Mariana Escrivão - Psicóloga Clínica e Psicanálise

Mariana Escrivão - Psicóloga Clínica e Psicanálise Psicologia Clínica e Psicanálise Psicóloga Clínica, formada pela USP, 13 anos de experiência no atendimento psicanalítico de crianças, adolescentes e adultos.

A psicanálise é entendida como o encontro entre duas pessoas diferentes: o paciente que relata sua história recheada de conflitos, desejos e sonhos, e o analista que o acompanha, procurando entender e significar, para o paciente, aquilo que ainda não foi possível ser sentido e nomeado. O encontro analítico se torna, assim, espaço protegido onde a pessoa pode comunicar seus sentimentos e lidar com a complexidade das suas emoções, promovendo assim, caminho para uma cuidadosa e constante transformação e percepção de si mesmo.

* Membro do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Ribeirão Preto - IEP (2006)
* Membro do Grupo de Psicanálise de São Carlos (2012)
* Participação ativa em Simpósios, Cursos e Jornadas na SBPSP e SBPRP

Contato: (61) 99410 – 5000 / mariana.escrivao@gmail.com

Esta semana teremos mais um evento de lançamento do livro. Desta vez será no IBMEC.Vamos aproveitar mais esta oportunida...
06/10/2025

Esta semana teremos mais um evento de lançamento do livro. Desta vez será no IBMEC.
Vamos aproveitar mais esta oportunidade para conversarmos sobre este tema tão importante?
✅Inscrições no link no stories
O livro apresenta questões como: Quais as relações entre mulheres e dinheiro? Como esta temática se entrelaça na sociedade?
Participe de um roda de conversa com as organizadoras e conheça esta obra que possibilita conhecer, nomear e transformar a relação das mulheres com o dinheiro.
O lançamento com a roda de conversa será no dia 08/10, às 18:30hs, no IBMEC.
IBMEC: SIG Quadra 4, Edifício Capital Financial Center. Esperamos por vocês lá!

No consultório…
08/08/2025

No consultório…

Considero que foi a partir dessa experiência, longa e sem pressa, que pude enveredar pela temática da relação da mulher ...
24/07/2025

Considero que foi a partir dessa experiência, longa e sem pressa, que pude enveredar pela temática da relação da mulher com o dinheiro. Ao longo dos meus anos de clínica, atendi muitas mulheres, assim como crianças e adultos e, confesso, a temática do dinheiro, para além das análises clássicas do momento do pagamento, não se destacava aos meus ouvidos.
Foi através da participação no grupo de pesquisa Psitrafem, o qual estuda e pesquisa sobre a psicodinâmica do trabalho da mulher, que as vicissitudes do ser mulher começaram a se destacar em minha mente e a relação da mulher com o dinheiro começou a encontrar um espaço de continência. Como consequência, estudar e conhecer mais sobre como se dá essa relação e suas consequências psíquicas na mulher - e em mim mesma - tornou-se uma necessidade.
Ainda assim, e aqui chegamos a este encontro, aprofundar a pesquisa e o conhecer sobre como o dinheiro atravessa a dinâmica psíquica da mulher me causa um constante “embrulhar o estômago”. O processo de “desembrulhar” é, em parte, esta pesquisa que agora lhes apresento. Assim como no processo de análise duas pessoas se encontram para juntas ver o que é possível fazer com o que se apresenta (o fenômeno), esta pesquisa pode ser considerada um encontrar-me entre as teorias que conheci e minhas vivências, para ver o que delas poderia fazer.

