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O Núcleo de Terapia Nutricional Enteral e Parenteral, é uma empresa médica prestadora de serviços e consultorias em Nutrologia e Terapia Nutricional hospitalar, ambulatorial e domiciliar, em Brasília e região.

11/04/2026

A terapia nutricional acompanha o paciente oncológico em todas as fases: do hospital ao ambulatório, até o cuidado em casa.

Como reforça a Dra Juliana Tepedino, esse acompanhamento contínuo faz diferença direta no estado nutricional, na recuperação e na qualidade de vida do paciente. 💙

Nem sempre nutrir é sobre recuperar. Às vezes, é sobre cuidar, aliviar e respeitar o momento do paciente.Nos cuidados pa...
10/04/2026

Nem sempre nutrir é sobre recuperar. Às vezes, é sobre cuidar, aliviar e respeitar o momento do paciente.

Nos cuidados paliativos cada decisão deve priorizar conforto, dignidade e qualidade, e a nutrição também faz parte disso. 💙

09/04/2026

Na pancreatite aguda, a abordagem nutricional tem um papel central na recuperação do paciente. E diferente do que se acreditava no passado, o jejum prolongado já não é mais a melhor estratégia na maioria dos casos.

Hoje, sabe-se que a introdução precoce da alimentação, principalmente por via enteral, está associada a melhores desfechos clínicos. Sempre que possível, a nutrição enteral deve ser iniciada de forma precoce, pois ajuda a manter a integridade da mucosa intestinal, reduz o risco de infecções e modula a resposta inflamatória.

Nos casos leves, a realimentação oral pode ser retomada de forma precoce, conforme a tolerância do paciente. Já nos quadros moderados a graves, quando a via oral não é possível, a dieta enteral por sonda (preferencialmente gástrica ou jejunal) é a melhor alternativa, sendo superior à nutrição parenteral na maioria das situações.

Além disso, garantir o aporte adequado de energia e proteínas é essencial para evitar perda de massa muscular e favorecer a recuperação. Interrupções desnecessárias, atrasos no início da dieta ou condutas inconsistentes podem impactar negativamente o prognóstico.

Você ainda vê muito jejum prolongado na prática?

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Refs 📑

American Gastroenterological Association. AGA Institute Guideline on Initial Management of Acute Pancreatitis. Gastroenterology. 2018.

European Society for Clinical Nutrition and Metabolism. ESPEN guideline on clinical nutrition in acute and chronic pancreatitis. Clinical Nutrition, 2020.

Eventos adversos fazem parte da rotina assistencial, mas muitos deles são evitáveis, e reconhecer os mais comuns é o pri...
07/04/2026

Eventos adversos fazem parte da rotina assistencial, mas muitos deles são evitáveis, e reconhecer os mais comuns é o primeiro passo para melhorar a segurança do paciente.

Entre os principais, destacam-se erros de medicação (dose, via ou horário incorretos), infecções relacionadas à assistência, quedas, lesões por pressão e falhas na terapia nutricional, como administração inadequada ou interrupções não planejadas. Esses eventos, além de impactarem diretamente a recuperação, aumentam o tempo de internação e os custos do cuidado.

Na prática, grande parte desses problemas está relacionada a falhas de processo: comunicação ineficaz entre equipes, ausência de protocolos bem definidos, sobrecarga de trabalho e falta de padronização nas rotinas.

Existem estratégias simples e eficazes para prevenção: checagem segura de medicações, uso de protocolos assistenciais, identificação correta do paciente, comunicação clara entre profissionais e monitoramento contínuo de riscos. Além disso, criar uma cultura de segurança, onde a equipe se sente à vontade para relatar falhas e propor melhorias, faz toda a diferença.

Mais do que evitar erros, prevenir eventos adversos é garantir um cuidado mais seguro, eficiente e centrado no paciente.

Segurança do paciente é responsabilidade de todos. 💙



Refs 📑

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília: ANVISA.

Institute for Healthcare Improvement. Patient Safety Essentials Toolkit.

