buscando, na verdade, é alguém que silencie o medo de ficar só. Quando você não sabe o que quer, aceita qualquer coisa que não vá embora. Autoconhecimento não afasta relações — ele impede que você se abandone dentro delas.

Agora reflita: você está na relação por amor ou por medo de ficar sozinha?
👉 Você quer um relacionamento ou quer não se sentir sozinha?

Quer um empurrãozinho? Me siga e receba material de ajuda sobre relacionamentos e vínculos afetivos♥️

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Quando você se cobra demais, acaba deixando o seu SUPEREGO reproduzir aquilo que outras pessoas fizeram com você no pass...
02/02/2026

Quando você se cobra demais, acaba deixando o seu SUPEREGO reproduzir aquilo que outras pessoas fizeram com você no passado. E é por isso que você trava, duvida de si e vive com a sensação constante de que nunca é suficiente. Quem cresceu em ambientes marcados por cobrança excessiva, punições ou exigência de perfeição costuma internalizar esse padrão e passar a repeti-lo ao longo da vida, mesmo quando ninguém mais está cobrando.

Nesse ponto, nem o trabalho vira um lugar de paz. Você vive com o EGO sendo constantemente atacado por um superego crítico, rígido e punitivo. Com o tempo, isso começa a transbordar e afetar tudo: família, amizades, relacionamentos amorosos e a própria relação consigo mesma.

Agora, vale a reflexão: se o mundo já cobra tanto, por que você se coloca numa posição tão cruel consigo? Tem valido a pena viver em modo de sobrevivência, exausta, adoecida, apenas para sustentar essa reprodução? Quantas vezes você precisou engolir o cansaço, a tristeza ou a frustração para seguir funcionando?

Fazer diferente começa com ✨GENTILEZA✨. Cobrar na medida certa é saudável; não se cobrar nunca também não ajuda. Mas se maltratar em nome da produtividade é ainda mais nocivo. O caminho está no equilíbrio possível: ser responsável sem ser violenta consigo, avançar sem se punir, produzir sem se abandonar.

Essa gentileza passa por acolher o que sente, oferecer acalento a si mesma, praticar autocuidado e, aos poucos, desconstruir padrões antigos de cobrança. Aprender a se cobrar menos também é um processo. E, se isso for difícil de fazer sozinha, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para esse aprendizado.

👉 Quantas vezes você deixou de alcançar suas metas porque travou de tanta autocobrança? Se fizer sentido, marque sua consulta. 🤍

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