Esta dissertação é resultado da intersecção entre as minhas experiências pessoais, dos meus atendimentos clínicos, com o...
24/07/2025

Esta dissertação é resultado da intersecção entre as minhas experiências pessoais, dos meus atendimentos clínicos, com o encontro com as teorias psicanalíticas que estudo. Pensar sobre a relação da mulher com o dinheiro foi um processo que se deu com muita resistência da minha parte. Acessei meus próprios preconceitos sobre esta relação. Ao mesmo tempo, pensar e falar sobre o tema desencadeou em mim um profundo processo de metabolização. É o resultado desse processo que apresento aqui neste trabalho.
Quando penso em metabolização, o faço a partir da experiência com a teoria de W. Bion. Conheci tal teoria ainda na faculdade, quando um veterano dizia aos quatro cantos: “Bion é impossível de ler e compreender”. Eu mal sabia de quem ele falava, mas isso ficou registrado em minha mente. Por volta de 2008, comecei a participar do Grupo de Estudos em Psicanálise de São Carlos. A temática deste grupo era a leitura do livro “Elementos de Psicanálise”, do Bion. Fui apenas para conhecer, já saturada com a ideia de que eu não o entenderia. Foi nesse grupo, do qual participei de 2008 até 2020, que vivenciei o aprender da experiência, o metabolizar enquanto se vive e as transformações que isso pode causar em mim mesma e na minha escuta clínica. (Continua próximo post)

Apresentei e defendi a minha dissertação de mestrado em fevereiro deste ano. De lá para cá, vivi, metabolizei, enveredei...
24/07/2025

Apresentei e defendi a minha dissertação de mestrado em fevereiro deste ano. De lá para cá, vivi, metabolizei, enveredei por novos espaços, revisitei antigos e também acolhi com outras nuances e profundidades, espaços perenes na minha vida, tais como a psicanálise enquanto escuta clínica, dentro do meu consultório.
No ir e vir de tantas movimentações, conversar, debater, construir e transformar perspectivas sobre o tema do mestrado: “Mulheres e Dinheiro:
um olhar psicanalítico sobre história, atravessamentos e transformações” também precisou do seu tempo de metabolização e acomodação, dentro e fora de mim.
Foi com o lançamento do livro “Mulheres e dinheiro: desvendando o que nos foi tirado”, livro resultado da postura visionária da Profa. Carla Antloga ( ), que reuniu mulheres potentes e dispostas a questionar, rever e transformar a história, que algo dentro de mim reverberou: é hora de falar mais sobre este meu trabalho.
Seguindo este movimento, vou postar aqui nestes dias que se seguirão, trechos dos capítulos que escrevi e também trechos dos capítulos das demais autoras, em um convite a que vocês possam enveredar por este tema que, pode parecer estranho, pode parecer algo do qual não precisamos falar, mas que sim, é justamente por este motivo que precisamos falar dele. E os dois volumes deste livro te explicam o porque.
Na próxima postagem, colocarei a “Carta à leitora”, a introdução da minha dissertação, onde apresento como me aproximei deste tema e, como vocês poderão acompanhar, deu-se com bastante resistência e estranhamento. Mariana Visconte Escrivão
Psicóloga Clínica: Psicanálise

E o momento chegou! Construímos, pensamos e organizamos com dedicação e trabalho este, posso assim dizer, acontecimento:...
29/06/2025

E o momento chegou! Construímos, pensamos e organizamos com dedicação e trabalho este, posso assim dizer, acontecimento: não um, mas dois volumes do livro Mulheres e Dinheiro. Neste livro reunimos o que há de mais inovador, múltiplo e - até então - pouco pensando e falado sobre como o dinheiro atravessa a vida de todas nós, mulheres. Muito feliz em participar deste grande e importante projeto, em colaboração com tantas mulheres incríveis! Entre elas, .bosa que, juntas fizemos a curadoria e organização do livro. Sejam bem vindas e e bem vindos a este universo!