Na sua rotina, a comunicação está alinhando ou confundindo as condutas?Salve este post e compartilhe com sua equipe 👥   ...
03/04/2026

Na sua rotina, a comunicação está alinhando ou confundindo as condutas?

Salve este post e compartilhe com sua equipe 👥

02/04/2026

Interrupções na dieta enteral acontecem com mais frequência do que parecem, e muitas vezes passam despercebidas na prática clínica. Pausas para administração de medicamentos, realização de exames, procedimentos, banho no leito, troca de equipe ou até alarmes da bomba que não são rapidamente resolvidos são exemplos comuns.

Além disso, jejuns prolongados “por precaução” antes de exames ou cirurgias também contribuem para reduzir ainda mais o volume infundido.

O problema é que essas interrupções, mesmo que curtas, se somam ao longo do dia. No final, o paciente pode receber muito menos do que foi prescrito, gerando déficit calórico e proteico, o que impacta diretamente na recuperação, na cicatrização e no tempo de internação.

Por isso, é fundamental ter um olhar atento para a rotina: organizar horários, evitar pausas desnecessárias, revisar protocolos de jejum e, sempre que possível, compensar volumes não administrados.

Pequenas mudanças na prática fazem uma grande diferença no desfecho do paciente.

Se você trabalha com terapia nutricional, comece hoje a observar essas interrupções na sua rotina, isso pode transformar resultados! 💙



Refs 📑

Villet S, Chiolero RL, Bollmann MD, et al. Negative impact of hypocaloric feeding and energy balance on clinical outcome in ICU patients. Clinical Nutrition, 2005.

31/03/2026

A sepse é definida como uma disfunção orgânica potencialmente fatal causada por uma resposta desregulada do organismo à infecção. Caracteriza-se por intensa ativação inflamatória, alterações hemodinâmicas, distúrbios microcirculatórios e profundas mudanças metabólicas que impactam diretamente o estado nutricional do paciente.

Do ponto de vista metabólico, a sepse induz um estado hipercatabólico, marcado por aumento do gasto energético, resistência insulínica, proteólise acelerada e balanço nitrogenado negativo. Há mobilização intensa de aminoácidos do músculo esquelético para suporte da resposta imune e síntese de proteínas de fase aguda, resultando em rápida perda de massa muscular e piora funcional.

Nesse contexto, a terapia nutricional precoce desempenha papel fundamental como parte do tratamento. As diretrizes atuais recomendam o início da nutrição enteral nas primeiras 24 a 48 horas após estabilização hemodinâmica, sempre que possível, com progressão gradual da oferta energética. A adequação proteica é especialmente relevante, considerando o aumento das demandas e o risco elevado de sarcopenia aguda.

Entretanto, o manejo nutricional na sepse exige cautela. Na fase inicial, marcada por instabilidade e resposta inflamatória intensa, o superfornecimento calórico pode estar associado a complicações metabólicas e maior produção de dióxido de carbono. Por isso, recomenda-se estratégia progressiva, com monitorização contínua de parâmetros clínicos e metabólicos.

A integração entre controle da infecção, suporte hemodinâmico e terapia nutricional individualizada é determinante para melhores desfechos clínicos. Quando adequadamente conduzida, a terapia nutricional contribui para preservação da massa magra, redução de complicações infecciosas secundárias e potencial melhora na recuperação funcional após a alta.



Refs 📑

SINGER, M. et al. The Third International Consensus Definitions for Sepsis and Septic Shock (Sepsis-3). JAMA, Chicago, v. 315, n. 8, p. 801–810, 2016.

Em pacientes hospitalizados, a ingestão alimentar muitas vezes não é suficiente para atender às maiores demandas proteic...
27/03/2026

Em pacientes hospitalizados, a ingestão alimentar muitas vezes não é suficiente para atender às maiores demandas proteicas associadas ao estresse metabólico e à inflamação.

Nesses casos, os suplementos hiperproteicos podem ser uma estratégia importante para complementar a dieta, contribuir para preservação de massa muscular e apoiar a recuperação clínica. 💙

26/03/2026

A nutrição parenteral é indicada quando a via oral ou enteral não é possível, insuficiente ou contraindicada, permitindo a administração intravenosa de nutrientes essenciais para manutenção do estado nutricional do paciente hospitalizado. A escolha entre nutrição parenteral periférica ou central depende principalmente da duração da terapia, das necessidades nutricionais e da osmolaridade da solução a ser administrada.

