Dra. Carol Oliboni

Dra. Carol Oliboni Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra. Carol Oliboni, Ortopedista, Cachoeirinha.

Médica formada pela PUCRS
Ortopedista e Traumatologista formada pelo Hospital Cristo Redentor (HCR)
Fellow em Cirurgia de Joelho no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Pós-graduanda de Medicina Do Exercício e do Esporte (CEFIT-SP)

12/05/2026

Eu sou ortopedista e se tu pratica algum esporte… talvez a tua dor esteja nesse vídeo.

Nem toda dor no joelho aparece por uma lesão grave.
Muitas começam por sobrecarga, repetição, desequilíbrio muscular ou erro na progressão do treino.

Corrida, futebol, crossfit, beach tennis, musculação…
cada esporte gera padrões diferentes de impacto e esforço no joelho. E a localização da dor costuma dizer muita coisa sobre o que está acontecendo.

O problema é que muita gente adapta o treino, muda movimento, diminui intensidade… mas continua treinando em cima da dor sem entender a causa.

Na medicina do esporte, o objetivo não é só aliviar o sintoma.
É entender o que está sobrecarregando o teu corpo para te ajudar a voltar a treinar com mais segurança e desempenho.

Agende uma avaliação e entenda a causa da tua dor antes que ela limite teus treinos.

A maternidade tem uma forma única de transformar os dias mais comuns em memórias que ficam para sempre.Entre consultas, ...
10/05/2026

A maternidade tem uma forma única de transformar os dias mais comuns em memórias que ficam para sempre.

Entre consultas, rotina, compromissos e a correria do dia a dia… existem pequenos momentos que acabam carregando tudo aquilo que realmente importa.

O abraço.
O colo.
A bagunça.
A presença.

Feliz Dia das Mães para todas as mulheres que vivem esse amor diariamente 🤍

09/05/2026

Na sequência da nossa série de Dia das Mães, existe uma conversa importante que muitas mulheres precisam ouvir: sentir dor o tempo todo não deveria ser considerado normal.

Depois da maternidade, muitas mães acabam se acostumando com o cansaço, com dores nos pés, nos joelhos, costas ou ombros... como se fazer tudo pelos outros significasse deixar o próprio corpo sempre em segundo plano.

E, aos poucos, aquilo que começou pequeno vira parte da rotina.

Mas o corpo fala.
E ignorar esses sinais por semanas ou meses pode transformar desconfortos em limitações reais.

Cuidar de um filho também exige cuidar de quem sustenta essa rotina: você

08/05/2026

Dando sequência á nossa série especial de Dia das Mães, quero compartilhar uma reflexão:

Quando nos tornamos mães, algo muda profundamente.

O foco deixar de estar em nós.
A rotina passa a girar em torno do cuidado com outro.
O sono muda, o corpo muda, as prioridades mudam.

E muitas vezes, sem perceber, vamos deixando o nosso próprio cuidado para depois.

Eu também vivi isso.

Mesmo sendo médica e ortopedista, a gestação e a maternidade trouxeram desafios para o meu corpo. Um deles foi a fascite plantar, uma dor que me fez perceber, na prática, como é fácil ultrapassar os próprios limites quando estamos focadas em cuidar de um filho.

E talvez seja por isso que eu entenda tão bem muitas mulheres que chegam ao consultório.

Mulheres que estão há semanas, às vezes meses, repetindo movimentos, carregando peso, dormindo mal, se adaptando a uma rotina intensa.

Mas nem toda dor precisa ser normalizada.

Quando cuidamos de alguém que depende tanto de nós, é muito comum deixarmos de perceber os sinais do nosso próprio corpo.

Existe uma diferença entre adaptação e sofrimento.
Entre uma fase desafiadora e um sintoma que merece atenção.
Entre estar cansada e viver no limite todos os dias.

Buscar ajuda não é fraqueza.
É cuidado.
É presença.
É uma forma de continuar cuidando do outro sem esquecer de si.

Com carinho,
Dra. Carolini Oliboni

06/05/2026

Primeiro vídeo da nossa série especial de Dia das Mães. 💜

Depois da maternidade, eu passei a enxergar minhas pacientes de outro jeito.

Com mais cuidado.
Mais escuta.
Mais compreensão.

Porque muitas mulheres chegam no consultório tentando dar conta de tudo: trabalho, casa, filhos, rotina, responsabilidades… e, muitas vezes, ainda convivendo com dor.

A maternidade me ensinou que acolher também faz parte do cuidado.

E que, por trás de cada queixa, existe uma mulher que merece ser olhada com calma, respeito e atenção.