10/11/2024

Ontem a noite fomos ao show da Maria Betânia com Caetano Veloso. Presente de uma amiga que brasília + o Cond. Porto Seguro + a Bárbara me deram e que hoje significa muito para mim (). E que presente! Show lindo, potente, vivo! Maria Betânia canta e encanta como se o tempo não passasse e, como o tempo passa, isso me faz pensar sobre várias questões… mas estas não são as questões deste post. Neste post quero falar sobre uma “oração ao tempo… este senhor tão bonito”🎶. Em 2014 re-conheci Brasília pelo meu irmão Tuco. Tuco havia se mudado dois anos antes para cá e eu vim passar com feriado com ele. A Brasília que conheci foi acolhedora, amorosa e delicada, assim como Tuco. Fizemos SUP no (que anos depois descobri que é do irmão da , minha sócia na e ela, acreditem! Nunca me levou lá!, vimos o por do sol na Ermida Dom Bosco, que é pura poesia e vistamos a Feira da Torre. Na feira comprei um suvenier para levar de lembrança: um quadrinho com os dizeres de Caetano, que eu não conhecia: “E quando for a Brasília, trago uma flor do cerrado para você”.
Era só um suvenier, que me acompanhou da 2014 para cá e hoje está no meu consultório. Pois bem. Essa visita a Brasília foi em Junho de 2014. Em Outubro conheci, por intermédio (leia-se indicação do ), o Leandro e, partir daí, comecei a frequentar e me envolver mais com a cidade.
Mudei-me para cá em 2018 e, desde então, uma vida que é pura vida se desenrola cotidianamente (como vocês acompanham de tempos em tempos). Pois bem. Hoje fui ao show do Caetano com a Maria Betânia e eis que quase no final, Caetano recita os versos que se referem à Brasília. A sensação foi de susto, emoção e …. Reconhecimento! Eu estou em brasília, vivendo uma vida. A vida é tanta que foi neste show que defini a música que será o fechamento da minha dissertação de mestrado. (Paltpites?). (Continua nos comentários)

O tema que escolhi (ou fui escolhida por ele…) para pesquisar no mestrado, tem reverberado dentro e fora de mim cada vez...
19/10/2023

O tema que escolhi (ou fui escolhida por ele…) para pesquisar no mestrado, tem reverberado dentro e fora de mim cada vez mais. Pensar, a partir da psicanálise, como se dá a relação da mulher com o dinheiro, é pensar como se dá, para a mulher, a condição de se apropriar de seus próprios recursos - internos e externos - entre eles o dinheiro , intermediario que, queria ou não, funda e estabelece as relações. É à partir de tudo isso que convido todas e todos a participarem desse curso. Momento de reflexão, diálogo e transformações. Repost Chegamos, depois de um tempinho longe, pra falar de uma parceria incrível e de um tema importante demais: DINHEIRO!!!!

Você já parou para pensar sobre a sua relação com o dinheiro? Ou melhor... na NÃO relação das mulheres com o dinheiro?

🗓 Então, vem bater um papo ON-LINE com a gente e a psicóloga Mariana Escrivão do , no dia 23 de outubro, segunda-feira, às 20h.

Durante a conversa a Mariana vai explorar a complexa construção histórica que deixou a mulher apartada da relação com o dinheiro e os impactos psicológicos da falta de autonomia financeira para as mulheres.

Mariana Escrivão é psicóloga, formada pela USP. É mestranda em Psicologia pela UnB, com o tema: Mulheres, Dinheiro e Psicanálise – Transformações. Faz parte do Instituto TPM e do grupo de pesquisa Psitrafem.

Maravilhoso, né? Gostou dessa parceria? O Instituto TPM - Trabalho Para Mulheres, é uma consultoria formada por pesquisadoras e docentes que tem como objetivo promover os direitos das mulheres e fomentar seus interesses sociais e econômicos, por meio da pesquisa, do acesso ao conhecimento e da capacitação empreendedora.

Já pega seu caderninho, uma taça de vinho (ou a bebida geladinha da sua preferência), e vem conversar com a gente!!

👩🏻‍💻 O link para o formulário de inscrição está na Bio da A Casa Elza. O link para a plataforma será enviado por e-mail
📥 Não é necessário pagar a inscrição para participar do evento. Se você puder e quiser, pode fazer uma contribuição. Deixamos aqui três sugestões:
- Valor social: R$38
- Valor recomendado: R$71
- Valor abundante: R$90

PIX: 41.418.785/0001-02 (CNPJ)

21/09/2023

Você sabia…?