A nutrição parenteral periférica é realizada por meio de acesso venoso periférico e geralmente indicada para períodos curtos e quando as necessidades nutricionais são moderadas. Como as veias periféricas toleram menor osmolaridade, as soluções precisam ter concentrações reduzidas de nutrientes, o que pode limitar o aporte calórico e proteico.

Já a nutrição parenteral central é administrada por meio de cateter venoso central, permitindo a infusão de soluções mais concentradas e com maior densidade nutricional. Por isso, costuma ser indicada quando há necessidade de suporte nutricional prolongado ou quando as demandas metabólicas do paciente são mais elevadas.

Apesar de ser uma importante estratégia terapêutica, a nutrição parenteral exige indicação criteriosa e monitorização contínua, devido ao risco de complicações metabólicas e infecciosas. Dessa forma, a escolha da via deve sempre considerar as condições clínicas do paciente e as metas nutricionais estabelecidas.



Refs 📑

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL (BRASPEN). Diretrizes BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente Hospitalizado e Crítico. São Paulo: BRASPEN, edições mais recentes.

AYERS, P. et al. ASPEN parenteral nutrition safety consensus recommendations. Journal of Parenteral and Enteral Nutrition, v. 38, n. 3, p. 296–333, 2014.

Os distúrbios hidroeletrolíticos são alterações frequentes em pacientes hospitalizados, especialmente em indivíduos crít...
24/03/2026

Os distúrbios hidroeletrolíticos são alterações frequentes em pacientes hospitalizados, especialmente em indivíduos críticos, idosos ou portadores de doenças crônicas. Essas alterações podem ocorrer em decorrência da própria doença de base, de processos inflamatórios, perdas gastrointestinais ou renais, bem como do uso de medicamentos e intervenções terapêuticas.

Essas alterações podem impactar diretamente o funcionamento de diversos sistemas fisiológicos, incluindo função neuromuscular, equilíbrio ácido-base, atividade cardíaca e processos metabólicos celulares. Quando não identificados e corrigidos adequadamente, os distúrbios hidroeletrolíticos podem agravar o quadro clínico, prolongar o tempo de internação e aumentar o risco de complicações.

Nesse contexto, a terapia nutricional desempenha papel fundamental tanto na prevenção quanto no manejo dessas alterações. A oferta adequada de líquidos, eletrólitos e nutrientes deve ser cuidadosamente planejada e monitorada, especialmente em pacientes que recebem nutrição enteral ou parenteral. A composição das fórmulas nutricionais, o volume administrado e a velocidade de infusão podem influenciar diretamente o equilíbrio hidroeletrolítico.

Além disso, situações como síndrome de realimentação exigem atenção especial, uma vez que a reintrodução da terapia nutricional em pacientes desnutridos pode desencadear importantes alterações nos níveis de fósforo, potássio e magnésio. Por isso, a monitorização laboratorial frequente e o acompanhamento multi são essenciais para garantir segurança do paciente.

Assim, a integração entre avaliação clínica, monitorização laboratorial e planejamento nutricional individualizado é indispensável para o manejo adequado dos distúrbios hidroeletrolíticos, contribuindo para maior estabilidade metabólica e melhores desfechos clínicos.



Refs 📑

KRAFT, M. D.; BOULOS, P. B. Electrolyte disturbances in the intensive care unit. Critical Care Clinics, v. 28, n. 2, p. 265–283, 2012.

KLEIN, C. J. Refeeding syndrome and electrolyte disturbances. Nutrition in Clinical Practice, v. 31, n. 5, p. 599–607, 2016.

22/03/2026

Se você trabalha com terapia nutricional hospitalar, sabe exatamente do que estamos falando... 😂

20/03/2026

Via oral, enteral ou parenteral: diferentes estratégias de suporte nutricional, indicadas conforme a capacidade de absorção e condição clínica. 💙

Endereço

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