15/10/2025
A obesidade é reconhecida como uma doença crônica multifatorial, que exige acompanhamento contínuo e planejamento terapêutico de longo prazo.
Especialmente a obesidade visceral, é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, apneia do sono, doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), síndrome dos ovários policísticos e alguns tipos de câncer. A resistência insulínica é outro elemento central que contribui para o aumento do risco de hipertensão, dislipidemia e diabetes tipo 2.
Estratégias de prevenção inclui a redução de peso de forma sustentada, com adoção de uma alimentação equilibrada baseada em evidências, incentivo a padrões alimentares saudáveis e a prática regular de atividade física Tais medidas combinadas não apenas reduzem o risco cardiovascular, mas também promovem melhorias na saúde e na qualidade de vida.
A primeira linha de intervenção deve ser baseada em mudanças no estilo de vida, incluindo aconselhamento nutricional, suporte psicológico e incentivo à prática de atividade física regular. Tais estratégias são fundamentais para estabelecer hábitos saudáveis e favorecer a perda de peso de forma gradual e sustentável. Para casos selecionados, podem ser indicadas terapias farmacológicas, sempre em conjunto com mudanças comportamentais, visando potencializar os resultados e minimizar efeitos adversos.
Independentemente do tipo de intervenção, o acompanhamento regular é essencial para monitorar evolução de peso, composição corporal, parâmetros metabólicos e adesão às recomendações.
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