05/05/2026

Ver uma paciente me dizendo que melhorou 90% da dor no joelho depois de tanto tempo sofrendo... é o que faz tudo valer a pena.

Nesse caso, a dor começou após uma cirurgia de remoção do menisco.
E não, isso não significa que você precisa "aprender a conviver" com o incômodo.

Com a avaliação certa, entendi a causa da dor e indiquei as infiltrações como parte do tratamento.
O objetivo não é só aliviar a dor, é devolver função, segurança e qualidade de vida.

Cada joelho tem uma história.
E é por isso que o tratamento precisa ser individualizado, com critério e indicação correta.

Se o seu joelho ainda limita o que você gostaria de fazer... vale investigar.

Agende sua avaliação.

04/05/2026

Teu joelho estala, range ou parece "areia" quando você se movimenta?

Calma: nem sempre isso significa lesão.

O que precisa chamar atenção é quando o barulho vem acompanhado de dor, inchaço, sensação de travamento, instabilidade ou perda de desempenho nos treinos e atividades do dia a dia.

Nesses casos, investigar cedo faz diferença para entender a causa e evitar que a sobrecarga evolua.

Quando não existe dor nem limitação, muitas vezes o caminho passa por ajuste de carga, melhora da técnica e fortalecimento adequado para dar mais suporte ao joelho.

Joelho fazendo barulho não deve gerar pânico, mas também não deve ser ignorado quando vem com sintomas.

Agende uma avaliação e entenda melhor o seu caso com segurança.

02/05/2026

Uma campanha pra você que treina ou é atleta amador e tem preguiça de ir pra fisioterapia ou, pior negligência esse passo tão importante do tratamento.

Eu me trato com o .rafaelcamargo e a e sou grata por cada dia que evoluo. Queria muito meu pacientes vivendo também essa evolução!

Obrigada pela acolhida e todo o trabalho excepcional que vcs oferecem pra mim e meus pacientes!

TBT especial 💭Essas fotos são de 2023, no meu primeiro curso de procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrasso...
30/04/2026

TBT especial 💭

Essas fotos são de 2023, no meu primeiro curso de procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia — um marco muito importante na minha trajetória profissional.

Naquele momento, decidi ir além da teoria e da prática em pacientes: resolvi sentir na pele. Aproveitei o curso para realizar em mim mesma a viscossuplementação nos dois joelhos. Como tenho condropatia patelar, escolhi viver exatamente o tratamento que acredito e que indico diariamente para os meus pacientes.

Essa experiência foi transformadora. Me trouxe ainda mais segurança, empatia e convicção sobre o que faço. Entender a sensação real do procedimento, perceber o conforto e a eficácia, reforçou a minha escolha por técnicas minimamente invasivas, praticamente indolores e realizadas com precisão.

Desde então, esse tipo de abordagem passou a fazer parte da minha rotina no consultório: procedimentos guiados por ultrassom, que aumentam a segurança, a assertividade e os resultados dos tratamentos.

Cuidar da dor com tecnologia, precisão e, principalmente, com propósito. ✨

28/04/2026

Será que parar o CrossFit é sempre a melhor solução para a dor no ombro? Nem sempre.

Quando existe dor, perda de força ou suspeita de lesão no manguito rotador, o caminho mais seguro não é simplesmente abandonar a atividade, mas entender a causa da dor e tratar da forma correta.

Uma paciente chegou até mim com dor no ombro, dificuldade para dormir e início de lesão no manguito rotador.
Com avaliação, orientação e tratamento adequado, ela saiu de uma rotina limitada pela dor e conseguiu voltar às atividades físicas com mais segurança.

Dor no ombro não deve ser ignorada.

Mas também não precisa significar o fim da sua vida ativa.
Procure avaliação especializada e entenda o melhor caminho para o seu caso.

28/04/2026

Quando existe uma ruptura parcial do tendão, não é só um incômodo.
É uma lesão que pode limitar movimento, força e até atividades simples do dia a dia.

E é por isso que ouvir de um paciente que ele teve 90% de melhora depois do procedimento mostra o quanto um tratamento bem indicado pode fazer diferença.

No consultório, eu avalio cada caso com cuidado, porque nem toda lesão é igual e nem todo paciente precisa da mesma conduta.
Quando há indicação, os procedimentos ajudam no controle da dor, na recuperação funcional e na retomada da rotina com mais segurança.

Melhorar uma lesão não é apenas sentir menos dor.
É voltar a confiar no próprio corpo.

Endereço

Cachoeirinha, RS

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