Dia 27/09 (quarta feira) eu e a  vamos ministrar o minicurso “Mulheres e Dinheiro”, como parte das atividades da Semana ...
19/09/2023

Dia 27/09 (quarta feira) eu e a vamos ministrar o minicurso “Mulheres e Dinheiro”, como parte das atividades da Semana Universitária da Unb. Tenho me aprofundado neste tema no mestrado e quanto mais estudo, mais vejo a pertinência de se pensar e explicitar os processos de subjetivação a que a mulher é submetida desde o seu nascimento. Impossível não pensar em como as inscrições psíquicas de processos culturais tão arraigados tem constituído a condição de ser mulher das mulheres. Inclui-se aí a urgência de se pensar, conhecer e visibilizar como a (não) relação com o dinheiro, historicamente dada, atravessa a subjetividade da mulher e, consequentemente a sua condição para uma vida mais autônoma. Convido à todas, todos e todes e participar deste minicurso para que possamos ampliar essa conversa! Data: 27/09 Horário: 18:00hs as 22:00hs Local: Unb ✔️para quem não é de Brasília, teremos transmissão online.

“Quando menos se espera, a gente se encontra”. Com alguma frequência me pego pensando nessa frase. Frase que me acompanh...
01/09/2023

“Quando menos se espera, a gente se encontra”. Com alguma frequência me pego pensando nessa frase. Frase que me acompanha desde o dia que vim visitar o Tuco em Brasília e comprei um jogo americano com essa frase na Feira da Torre de TV.

Semana passada recebi um convite e uma grande responsabilidade: integrar o grupo de pesquisa do . Idealizado pela e pela , e agora com a e a , o Instituto é um espaço para pensar a mulher em toda a sua potência e complexidade. Tem na formação e na construção de sua missão: “promover a autonomia das mulheres, fomentando seus interesses econômicos e sociais por meio de pesquisa científica, formação, programas institucionais e formação de rede”.

Uma vez mais sinto me encontrando e me ampliando nesta Brasília que pode ser muito árida, mas tem o por do sol com os traços do arquiteto e, no meio de tanto, me vejo vivendo, pensando, construindo e continuamente sendo, através da psicanálise, da universidade, da clínica, dos encontros e das potências desse solo, que pode parecer árido, mas descubro cada dia mais fértil.

Vem conhecer o trabalho do

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Muito se fala em especialidades: você é especialista em TDAH? Crise de ansiedade? X? Y? Z? Cotidianamente me percebo pen...
23/08/2023

Muito se fala em especialidades: você é especialista em TDAH? Crise de ansiedade? X? Y? Z? Cotidianamente me percebo pensando a esse respeito. No trabalho como psicanalista, onde a minha função é observar os movimentos psíquicos do paciente, acompanhar seus desenvolvimentos, travamentos, pensar juntos e vivenciar as transformações, vivo a experiência de que a mente e os estados mentais não tem idade. O que somos dentro não acompanha o mesmo tempo cronológico do vivemos (e temos que responder) fora. É por isso que quando estou lendo e estudando sobre a psicanálise de bebês, estou também lendo e estudando sobre adultos, por exemplo. Da mesma forma, quando estou pensando e estudando sobre a construção da subjetividade das mulheres, estou também atravessada pelo desenvolvimento emocional dos bebês. A clínica é viva, a mente é vida e acompanhar seus desenvolvimentos, penso, convida mais à uma integração das nossas diferentes partes internas, do que a uma cisão onde (inadvertidamente) olha-se somente para o problema (sintoma) aparente e não para o que a dinâmica psíquica está tentando comunicar. Poder subsidiar e acompanhar o desenvolvimento emocional do paciente, me parece a principal função do trabalho psicanalítico.

Imagem artista: Hilma af Klint
Fonte: https://www.domestika.org/pt/blog/6994-8-incriveis-pintoras-que-mudaram-a-historia-da-arte
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